Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
SL 07/04/2008  18:24
Eu estava em uma floresta com muitas árvores enormes e o chão estava cheio de galhos secos. O tempo estava nublado mas alguns raios de sol atravessavam as nuvens de vez em quando. Fazia muito frio e toda vez que eu respirava podia sentir o ar se esvairando no frio. Eu estava atrás de remédios e usava uma roupa toda preta. Nas minhas mãos haviam papeis e algumas pedras vermelhas. Eu caminhava rápido mas não sabia aonde iria chegar. A noite chegou rápido e eu sabia que a viagem possivelmente duraria dois dias. Tentei fazer uma fogueira mas não consegui. Dormi ao relento e acordei no meio da madrugada com o vento batendo nas árvores. Estava muito assustada. Quando chegou a manhã, começou a chover. Eu caminhava e tinha que tomar cuidado porque subitamente abriam buracos no chão. Em certo ponto da floresta comecei a ver partes humanas que haviam sido decepadas. Haviam braços, pernas, línguas, olhos, pés, orgãos genitais e dedos. Nenhum sinal de sangue.
SLSonhei que X vinha até minha casa só para pedir um absorvente emprestado. Convidei-a para entrar mas ela recusou. Falei então que iria acompanhá-la até o ponto do ônibus. Quando saimos na rua, comecou a chover torrencialmente e nenhuma de nós tinha um guarda-chuva. Começamos a correr na minha rua para chegar o quanto antes na parada de ônibus, mas no meio do caminho subitamente parei. Falei que ia para casa. X sorriu, caminhou até mim, me deu um abraço e me entregou uma carta de Y. Quando a peguei em minhas mãos, X disse "eu vim te entregar essa carta, mas mudei de idéia. E agora mudei de idéia de novo". Cheguei em casa toda molhada, coloquei a carta na minha gaveta e passei um bom pedaço daquele dia fitando a gaveta.
Cenário Phunk!Gabiroba 05/04/2008  12:30
Cenário Phunk!Sonhei que estava numa praça e que havia muita gente com o cabelo estilo punk!! Todos os jeitos... Homen, mulheres desfilando quem tinha o cabelo mais irado!!! Eu passei mais da metade do sonho falando de spray e musse de cabelo! Foi quando a Luciana passou na praça pra me pegar no seu carro SUPER STYLE... Devia ser um maverick ou algo assim... Ela me levou pra casa dela. Chegando lá eu fui pra varanda... No prédio da frente, ví um amigo, fazendo um corte moicano no banheiro, na verdade, uma senhora, estava ajudando ele a fazer o penteado. E eu fechei a cortina correndo, com medo que ele me visse espionando!rs
Sinal de perigodromni 03/04/2008  23:01
O meu gato morto há um ano, o Picolino, aparece para mim e diz sem palavras que haverá uma grande catástrofe e muitas pessoas ficarão sem casa. Então me teleporto para um carro em uma avenida ou via expressa aparentemente no Rio. É um carro da Globo e estão fazendo uma reportagem do Fantástico. O carro acompanha e filma uma casa sobre rodas que é uma esfera se movendo sobre rodinhas, junto com o fluxo de veículos, como se fosse um carro normal. A esfera é enorme e se projeta por cima dos carros ao redor; ela se apóia sobre uma coluna na base da qual ficam as rodinhas. Vê-se pelas janelas da esfera que existem pessoas lá dentro, e uma delas está com um volante nas mãos.
li 03/04/2008  10:42
dormindo, um morcego enorme se emaranhou no meu cabelo.Minha cabeça sentia o peso do animal. Desespero.
O portalPaulo 03/04/2008  01:43
Existe o professor dentro de você, que vai te ensinando a atravessar o portal. Tudo o que você precisa fazer é se aprofundar na meditação e escutar.
FelicidadePaulo 31/03/2008  08:14
Eu e o M. e mais alguém, estávamos todos indo até uma praia menos conhecida perto de São Paulo. A praia, muito bonita, era rodeada por montanhas e tinha uma bacia que tinha o formato de um útero. A praia era deserta, maravilhosa, ensolarada. Nunca havia me sentindo tão feliz em toda a minha vida. Algo me disse que aquilo era uma recompensa por uma vida justa, honesta. Mais ou menos assim: "Quando nós fazemos algo de muito bom mas ninguém fica sabendo, deus nos recompensa assim" Percebi que era a minha consciência feliz com ela mesma. Eu perguntei se não seria possível construir uma casinha lá, o meu amigo me disse que era sim era só querer e eu falei que teria que perguntar pra minha namorada se ela iria querer. Logo começaram a vir idéias de como poderia até me mudar para lá, construir uma barraquinha na praia, vender produtos naturais, orgânicos e fazer comida de qualidade. Visualizei o sanduíche, grande, recheado e o cliente poderia pedir com ou sem agrião.
Corrida de CadeirantesPaulo 30/03/2008  06:35
Tudo começa com a narração da globo sobre um brasileiro que era paraplégico e foi o primeiro cadeirante a participar de uma maratona no Rio de Janeiro. Logo no começo ele se mostrou um bom atleta e conseguiu do presidente um aval para participar das competições e até mesmo um salvo conduto para ir no exterior. Ele se destacava nas competições mesmo com um equipamento menos moderno mas volta e meia ele caia e então dava tudo de si conseguindo tempos impressionantes. Logo ele foi passando para outras categorias como corrida de carros e até mesmo de caminhões. Uma coisa que chamava atenção nas corridas de cadeirantes é que era um pouco sujo, um trombava no outro, eles caiam e volta e meia alguém se machucava. O que acabou passando para as outras categorias. Em uma das corridas de caminhões, ele parou o veículo do lado de um pedágio em um posto de gasolina e ameaçava o oficial da corrida. O oficial se escondia detrás de uma parede de concreto mas o cadeirante, agora perfeitamento normal e parecendo um bandido não dava ares de demonstrar qualquer medo. O oficial agora com uma uzi atirava contra a parede, perfurando ela e atingindo o tanque do caminhão cheio de gasolina, mesmo assim o marginal continuaval sem medo e nessa hora ele foi até o reservatório de gasolina do posto e quis mostrar o quão perto ele chegou de explodir tudo atirando uma bituca de cigarro lá, mas quando foi pular para escapar da explosão, perdeu uma das mãos e então ficou paralisado pois já que não tinha as pernas, as mãos era tudo o que tinha. Foi preso no posto mesmo, ajoelhado junto com os outros criminais e sem uma das mãos da onde jorrava sangue.
Eu era um animal como o homem, mas não era homem.



Éramos um bando de uns 20 e vivíamos numa época em que não tínhamos construções modernas e que havíam, além de nós, ferozes e infalíveis predadores, porém nossos conhecimentos filósoficos eram bem desenvolvidos.



Apesar da falta de « infra-estrutura », haviam caminhos bem-feitos - de terra batida, porém bem-feitos - e largos, tão largos como estradas, que cortavam aquela floresta densa, de árvores e folhas enormes, por onde andávamos.



Éramos, bem possivelmente, nômades, e estávamos andando, procurando um lugar para ficar por algum tempo.



Estávamos talvéz num vale, onde, quanto mais baixa a altitude, mais perigos e predadores haviam e discutía-se numa impresssionante e avançada retórica, os perigos e as vantagens de se dormir ali. Tínhamos que , logo, dormir. Alguma coisa tinha que acontecer o mais cedo possível. Talvéz a caminhada que se sucederia, não sei.



Lembro-me de ter usado todos os mais sofisticados recursos retóricos para convencer os outros líderes daquele bando a não optarem por ali ficar, durante aquela noite, eu sabia que aquilo poderia ser o fim de nossas vidas.



Depois de longamente discutir e contra a minha vontade, todos deitaram-se ali mesmo, naquela esquina onde paramos para discutir, enquanto eu fui dar uma última olhada para ver se nào havia nenhum predador se aproximando. Quando olhei, nada de aterrorizante consegui ver, porém ainda restava a clara sensação de que aquilo seria o fim de nós todos.

UnhasSL 29/03/2008  13:03
Sonhei que uma mulher loira que usava a fantasia da mulher maravilha arrancava minhas unhas, uma por uma, com um alicate.