Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
StalkerKaneda 22/03/2009  20:42
Entrava em uma casa desconhecida, era toda branca, ouvi umas vozes no andar de baixo, mas nada que me impedisse de entrar em um dos quartos daquela imensa casa. Era uma mansão, vários andares, muito bem decorada e aconchegante demais. A dona/dono com certeza teria investido milhões naquele imóvel. Um dos rapazes apareceu e me disse para ir até o banheiro.

Próximo ao banheiro escuto um barulho por mim já reconhecível de que alguém estava a tomar banho. Olhei a silhueta da pessoa e era uma mulher muito formosa, seios firmes, magra, cabelos compridos, corpo escultural... Se lavava com delicadeza. Quando me dou por conta, ela abre o box do banheiro e eu a reconheço. Uma apresentadora de tevê. E.M.B.; Ela puxou-me para dentro debaixo do chuveiro e começou a tirar a minha roupa frenéticamente. Começamos a transar no banho, ela me agarrava com muita vontade, desejo, fogo de paixão... E eu retribuia com meus beijos, agarradas, puxões em seu cabelo, ... Após chegarmos no ápice um dos seguranças me agarrou e jogou-me com todas as forças para a grade. Eu parecia ter mais força que o comum, tinha habilidades que ainda não havia percebido. Com minha força, arranquei o portão e joguei-o nos seguranças aproveitando para fugir da casa.
Comunas!li 21/03/2009  14:58
Eu morava com a minha avó em uma casa no interior da antiga URSS. Minha avó tinha a saúde muito debilitada, ela não caminhava e precisava de mim para caregá-la no colo e se locomover. De repente a casa foi invadida pelos militantes comunistas do país, que haviam tomado o poder novamente. Eles destruiam tudo que representasse o ‘capitalismo‘ ,na nossa casa.

Eles nos obrigavam a trabalhar para o partido, mas não conhecíamos o trabalho e não fazíamos do jeito que eles queriam, por isso pegaram a minha avó e começaram a arrancar as unhas dela.

Eu fugi para um local mais urbano. encontrei M, que disse que morava comigo. Uma senhora muito idosa veio falar conosco sobre as torturas dos membros do novo regime do país.

Voltávamos para casa, que era muito distante, precisávamos caminhar 2 horas por uma estrada de chão e depois atravessar uma floresta por mais 3 horas para chegar em casa. Comentei que o bom de morar num lugar tão distante era que talvez nunca nos encontrariam, mas também se encontrasse a casa, daí estávamos perdidos e sem solução, pois eu imaginava que o que tinham feito com a minha casa e a minha avó ainda não tinha acontecido.
Karajanalho 21/03/2009  08:18
Estava tocando na sala da filarmonica de berlin, num ensaio geral antes de um concerto e o Karajan regia a orquestra.

Como o ensaio se dava muito pouco tempo antes do concerto - todos já estavam de casaca -, as portas se abriram e o público começou a entrar, porém ele me pediu que fosse fechar as portas e dizer ao publico que aguardasse mais alguns instantes.

Então, fui junto com alguns colegas do conservatório para fechar as portas que eram muitas e ficavam, cada uma, a uma distância bem grande da outra.

Quando virei para trás, tinha uma série de caldeiras viradas para o lado contrario do palco.

Quando fui colocá-las na posição certa, percebi que haviam muitas cadeiras diferentes da originais.

Karajan ficou furioso.

Visitaalho 21/03/2009  08:13
Eu morava na casa onde nós morávamos nos anos 80. Estava na janela do quarto, olhando para a rua quando X passou. Resolvi descer para falar com ele. Quando saí, a rua não era a mesma, a casa ficava do lado de uma loja de bicicletas. Nós conversamos um pouco sobre as coisas no geral e ele falou comigo daquele jeito de sempre, todo feliz e sorridente.
Boa Noite Senhor LagartoLola 19/03/2009  21:11
Havia alguém comigo e de repente surgia um lagarto entre nós. Era um lagarto lindo, de um verde muito vivo, como uma iguana, e dava para ver a pele escamosa se mexendo com a respiração dele. No susto, antes que eu pudesse intervir, a pessoa que estava comigo surgiu com um martelo e bateu com força no pescoço do lagarto e o matou. Quando o martelo bateu no réptil seu pescoço era mais duro do que parecia, percebi pelo impacto e pelo som, foi como bater em um peixe, pensei. Fiquei chateada e protestei contra o lagarticídio.
Carro flutuante.SL 17/03/2009  11:20
X e Y haviam me levado para um lugar muito perto da casa de T, e o carro ia flutuando no espaço sideral, eu achava muito louco e sentia um terrível mal-estar. Quando X estacionou, eu vi de longe a casa de T, e comentei "olha, eu consigo ver a mãe dela ali sentada na sala". O carro havia sido estacionado no pico de uma montanha, aonde lá em baixo haviam muitas casas de luxo. Minha visão era periférica dessas casas. Ficamos dentro do carro por uns instantes observando os outros movimentos da casa de T, e eu disse que não queria mais ver, mas continuava espiando. X e Y me fizeram entrar lá, explicando que haviam trocado e-mails com T falando da visita e que ela tinha sido a favor. Eu sentei num banco de madeira dentro de uma sala muito grande, a mãe dela passou e abanou, e T sentou do meu lado, nos demos um beijo na bochecha, conversamos sobre como ela estava e ela disse que estava bem.
esse lugar estranho, que era o mesmo lugar onde estamosfernão 17/03/2009  08:43
Quando chegamos a esse lugar estranho, a impressão era de um certo medo. Não sabia se havia monstros ou ameaças. Havia o desconhecido apenas. Era uma cidade que não conhecia, eram caminhos tortuosos, e estava noite. Tinha que ir para a casa de fulano, e quando chegava lá me sentia em um porto seguro. Mas tinha receio, pois tinha que encontrar um lugar X que não sabia o caminho e não sabia para quem perguntar. Imagino que as pessoas que estivessem por ali talvez fossem "inimigas" ou apenas hostis. Logo, teria que ser pelo faro mesmo.



Sei que algum tempo depois amanheceu. O meu medo se desfez quando eu percebi que não havia monstros, apenas morcegos e pássaros pequenos que se aglomeravam em torno de meu veículo (que não me lembro que raios era). E que os caminhos tortuosos na verdade eram caminhos por entre a cidade que eu vivo hoje.



Mas não era mais a mesma cidade. O mundo havia passado por um tipo de cataclisma climático, esquentado muito. As cidades deveriam ter passado por uma espécie de crise, imagino que por um período de fome muito extenso, em que muita gente morreu e muita gente foi para o campo para poder plantar e conseguir comer. Como resultado, a cidade não era mais um aglomerado de gente. Deveria ter não mais que 1 quinto da população original. O resultado era que abundavam as casas abandonadas, os roçados onde antes eram ruas e prédios de apartamento em ruínas, tomados pelas plantas.



Eu tinha então algumas sementes de tomate na mão, que havia tirado para plantar no terreno baldio vizinho, em meio ao entulho de pedras, tijolos e restos de telhados de zinco. Fazia os sulcos e as atirava ao solo, pensando no quanto iria colher. Ali já tinha milho, feijão e outras coisinhas. A comida era plantada agora na cidade, não mais vinda do campo. Com menos pessoas ali, isso era possível.



A sobrevivência alimentar agora dependia de nós mesmos, não se podia mais comprar no mercado, não havia mais trabalho, não havia mais dinheiro. Havia por isso plantações por todos os lados da cidade, que agora estava em ruínas.



despertei
LYGli 12/03/2009  19:22
eu recebi um e-mail de M ,escrito apenas Lyg.
realise dreamsBarnebhuah 12/03/2009  18:02
I woke up in forest. It was storm. Felt so cold. I saw eyes that are my onest eyes in the world.we hug and the thunder claped. That hug was so special. I heared L whispers to me ‘lets realise our dreams‘. She made me a ‘real man‘, i made her ‘real mother‘. I woke so happy, and hear that whisper everytime i close eyes, and stay in quiet room
Encontros.SL 11/03/2009  23:52
X e eu caminhavamos perto do lago e X decidiu descer até os patos e nadar com eles. Eu pedia para ele não fazer isso porque era insanidade e ele provavelmente ia ficar doente. Ele dizia "mas quando eu voltar pro Brasil eu nunca mais vou ter a oportunidade de fazer isso". Embora no fundo eu soubesse que era um bom argumento ainda continuava achando insanidade. X deu uma ponta no lago e começou a nadar, de roupa e tudo, de sapato de tudo, sem tirar carteira ou celular do bolso. Eu ficava olhando boquiaberta. As pessoas paravam para olhar também e faziam comentários em francês que eu nem sempre compreendia. Os turistas começavam a bater fotos e chamá-lo de o "pato-homem". T estava no meio desses turistas, e eu fiquei surpresa de encontrá-la aqui, perguntei o que fazia e ela disse que apenas passeava, mas que a melhor atração certamente era ver o homem-pato. Fiquei muito braba e fui embora. Enquanto me aproximava da estação, Y estava ali dentro de um telefone público, sentado, sem usar o telefone. Bati no vidro e perguntei o que ele estava fazendo ali. Disse que estava esperando Z e que assim que ela chegasse ele ia cozinhar um delicioso prato de salmão com ostras.