chuvali 09/03/2009 14:46
sentada num corredor de ônibus da empresa do meu pai, eu esperava para trabalhar em algo,ali. Toda a família estava sentada em poltronas,numa sala dali. Ninguém fazia nada, e esse era o trabalho. Eu entediada, observava funcionários carregando sacos pela empresa. enquanto eu permanecia sentada, começou a chover maçãs e figos em mim. fui falar com a minha irmã, e disse que a melhor coisa que poderia ter me acontecido era ‘tomar banho de chuva de frutas‘.
AmizadeSL 08/03/2009 13:06
Eu e X estávamos em uma espécie de parque naturalista sentados, fazendo um picnic em uma toalha rosa. Conversávamos sobre trivialidades. Era um dia ensolarado mas não era quente, estava friozinho e depois de comer sandwiches caminhamos pelo parque, até quando encontramos um galpão vazio. Entramos ali e perguntei se X gostaria de ir comigo assistir um concerto no qual eu havia também convidado a minha avó e ele aceitou. Perguntei se X estava mal, disse que havia passado por maus bocados mas que estava começando a ficar melhor. Eu me senti estranha, pois não via essa melhora em mim, mas também não poderia dizer que havia tido maus momentos, me senti mal por estar no meio disso tudo, ou simplesmente abaixo. Cheguei na casa de X para buscá-lo e Y me trouxe várias ampolas que pareciam termômetros, com um líquido amarelo dentro, separados em saquinhos plásticos, dizendo que eram para a minha vó, que eram vitaminas para ela tomar e que X estava preocupadissima com a saúde da minha avó. Eu coloquei todas as ampolas na bolsa e agradeci. O concerto era na sinagoga, aonde eu sentei do lado da minha vó e X lá na frente, longe. X ficava olhando pra trás e para mim. O concerto era composto por um quarteto de cordas, quatro crianças, 2 violinos, um violoncelo e uma kora. Depois que o concerto acabou, fomos embora, cada um para a sua casa, sem mais nada a dizer ou conversar. Eu me sentia triste e ao mesmo tempo satisfeita.
AmizadeSL 08/03/2009 13:04
Eu e X estávamos em uma espécie de parque naturalista sentados, fazendo um picnic em uma toalha rosa. Conversávamos sobre trivialidades. Era um dia ensolarado mas não era quente, estava friozinho e depois de comer sandwiches caminhamos pelo parque, até quando encontramos um galpão vazio. Entramos ali e perguntei se X gostaria de ir comigo assistir um conserto no qual eu havia também convidado a minha avó e ele aceitou. Perguntei se X estava mal, disse que havia passado por maus bocados mas que estava começando a ficar melhor. Eu me senti estranha, pois não via essa melhora em mim, mas também não poderia dizer que havia tido maus momentos, me senti mal por estar no meio disso tudo, ou simplesmente abaixo. Cheguei na casa de X para buscá-lo e Y me trouxe várias ampolas que pareciam termômetros, com um líquido amarelo dentro, separados em saquinhos plásticos, dizendo que eram para a minha vó, que eram vitaminas para ela tomar e que X estava preocupadissima com a saúde da minha avó. Eu coloquei todas as ampolas na bolsa e agradeci. O conserto era na sinagoga, aonde eu sentei do lado da minha vó e X lá na frente, longe. X ficava olhando pra trás e para mim. O conserto era composto por um quarteto de cordas, quatro crianças, 2 violinos, um violoncelo e uma kora. Depois que o conserto acabou, fomos embora, cada um para a sua casa, sem mais nada a dizer ou conversar. Eu me sentia triste e ao mesmo tempo satisfeita.
emailJoY 06/03/2009 08:43
Eu tenho um casal de amigos, em maio será o casamento deles, e eu vou ser a madrinha deles, sonhei que eu mandava um email de indicação para Edu e ele brigava comigo muito, que eu não poderia ter mandado, pois ele não queria mais vir morar em Sao Paulo, que eu estava pirando, e eu falei ah se eles te chamarem tu só diz que não quero o trabalho, brigavamos muito.
AntilhasPat Lobo 05/03/2009 05:57
Tava comversando com o Gustavo Peres no skipe e ele me disse que no dia seguinte ia pras Antilhas. Ele me mostrou uma série de imagens aéreas de rochas imensas que saíam de dentro do mar. Daí eu vi que nas rochas haviam rostos de mulheres pintados muito grandes acompanhando o formato das rochas, eu vi que eram rostos conhecidos de pinturas antigas tipo a mona lisa e achei tudo muito bonito.
SL 05/03/2009 01:37
X dizia que o despertador do meu celular era insuportável e que eu deveria baixar ringtones. Respondi que nunca dei bola para isso e ele ficou brabo. Y entra no meu quarto batendo palmas, com um chapeu em forma de cone, daqueles típicos de festa de criança, pega dois livros e pergunta se pode levar mais. Eu digo que apenas mais um. Vamos até o carro e Y abre a porta para mim, dizendo que só ela sabe como abrir aquela porta. Eu reclamo por estar estragada ainda. Y dá os ombros enquanto disca algum número no celular e pede para falar com "Jueta". "Alô, Jueta? 2 semanas? Parabéns... Sim, ela está aqui comigo, pode ser? Tá bom. Adeus." Chegamos na casa de W, vou no banheiro e um gatinho amarelo saí correndo de baixo do armário, me dando um susto. Comento com Y e W quando volto a sala, mas a conversa que eles tinham estava tão frenética que eu não fui escutada. M toca a campainha e elas ignoraram, e eu pensei que talvez fosse porque estava claro que a subordinada era eu. Abri a porta e nos damos oi de maneira estranha, ele fala que veio com alguém e eu pergunto quem? M vai até a escada do edificio e sala "pode subir", e é Z. Não gostando da idéia bato a porta na cara deles. 2 segundos depois eu abro, puxo M para dentro, deixando Z do lado de fora. Pego ele pela mão e entramos na cozinha. Tranco e a porta e começamos a transar ali mesmo. M fala que Z não poderia ficar sozinha, e eu pergunto o que é mais importante. Ele fica em silêncio. Mas não vai embora.
bagunçasli 28/02/2009 21:38
era de manhã e eu estava no antigo quarto da minha mãe, e tudo estava bagunçado com pedaços dos meus brinquedos, bijuterias, papéis, e algumas outras coisas que eu não conseguia definir, pois estavam propositalmente escondidas ao lado de um guarda-roupa. Meu tio O estava no quarto ao lado e o quarto dele era pior, mal podia entrar no quarto, devido ao acúmulo de móveis desorganizados. Ti O estava sentado na escrivaninha dele, parecia que escrevia, mas ele não estava fazendo nada, somente sentado em posição de quem escreve algo. Z estava comigo, conversávamos enquanto eu tentava organizar a bagunça do quarto da minha mãe. Vi que em cima do guarda-roupa tinha a parte traseira de uma antiga lambreta, em vermelho e branco. Comentei com Z que a lambreta fazia o quarto mais bonito, que dava um ‘toque original e bonito ‘ ao espaço. Z disse que ele tinha feito aquela decoração, que a tal lambreta era da mãe da namorada dele e ele havia restaurado aquela parte. Z queria ficar comigo, mas eu via ele no apartamento que ele vivia com a namorada, um lugar pequeno, com paredes cinza e azul, descascando; via a cama deles que ficava embaixo de uma grande janela e percebi que era um apartamento no meu bairro, num andar baixo. Tio O se transformou em M e ia nos ver de vez em quando. Eu pensava em ficar com Z, mas quando ‘via‘ a imagem do apartamento dele, com a namorada, não gostava da idéia de ficarmos juntos. Rolava alguns climas, e quase ficamos, mas então eu pensei em M. Atravessei a rua e fui na casa de uma vizinha, antiga amiga. Sua mãe atendeu a porta fiquei na sala, que estava muito suja. Ouvia minha vizinha-amiga chorando e gritando, assim como toda sua família gritava e brigava.
Ponte do MassacreGuilherme Tasudaro 27/02/2009 07:26
Era impressionante, eu voltava de uma viagem de são paulo, quando alguem me pediu logo pela manhã para ir ao centro da minha cidade (interior de SP) quando me deparei com uma longa ponte onde pessoas caminhavam em direção a algo...
No final dessa ponte tinha varias pessoas batendo em policiais ou algo assim, muitos deles estavam mortos ja... me lembro claramente de um com a cabeça aberta no chão e seu cerebro esparramado.. e depois tinha um policial de pé conversando com algumas pessoas tentando amenizar a situação.. foi mt feio.
Sem título.SL 24/02/2009 12:07
Eu morava com a minha nãe e o meu irmão na mesma casa que X e sua família. Era um apartamento bem grande e bonito, no qual eles haviam concedido um quarto para a gente, porque nós não tinhamos aonde ir. Eu e X haviamos brigado definitivamente, e o clima da casa estava péssimo. Separei todas minhas roupas, que não eram muitas e coloquei numa mala, com a idéia de ir para outro lugar, embora eu não tivesse nenhum em mente. Caminhando da sala para o meu quarto, encontro X e Y em beijos e abraços no sofá e aquilo me deixou absorta. Por vezes eu tentava conversar com X e dizer que tudo aquilo era absurdo, que as coisas não precisavam ser assim, mas ele era sempre irônico e tirava o corpo fora das conversas. Y veio falar para mim "agora tu sabe como que é", e no fim, eu estava sentindo muita raiva, mas consegui conversar com ela normalmente, coisa que nunca havia pensando em fazer antes. Conversamos sobre o que aconteceu e ela se mostrou atenciosa, para o meu espanto. Eu estava na rua, na frente do edificio, com a minha mala em mãos, W saí de um carro que havia esacionado, usando um chapéu que não combinava em nada com ela, dizendo que tinha encontrado um lugar para eu ir. W me levou até lá, era a casa de um menino de 10 anos, que me ofereceu um quarto, dizendo que era temporário apenas e que em breve os donos do quarto voltariam de viagem. Voltei ao apartamento para buscar mais algumas coisas e X e Y no sofá, em beijos e abraços me olham. X fala que tem algo para me dar, entramos em um quarto, ele me entrega um embrulho com um laço. Abro e são dois pijamas. Um é uma camisola enorme, e outra é uma blusa que é para dormir, enorme também, e esta última tinha dois furos. Eu disse - está rasgada e ele disse - é, eu vi, mas achei que tu nao ia se importar. Eu tinha ficado ofendida pelo tamanho das roupas, que deveriam ser algo como "48" e pela indelicadeza de comprar algo rasgado. Conversamos rapidamente sobre o que aconteceu conosco e ele disse que não tinha jeito mesmo. Perguntei como estavam as coisas com W e porque ele estava com ela, ele respondeu que desta vez, estava sendo bom estar com W.
Me mudei para Israel, cheguei no alojamento e um rapaz falava em espanhol comigo a medida que ia me apresentando o lugar e a cidade, conversavamos trivialidades. Quando fui entrar na minha nova sala de aula, encontrei T, de cabelo curto, com uma maquiagem preta no rosto, sentada no chão, rezando. Ela parecia doente, em todos os aspectos e me chamou a atenção. Logo depois disso, encontrei vários conhecidos e familiares, como P, como A e B. Me senti mal por encontrá-los ali e tentei passar escondida por eles.