Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Mãe / Ema

Minha mãe queria matar a mim e ao meu irmão desesperadamente, e nos fugiamos e ela nos perseguia.
Cherokee / Restaurante / Supermercado deslizante / Encontro awkward / dmtr

Uma rua muito embarrada e eu tava dirigindo numa cherokee ou algo assim e ia dar uma carona pra Tainá q estava vindo a pe na mesma rua. logo depois de uma subida meio rampa vi q ela estava ali mas passei adiante pq vinha muito rapido. havia transito nos dois sentidos da estrada embarrada e fiz uma manobra arriscada 180 graus pra voltar. ///
Estava em um restaurante parecia meio chique mas também meio confuso, os pratos vinham e iam e nao conseguia comer. No final um dos garçons ficava sentado na mesa e comendo junto, falando sobre os pratos, de repente vieram varias sobremesas e cafés pra todos que queriam. haviam uns suspiros que pareciam caranguejos, umas fogazzas e veio café pra todos menos pra mim. ///
Estava em um supermercado (as vezes sonho com este mesmo lugar) e eu tinha a capacidade de deslizar como se estivesse de patins. as vezes com a sola dos pés, as vezes com os joelhos. eu pegava um bom impulso e fazia umas curvas perigosas desviando as pessoas e pegando os produtos que eu queria. ///
Encontrava a ;.; e ficávamos passeando na rua de casa, conversando e passando na frente de umas lojas. Ela me contava que havia ido à praia ontem fugida durante o dia com o Antônio (que eu nao conheco, e perguntava - que antonio?) entao ela me contava coisas que haviam acontecido em outros lugares e momentos com outras pessoas e fiquei imaginando que ela nao estava muito presente no momento ali comigo, ou estava falando demasiado por estar nervosa.
O Ateu / Elcio

Estava passeando com uma turma por cidades da Serra gaúcha, quando encontrei um ex-aluno que fazia parte do coro de uma igreja da região. Não sei como, mas fiquei sabendo que ele havia sido expulso do coro e da igreja por haver, um dia, se atrasado para um ensaio. A igreja tinha uma vitrine na parte da frente onde estavam expostos estatuas de santos, terços e livros de vários tamanhos. Nós estávamos na praça, na frente da igreja e eu notei que esse aluno estava em frente à vitrina, com um livro na mão e olhando ansioso para o interior da igreja. Nisso começaram a chegar vários padres, vinham em fila indiana e entravam no templo, pois iria iniciar o culto. O penúltimo ou antepenúltimo personagem era um padre alto e magro que eu soube, não sei como, ser o responsável pela expulsão do rapaz. Deteve-se por instantes, encarou o rapaz com desdém e com um gesto de desprezo, entrou na igreja. Aquilo me ferveu o sangue, me deixou indignado e eu me apartei da turma e entrei na igreja também. Uma rápida olhada e localizei o padre responsável pelo problema, me aproximei, entrei no banco de trás e me ajoelhando fiquei a centímetros de sua orelha, e disse: Você não é o bom pastor?... Aquele, que segundo Jesus, abandona o rebanho para ir atrás da ovelha perdida?... Vai deixar aquela ovelha que quer voltar ao rebanho fora do redil?... Se deixar, o lobo vem e a leva para o outro lado. Se eu fosse você, saia agora e, de braços abertos iria receber aquele que, está demonstrando querer fazer parte da tua congregação. O padre se voltou para mim, me encarou e perguntou: Quem é você? E eu respondi: Ah! Isso não interessa, eu sou ateu!
Aula nu, com o Richarlyson / Hannap

Sonhei que estava entrando em um colégio novo e havia ido sem calças. Meu pai conseguiu uma gaze e eu enrolei a gaze como se fosse uma saia. Ficava transparente e dava pra ver tudo. Eu estava de mini-saia de gaze, praticamente nu. Todo mundo olhava e ria.
Minha turma estava tendo aula no pátio. O professor era o Richarlyson (jogador de futebol do Atlético Mineiro) Eu fui até a sala e encontrei umas roupas minhas. Coloquei uma bermuda e me senti mais à vontade.
Os banheiros eram mistos. Eram também vagões de trem. De repente me olhei no espelho e eu tinha um bigode. Eu era mais velho do que todos na classe, afinal eu já havia terminado a escola.
nazi / luiza só

eu morava no predio da minha vó que tinha o tamanho do edificio copan, tava com meu amigo werner que faz trabalho de campo com descendentes de maias e ia ajudar ele a publicar a tese no brasil. o mundo era nazi e tivdmos que nos encontrar com uns generais do fuhrer pra apresentar o boneco do livro. eles não aprovaram e eu tive que fugir pulando muitas janelas até que encontrei um riquixá. a guria que levava ele entendeu tudo e me escondeu dentro. me levou até um bairro afastado onde tinha uma resistance e começamos a fazer copias a mão do livro. aí comecei a sentir minha pele queimando e fiquei pensando que precisava de protetor solar, aí eu acordei e percebi que meu lençol tinha saido e a sensação de queimado era pq tava me raspando no colchão.
curso de capacitação em felicidade / ariel lamim

eu passava com uns amigos na frente da comemoração dos formandos do curso de capacitação em felicidade. nós ficávamos rindo deles porque "nossa, só tem tonto, é todo mundo muito bobo".
prisão surpresa / ariel lamim

eu tava numa escola de artes aplicadas com um grupo grande de pessoas. em algum momento eu era presa por desacatar uma professora/policial, que tava vestida extravagantemente, quase como uma drag. na hora em que ela me prendia, eu descobria que estava nos eua. me perguntavam se eu já tinha sido presa antes e eu dizia que não, mas que uma vez me impediram de entrar no reino unido. eu assinava um papel em que concordava em não fazer nenhum recurso do brasil. era tudo muito teatral e engraçado, eu não tava nervosa -- tava num embalo debochado de húbris. a luz desse lugar parecia um pouco com a de suspiria, era tudo bem colorido.
daí saíamos todos em direção à delegacia, onde eu ia ser fichada. a gente tava indo pegar ônibus, e uma menina que era a jordana mas não se parecia com ela me puxava num canto e comentava que depois que a gente saísse da delegacia e fosse prum after eu provavelmente ia pegar a professora/policial.
Conversa verossímil / dmtr

Sonhei que estava conversando com a Bárbara, e a conversa era tão coerente que fiquei me perguntando se havia acontecido de verdade.
Falávamos sobre as vantagens e desvantagens deste tipo de projeto que no início não dá pra ter a mínima idéia de como vai ser o processo e o resultado, a entrega.
piscinão de estocolmo / luiza só

eu tava indo pra berlim e peguei uma carona com uma amiga, a gente ia por uma belissima estrada de flores amarelas que chegava numa ponte, a gente tinha que passar por baixo da ponde, um local com umas grades dentadas que abriam pra gente passar e dava um pouco de medo mas não muito. então ela me lembrou que eu esqueci o documento e disse vai pegar que eu seguro tudo aqui. nisso apareci em estocolmo, na piscina de espera do aeroporto, que era a maior piscina do mundo, com dezenas de escorregadores gigantes que vinham de algum ponto muito alto. nessa piscina tinha um assassino que dava tiros por baixo d'agua mas parece que eu fui a única a me abalar com isso pq as pessoas continuavam nadando numa boa. fui pro vestiário e encontrei umas meninas com quem fiz meditação no meu aniversário de 2011. uma delas era esposa do alberto e eu acordei sem entender nada, bastante cansada.
Me mataram com um isqueiro. / Elcio

Isso teria acontecido na década de 60 em que eu era pouco mais que um adolescente. No lado da minha casa havia um terreno baldio onde, para armar as barracas para dormir no verão, nós emparelhávamos, cavando na parte mais alta e jogando a terra para a parte mais baixa; ao lado da casa do outro lado da rua também havia um terreno baldio no qual jogávamos bola por ser mais plano. Eu estudava no João Neves da Fontoura à noite e saía de casa às 18h50min horas para atravessar a cidade e chegar ao colégio cujas aulas iniciavam às 19h30min horas. Eu estava saindo da casa de meus pais para ir à aula e cumprimentei um amigo e vizinho que estava no campinho de futebol manuseando um objeto prateado. Aí ele me chamou para mostrar o presente: era um isqueiro quadrado de fluído, desses que se abre a tampa para ascender. Sem motivo e sem provocação ele disse que ia me dar um tiro e puxando o isqueiro atirou no meu peito. Eu senti o impacto e a dor, mas permaneci de pé pensando e agora, não vou poder ir para o colégio, então abri a camisa que não havia sido perfurada e vi que meu peito estava cheio de feridinhas já com casca e disse: cara, tu me matou! E ele respondeu: Bah! É mesmo! E agora não adianta nem chamar um médico. Então eu fui para casa e perguntei para meu pai o que eu devia fazer com o corpo. Meu pai respondeu: Ué, agora tem que enterrar. Então eu segurei o meu corpo e o coloquei no ombro e com a outra mão peguei uma enxada, fui até o local onde armava a barraca que já estava parcialmente cavado, larguei o corpo ao lado do buraco, cavei mais um pouco e me enterrei, mas a cova havia ficado muito rasa e eu tive que trazer um monte de terra para tapar todo o corpo.