Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
Fêmurli 25/12/2007  21:46
Acordei em um hospital, deitada numa maca. Enfermeiros me conduziam por corredores, apressadamente. Chegando à sala de cirurgia, recebi uma anestesia peridural e um médico retirou meu fêmur esquerdo. O médico era um jovem muito falante, me explicou que deveria cortar parte do meu osso e logo colocaria-o no meu corpo. Ele tentava serrar o osso, mas não conseguia, trocou várias serras, sem êxito. Como o trabalho seria demorado ele colocou-me na posição vertical, onde eu tinha que ficar segurando meu corpo somente com os braços, em argolas de metal. Senti muito medo de olhar para minhas pernas e fazia um grande esforço para ficar olhando para cima e me distrair. Senti nojo da sala, pois seus azulejos verdes estavam sujos de sangue. O médico estava muito impressionado com o tamanho do meu fêmur.
A responsabilidade das plantasHannap 25/12/2007  09:24
Estava subindo em um elevador, junto com a Leonor e o Manuel da Casa Portuguesa. Eles estavam indo pro trabalho (acho que era uma espécie de estúdio de design) e eu acho que estava lá para ajudar-los com um trabalho. A porta do elevador abriu e saímos. Eles foram por um lado e eu segui por um corredor, bastante amplo e claro, até o final onde tinha uma porta. Era um bonito ambiente de trabalho, pensei. Dessa porta sai o Huan. Com uma cara de preocupado e triste. Ele se encosta na janela e começa a me contar: - Tio, ela colocou meu nome como responsável dessas plantas. Foda tio. E apontou pra umas plantas grandes que estavam no corredor. Eu disse: - Aaaahhh... Ela precisa que alguém se responsabilize formalmente por uma questão de burocracia do prédio. E tu és a pessoa que fica mais tempo aqui. Olhamos para uma planta que já estava muito grande e não tinha mais pra onde crescer. Ela já estava amarelando nas pontas. Ele disse: - Se essa planta morrer a culpa vai ser minha. E começou a chorar.
CarroAspros 25/12/2007  08:48
Estava dentro de um carro, com tds os meus "famigliares" do mexico, mas estava tbm a minha irma de sangve, tds conversavam em español a nao ser minha irma, ev as vezes conversava com ella. Entao ella me disse q ev era anti-social, e lhe disse "ev? anti-social? Vai-te ao Mexico ver o tanto de amigos q tenho lá ¬‘¬" et ella me disse "Mas ja estamos no mexico" ai o mev irmao mexicano começou a rir.
Check-intanya 20/12/2007  05:50
Estava num aeroporto, a despachar a mala no check-in. Era uma mala muito pequenina. O vôo estava muito lotado. O segurança perguntou para onde eu ía. Eu disse Lisboa. Ele informou que o vôo tinha muita gente, e que era melhor levar a mala comigo. Eu respondi que não podia porque tinha cremes na mala. Ele disse para eu passar o creme todo no corpo. Eu disse que isso era impossível, os potes estavam cheios. Depois eu vi que haviam outras coisas na mala, como comidas, um telemóvel e muitas escovas de dentes. Estavam lá também o Henrique e a Filipa. Eu perguntei à Filipa se depois de tanto tempo com o mesmo namorado o sexo continuava bom. Ela disse que sim. Depois passei para um barco enorme, com piscinas ao redor e fiquei à espera do Gustavo. Quando eu desci a escada do barco o primeiro andar era uma praia. O Cp apareceu de bicicleta e com cabelos brancos. Depois o Gustavo chegou.
Carne humanaHannap 20/12/2007  04:43
Sonhei que estava em um grande mercado público, que era também um albergue onde eu estava hospedado. Tudo tinha um aspecto muito nojento. Eu estava me preparando para encontrar amigos, saindo do albergue com a Juliana da capoeira. Tentei ir ao banheiro, mas não consegui entrar. Estava imundo. Eu alertei a Juliana, que tamém tinha vontade de ir e nenhum dos dois entrou. Caminhei até o nosso ponto de encontro onde estavam o Marcio Angst e a Mari Fontes, sentados em uma mesa conversando. A Juliana chegou depois. Na mesa estavam embalados pedaços de carne vindos do supermercado. Eram partes do corpo humano. A maior parte era um tronco, aberto no meio, sem cabeça nem braços, nem órgãos internos. O outro pacote eram pernas (do joelho para baixo, incluindo os pés). E o terceiro pacote era apenas um peito (este não estava aberto no meio, estava fechado). Eu subi na mesa e comecei a mover os pacotes, tentando colocá-los na distância certa para reproduzir um corpo.

A carne humana embalada parecia muito normal para todos. Era alimento. Comecei a ficar muito enjoado com vontade de vomitar. Os pacotes tinham aquele sangue que fluia entre a carne e o plástico. Me dei conta que o primeiro pacote era fora de escala, desproporcional em relação às pernas, muito pequeno.

De repente surge um ciclista frances e se aproxima da mesa. Ele começa a fazer perguntas em espanhol: - Donde hay un supermercado para comprar comida? - Y donde se puede dormir?

Eu ia respondendo muito rapidamente a cada pergunta, mas ele não prestava muita atenção. No final ele pergunta calmamente: - Y donde están las dependencias?
preços baixossaborga 19/12/2007  09:47
eu estava num apartamento grande com uma super vista, era meio loja toda stayliezinha na lagoa perto da curva do calombo. Era um espaço de umas meninas novas riquinhas que estavam customizando e comprando coisas la fora e revendendo nesse ap. Tinham muitos móveis e várias coisas antigas. Eu entrava lá, olhava as etiquetas e falava que elas estavam cobrando muito barato. E eu ia colocando os preços que eu achava adequado, pois acreditava que o público delas pagariam mais por aqueles objetos.
BanhoAspros 19/12/2007  06:34
Estava em uma especie de calçadao, tinha vma loja la et ev estava sem casa, os donos da loja disseram q eu podia tomar banho, et ev fvi, so q o banho ficava na frente da loja, ao arlivr, et ev me banhava lá, no meio do calçadao, so q nao vinha ningvem.

Depois aparecev vm gato preto q estava td machvcado, elle tinha rabo de minhoca, et em vm dos dedos da pata saia vma centopeia.
guerrali 18/12/2007  16:00
guerraCaminhava na madrugada, pela cidade de Santa Maria, acompanhada de LR. Estávamos ficando juntos e ele muito apaixonado. Seus cabelos estavam muito longos e suas roupas eram esfarrapadas. Sabia que era um grande erro ficar com ele, mas mesmo assim eu me divertia. Encontrávamos mendigos pelas calçadas e LR conversava com todos eles. Um mendigo juntou-se a nós e começamos a falar sobre o que era a vida e a felicidade, quando o mendigo falou que ‘felicidade é isso aqui, gente‘, mostrando os picos de cocaína do seu braço. Fui para minha nova casa, onde morava minha mãe, tia L e família. A casa era grande e luxuosa, mas com poucos dormitórios. Fomos para frente da casa, e ali vimos uma menina dando um tiro em um menino. Logo, percebi que havia acontecido uma grande catástrofe na cidade. Muitos prédios desabando e inundações aconteciam repentinamente. Entramos para dentro de casa, tudo estava sujo. Um grupo de filipinos e egípcios invadiu a casa e conduziu LK e SO para o porão da casa, onde bebiam,cantavam e dançavam. As águas avançavam para dentro da casa, rapidamente. Subi para o segundo piso, e encontrei LK e SO, muito machucados e sujos. Na escada, encontrei SO no andar de baixo, salvando partituras de piano, que boiavam pelas águas. Estávamos tristes, mas ajudei a secar as partituras. Levei SO para o quarto de casal e deitamos na cama, abraçados. SO estava muito envelhecido e debilitado, enquanto eu falava o quanto gostava dele. As águas invadiam o quarto e abraçados, tentávamos mudar a situação com nosso pensamento. Pela janela, avistei um carro caindo do céu, bloqueando a saída da casa. Ouvi alguém falar que era uma nova guerra que acontecia.
Bolo de BolachaÉramos um grupo de pessoas e eu não conhecia nenhum deles. À medida que as horas passavam elas estavam a transformar-se em pessoas maquiavélicas. Lembro-me de estar com dois do grupo, fugíamos dos demais e olhávamo-nos com desconfiança e medo de nos transformar-mos também. Íamos os três numa carrinha mas depois fomos para a rua. Andávamos afastados uns dos outros. Depois entrei na casa portuguesa e chegou a Hélia ao pé de mim com uma fatia de bolo de bolacha e diz: "pedi uma fatia, na na na na". Depois eu cortei também um pedaço para mim.
Rasgada dos sonhosRasgadão 17/12/2007  16:50
Rasgada dos sonhosSonhei que um pintão me rasgava toda, pelo ânus.... E entrava tão fundo, que saiu pelo meu umbigo. E quando ele saia pelo meu umbigo e voltava, a cabeçinha dele passava na berada do meu umbigo e isso me dava tesão. Eu gozei pelo umbigo depois...