Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
Boa Noite Senhor LagartoLola 19/03/2009  21:11
Havia alguém comigo e de repente surgia um lagarto entre nós. Era um lagarto lindo, de um verde muito vivo, como uma iguana, e dava para ver a pele escamosa se mexendo com a respiração dele. No susto, antes que eu pudesse intervir, a pessoa que estava comigo surgiu com um martelo e bateu com força no pescoço do lagarto e o matou. Quando o martelo bateu no réptil seu pescoço era mais duro do que parecia, percebi pelo impacto e pelo som, foi como bater em um peixe, pensei. Fiquei chateada e protestei contra o lagarticídio.
Carro flutuante.SL 17/03/2009  11:20
X e Y haviam me levado para um lugar muito perto da casa de T, e o carro ia flutuando no espaço sideral, eu achava muito louco e sentia um terrível mal-estar. Quando X estacionou, eu vi de longe a casa de T, e comentei "olha, eu consigo ver a mãe dela ali sentada na sala". O carro havia sido estacionado no pico de uma montanha, aonde lá em baixo haviam muitas casas de luxo. Minha visão era periférica dessas casas. Ficamos dentro do carro por uns instantes observando os outros movimentos da casa de T, e eu disse que não queria mais ver, mas continuava espiando. X e Y me fizeram entrar lá, explicando que haviam trocado e-mails com T falando da visita e que ela tinha sido a favor. Eu sentei num banco de madeira dentro de uma sala muito grande, a mãe dela passou e abanou, e T sentou do meu lado, nos demos um beijo na bochecha, conversamos sobre como ela estava e ela disse que estava bem.
esse lugar estranho, que era o mesmo lugar onde estamosfernão 17/03/2009  08:43
Quando chegamos a esse lugar estranho, a impressão era de um certo medo. Não sabia se havia monstros ou ameaças. Havia o desconhecido apenas. Era uma cidade que não conhecia, eram caminhos tortuosos, e estava noite. Tinha que ir para a casa de fulano, e quando chegava lá me sentia em um porto seguro. Mas tinha receio, pois tinha que encontrar um lugar X que não sabia o caminho e não sabia para quem perguntar. Imagino que as pessoas que estivessem por ali talvez fossem "inimigas" ou apenas hostis. Logo, teria que ser pelo faro mesmo.



Sei que algum tempo depois amanheceu. O meu medo se desfez quando eu percebi que não havia monstros, apenas morcegos e pássaros pequenos que se aglomeravam em torno de meu veículo (que não me lembro que raios era). E que os caminhos tortuosos na verdade eram caminhos por entre a cidade que eu vivo hoje.



Mas não era mais a mesma cidade. O mundo havia passado por um tipo de cataclisma climático, esquentado muito. As cidades deveriam ter passado por uma espécie de crise, imagino que por um período de fome muito extenso, em que muita gente morreu e muita gente foi para o campo para poder plantar e conseguir comer. Como resultado, a cidade não era mais um aglomerado de gente. Deveria ter não mais que 1 quinto da população original. O resultado era que abundavam as casas abandonadas, os roçados onde antes eram ruas e prédios de apartamento em ruínas, tomados pelas plantas.



Eu tinha então algumas sementes de tomate na mão, que havia tirado para plantar no terreno baldio vizinho, em meio ao entulho de pedras, tijolos e restos de telhados de zinco. Fazia os sulcos e as atirava ao solo, pensando no quanto iria colher. Ali já tinha milho, feijão e outras coisinhas. A comida era plantada agora na cidade, não mais vinda do campo. Com menos pessoas ali, isso era possível.



A sobrevivência alimentar agora dependia de nós mesmos, não se podia mais comprar no mercado, não havia mais trabalho, não havia mais dinheiro. Havia por isso plantações por todos os lados da cidade, que agora estava em ruínas.



despertei
LYGli 12/03/2009  19:22
eu recebi um e-mail de M ,escrito apenas Lyg.
realise dreamsBarnebhuah 12/03/2009  18:02
I woke up in forest. It was storm. Felt so cold. I saw eyes that are my onest eyes in the world.we hug and the thunder claped. That hug was so special. I heared L whispers to me ‘lets realise our dreams‘. She made me a ‘real man‘, i made her ‘real mother‘. I woke so happy, and hear that whisper everytime i close eyes, and stay in quiet room
Encontros.SL 11/03/2009  23:52
X e eu caminhavamos perto do lago e X decidiu descer até os patos e nadar com eles. Eu pedia para ele não fazer isso porque era insanidade e ele provavelmente ia ficar doente. Ele dizia "mas quando eu voltar pro Brasil eu nunca mais vou ter a oportunidade de fazer isso". Embora no fundo eu soubesse que era um bom argumento ainda continuava achando insanidade. X deu uma ponta no lago e começou a nadar, de roupa e tudo, de sapato de tudo, sem tirar carteira ou celular do bolso. Eu ficava olhando boquiaberta. As pessoas paravam para olhar também e faziam comentários em francês que eu nem sempre compreendia. Os turistas começavam a bater fotos e chamá-lo de o "pato-homem". T estava no meio desses turistas, e eu fiquei surpresa de encontrá-la aqui, perguntei o que fazia e ela disse que apenas passeava, mas que a melhor atração certamente era ver o homem-pato. Fiquei muito braba e fui embora. Enquanto me aproximava da estação, Y estava ali dentro de um telefone público, sentado, sem usar o telefone. Bati no vidro e perguntei o que ele estava fazendo ali. Disse que estava esperando Z e que assim que ela chegasse ele ia cozinhar um delicioso prato de salmão com ostras.
pernas inquietasli 11/03/2009  18:07
era um quarto todo em branco e cinza, só um colchão de casal no chão e algumas caixas de papelão. Eu e Z ali, eu muito irritada.

Fomos dormir, deitamos juntos no colchão, eu odiando ter q dormir com Z.

Z tinha movimentos incontroláveis nas pernas, prejudicando o meu sono.

Acordei Z e disse que ele sofria da ‘síndrome das pernas inquietas, que eu entendia q era incontrolável mas que eu precisava muito dormir‘.
alho 11/03/2009  09:37
X tinha vindo aqui e quando foi embora não me avisou. Fiquei muito puto da vida.

H tinha vindo morar aqui e tinha trazido só uma mala. Alguém comentava isso e também que seria duro se acostumar, desdenhando.

Depois, X estava aqui comigo, no verão e a cidade estava abarrotada de gente. Parecia com as praias de São Paulo, nas férias.

As pessoas iam ao parque que fica ao lado do lago. No lugar dos hotéis havia muitos bares, inclucsive alguns que colocavam faixas dizendo « caipirinha à brasileira ».

Uma vez a X foi ao cinema, que ficava no parque, com Y e Z (só que Z estava bonita e alta) e também com um outro homem mais venho.

Numa seção que nós fomos no dia seguinte, ela me contou que havia beijado o tal homem mais velho e eu perguntei por que. Ela me deu uma explicação qualquer. Eu fquei puto e fiz a maior cena dentro do cinema. Bati nela - embora não conseguisse controlar meus movimentos - dei socos e chutes, na cabeça no estômago, enfim uma bela "pisada". Y e Z estavam na sala vendo tudo, de um lugar que ficava mais atras do que o nosso.

Eu sai do cinema, muito puto, decidido a nunca mais vê-la. Mas, chegando em casa eu descobri que eu não queria deixa-la então voltei para procurá-la. No caminho eu encontrava vários de meus amigos que me diziam para esperar a multidão passar para poder procurá-la com mais calma.

As ruas estavam lotadas das pessoas que saiam do cinema e eu parava um pouco, conversava com alguém e depois ia mais um pouco em direção ao cinema.

Quando la cheguei, só encontre algumas pessoas dentro da sala e me senti absurdamente envergonhado pela tal cena dentro do cinema.

Na volta eu passei em alguns dos bares para tentar procurá-la e fui em direção a um ponto de ônibus onde muitas pessoas iam mas as pessoas que estavam indo em direção ao ônibus ja estavam tentando correr para alcançá-lo no próximo ponto e isso me fez desanimar.

Nunca mais a vi.

chuvali 09/03/2009  14:46
sentada num corredor de ônibus da empresa do meu pai, eu esperava para trabalhar em algo,ali. Toda a família estava sentada em poltronas,numa sala dali. Ninguém fazia nada, e esse era o trabalho. Eu entediada, observava funcionários carregando sacos pela empresa. enquanto eu permanecia sentada, começou a chover maçãs e figos em mim. fui falar com a minha irmã, e disse que a melhor coisa que poderia ter me acontecido era ‘tomar banho de chuva de frutas‘.
fvxOsPnycyMIfPnHIkxZyVNCISyJK 09/03/2009  07:41
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