pernas inquietasli 11/03/2009 18:07
era um quarto todo em branco e cinza, só um colchão de casal no chão e algumas caixas de papelão. Eu e Z ali, eu muito irritada.
Fomos dormir, deitamos juntos no colchão, eu odiando ter q dormir com Z.
Z tinha movimentos incontroláveis nas pernas, prejudicando o meu sono.
Acordei Z e disse que ele sofria da ‘síndrome das pernas inquietas, que eu entendia q era incontrolável mas que eu precisava muito dormir‘.
alho 11/03/2009 09:37
X tinha vindo aqui e quando foi embora não me avisou. Fiquei muito puto da vida.
H tinha vindo morar aqui e tinha trazido só uma mala. Alguém comentava isso e também que seria duro se acostumar, desdenhando.
Depois, X estava aqui comigo, no verão e a cidade estava abarrotada de gente. Parecia com as praias de São Paulo, nas férias.
As pessoas iam ao parque que fica ao lado do lago. No lugar dos hotéis havia muitos bares, inclucsive alguns que colocavam faixas dizendo « caipirinha à brasileira ».
Uma vez a X foi ao cinema, que ficava no parque, com Y e Z (só que Z estava bonita e alta) e também com um outro homem mais venho.
Numa seção que nós fomos no dia seguinte, ela me contou que havia beijado o tal homem mais velho e eu perguntei por que. Ela me deu uma explicação qualquer. Eu fquei puto e fiz a maior cena dentro do cinema. Bati nela - embora não conseguisse controlar meus movimentos - dei socos e chutes, na cabeça no estômago, enfim uma bela "pisada". Y e Z estavam na sala vendo tudo, de um lugar que ficava mais atras do que o nosso.
Eu sai do cinema, muito puto, decidido a nunca mais vê-la. Mas, chegando em casa eu descobri que eu não queria deixa-la então voltei para procurá-la. No caminho eu encontrava vários de meus amigos que me diziam para esperar a multidão passar para poder procurá-la com mais calma.
As ruas estavam lotadas das pessoas que saiam do cinema e eu parava um pouco, conversava com alguém e depois ia mais um pouco em direção ao cinema.
Quando la cheguei, só encontre algumas pessoas dentro da sala e me senti absurdamente envergonhado pela tal cena dentro do cinema.
Na volta eu passei em alguns dos bares para tentar procurá-la e fui em direção a um ponto de ônibus onde muitas pessoas iam mas as pessoas que estavam indo em direção ao ônibus ja estavam tentando correr para alcançá-lo no próximo ponto e isso me fez desanimar.
Nunca mais a vi.
chuvali 09/03/2009 14:46
sentada num corredor de ônibus da empresa do meu pai, eu esperava para trabalhar em algo,ali. Toda a família estava sentada em poltronas,numa sala dali. Ninguém fazia nada, e esse era o trabalho. Eu entediada, observava funcionários carregando sacos pela empresa. enquanto eu permanecia sentada, começou a chover maçãs e figos em mim. fui falar com a minha irmã, e disse que a melhor coisa que poderia ter me acontecido era ‘tomar banho de chuva de frutas‘.
AmizadeSL 08/03/2009 13:06
Eu e X estávamos em uma espécie de parque naturalista sentados, fazendo um picnic em uma toalha rosa. Conversávamos sobre trivialidades. Era um dia ensolarado mas não era quente, estava friozinho e depois de comer sandwiches caminhamos pelo parque, até quando encontramos um galpão vazio. Entramos ali e perguntei se X gostaria de ir comigo assistir um concerto no qual eu havia também convidado a minha avó e ele aceitou. Perguntei se X estava mal, disse que havia passado por maus bocados mas que estava começando a ficar melhor. Eu me senti estranha, pois não via essa melhora em mim, mas também não poderia dizer que havia tido maus momentos, me senti mal por estar no meio disso tudo, ou simplesmente abaixo. Cheguei na casa de X para buscá-lo e Y me trouxe várias ampolas que pareciam termômetros, com um líquido amarelo dentro, separados em saquinhos plásticos, dizendo que eram para a minha vó, que eram vitaminas para ela tomar e que X estava preocupadissima com a saúde da minha avó. Eu coloquei todas as ampolas na bolsa e agradeci. O concerto era na sinagoga, aonde eu sentei do lado da minha vó e X lá na frente, longe. X ficava olhando pra trás e para mim. O concerto era composto por um quarteto de cordas, quatro crianças, 2 violinos, um violoncelo e uma kora. Depois que o concerto acabou, fomos embora, cada um para a sua casa, sem mais nada a dizer ou conversar. Eu me sentia triste e ao mesmo tempo satisfeita.
AmizadeSL 08/03/2009 13:04
Eu e X estávamos em uma espécie de parque naturalista sentados, fazendo um picnic em uma toalha rosa. Conversávamos sobre trivialidades. Era um dia ensolarado mas não era quente, estava friozinho e depois de comer sandwiches caminhamos pelo parque, até quando encontramos um galpão vazio. Entramos ali e perguntei se X gostaria de ir comigo assistir um conserto no qual eu havia também convidado a minha avó e ele aceitou. Perguntei se X estava mal, disse que havia passado por maus bocados mas que estava começando a ficar melhor. Eu me senti estranha, pois não via essa melhora em mim, mas também não poderia dizer que havia tido maus momentos, me senti mal por estar no meio disso tudo, ou simplesmente abaixo. Cheguei na casa de X para buscá-lo e Y me trouxe várias ampolas que pareciam termômetros, com um líquido amarelo dentro, separados em saquinhos plásticos, dizendo que eram para a minha vó, que eram vitaminas para ela tomar e que X estava preocupadissima com a saúde da minha avó. Eu coloquei todas as ampolas na bolsa e agradeci. O conserto era na sinagoga, aonde eu sentei do lado da minha vó e X lá na frente, longe. X ficava olhando pra trás e para mim. O conserto era composto por um quarteto de cordas, quatro crianças, 2 violinos, um violoncelo e uma kora. Depois que o conserto acabou, fomos embora, cada um para a sua casa, sem mais nada a dizer ou conversar. Eu me sentia triste e ao mesmo tempo satisfeita.
emailJoY 06/03/2009 08:43
Eu tenho um casal de amigos, em maio será o casamento deles, e eu vou ser a madrinha deles, sonhei que eu mandava um email de indicação para Edu e ele brigava comigo muito, que eu não poderia ter mandado, pois ele não queria mais vir morar em Sao Paulo, que eu estava pirando, e eu falei ah se eles te chamarem tu só diz que não quero o trabalho, brigavamos muito.
AntilhasPat Lobo 05/03/2009 05:57
Tava comversando com o Gustavo Peres no skipe e ele me disse que no dia seguinte ia pras Antilhas. Ele me mostrou uma série de imagens aéreas de rochas imensas que saíam de dentro do mar. Daí eu vi que nas rochas haviam rostos de mulheres pintados muito grandes acompanhando o formato das rochas, eu vi que eram rostos conhecidos de pinturas antigas tipo a mona lisa e achei tudo muito bonito.
SL 05/03/2009 01:37
X dizia que o despertador do meu celular era insuportável e que eu deveria baixar ringtones. Respondi que nunca dei bola para isso e ele ficou brabo. Y entra no meu quarto batendo palmas, com um chapeu em forma de cone, daqueles típicos de festa de criança, pega dois livros e pergunta se pode levar mais. Eu digo que apenas mais um. Vamos até o carro e Y abre a porta para mim, dizendo que só ela sabe como abrir aquela porta. Eu reclamo por estar estragada ainda. Y dá os ombros enquanto disca algum número no celular e pede para falar com "Jueta". "Alô, Jueta? 2 semanas? Parabéns... Sim, ela está aqui comigo, pode ser? Tá bom. Adeus." Chegamos na casa de W, vou no banheiro e um gatinho amarelo saí correndo de baixo do armário, me dando um susto. Comento com Y e W quando volto a sala, mas a conversa que eles tinham estava tão frenética que eu não fui escutada. M toca a campainha e elas ignoraram, e eu pensei que talvez fosse porque estava claro que a subordinada era eu. Abri a porta e nos damos oi de maneira estranha, ele fala que veio com alguém e eu pergunto quem? M vai até a escada do edificio e sala "pode subir", e é Z. Não gostando da idéia bato a porta na cara deles. 2 segundos depois eu abro, puxo M para dentro, deixando Z do lado de fora. Pego ele pela mão e entramos na cozinha. Tranco e a porta e começamos a transar ali mesmo. M fala que Z não poderia ficar sozinha, e eu pergunto o que é mais importante. Ele fica em silêncio. Mas não vai embora.
bagunçasli 28/02/2009 21:38
era de manhã e eu estava no antigo quarto da minha mãe, e tudo estava bagunçado com pedaços dos meus brinquedos, bijuterias, papéis, e algumas outras coisas que eu não conseguia definir, pois estavam propositalmente escondidas ao lado de um guarda-roupa. Meu tio O estava no quarto ao lado e o quarto dele era pior, mal podia entrar no quarto, devido ao acúmulo de móveis desorganizados. Ti O estava sentado na escrivaninha dele, parecia que escrevia, mas ele não estava fazendo nada, somente sentado em posição de quem escreve algo. Z estava comigo, conversávamos enquanto eu tentava organizar a bagunça do quarto da minha mãe. Vi que em cima do guarda-roupa tinha a parte traseira de uma antiga lambreta, em vermelho e branco. Comentei com Z que a lambreta fazia o quarto mais bonito, que dava um ‘toque original e bonito ‘ ao espaço. Z disse que ele tinha feito aquela decoração, que a tal lambreta era da mãe da namorada dele e ele havia restaurado aquela parte. Z queria ficar comigo, mas eu via ele no apartamento que ele vivia com a namorada, um lugar pequeno, com paredes cinza e azul, descascando; via a cama deles que ficava embaixo de uma grande janela e percebi que era um apartamento no meu bairro, num andar baixo. Tio O se transformou em M e ia nos ver de vez em quando. Eu pensava em ficar com Z, mas quando ‘via‘ a imagem do apartamento dele, com a namorada, não gostava da idéia de ficarmos juntos. Rolava alguns climas, e quase ficamos, mas então eu pensei em M. Atravessei a rua e fui na casa de uma vizinha, antiga amiga. Sua mãe atendeu a porta fiquei na sala, que estava muito suja. Ouvia minha vizinha-amiga chorando e gritando, assim como toda sua família gritava e brigava.