Drömma

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A gravidez
Renato Torres 05/03/2007  20:36
Viviane estava grávida... e de mim! Era uma sensação inédita, um pouco alegre, e um pouco assustadora. Dado momento, observávamos uma festa do pessoal do teatro, todos com indumentárias, e alguns interpretavam mesmo alguns personagens. Víamos uma mulher em uma performance de louca, meio chorosa, e Vivi começou a tecer críticas, dizendo com sua agudez avaliativa, quais eram as lacunas daquela performance. E então começou a atuar, como achava que deveria ser, descendo até onde estavam os atores - estávamos num patamar mais alto. Fui com ela. Súbito, encontramos nosso amigo Wagner, que nos cumprimentou com a alegria costumeira. Prontamente, Vivi tomou sua mão e colocou-a sobre sua barriga, para contar-lhe a novidade. Ele olhou pra mim, e acenei que sim, o filho é meu. Ele sorriu, mas imediatamente pronunciou algumas palavras, como uma prece. Algo como "que os carmas dessa relação se dissolvam, se consumam rapidamente". Vivi ficou assustada, eu fiquei um pouco apreensivo, mas depois entendemos que ele nos desejou o melhor.

Noutro momento estávamos eu e Viviane num outro lugar, com várias pessoas. Eu a deitava, a cortejava, e ia comer algo, perguntando se ela queria também. Ela dizia que não, que depois iria, e eu a deixava. Em dado momento eu via um cara em cima dela, falando com ela, meio cercando, tentando seduzir. Era um tipo meio bolha. Eu observava e pensava no que o Wagner tinha dito, e ficava quieto.

Depois estávamos numa casa. Não era tipo "a nossa casa", mas uma casa onde precisávamos ficar. Talvez mais ela do que eu. Ela, deitada numa cama, reclamava de tudo. Era uma casa pobre, o teto era de palha, e ficava caindo sujeira; ela reclamava muito disso. Eu procurava acalmar-lhe, afinal de contas, ela estava grávida; tentava satisfazer-lhe as vontades. Havia um homem humilde, provavelmente o dono da casa, no quarto conosco. Ela dizia que não agüentava mais aquilo caindo no corpo dela, que incomodava, e numa hora pedia mais uma dose de uma cachaça que estava sobre uma cômoda. A casa lembrava ambientes da minha infância, com suas antiguidades, singelezas, e a pobreza.

Parecia começar a chover - alguém subia no telhado para consertá-lo, caíam mais torpezas do teto. Determinada hora ela olha através de uma janela de vidro, e vê uma menina descabelada, linda e natural, correndo na chuva, com seu vestidinho, a sorrir, pra debaixo de uma árvore onde estava alguém, talvez sua mãe. Foi um momento de ternura nos olhos de Vivi, não recordo se ela disse algo, mas o alívio da visão foi, sem dúvida, mais eloqüente que tudo. Havia uma sensação no sonho, que se estendeu até a vigília, de que Viviane estava grávida de uma menina.
Lotação
SL 05/03/2007  19:24
Eu estava andando de lotação, indo para casa quando o motorista fez um rumo diferente e parou a lotação na frente de uma escadaria muito grande e íngrime. O motorista, um homem muito gordo que suava muito, pediu para que os passageiros saissem da lotação e começassem a empurrar o automovel em direção a escada. Eu tentava alegar que isso era loucura, que o motorista deveria voltar a rota antiga e que o automovel ia se espatifar no chão. Ele me empurrou para o lado dizendo que eu não me metessse e todos os passageiros jogaram a lotação na escada. Ela quebrou-se por inteiro no chão.
o falecido amigo
sergio potenza 05/03/2007  17:05
Meu amigo Ricardo havia se suicidado, atirando-se do 13º andar do apartamento onde residia, no bairro de Perdizes, SP. Na noite seguinte, estava sozinho em meu apartamento, deitado no sofá. Devo ter adormecido, porém, minha sala de estar estava idêntica à vida real. Quando dei por mim, Ricardo, que morrera no dia anterior, estava sentado acima de mim, no encosto superior do sofá, vestindo uma roupa branca de hospital. Disse a ele que ele havia morrido, por isso não poderia ficar. Ele disse então que viera visitar Regina, minha namorada de então. Ele era apaixonado por ela. Pedi a ele para partir, pois estava morto e seu lugar não era ali. O rosto de Ricardo começou a girar, até o ponto de não ser possível descriminar nenhuma de suas feições. Ele desapareceu então. Parece então que despertei. Minha sala de estar parecia a mesma. Nada havia mudado, a não ser a partida de Ricardo. O sonho foi muito real, até o ponto de me fazer pensar que foi real, de verdade.



dia de viagem
thamyres 05/03/2007  13:42
sonhei que estava indo viajar e tentava pegar um visto ou algo parecido em algum consulado. mas estava escondendo algo, nao sei o que. finalmente me liberaram. estava com 6 malas. nao conseguia carrega-las direito. entre no carro, que mais parecia bicicleta. comecei a pedalar. 2 amigas apareceram. continuei no caminho, estava dificil pedalar. encontrei coisas no meio do caminho que me fizeram parar, nao lembro o que. Do nada senti que meus dentes estavam caindo e eu os estava segurando com a boca entao nao podia falar direito. foquei muito nisso, me preocupou estar com a boca assim, e teria que arrumar antes de viajar. acordei assustada.
amigo ricardo, falecido
sergio potenza 05/03/2007  09:46
Meu amigo Ricardo havia se suicidado, atirando-se do 13º andar do apartamento onde residia, no bairro de Perdizes, SP. Na noite seguinte, estava sozinho em meu apartamento, deitado no sofá. Devo ter adormecido, porém, minha sala de estar estava idêntica à vida real. Quando dei por mim, Ricardo, que morrera no dia anterior, estava sentado acima de mim, no encosto superior do sofá, vestindo uma roupa branca de hospital. Disse a ele que ele havia morrido, por isso não poderia ficar. Ele disse então que viera visitar Regina, minha namorada de então. Ele era apaixonado por ela. Pedi a ele para partir, pois estava morto e seu lugar não era ali. O rosto de Ricardo começou a girar, até o ponto de não ser possível descriminar nenhuma de suas feições. Ele desapareceu então. Parece então que despertei. Minha sala de estar parecia a mesma. Nada havia mudado, a não ser a partida de Ricardo. O sonho foi muito real, até o ponto de me fazer pensar que foi real, de verdade.
cabeceira gigante cabeceira gigante
saborga 01/03/2007  05:48
eu e paula mello estávamos fazendo um trabalho juntas por fora. E estávamos em momento de pesquisa. era sobre buda. íamos atravessar a r. jardim botânico em frente a r. pacheco leão e no meio da rua tinha um móvel lindo! antigo. madeira escura. com os pés abaulados. cheios de detalhe. como se fosse uma mesinha de cabeceira mas era gigante, tinha uns 2,5 metros. e nele tinha um buda e outras coisitas. O móvel era da minha mãe. Ela disse : - se essa estante não fosse sua eu com certeza colocaria ela lá em casa.
FBI shootout FBI shootout
jqln 28/02/2007  14:48
two men who were both FBI agents were shooting at each other. for some reason, both ended up being each other‘s target to take down.
branco
Clarissadz 27/02/2007  08:42
sonhei que tirava meus tênis velho e calçava tênis novos súper brancos, mas eles logo apareceram furados nas pontas e eu tinha receio de caminhar com eles porque iam rasgar mais. O lugar em que eu estava era escuro e lamacento, não chovia e parava de chover a todo monento. Logo tentei procurar meus tênis velhos em uma igreja que estava fechada, acabei entrando por uma porta estranha, não convencional para a entrada e parecia fugir de alguém que poderia me ver ali. descia escadas até finalmente sair e encontrar do aldo de fora uma amiga querida com a sacola dos meus tênis velhos
Urso
SL 25/02/2007  22:35
Eu caminhava pelas ruas com um urso em uma coleira. As pessoas ficavam muito assustadas porque ele era feroz, menos comigo, que era sua dona.
jim
li 25/02/2007  15:50
Fiz amizade com um pernambucano. Estávamos em uma festa na cidade de Butiá. Um rapaz sentia dor de cabeça e estava quieto num canto. Alguns minutos depois, as pessoas começaram a chorar e disseram que ele havia morrido. Eu e o pernambucano fomos passear em um cemitério. Encontramos o túmulo do Jim Morrison . O pernambucano se deitou ao lado do túmulo e me chamou junto dele. Ficamos juntos, deitados e abraçados.
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