Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
cobra / nik zilz

criava uma bola de inchaço no antibraço e qaundo eu espremia saiam cobras por um corte
To Learn / Kaneda

Estávamos em um antigo jardim em casa, Ohnitsoga, uma pessoa e eu. Ele pediu que nós ajudássemos a montar uma mesa de café da manhã. Pães, café, frutas e, mais uma série de outras coisas, apareciam. Bastava que utilizássemos a imaginação para pedir. Sentamos para nos confraternizar e eu comecei a contar um pouco das histórias de minha vida. Ohnitsoga fitava-me surpreso a cada revelação.
Pesadelo / Gabiroba

Sonhei que um ônibus cheio da viação 1.0001 atropelava carro onde minha mãe o o meu namorado estavam. O carro estava parado na beira da pista direita e o ônibus que vinha pela pista do canto foi tentar desviar e pegou o carro. Os dois foram os únicos sobreviventes do desastre, e estavam vivos embaixo do ônibus presos ás ferragens.
sobre carne / hlny

Estava em algum festival com a turma da faculdade numa cidade pequena e histórica, era noite, todos falavam de um animal fantástico, uma espécie de chupa cabra, mas tinha outro nome, ele causava problemas. Estava em uma rua, íngreme, chão de terra, tinha um carro estacionado, algumas pessoas estavam do lado de fora das casas, as luzes acesas, nessa rua tinha um bar pequeno também. Quase tudo era em tons de terra, o céu bem azul , havia estrelas, as lâmpadas bem amarelas. Eu corria corria atrás da criatura, até que a peguei com as duas mãos, o ser já era do tamanho de um cachorro, peguei e mordi ele na barriga, eu balançava a cabeça e rasgava ele, muito sangue. Depois as pessoas vinham me agradecer, e era como se ninguém soubesse matar a criatura, ninguém sabia o que fazer, então ficaram muito gratos a mim, ganhei respeito e fama de valentia.
Pegadinha do Malandro / Tuk

Tava eu a Laura e mó galera, e uns mulek que eu nao sei quem. Esses mulek eram funcionarios de uma loja e todo mundo tipo eu e a Laura e ozirmão trabalhavam nessa loja. O gerente da loja decidiu que a gente tinha que aplicar uma pegadinha em todos os clientes comunistas. A pegadinha era assim: alguem vinha lá fazer algum negocio (não sei que tipo de empresa era, não lembro) e na hora do cliente ir embora já era tarde e ele tinha que abrir o portão do térreo pra poder sair. O dono dava a suposta chave certa e as pessoas iriam tentar sair com as chaves erradas e decidiu o dono que a gente ia começar com duas moças que ele sabia que eram comunistas.

Certo dia quando elas viriam todo mundo se preparou pra poder fazer a pegadinha. Aí elas vieram e fizeram o que tinham que fazer na empresa, depois na hora de sair o dono explicou pra elas que elas tinham que abrir a porta #18 pra sair, lá no andar de baixo, e que ele iria dar a chave. Aí ele procurou a chave, procurou por um tempo e no fim achou, até que rápido. Daí ele entregou pra elas e elas desceram. Todo mundo esperou algum tempo e elas voltaram uma primeira vez. O dono deu então uma baita canseira nelas ao procurar a 'chave certa'. Procurou em tudo que era caixa, tudo que era lugar, onde tivesse chave ele procurava. Uma das moças precisou ir ao banheiro e a outra estava não sei onde que não podia ver o que o dono fazia, mas enquanto uma estava no banheiro ele pegou uma chave qualquer e falou como quem quisesse que ela ouvisse de propósito 'aaaah, achei! É essa aqui a chave 18!' Ao que ela saiu do banheiro ele entregou a tal da chave e elas saíram de novo.

Tinham combinado que iam fingir que os funcionários dormiam na empresa, e colocaram umas camas, beliches etc espalhados pela recepção. No momento que elas saíram, todo mundo colocou um pijama cada um e foi fingir que estava na cama dormindo. Apagaram todas as luzes e tudo. Deu algum tempo e todo mundo já pronto e fingindo, elas voltaram. Não entenderam nada, mas foram atrás das chaves elas mesmas. Uma delas tinha uma lanterna na bolsa e saíram procurando com essa lanterna. Não acharam nada e começaram a tentar chamar os funcionários pra ajudar. Alguns funcionários acordavam, mas não davam bola pra elas, era como se elas não existissem: as pessoas acordavam, conversavam entre si e deixavam as clientes panguando sem entender nada. Rolava umas conversas totalmente sem sentido e elas começavam a ficar assustadas. Eventualmente as moças começaram a ficar apavoradas, querendo as chaves de qualquer jeito e tal. Um dos funcionários recebeu uma deixa de alguém e gritou: "Pegadinha do Malandruuuuuuu!!!!". Aí eu acordei.
pau laranja / luísa h

era um encontro de amigos do tempo do colégio e eu tava com a sensação de q tava usando strap-on por debaixo da roupa. dai eu fui conversar com um amigo meu da época e ele ficou mt querendo ficar cmg. a gente foi pra uma praça escura onde tinha mts caras se pegando afu pelos cantos, nos bancos, no chao. dai ele se virou e eu tirei a calça e eu tinha um pau de borracha laranja implantado em mim.


dormi na sala de aula.
sonhei com o vini castanheira, ele tinha a mesma aparencia, magrelinho e cara de neném. exceto pela barba.
conversava comigo, pegou minha mão, beijou-a e veio pertinho de mim pra arrepiar meu pescoço
É pura heráldica / Hannap

É a terceira vez que me acontece.
Estou na casa de alguém conhecido.
Nessa última é na casa do Ed Motta.

Estávamos conversando, no pátio, depois de termos comido (acho que era moqueca de Fênix). Estávamos relaxados, num pátio descoberto, tocando violão.

De repente aparece no céu uma águia enorme.
Ela voa de um lado para o outro. Tão grande que cobre o céu.
Eu digo: - Olha lá! Todos se impressionam. Eu digo: - Isso é pura heráldica!

A águia parece muito agitada e vem descendo na nossa direção.
Ficamos paralisados, ela pousa na minha cabeça.
Sinto muito medo.

A águia é enorme, muito maior do que eu. Ela começa a mijar sobre a minha cabeça.
É a terceira vez que me acontece aquilo.

Fico encharcado. Ela está muito nervosa. Eu estou morrendo de medo.
Ela termina de mijar e fica em pé na minha frente. Só então eu percebo que ela é uma mistura de mulher e águia. Tem um rosto muito bonito. Parece uma mistura da Cris Bertolucci com a Fernanda Lima e com a Cate Blanchett. Ela está mais aliviada, mas ainda está chorando. Fico muito atraído por ela e tento acalmá-la.
O Ed Motta fica só observando tudo sentado e impressionado.

Tenho vontade de beijá-la, mas ao mesmo tempo tenho medo. Ela tem um bico perigoso no lábio inferior. Parece uma agulha grossa e preta. Penso que ela pode me bicar e delicadamente afasto o bico e dou um suave beijo nela. É muito bom.

Ela pede para ir ao banheiro. Ela caminha com aquelas garras de águia e com asas enormes ao longo do corpo. Acordo com a sensação de que tive esse mesmo sonho outras vezes, na casa de outras pessoas famosas. Dentro e fora do sonho eu sei que é a terceira vez que me acontece isso, mas apenas nessa vez eu perdi o medo da águia.
Torre Eiffel em Bagé / Elcio

Eu trabalhava em uma obra no bairro São Judas, em Bagé, depois da ponte, a esquerda e em frente a pedreira de onde, no período de seca, tiravam água. Eu estava dentro daquela obra que era muito larga na parte inferior e depois ia se estreitando na parte superior e sempre muito preocupado com os pedaços de material que caiam enquanto os operários serravam e soldavam. Já me encontrava cansado e ninguém dizia quando o expediente iria terminar, até que um dos capatazes estava saindo e eu perguntei quando terminava o expediente. Ele me disse que cada um fazia o seu tempo: chegava cedo saia cedo, chegava tarde saia tarde. Eu havia chegado cedo e então resolvi ir embora. Saí com o propósito de comprar pão antes de chegar em casa, passei a ponte e cheguei na Igreja de São Judas Tadeu aí eu olhei para trás e vi imponente, quase terminada a Torre Eiffel que nós estávamos construindo. Eu tinha duas opções de caminho para voltar: pela faixa que sai na Artilharia ou pela rua que vai sair na Associação Rural e que ainda estava em terra. Na faixa havia uma carroça onde estavam uns caras muito mal encarados e provocando todos que passavam. Para evitar conflito optei pela segunda na qual havia uma padaria, eu caminhava vestindo apenas uma bermuda branca e notei que não tinha dinheiro para comprar pão, depois eu trafegava de bicicleta dirigindo com uma mão e com um saco de leite na outra a grande velocidade e de repente a estrada terminava em uma transversal. Freei por uma longa distância achando que não ia conseguir vencer a curva, mas ela respondeu e eu consegui manobrar e desviar do trânsito que vinha no sentido contrário e acordei. Loucura!
policial cotó / Filipe Frade

Tava sentando num banco na rua . na minha frente aconteceu um assalto armado. do meu lado tinha um policial sem a mão direita, ele sacou a arma contra o bandido mas o bandido foi mais rápido. O bandido deu 2 tiros no policial e deu 4 em mim, dizendo: Não adianta tentar lutar pela vida, vai morrer mesmo e pronto, tem jeito não. mas eu estava confiante q sobreviveria.