eu estava em uma fruteira ou minimercado, que era meu e eu trabalhava. como era um lugar bem conhecido, há tempos, algumas pessoas me visitavam. Chegou Hannap, que parou para comer umas frutas, numa parada de uma longa caminhada que seguia e me dei conta que era a segunda vez que eu o via pessoalmente, já que só o conheço virtualmente e do drömma, mas era uma boa amizade. Logo entrou o casal DK e sua detestável esposa. Ele dizia estar de volta à cidade, estava fazendo um mestrado e sua esposa procurando trabalho. DK estava muito querido, e eu tinha que me esforçar para ser educada e simpática com sua esposa, já que até sua voz sempre me irritou. Senti feliz por DK ter lembrado da nossa amizade, mesmo com o passar de tanto tempo, mesmo que ele ainda era um fã absoluto somente das bandas grunges de Seattle.
Em todo o momento alguém, muitas pessoas, vinham me falar ou perguntar sobre alguém que se chamava Sezefredo di Rose, que parecia que eu conhecia muito bem, mas não lembrava.
Remédio e bicicleta, tio fisioterapeuta / xandre•
estava em um lugar nãos ei se era hospital ou clinica tinha duas meninas que me seguraram e queria me dar injeção pois eu estava com uma gripe ferrada, aplicaram um remédio na minha mão que dava uma picada como se fosse um agulha, e enfiaram um liquido pela boca mais era tanto que saia pelos olhos e nariz consegui sair dali e fui para em um posto de gasolina em obras onde roubaram minha bicicleta, andei ate o centro da cidade e vi meu tio Chicão atendendo uma paciente fazendo fisioterapia nela, meu tio tinha um cabelo comprido com rabo de cavalo e a sala onde ele atendia era bonita toda de vidro , nisso Cilmar não queria devolver minha bicicleta, falei com seu filho e ele ficou rindo da minha cara.
/ SL•
X era meu chefe e trabalhavamos em um banco, ou algo similar... ele era o gerente ou dono e eu sua secretária. Nitidamente X e Y nos olhávamos de forma estrannha e eu estava apaixonada por ele. Um dia um assunto começou a rolar solto nos andares do prédio aonde as instalações da empresa ficavam, dizendo que a empresa na verdade mentia para seus clientes e roubava dinheiro das pessoas que lá trabalhavam. Decidi verificar se a transferencia de dinheiro que minha mãe tinha feito no dia 15 para a minha conta já havia sido compensada e até tal momento não havia... Eu e Y decidimos sabotar as praças públicas no qual o banco investia dinheiro. As árvores desta praça eram presas em um bloco de cimento que tapava buracos enormes no meio da grama. Eu e Y começamos a destruir tudo e arrancar os pedaços de cimento com um machado e neste exato momento um ônibus estaciona do nosso lado e várias mães com os seus respectivos filhos descem e começam a passear pelo parque, como se fossem fazer turismo lá. Nos viram fazendo aquele ato de vandalismo e as crianças, que eu já conhecia de algum lugar antes, sorriram maliciosamente para mim e Y. Y apontou para a mãe de um deles e disse que aquela era a matadora de aluguel que a policia estava procurando. perguntei como ele sabia e ele não respondeu. Eu caminhava dentro de um castelo cheio de pessoas, parecia o castelo do filme Sexmission, aonde as pessoas moravam, comiam e se banhavam lá. Sem nunca sair ou sem nunca saber que existia um mundo ali for a. As pessoas que moravam lá todas trabalhavam no mesmo lugar que eu e minha moral entre elas estava baixa por causa do ato de vandalismo no parque. Uns dias depois eu havia feito alguma coisa que as pessoas voltaram a falar comigo. CD estava no banheiro escovando os dentes comigo quando disse que ia passar mais tempo comigo pq tinha medo de ficar sozinha no castelo e me perguntou se tudo bem, me olhando como se falasse “pois é, vamos passar um tempo juntas agora”. Eu disse que nao tinha medo de me apegar as pessoas e ela disse que ela também não e comentou por alto o medo das pessoas de se apegarem umas as outras. D passava por mim correndo atrás de R que era seu namorado. Era dia dos namorados e eles andavam de carro pela cidade juntos. D dizia que eles estavam apaixonados e que iriam casar. Havia um arco do triunfo no meio da osvaldo Aranha e eu vi de longe D e R andando de carros juntos e ficou claro que eles estavam sérios em um relacionamento. D também me contou que X dava mole para a sua amiga que trabalhou na mesma posição que eu. Voltei para o escritório determinada a falar com X e quando cheguei lá ele perguntou porque que eu estava sabotando a empresa. Falei que era porque minha mae tinha feito um deposito e eu nao tinha recebido... Pegamos um computador que parecia um Pense Bem e começamos a verificar aonde será que estava essa transferencia. Sem concluirmos nada, ele se ofereceu para me dar o dinheiro dele, numa tentative de me acalmar e talvez mostrar que gostava de mim. Recusei. Falei que tinha aberto uma conta no itaú e não precisava mais usar aquela e nem trabalhar para ele.
Kira com raiva / xandre•
Soltava pipa Xandy e Julio estavam passando cerol quando perguntei que linha era aquela, nisso a cachorra da vizinha Kira se solta e dava pra perceber que ela estava estranha parecendo estar com raiva e tentava me morder de qualquer maneira, fui até a casa de Cilmar ele me mandou ir pra rua, nisso já estava em outra que tinha um valão no meio e a cachorra cai dentro do valão, ela rosnava muito e estava doida pra me morder, continuei soltando pipa mais sozinho pois sabia que ela não ia conseguir subir sozinha.
Touro Preto / xandre•
Era uma arena grande estava um monte de conhecidos meus apareceu um touro grande e preto, o pessoal se divertia parecia um tipo de tourada, eu estava em cima da arena o toura vinha por baixo e tentava me acertar eu pulava e o pessoal ia ao delírio, isso rolou durante um tempão e quando vi já estava escuro e o relógio marcava 1:20 da madrugada, derrepente o touro conseguiu subir a arena e eu estava em cima da mureta fiquei quetinho mais o touro passava o chifre perto de mim e sentiu que eu estava ali, eu não podia me mexer, teve um momento que ele foi para o outro lado e eu pulei pra rua, fui uma correira todos fugindo, tentei subir no ônibus mais ele não parou, corri muito encontrei meu primo Leco e meu colega Julinho que estava com uma bicicleta de carga, ele parou e começou a carregar eu e meu primo olhei para traz e não vi mais o touro, quando cheguei na casa da minha tia vi ela no portão fazendo o sinal do crucifixo.
Leão na janela, traficante matando o tarado / xandre•
Estava na minha rua era noite quando minha vizinha me chamou quando olhei para janela dela tinha um leão deitado, ela me deu um dinheiro para compra um presente de natal, quando passou minha prima Carol e uma menina de carro, mais deixou outra amiga para traz, peguei o carro para ir na casa da minha tia quando essa amiga me pediu uma carona, ela entrou no carro e seguimos quando em um certo momento ela me beijou quando bati o carro no poste pois tampou minha visão, ela falou que iria contar para minhas primas, falei que ela tava maluco pois eu tinha namorada, ela começou a rir, chegamos perto do colégio que minha prima iria a uma festinha, já ali eu estava carregando a menina de bicicleta ela voltou a me agarrar só que apareceu um homem com o pênis de fora querendo pegar essa menina eu gritei dizendo para não fazer isso, quando apareceu um traficante pegou o tarado e matou, eu e amiga da minha prima corremos desesperadamente.
Lixo pela cidade e goleiro Bruno fugindo / xandre•
A Cidade onde eu estava os lixeiros tinham entrado em greve era muita sujeira lixo para todo lado, tinha muitos ratos e baratas um mal cheiro e uma imundice muito grande, cheguei em uma casa com um portão amarelo claro tinha um homem, e derrepente o goleiro Bruno que estava preso pulava o portão e dizia que iria para caxias toda noite acontecia isso, alguém tirou uma foto e ia denunciar a algum jornal da cidade.
Ajudando presos a fugir do presidio / xandre•
Meu tio Francisco bolou um plano para tirar um monte de pessoas da cadeia falei com ele que não daria certo, ele entrou no presidio e logo muitos policias começaram a invadir e tacar bomba de gás, fiquei a procura dele por um bom tempo fui parar em um lugar onde estava minha namorada e uma televisão ligada que pegou um espirito, onde ouvi uma gargalhada sinistra e macabra fiquei com muito medo, voltando ao presidio consegui achar meu tio, mais parecia que ele tinha ficado ruim da cabeça e não dizia coisa com coisa, fomos para rua e encontramos com uma mulher, pedi urgente ajuda pra ela, foi quando ela me deu a chave do seu carro e mandou eu fugir, era uma Ferrari vermelha novinha, comecei a dirigir em alta velocidade mais não sabia onde estava o volante, nosso plano era levar ele pra uma cidade pequena, mais logo descartamos pois poderiam nos reconhecer fácil.
Imitando o Orestes Quércia / Hannap•
Sonhei que tinha ido fazer uma viagem para entregar um documento apenas.
Estava em Teresópolis e fui para São Paulo com a mochila vazia pois ia voltar no mesmo dia.
Cheguei lá e comprei algumas coisas: uma lata enorme de sardinhas, um saco de tomates e umas frutas que não me lembro quais eram. Acho que eram lichias. De repente eu fui parar na casa da Tânia Savaget. Ela me deixou na cozinha organizando as minhas compras e foi para o quarto.
Eu queria ir embora porque tinha uma viagem longa pra encarar. Então resolvi chamá-la pra me despedir. Ela apareceu toda arrumada junto com o Roberto. Eles iam sair. Conversamos um pouco e por algum motivo eu falei de um vídeo no youtube do Orestes Quércia, uma entrevista no Roda Viva que ele xinga o jornalista. O Roberto lembrou da entrevista e começou a imitar o Orestes Quércia para as filhas dele. Era engraçado, ele imitava direitinho. Elas riam muito. Deixei as lichias de presente para as meninas e fui embora.
elevador / gnight•
era um elevador muito alto, grande e de vidro.
as pessoas tinham que se segurar em uma barra pra não ficar voando, de tão rápido que descia.
era um elevador imprescindível, já que o prédio era muito alto. para ir de escada, levaria dias para chegar no andar certo - eu morreria de fome ou não teria onde dormir.
entrava com medo e saía aterrorizada, mas era obrigada a enfrentar. assim como todas as pessoas que também estavam no elevador e que agiam com tanta naturalidade.