Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
seguindoli 17/12/2008  23:26
Eu estava em Varsóvia, passeava com a minha mãe e encontrava muitos amigos brasileiros. Fomos para uma casa e logo surgiu uma ordem que todo mundo da cidade deveria começar a caminhar pelas ruas, sem parar. Formou-se uma multidão rapidamente, todo mundo caminhando, sem saber para onde ir.Perdi minha mãe no meio da multidão. Ordenavam que nós só poderíamos entrar em vários tubos cilíndricos, de plástico branco e poderíamos entrar em qualquer uma das ‘portas‘ do apertado tubo. Entrei em um e vi que ali várias garotas orientais faziam strp-tease para militares, saí imediatamente. Rastejando pelos tubos apertados encontrei minha prima C que ia para outro lugar. Entrei em outra porta e ali era um grande teatro, mandavam todos permanecerem em pé, pois testariam um gás que nos faria dormir. Acordei depois de um tempo, no meio de muitas pessoas ainda adormecidas pelo chão. Saí deste lugar e fui para outro, pois não podia parar, essa era a ordem. Entrei em outro compartimento com mais pessoas e ali a temperatura seria elevada para ver até quando aguentaríamos. Fez um calor muito forte que mal conseguíamos respirar. Tocou uma sirene e mandaram que todos se retirassem dos tubos, pois havia um vazamento tóxico. As pessoas que coordenavam esse acontecimento saíam vestidas com roupas de astronauta. Várias ambulâncias iam socorre-las, mas a multidão caminhava sem parar pela rua. Ouvi a voz de Sc e me senti confortável, mas logo o perdi de vista. Encontrei pessoas mais velhas, que assim como eu não conseguiam mais caminhar e me chamaram para que eu me escondesse embaixo de um arbusto e ali descansar. Meu arbusto era muito pequeno e eu tinha que ficar muito encolhida. Apareceu alguém do exército, que estava procurando os fugitivos, nós, e seu rosto era muito simpático, senti vontade de dar um abraço no militar.
Aranha gigante com cabeça humanaxtinita 17/12/2008  09:56
Eu estava na casa da praia, quando vejo uma aranha entrando no quarto. A aranha tinha 1 metro de altura e a cabeça do ator Guilherme Leme (... é).



A aranha gigante com a cabeça do Guilherme Leme aproximou-se de mim e acabou me encurralando no canto do quarto. Enquanto se aproximava com seu andar hediondo e cheio de patas, falava coisas que eu não entendia, em tom ameaçador. Acordei antes de ela me atacar.
corrreriaalho 14/12/2008  22:33
Eu corria pelo cetro de São Paulo (Praça da Sé), atras de um menino mulato de uns 13/14 anos que uspostamente queia me roubar.

Quando o alcançava, eu lhe desferia uma facada - com uma faca de cozinha, daquelas grandes de cortar carne - na parte de dentro do pé, abaixo do tornozelo.
SL 11/12/2008  10:52
Eu estava indo viajar com X quando encontro minha mãe no aeroporto e nossa viagem automaticamente fica cancelada. X fica muito brabo e vai embora, dando ao entender que é para sempre.
despertarli 09/12/2008  20:56
Noite de domingo, televisão ligada e eu adormeci no sofá da sala. Acordei meio tonta, pronta para ir dormir no meu quarto. Abri os olhos e no teto da sala brotavam ninhos de diferentes espécies de animais. Parecia bonito, mas percebi que eram larvas, lagartos, aranhas gigantes que formavam seus casulos ali no meu teto.

Não conseguia levantar nem ter movimentos, com medo de que algo caísse em cim de mim.
2 dreams one nightBarnebhuah 09/12/2008  18:34
1.

Byliśmy w Bieszczadach. Spaliśmy w domku na D. Noc była długa, przy świecach i strzelającym kominku. Nie ma nic piękniejszego niż strzelający świerk w kominku i wichura na zewnątrz. Piliśmy czaj-taki, jaki można zrobić tylko na D. Poranek był cudowny, obudziliśmy się obok, i poszliśmy na zewnątrz. Oślepił nas cudownie biały śnieg. Bezchmurne niebo, i rześkie powietrze spotęgowały entuzjazm. Doszliśmy do drogi. W aucie ciepło spowodowało że L zaczęła się uśmiechać jakby częściej. Zaczęliśmy zwiedzać zimowe Bieszczady z auta....

2.

Centrum miasta, siedzę w piwnicy, obok jacyś ludzie. Panika. W mieście ma coś wybuchnąć i zniszczyć całe miasto. Okazuje się ze siedzę w podziemiach kościoła... Szybo pobiegłem do starych fortyfikacji które od dziwo były puste. Zaszyłem się w ciemnym kącie.... Czekałem na wybuch......
SL 08/12/2008  08:55
X ia se apresentar em Montreaux e eu estava ali com pessoas amigos esperando em uma sala que era oval. Chegaram nesta sala para assistir o concerto também Y e T e suas amigas e eu fiquei muito constrangida. Meu cabelo estava enorme e eu usava chiquinhas para o lado, elas ficavam olhando, fazendo comentários sobre meu cabelo e minha roupa. Logo em seguida fomos para uma classe aonde pequenas crianças tinham aula, e lá essas crianças tinham diversas nacionalidades e a aula parecia uma torre de babel, falavam-se muitas línguas. Eu observava dois meninos que brincavam durante a aula, um deles deitava de bruço e outro ficava em pé, eles ficavam se bulinando e rindo, e o professor que falava em italiano nem dava bola. Em determinado momento um deles veio até mim chorando e eu perguntei em inglês "what‘s the matter?" e ele respondeu em francês algo que eu não consegui compreender por completo, mas que ele havia sido picado por uma abelha.
Filha / Refeição canibal.SL 06/12/2008  10:47
Sonhei que eu estava na rua perto da loja ***, segurando a mão de uma menininha de 4 ou 5 anos, que era minha filha. Nós conversávamos sobre como tinha sido o dia no colégio dela, e iamos caminhando pela tal rua. Era inverno, fazia muito frio, e ela usava um casaquinho vermelho cheio de botoes, uma botinha e ela usava duas tranças no cabelo. Em determinada altura da rua, encontramos X, que vinha a nossa direção do outro lado da rua. Ela correu e X se abaixou, pegou ela no colo e deu um abraço muito apertado. Caminhei até eles, enquanto simultaneamente eles caminhavam até mim, sorrindo. Decidimos ir tomar um café na loja ***, subimos todas as escadas rolantes para chegar no andar da cafeteria e sentamos em uma mesa com bancos altos. Levantei para me servir e todos os pratos tinham carne, e era carne humana e em muitos dos pratos a carne nao estava sequer cozida. Eu não estranhei muito, pois sabia que era natural algo assim. Apenas peguei uma água, quando voltei para a mesa X e nossa filha estavam comendo pedaços de corpo humano com as mãos. Depois de ter ficado meio aterrorizada, acabei comendo uns pedaços também.
festas e afinsli 05/12/2008  13:50
era festa de Natal, eu estava numa casa de praia com Z. Conversamos e perguntei sobre sua namorada, que chegaria nos próximos dias e então eu deveria sumir nesse período. dormíamos num sotão com muitos objetos da Russia. havia uma grande árvore de natal na sala. durante a noite de natal Z foi para o quintal da casa, assim como todos os vizinhos. as pessoas não nos reconheciam, mas Z foi dar oi para eles. Logo era carnaval e eu saí da casa, a namorada de Z estava para chegar. Minha amiga ML me convidou para entrar num bloco de carnaval para eu esquecer a rejeição. vestimos a fantasia, que eu não conseguia ver como era, mesmo usando-a. entramos num carro alegórico para desfilar pelas ruas. o nome do nosso bloco, que era conhecido por ser dos melhores, se chamava ‘salada de frutas‘ e nós estávamos dentro de um liquidificador gigante, com um líquido cor de rosa e doce. Percebi que muitas pessoas faziam xixi ali dentro. o carro parou, e nós tivemos que pular do liquidificador, de uma grande altura, para chegarmos ao salão do baile. entramo dançando, e o salão vazio, só com pessoas que se aglomeravam na porta de entrada. começamos a pular carnaval com grande animação. Perto do palco pude avistar o ‘homenageado‘ do evento, era um cara magricela, alto, vestido de zorro e cercado de sua corte, que ficavam o tempo todo sentados a nos observar. Logo, eu estava na casa de ML, ela me mostrava fotos dos seus 15 anos. Fomos para um hospital, um senhor simples era atendido por uma médica, que ao invés de olhar diretamente para o paciente, olhava através de uma webcam que cobria o seu rosto. Nesse consultório havia muitos equipamentos de alta tecnologia. ML decidiu roubar alguns, de brincadeira. Desconfiaram do roubo, mas o nosso plano (?) era tido como perfeito.
Paisagens.SL 05/12/2008  08:13
Eu andava de carro por uma estrada muito estranha, de um lado tinha mar, areia, algumas pessoas que ali se banhavam, e do outro lado da estrada tinham montanhas altas e nebulosas, cobertas com gelo. Eu não sentia nem frio nem calor e isso me incomodava. Eu pensava que essa estrada, em certo ponto, deveria ter uma bifurcação no qual fosse possível decidir: praia (verão) ou montanhas (inverno). Mas eu estava muito cansada, estava digiringo há muitos dias e a paisagem era a mesma. Eu não via nenhum posto de gasolina nem postos de polícia, não tinha para quem pedir informações.