Casa vazia.SL 27/03/2009 01:33
Eu e X entramos em uma casa vazia, que ficava no centro da cidade. Dentro dessa casa haviam muitos sofás, muitos tipos e cores de sofás, todos com um plástico em volta. Decidimos subir até o segundo andar e este estava completamente vazio. Nós pensavamos em fazer sexo ali, em algum lugar, naquela hora. Enquanto procuravamos algum canto menos sujo ou mais confortável, entramos num quarto de criança, intacto, com um berço de prata, muito bonito, certamente uma antiguidade. X me colocou contra a parede e levantou meu vestido, mas eu dizia que não queria porque achava que de repente os outros quartos poderiam oferecer uma mobilia mais confortável para fazermos aquilo.
Sem título.SL 25/03/2009 20:25
Eu estava em uma espécie de acampamento. Eu e uma suposta amiga fugimos de lá e fomos para a estrada mais próxima para pegar carona com qualquer pessoa. Chegamos no Rio de Janeiro e tinhamos um lugar para ir, que não sabiamos direito aonde era. Nós duas corriamos pelas ruas, e o meu celular havia caido dentro de um bueiro, eu muito preocupada conversei com o dono da lotação na qual estava dentro, e ele disse que o celular estava com ele. Eu estava nua, sentada no braço da poltrona, e tinha a impressão de estar me mijando ali.
O crocodilo suicidaxtinita 25/03/2009 20:12
No quarto da minha irmã, encontro uma passagem secreta, que ela havia esquecido aberta. Logo na entrada, há um box de banho, sem porta ou cortina, onde jaz um crocodilo de uns 70cm de comprimento, muito ensanguentado, com a cabeça esmagada. Mais adiante, encontro outro quarto e mais um crocodilo de mesmo tamanho, esse quietinho. Perto dele, um equipamento cujo mecanismo eu não compreendo direito, e aciono por curiosidade. Nesse momento, uma lâmina começa a descer e subir, descer e subir, fazendo um barulho toda a vez que toca o chão. Esse barulho desperta o crocodilo, que começa a se mover lentamente em direção à lâmina. Eu sei o que vai acontecer, mas fico só observando. O crocodilo enfia a cabeça debaixo da lâmina, que a esmaga, e seu sangue espirra pra todos os lados.
Back to my schoolHyeronimutrek 24/03/2009 11:41
I was back to my school to look for someone I don‘t exactly know who was. My friends were there as well, and we were all wearing uniforms. I remember stopping everyone I knew and insisting on saying "that‘s so strange to be here again with you all...", and people only smiled back. I was walking and listening to my iPod and only unknown songs were played. Suddenly I saw Marcus and Pablo, and the song changed to Tchaikovsky‘s Violin Concerto in D, Op. 35! All the school could listen to it, I was kind of embarrassed but at the same time I was enjoying the song, playing with fingers in the air. I had a little chat with the boys, and then I started to walk back to the school‘s main door.
Cycle, Home, DangerHyeronimutrek 24/03/2009 11:19
I was in somebody‘s house with Aline, Isa and an unknown little boy. We were watching through the big window a team cycling competition that was happening down on the street. We were cheering for the teams, even though we didn‘t know any of them. The little boy decided to sit on the outer part of the window, and we started to yell at him "you can‘t do it, it‘s dangerous" and he didn‘t care. Then, suddenly the night came, the competition was finished, the blue ones won. The boy‘s father appeared and was talking to us and the boy insisted on sitting on the high window. The father went furious, climbed the window and decided to stand up on the outer side (flying?) of the window and put the boy sitting there, yelling at him and trying to make him feel really affraid. The boy seemed to ignore it.
Evil and GoodHyeronimutrek 23/03/2009 12:01
A golden shiny lion fighting a dark-blue big panther with ray beams flying going up and down over a dark sea in a dark dark night. The lion says something about having his daughter being conducted to the evil in a not coming back path... the panther only laughs and attacks. The Good and the Evil fighting on a never-ending struggle.
StalkerKaneda 22/03/2009 20:42
Entrava em uma casa desconhecida, era toda branca, ouvi umas vozes no andar de baixo, mas nada que me impedisse de entrar em um dos quartos daquela imensa casa. Era uma mansão, vários andares, muito bem decorada e aconchegante demais. A dona/dono com certeza teria investido milhões naquele imóvel. Um dos rapazes apareceu e me disse para ir até o banheiro.
Próximo ao banheiro escuto um barulho por mim já reconhecível de que alguém estava a tomar banho. Olhei a silhueta da pessoa e era uma mulher muito formosa, seios firmes, magra, cabelos compridos, corpo escultural... Se lavava com delicadeza. Quando me dou por conta, ela abre o box do banheiro e eu a reconheço. Uma apresentadora de tevê. E.M.B.; Ela puxou-me para dentro debaixo do chuveiro e começou a tirar a minha roupa frenéticamente. Começamos a transar no banho, ela me agarrava com muita vontade, desejo, fogo de paixão... E eu retribuia com meus beijos, agarradas, puxões em seu cabelo, ... Após chegarmos no ápice um dos seguranças me agarrou e jogou-me com todas as forças para a grade. Eu parecia ter mais força que o comum, tinha habilidades que ainda não havia percebido. Com minha força, arranquei o portão e joguei-o nos seguranças aproveitando para fugir da casa.
Comunas!li 21/03/2009 14:58
Eu morava com a minha avó em uma casa no interior da antiga URSS. Minha avó tinha a saúde muito debilitada, ela não caminhava e precisava de mim para caregá-la no colo e se locomover. De repente a casa foi invadida pelos militantes comunistas do país, que haviam tomado o poder novamente. Eles destruiam tudo que representasse o ‘capitalismo‘ ,na nossa casa.
Eles nos obrigavam a trabalhar para o partido, mas não conhecíamos o trabalho e não fazíamos do jeito que eles queriam, por isso pegaram a minha avó e começaram a arrancar as unhas dela.
Eu fugi para um local mais urbano. encontrei M, que disse que morava comigo. Uma senhora muito idosa veio falar conosco sobre as torturas dos membros do novo regime do país.
Voltávamos para casa, que era muito distante, precisávamos caminhar 2 horas por uma estrada de chão e depois atravessar uma floresta por mais 3 horas para chegar em casa. Comentei que o bom de morar num lugar tão distante era que talvez nunca nos encontrariam, mas também se encontrasse a casa, daí estávamos perdidos e sem solução, pois eu imaginava que o que tinham feito com a minha casa e a minha avó ainda não tinha acontecido.
Karajanalho 21/03/2009 08:18
Estava tocando na sala da filarmonica de berlin, num ensaio geral antes de um concerto e o Karajan regia a orquestra.
Como o ensaio se dava muito pouco tempo antes do concerto - todos já estavam de casaca -, as portas se abriram e o público começou a entrar, porém ele me pediu que fosse fechar as portas e dizer ao publico que aguardasse mais alguns instantes.
Então, fui junto com alguns colegas do conservatório para fechar as portas que eram muitas e ficavam, cada uma, a uma distância bem grande da outra.
Quando virei para trás, tinha uma série de caldeiras viradas para o lado contrario do palco.
Quando fui colocá-las na posição certa, percebi que haviam muitas cadeiras diferentes da originais.
Karajan ficou furioso.
Visitaalho 21/03/2009 08:13
Eu morava na casa onde nós morávamos nos anos 80. Estava na janela do quarto, olhando para a rua quando X passou. Resolvi descer para falar com ele. Quando saí, a rua não era a mesma, a casa ficava do lado de uma loja de bicicletas. Nós conversamos um pouco sobre as coisas no geral e ele falou comigo daquele jeito de sempre, todo feliz e sorridente.