Drömma

Add a DreamConcrete PoetryDreamersRandom Dream aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
Meu irmão / Minha irmãSL 16/11/2008  05:28
Meu irmão / Minha irmãDentro de um compartimento de um avião ou navio eu estava presa com meu irmão ou minha irmã, um peixe enorme e mais uma pessoa que nos dava ordens. Estávamos ali pois treinavamos muito para alguma futura competição. Dentro de tal compartimento tinha apenas 2 pequenas piscinas que cabem apenas uma pessoa, mas que eram retangulares. Meu irmão ou irmã nadava nesta tal piscina o tempo todo, apenas empurrando-se para baixo ou cima e abaixo dele/dela havia um peixe enorme, preto, sem formato de nada, que ia crescendo a medida que ela fazia esse movimento. Eu sabia que estávamos chegando em questão de pouco tempo em algum lugar, e estava aflita pois não sabia aonde era, o que ia acontecer e o que era aquele peixe preto em baixo do meu irmão / irmã.
Berta 13/11/2008  20:40
Eu entrava num banheirinho minúsculo e lá dentro tinha uma escorpião amarelo voador. Eu saía correndo e começava a beber café num copo de requeijão. E metade do meu rosto era uma estátua e a outra metade,não.



p.s.: Eu namorava uma baleia. (Baleia meeeeesmo.)
Casa bagunçadaHannap 13/11/2008  15:38
Casa bagunçadaTinha ido visitar meu pai no Rio, no seu antigo apartamento na Gávea. O ap era do tamanho do andar inteiro. Estava um pouco abandonado, com as janelas todas fechadas. Eu tive que sentar-me e trabalhar com o meu computador. Não pude ir pra rua e aproveitar a cidade. O Nildo, porteiro do prédio, me interfonou e conversamos um pouco. Ele estava com saudades. Abri um pouco as janelas. De repente o meu pai aparece para me buscar e me levar na sua casa nova. Era um lugar bonito, uma casa, mas que também estava abandonada. A Yara e outros amigos do meu pai já estavam lá dentro, nos esperando. Ele viu que eu fiquei incomodado com o descaso da casa e entrou. Eu fiquei lá fora, no quintal, dando uma geral, tirando o lixo acumulado da área dos cachorros. Quando eu entrei meu pai pegou os restos da comida que haviam feito e foi dar para os cachorros. Pobres cães, parecia que não comiam a anos!
solid fingersangie 13/11/2008  10:30
O asfalto derretia sob meus pés enquanto minha mente saltava para longe em busca dos meus neuronios que haviam se dispersado junto com a multidão de curiosos.



Tentei recolher cada poça de massa encefálica que jazia fria e nua sobre a calçada. Tarde demais. Um cachorro deliciou-se.
FotografiasSL 12/11/2008  10:21
FotografiasO filho de X estava em vias de se formar no colégio e por isso ele pediu que eu tirasse uma fotografia dele para imprimir e usar no convite de formatura. Fui lá e tirei uma fotografia qualquer, que saiu borrada e tudo o mais, mas nem me importei. Depois estávamos eu, minha tia, meu pai, Y, W e T em uma praia que era muito diferente. O mar não era na horizontal, e sim na vertical e ao longo da sua extensão haviam pequenos rios intercalados por pequenos e médios pedaços de terras, como se fossem pequenas ilhas. Só que para mudar de um mar para o outro ou de uma ilha para outro era necessário fazer uso de um barco como transporte, pois se tratava de um mar muito largo e fundo para atravessar a nado e a correnteza era muito forte também, embora eu nao fizesse idéia de onde ela desembocava. Atravessamos todos uma floresta e chegamos na ilha 1. E eu senti vontade de ir para a ilha 5. Entrei em um bote e fui parando de ilha em ilha até chegar lá. Quando chego lá encontro o filho de X, falando que a fotografia que eu tirei dele ficou borrada, eu me ofereço para tirar outra e ele recusa. Eu insisto e ele recusa de novo. Em seguida estamos em uma espécie de sobrado dentro de um edíficio comercial muito elegante e sofisticado, com muitas pessoas usando vestidos longos e homens com blazer. O filho de X fala que ali eu posso tirar a foto dele para o convite de sua formatura. Pego um tripé emprestado de uma pessoa que eu nçao conhecia e começo a fotografar, mas me dou conta que absolutamente todas as fotografias estão saindo borradas e muito feias. Encontro uma pasta em cima da mesa e quando abro vejo que é o próprio convite de formatura do filho de X, que ele combinou várias fotos dos seus últimos 5 anos de vida e que o convite tinha ficado muito legal, fazendo com que a minha preocupação e culpa fossem à toa pois ele realmente não precisava mais dos meus serviços. B chega lá de vestido longo e se encosta na sacada de vidro do sobrado, e pede que eu tire umas fotografias dela para o convite de formatura dela também. E comecei a tirar, quando ela deita no chão, faz caras e bocas, posições nada convencionais, e eu fico pensando que aquilo seriam fotos para um edital de moda, e não para um convite de formatura de 3o ano do colégio. Uma amiga dela chega e tira a blusa e elas brincam de fotos "lesbicas", se beijam e B beija os seios da amiga. A amiga me olha com cara de nojo, como se B estivesse forçando ela de alguma maneira a aceitar fazer aquele tipo de fotografia. Depois eu e 2 estamos em uma festa, que estava acontecendo em NYC. Era ano-novo e minha avó que morava lá, estava me procurando desesperadamente pela cidade, mas eu estava evitando tal encontro especificamente naquela noite porque queria ficar com 2 e não com ela. Estamos em uma festa que fica dentro de um edificio com pequenas salas porém enormes escadas em forma de caracol. As pessoas se concentraram apenas nas escadas, bebiam seus drinks ali, conversavam com seus amigos ali, ignorando por completo as salas que existiam. Eram muitas escadas de todos os tamanhos e largura. Uma variedade muito grande mesmo, e eram todas uma em cima da outra; terminava uma e iniciava-se logo outra em cima. Eu e 2 estávamos na primeira escada que ficava perto da porta de entrada da festa e da mesa aonde tinha uma mulher que cobrava e vendia os ingressos. O relogio marcava 3 da manhã quando vejo minha avó, de pijama branco na porta, perguntando se alguma Lisiane estava nessa festa. A mulher que estava sentada na mesa disse que não saberia dizer. Virei para 2, ficando propositalmente de costas para a porta e a minha vó e disse "Não acredito que ela veio até aqui, eu nao vou me pronunciar". Quando terminei de dizer isso virei e disse "Oi vó estou aqui". Peguei a mão de 2 e saímos da festa. Pude reparar que minha vó estava apenas de pijama e de pé descalço no frio de -10 graus. Pegamos um taxi e fomos até o apartamento dela que eu não conhecia. Era um edificio estranho, com formas esquisitas, como se fossem várias caixas de sapato empilhadas uma nas outras e algo tivesse empurrado algumas quebrando a ordem "reta e parelha" do formato retangulo. Entramos no elevador e ela apertou no botão do andar 6, e eu pensei que era o botão 9, porque eu estava deitada no chão. Ela desceu e a porta rapidamente fechou-se e fomos parando em vários outros andares. Lembrei que antes ela havia me alertado que o elevador por diversas vezes fazia dessas. Quando finalmente descemos no 6o andar, entramos em sua casa e lá tinha uma enfermeira que cuidava dela.
cuddles in the kitchenbelacomosóela 11/11/2008  18:13
cuddles in the kitchencheguei na casa da minha mãe muito feliz, com uma novidade muito boa pra contar! abri a porta empolgadíssima, fui em direção à cozinha e lá estava ela cozinhando. ao mínimo sinal de minha presença, virou com aquele sorriso único...abraços e pequenos gritinhos, como sempre faz. aí comecei a contar um monte de coisas, segurando uma maçaverde sem comer. meu pai chegou e disse um oi seco, como se tivesse me dado a carona até em casa. ai sentei no chao e comecei a tirar o tenis...
SL 10/11/2008  11:53
Eu recem havia chegado na casa de X. A casa dele estava diferente, haviam mais móveis e quadros na parede. Entramos no seu quarto, deixei minha mala perto da janela e ele perguntou se eu queria descansar. Eu disse que não, que queria tomar um café, naquele lugar que fomos na primeira vez. Quando chegamos lá o café estava muito diferente, e embora o trajeto da casa de X até este café fosse o mesmo, o café estava em uma parte diferente da cidade. Eu sentia uma necessidade muito grande de conversar, mas X não parecia se importar muito com isso. Começou falando dos seus cursos de pós-graduação e etc, quando o atendente do café nos serve um prato cheio de bichos de terra, tipo minhocas, etc. Sem entender nada, pergunto o que aquilo quer dizer, e ele responde que o rapaz da mesa ao lado comprou para mim. Procuro por o tal rapaz da mesa ao lado mas não encontro ninguém. Falo para X que vou a outro lugar e ele diz que é melhor eu ir sozinha. Quando saio do café encontro Y com o mesmo prato de minhocas que me fora servido alguns minutos antes.
caranvalalho 07/11/2008  11:20
estava numa suposta porto alegre, em uma suposta epoca de carnaval. as pessoas se fantasiavam e iam em muitas festas na casa de amigos. em todas casas haviam festas com muita gente.

não havia sol, o tempo todo estava noite.

fui ao encontro de X em uma dessas festas e quando disse a ela que tinha ido la por sua causa ela me disse: "nem to tao afim de ficar com você. você me cansa um pouco". sai bem triste e fui pra outra festa e outra e outra e outra...
Terremoto geométrico estelardmtr 07/11/2008  08:30
Estava com a família em uma casa que eu não conhecia, provavelmente dos meus pais. Era dia e de repente faltava a luz. Estranhamente também escurecia o dia, ficava meio oscilando entre dia e noite como uma lampada com mau contato. Notei que não era uma falta de luz comum, mas algum tipo de cataclisma planetário.

Havia um intervalo de um minuto e acontecia novamente. Era muito bonita a mudança entre noite e dia e a forma em que as estrelas apareciam.

Falei pra todo mundo que eu tinha avisado que isso ia acontecer.

Notei que as estrelas mudavam de posição umas com as outras como se fosse um espaço em 3D, muito assustador pois isso significava movimentos tectônicos estelares longínquos.



Quando faltava a luz nao acontecia mais nada. quando voltava ao normal rolava um terremoto. Lembro vagamente depois de muitas pessoas feridas na rua, hospitais improvisados, pedaços de gente por aí e médicos voluntários
FotografiasSL 06/11/2008  12:17
Estava em uma loja que vendia fotografia de famosos e posters. Fui procurar fotografias de "cientistas sociais" quando vi a foto de X, usando uma tiara com orelhas de Mickey Mouse. Comprei a foto, quando cheguei em casa enviei pelo correio para ele, dizendo "adorei". Fiz isso com a intenção de constrangê-lo e no mesmo dia que ele recebeu a carta, me mandou um e-mail falando que ele fez aquilo bêbado. Pensei comigo mesma que era desculpa esfarrapada.