Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
Girls Wanna Have Fun!Kaneda 20/04/2008  12:22
Erd, Ord e eu fomos a uma danceteria porque estávamos cansados de ficar em casa inertes em plê no feriado prolongado. Chegando na festa começamos a dançar incessantemente todas as músicas que tocavam. O ambiente tinha uma sensação de animação e todos que passavam por lá riam sem motivo aparente e começavam a olhar para todas as luzes brilhantes do teto. As paredes tinham uma tintura vermelha bem viva. Foi quando Ord olhou para uma menina linda de cabelos dourados e lisos que iam até os ombros, tinha uma afeição suave e ao mesmo tempo aparentava ter uma ponta sadista.

A menina dos cabelos dourados veio em nossa direção junto com as amigas e começaram a dançar junto conosco. Elas dançavam de um jeito ardente e sensual, indo para baixo levantando somente uma das mãos e com o indicador de pé e, em seguida, subiam esfregando a outra mão por todo o nosso corpo. Mordiam os lábios entre os dentes e começavam a nos seduzir sexualmente. Eu agarrei a menina dos cabelos dourados pela cintura e começamos a nos beijar intensamente, mordendo seus lábios e passando as mãos em seus cabelos e em seu corpo.
Volta.alho 20/04/2008  07:39
Sohnei que eu voltava pro Brasil, não sei por qual motivo, e que isso coincidia com o fato de a minha mãe estar mudando de casa. Nós, então, íamos morar na antiga casa de meu amigo B e seu irmao L. Eu ficava com o quarto deles dois e quando la chegava pra arrumar as minhas coisas, via que eles haviam deixado muitos móveis, posters, todo o tipo de quinquilharia, no quarto. Acho que deixavam também um computador velho e o fato de ter que arrumar tudo me irritava, além do cheiro que era ruim por causa de L, que sempre cheirou mal.

Em seguida , fomos a um quiósque de praia e la encontramos com uma mulher que parecia a mãe de meu amigo de infância, H. Fazia muito calor e eu estava de bermuda. Ela estava agora, empregando a minha tia E. Ela me fazia intermináveis perguntas sobre a Suíça e eu me sentia extremamente desconfortável em responder, pedia pra minha mãe pra irmos embora e ela dizia: " Não, filho, vamos ficar mais um pouco, quero saber mais a respeito dessa moça para ver como ela está cuidando da sua tia ".

Depois, voltávamos pra casa e eu começava a tirar tudo o que no quarto restou. Eles também haviam deixado talheres em uma estante de madeira escura. As coisas a remover eram intermináveis, inclusive os talheres que eram de prata. Fui falar com meu amigo B, a respeito dessas coisas que haviam ficado. Nesse momento apareceu seu irmão L - que, como sempre, é uma presença indesejada - e disse para eu não me preocupar que eles tirariam tudo dali, com calma. Então, eu pensei que, como eu ja havia tirado muita coisa e jogado fora, eles não se importariam, se eu conituasse fazendo isso e quando eles chegassem, não houvesse mais nada a ser tirado dali.

Voltei pra tal casa e procurava uma televisão que havia sumido. Fui perguntar à minha mãe sobre a tal televisão e ela me disse que logo compraríamos outra. Eu tinha uma figideira nas mãos. Comecei a chorar desesperadamente e dizia: "Não quero mais ficar aqui, mãe. Eu vou voltar pra Suíça, não vou" - e ela: "Claro que vai, vai dar tudo certo".

di caprio de novo!!Fer 18/04/2008  16:38
Eu estava numa casa ouvindo o disco Sam‘s Town do The Killers, estava sozinha e chorava desesperadamente por causa das músicas, na minha mente eram tão boas que eu não conseguia conter minha emoção, tamanha a perfeição que eu considero este disco...em outra parte do sonho eu estava com o Leonardo di Caprio, nós namorávamos a muito tempo só que estavamos planejando nosso suicídio, quando eu desisto de me suicidar, ele começou a me pegar a força pra injetar algo em mim pois ele queria morrer e eu tinha que morrer junto com ele...eu lutava e me debatia quando acordei!
Festa.SL 18/04/2008  13:55
Eu estava indo a uma festa na casa de X. Quando cheguei lá, ele abriu a porta e ficou surpreso em me ver, dizendo: "Não achei que tu vinhas" e eu respondi: "Pois é, mas eu vim". Entrei na casa dele, era um lugar muito bonito e arrumado, cheio de quadros e esculturas. A decoração do lugar era impecável. As luzes eram vermelhas. Havia muitos tapetes persas na sala. E havia também muitas pessoas bebendo vinho e champagnet conversando muito passivamente uma com as outras. Eu estava me sentindo desconfortável. Procurei por Y, mas ele ainda não havia chegado, e X me disse que talvez ele não viesse. Pensei em esperá-lo por mais 30 minutos e caso ele nao aparecesse, eu iria embora. Fiquei durante esses 30 minutos sentada em uma poltrona vermelha tomando um cálice de vinho, observando as pessoas e o lugar, muito distantemente. X ficava me olhando de longe, e por vezes passava perto de mim, mas sem falar nada porque sua namorada estava lá também. Quando levantei para ir embora, Y chegou, usando um terno e uma gravata preta fina. E sorriu para mim. Disse que fiquei aliviada por ele ter chegado logo. A namorada de X veio falar com Y, tirando-o de perto de mim. Sentei novamente na poltrona. X sentou na poltrona da frente e pediu para que eu abrisse as pernas sutilmente, para que pudesse ver a minha calcinha. Eu abri e ele deu um enorme sorriso, mordendo os lábios. Disse que eu deveria encontrá-lo na garagem em 10 minutos. Quando fui pegar o elevador, havia muitos botões referentes a andares que o prédio não possuía. Por exemplo: andar 34. E não sabia qual deles me levaria a garagem. Decidi voltar e Y estava com outra roupa, com uma bermuda e uma camiseta pólo. Perguntei o que tinha acontecido e ele me disse que a namorada de X havia derrubado vinho em seu terno. Quando fui a mesa das bebidas buscar algo para beber, o garçom me disse que a namorada de X havia agarrado Y para me ofender e que eu deveria ir na garagem que o "senhor ****" - x - estava me esperando. Desci correndo pelas escadas, estava frio e o meu vestido ficou sujo devido a fuligem que continha o ar úmido das escadas corta-fogo. Quando cheguei na garagem X usava uma máscara parecida com a do "V de vingança" e disse que deveríamos brincar um pouco. Saiu correndo pelos milhares de carros. E tirei o meu sapato e comecei a correr atrás. Quando o encontrei, ele tirou a máscara e era Y. Fiquei com muito medo, fui atrás dos meus sapatos e quis ir embora, indignada com a brincadeira de mau gosto. Quando estava entrando no meu carro, X aparece e fala: "quase te atropelei aquele dia não foi?" E eu respondi que sim com a cabeça. Ele pegou minha mão e me levou para uma espécie de lavabo do porteiro do prédio, um lugar sujo e mal cheiroso. Lá, tirou do bolso uma flor amassada e me entregou, disse que deveríamos entrar no carro agora e fugir para bem longe, que a essas alturas alguém já teria chamado a polícia e nós íamos ser presos por "Indulgência ao sistema político fascista". Entramos no carro e X perguntou se eu estava feliz de fugir com ele. Respondi com um sorriso e ele me deu um beijo. Ligamos a ignição e pegamos a estrada para um lugar chamado "Volverís". Lembro que o meu vestido estava com um rasgo na saia e que X olhou para mim, como se tivesse lido o meu pensamento e disse “Não tem problema, eu tenho linha e agulha no meu bolso, enquanto nós tentarmos fugir e ficarmos juntos, vai dar tudo certo”. Fiquei absorta.
Eu sou bem e você?Alho 18/04/2008  07:49
Sonhei que X me mandava no msn, o histórico de uma das conversas com seu novo namorado, a que ela estava tendo com ele no momento em que eu entrei no msn. Haviam fotos muito antigas, de antes de eu a conhecer, e novas, deles juntos. Ela fazia isso pra me provocar e pra deixar claro que estava bem feliz sem mim e com esse novo/velho namorado. Não ficava claro se era namorado, eu também não sabia se ele era casado, mas foram as dúvidas que me ocorreram naquele momento. Eu olhava o tal histórico, lia, abria algumas fotos por curiosidade e depois o fechava. O formato do histórico era como uma conversa, mesmo…

Depois, descobri que X, agora, também produzia desfiles de moda, além de fazer seu trabalho de sempre, e que, não contente com o fato de me mandar as conversas que tinha com seu namorado, colocava meus colegas de trabalho, meus amigos e pessoas que era ligadas a mim, de alguma forma para desfilar, além de um suposto ministro da cultura que era um cara muito alto, como um Viking e que também me conhecia. Ela fazia isso pra « mandar » nos meus amigos e, dessa maneira, me fazer sentir diminuido com isso.

Sem títuloSL 17/04/2008  11:56
Eu estava na minha casa antiga, no quarto do meu irmão, olhando pela janela esperando X. Ele chegou, fui abrir a porta correndo. Não me lembro se ele me contou que estava ficando com Y ou se eu havia descoberto. Sei que naquelas alturas da situação, a coisa já estava oficializada. Eu estava desesperada. X foi embora sem dar maiores explicações ou sinais de que sabia que o que estava fazendo era uma sacanagem. Queria ter dito que Y provavelmente não estava nem aí para ele, porque ela nunca esteve nunca aí para ninguém. Era uma esquiva. Tive acesso ao computador de X e pude ver que em uma única noite que eles tiveram juntos, já haviam tirado milhares e milhares de fotos juntos e trocados milhares de e-mails falado sobre como possívelmente me despistar. Lembro que a medida que o sonho ia passando eu ia ficando menos desesperada. Decidi ir atrás de Y para conversar com ela. Ela morava muito longe e eu passei de carro por avenidas e lugares dos quais eu nunca imaginei existir. Cheguei a ver minha ex-colega W na rua caminhando. Desci do carro, depois de tê-lo estacionado em um lugar que parecia o bambus nas épocas em que ficava bem lotado. Caminhei por ali devagar, estava abismada. Reparei em um homem e uma mulher que tinham um filho e estavam ali no meio daquela bagunça bebendo vinho. Depois encontrei Y e falei que sabia do que tava acontecendo, ela conversou comigo naturalmente e disse que se sentia mal e etc, mas que o X colocava muita pressão nela para que eles ficassem e transassem. Voltei para o meu carro e quando vi estava na fronteira da Argentina com o Brasil. Minha mãe liga para o meu celular e fala "que o carro vermelho estacionado tem seis barras de ouro dentro" e que eu devo ir buscar. Falei que não ia fazer isso, que ali era a fronteira de um país para outro e que estava cheio de guardas. Desliguei o celular, tomei caminho para Córdoba para ver meu amigo ***. No caminho fiquei pensando em X e como ele era a pessoa mais escrota que eu havia conhecido em toda a minha vida. Assim que cheguei em Córdoba, depois de muitas horas dirigindo sem parar, fui na casa dele. Desci do carro, ele me abraçou e disse para entrarmos e tomarmos um mate, que eu deveria estar cansada e que ele ia cuidar de mim. Sem necessariamente querer isso, aceitei.
Outro mundoSL 12/04/2008  18:23
Sonhei que eu era uma rameira de alta classe. Mas isso era em outro mundo, e as coisas eram muito diferentes do que acontecem neste aqui. Não havia contato físico e nem exibicionismo. A casa para qual eu trabalhava, abrigava várias mulheres e meninas de todos os cantos possíveis. Nós morávamos lá, ranchos de supermercados eram feitos semanalmente para nossa alimentação, e sempre que estes ranchos eram feitos, enquanto eram descarregados e guardados no depósito, nenhuma das rameiras podia passar perto da cozinha. Era um mistério. Não havia apenas mulheres nesse lugar, mas também alguns homens que se prostituíam igualmente. Eu não tinha muitas amigas, mas em compensação eu e um destes homens estávamos ficando cada vez mais próximos. Nunca podia se deixar a casa aonde trabalhávamos e morávamos. Era uma regra. Um belo fim de tarde e eu e este rapaz fomos até a rua, sentar no braço de uma árvore que ficava exatamente na frente da casa. E então pude ver o mundo fora desta casa. Era uma rua tão movimentada e poluída visualmente como qualquer outra rua do Soho. Havia outras casas de prostituição, bares, restaurantes e afins. Tudo em grande classe. Muitas sinalizações em neon e pessoas de todos os tipos caminhando pela rua. Eu e este homem enquanto estávamos sentados na árvore (um galho bem longe do chão, por sinal), conversávamos sobre a possibilidade de uma vida longe daquilo tudo, pois embora fosse diferente de onde tivéssemos vindo, era cansativo tão quanto. Um clima de romance existia entre a gente, eu gostava da presença dele e sempre a procurava dentro da casa, mas a dona do prostíbulo, uma tirana, nunca deixava que eu falasse com ele por muito tempo, sempre interrompendo qualquer vínculo nosso que se formasse. Enquanto estávamos ainda na rua conversando, ela apareceu em uma espécie de sacada da casa e nos mandou entrar urgentemente, pois havia sido muito claro, desde o ínicio, que enfim não deveríamos sair da casa. Chegou a noite e os clientes começaram a chegar na casa. Havia um palco no meio de um pátio cheio de grama alta e cadeiras de plástico na frente desse palco. Uma música alta e perturbante tocava. Era um lugar simplório e nitidamente mal arrumado. Neste palco, havia uma mulher que dançava enquanto se masturbava com um vibrador. Um homem ao lado dela, fazia malabarismos com maçãs e ameixas. E no mesmo palco, havia um balanço, aonde uma mulher fantasiada de babá se balançava. Na frente do palco haviam algumas pessoas sentadas e observando tudo aquilo que acontecia de maneira caótica. Eram os clientes. Alguns vinham sozinhos, outros com amigos e outros com suas respectivas companheiras (os).

Em uma das tardes, eu e o Homem que era meu amigo, caminhávamos em uma rua muito parecida com a Vasco da Gama. E conversamos muito intensamente sobre um assunto que eu não lembro qual é. Nossas mãos estavam dadas. Nós sabíamos que éramos os únicos para nós mesmos. Estávamos indo a direção da casa. Sabíamos que íamos ser punidos por termos saídos juntos sem autorização prévia da nossa “chefa". Era um dia bonito com sol, coisa que até então eu nunca havia visto acontecer. Quando chegamos na casa nos separamos rapidamente. Depois dessa cena, algumas coisas aconteceram, mas eu não lembro exatamente. Lembro que antes do meu sonho acabar, um dia, na rua, uma cigana ou alguma dessas pessoas que "lê sorte" disse para eu não andar com moedas que isso iria prejudicar alguém. Sem dar muita bola fui embora. Uma das noites de trabalho, não sei dizer como, o filho pequeno da "chefe" havia engolido uma moeda e morrido. E todos sabiam que a moeda era minha, e de fato era, pois eu havia deixado em cima do sofá da sala. A mãe dele, minha chefa, fica muito chateada e eu com vontade de me matar. E ela disse "Pelo menos aconteceu com uma pessoa só, né? Em Londres houve um acidente com gás, milhares de pessoas morreram explodidos. Melhor que seja uma só do que várias". Eu fiquei apavorada com essa teoria descabida e subi correndo ao terraço da casa, meu amigo Homem estava lá, vestido de palhaço, pronto para entrar naquele palco. A noite estava cheia de estrelas e o terraço, de alguma forma ou outra, ficava mais próximo delas. Disse para ele o que havia acontecido e ele carinhosamente, colocou a mão dele no meu rosto e disse que precisava entrar em palco.
el mourotanya 11/04/2008  18:23
Estava num parque com a minha família e ao meu lado sentado no chão estava um paquistani. Entre nós estavam dois telemóveis, ele estendia a mão e tentava roubá-los, mas eu não deixava. Fugimos todos para o carro e ele veio atrás de nós. O carro já estava em andamento mas ele acompanhava. Com uma cotovelada partiu o vidro de trás e tentou levar o meu irmão Andrew.
liga católicali 08/04/2008  20:44
estava perdida nos corredores da minha primeira escola. procurava pessoas conhecidas para sair dali. encontrei uma freira que tinha sido minha professora. fui ao quarto dela, e pulamos a janela, que dava para um litoral pedregoso. Sentamos para catar lâminas de vidro com os dedos dos pés. Já com algumas lâminas, a freira contou-me que fazia parte de um grupo de super-heróis cristãos, que combatiam os males do mundo. estes super-heróis tinham poderes de voar e acudir pessoas em desgraça. A freira saiu correndo, pois alguém havia profanado um túmulo. Fiquei sentada no topo da montanha, molhando os pés na água do mar e assistindo a luta dos heróis cristãos.
Amante ladrão provoca suicídio alheioHannap 08/04/2008  18:13
Sonhei que tinha marcado de fazer sexo com um homem do meu trabalho (?). Era um homem bonito. Fomos juntos em um trem onde havia muita gente conhecida. Estávamos disfarçados. Ele era tb o condutor desse trem.

Chegamos a uma casa. Era minha casa. Eu morava com a Tanya. A casa era pequena e bagunçada. Estou eu deitado no sofá e a Tanya sentada em frente ao computador e aparece o tal homem para assaltar-nos. Depois vem a polícia. Eu sigo deitado no sofá bem tranquilo, durante todo o tempo. Depois me levanto e vou à cozinha, lá aparece minha Tia Alice e diz que a Tanya e a minha prima Lu tinham se suicidado. Era um momento difícil.