aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum
Drömma Dreaming Logger
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flafi de esparguete
tanya 13/10/2007 04:29
Estava numa casa que poderia ser a minha casa em portugal, mas não era. Tinha escurecido e eu queria trancar a porta de trás. Aproximei-me da porta e vi que estava alguém lá fora sentado com um chapéu na cabeça e uma bola de futebol ou basquete na mão. Fiquei com medo e baixei-me rapidamente para que não me visse pela janela. Comecei a rodar a chave da porta para que essa pessoa não conseguisse entrar, mas depois rodava a maçaneta e verificava que a porta não tinha trancado! Rodei a chave inúmeras vezes, mas nunca conseguia trancar a porta. Quis fugir dali e segui caminho baixada, afastando-me pelo lado esquerdo. Quando me dei conta que já não podia ser vista, levantei-me e vi que noutra divisão da casa alguém passou a correr com algo embrulhado na mão. Dei a volta à casa para encontrar essa pessoa. Era a minha mãe. Estava com as nossas duas cadelas embrulhadas numa espécie de manta, que também poderia ser o próprio pêlo, bastante comprido, em forma de esparguete. Olhava a minha mãe que parecia estar a secar as cadelas, e queria contar-lhe porque estava com medo, mas não consegui.
surpresa
li 10/10/2007 14:11
Eu conversava com uma família, em uma casa grande, com grandes janelas. A campainha tocou, a dona da casa atendeu e pediu para eu olhar pela janela, enquanto uma pessoa entrava na casa, vindo em minha direção. Pela janela avistei umas 20 pessoas estacionando suas motos. Cada uma delas carregavam balões e esculturas de néon, cada uma com uma cor diferente, com o nome de M. A pessoa que entrou na casa, entregou-me uma bandeja cheia de cristais coloridos, e embaixo da bandeja, um lindo poema escrito por M, especialmente para mim.
Prefiro ser um avião
Hannap 09/10/2007 20:07
Estava nos fundos de uma casa (dos meus pais), deitado num colchão dormindo com a Tanya. Estávamos ao relento, encostados no muro. Já era dia, eu estava acordado e ela ainda dormia. Eu ouço o barulho de gente chegando em casa. É minha mãe com a família. Minha mãe vem toda sorridente até onde eu estou e pergunta com tom sarcástico: - Quem é essa? Maria Antonieta? Eu não respondo nada, ela se vai.
Ao meu lado existe um corredor que passa por trás da casa do vizinho. Resolvo ir por ali visitar meu amigo Lúcio, que mora nos fundos de uma casa próxima. Passo pelo corredor, há muita gente nele. Chego na casa, lotada de gente. Conheço algumas das pessoas que estão ali. Cumprimento um homem. Ele está mais velho desde a última vez que eu o vi. Pergunto se ele se lembra de mim e ele assente que sim.
Nesta casa está a Tati. Ela está rodeada de "chicos guapos" que tentam seduzir-la. Muitos velhinhos sentados pela casa. Cumprimentos todos porque quero ir ver meu amigo Lúcio que mora nos fundos. Cumprimento finalmente a dona da casa, perto da porta.
Nisso aparece um suposto amigo meu (de codinome "Japa"), um cara forte de aparelho nos dentes e fala prejudicada e praticante de taekwondo. Ele vem falando ao telefone e ao mesmo tempo comigo. Ele me diz: - Quer dizer que tu anda ganhando torneios de taekwondo e nem me conta nada? Eu lhe digo que não, mas ele não dá muita bola pois está ao telefone.
Resolvo sair para finalmente ver meu amigo. Dou a volta na casa, chego ao jardim e ouço que o Japa vem atrás querendo conversar.
Ele agora está furioso e se transforma num cachorro gigante, preto, do tamanho de um cavalo, só que mais pesado. Um dos rapazes guapos também se transforma em um cachorro do mesmo tamanho, só que branco. Tenho medo, eles querem me morder. Vejo uma árvore e calculo que se me penduro em um dos galhos eles não me alcançarão.
Dito e feito. Penduro-me no galho e os cachorros saltam um de cada vez para morder-me. A cada salto eu recolho as pernas fazendo uma flexão abdominal. Penso: - Como vou sair daqui? Não tem como.
Fecho os olhos e imagino que sou um avião e que desligo o motor e começo a cair em queda livre. O céu é dividido por duas nuvens horizontais e tem 3 tons de azul diferentes que vão do mais escuro ao mais claro.
desproporção
li 09/10/2007 09:40
Na universidade havia um único computar para todos os alunos usarem. O monitor era de madeira e havia uma fila imensa de alunos, para usá-lo. Tive dificuldade em escrever um texto e fui embora. Encontrei minha amiga I e saímos juntas. Descemos da sala por escadas estreitas. Em um degrau tinha uma caixa com plantas, onde eu pisei, destruindo todas as plantas e sujando minhas botas com terra e lama. Uma senhora, muito velha, caminhava pela rua, ela tinha uma cabeça muito pequena, do tamanho de uma bola de ping-pong com rosto muito enrugado. Em uma esquina separei-me de I e fui para casa. Ao atravessar a rua vi que um gigantesco porco cor-de-rosa bloqueava o trânsito. Procurei minha câmera fotográfica, na minha bolsa, para fotografar a insólita situação. Quando encontrei a máquina fotográfica, a avenida tinha se transformado em um agitado mar. O porco gigante flutuava, seguindo a direção da correnteza.
Areia Movediça
Jonas Almeida 08/10/2007 21:21
Sonhei que estava a andar em um deserto muito arenoso... Depois de muitas horas a andar, com o sol na cabeça, o suor escorrendo pela testa, avistei um oásis. Fui correndo em direção a ele, como se tivesse encontrado o caminho de casa. A medida que fui me aproximando, dores de cabeça me dominaram e aos poucos notei que era uma miragem. Foi então, que percebi que o local do oásis, o qual eu estava de pé sobre, era uma grande poça de areia movediça. Começei a escorregar, tentar correr, mas a areia me engolia aos poucos... Parecia que no interior do bloco de areia haviam algumas partes mais rígidos, mas elas se desfaziam logo que eu pisava sobre elas ao tentar impulsioná-las para andar para frente. E nessa briga eu fui afundando aos poucos, e então, quando meus braços estavam cobertos e eu estava apenas com a face suficientemente exposta para respirar, senti uma umidade na areia. Uma coisa gelada começou a envolver meu corpo dentro daquela poça arenosa e densa. Senti uma espécie de líquido percorrer a superfície da minha pele, um líquido meio lubrificante, meio oleoso, mas ainda sim gelado. Foi então que deixei de sentir a sensação de grãos de areias sobre a pele e me sentí nú e oleoso. Mas mesmo assim, sentia meu corpo estático e bloqueado como se estivesse preso na areia movediça ainda. Aliviado com aquela sensação mais confortável, porém com medo do que estava acontecendo, fui surpreendido por toques subterrâneos. Membros começaram a me estimular e a me penetrar debaixo da terra. Várias mãos passavam sobre meu corpo, minha virilha, minhas coxas, minha barriga. Já nem sentia o volume ou posição do meu pênis de tantas variações sexuais que eram feitas em sequência com ele. Meu ânus havia virado playground. Acordei intimamente desonrado com a situação constrangedora, e até hoje, tenho medo de ir à praia e não gosto de areia molhada.
bora
li 06/10/2007 13:32
Cheguei a um aeroporto para encontrar meu ex-marido. Não tinha a mínima idéia do motivo de estar indo encontrar ele. Fui recebida friamente e seguimos para a casa que ele estava morando. No caminho, percebi que estávamos nos EUA, em uma cidade muito feia, ao norte do país. Comecei a reclamar de estar ali e pedia para voltar ao Brasil ou a qualquer outro país. Chegamos a um alojamento de estudantes, onde ficava sua casa. Ele me apresentou seus novos amigos e amigas e eu detestei todos eles, pois só falavam besteiras. Eu não conseguia me interessar por nada daquele lugar e daquelas pessoas, só pensava em voltar para outro lugar. Atravessamos um longo salão, onde acontecia uma festa de adolescentes. A festa era muito chata, muito iluminada e tocava uma música horrível. Encontrei, no meio dos adolescentes, dois senhores que eram tenores e fiquei feliz. Começamos a conversar e pedi para eles cantarem alguma ópera do Perotin. Eles não cantaram, alegando que Perotin era ‘demais‘ para eles. Meu ex-marido seguia caminhando na minha frente. Eu queria trocar os sapatos, procurava em uma mala cheia de sapatos, pois queria calçar um par de sapatos vermelho.
e daí?
chuazinha 06/10/2007 12:28
O que eu lembro do sonho é bem pouco e recortado:
Tava numa sala enorme redonda com muitas janelas e cadeiras. Era aluna e participava tb da organização da escola (?). O diretor era um cara muito gordo. Recebi um trabalho escrito meu de volta com nota 1, cheios de correções escritas "e daí?", muitos mesmo, a cada quatro linhas, como se nada que eu falasse tivesse importância.
coelhos na cabeça
li 05/10/2007 14:57
Era noite e vi dois coelhos recém nascidos pulando no chão. Algumas crianças vieram até mim e falaram que uma coelha tinha dado cria a muitos coelhinhos. Sentada em uma poltrona, muitos coelhinhos começaram a pular em cima de mim. Quando percebi todos eles estavam em minha cabeça, cobrindo-a por inteiro. Sentia medo mas ao mesmo tempo tive uma boa sensação em todo meu corpo
casa da Vó
xandre 05/10/2007 08:01
Estava dormindo na casa da minha avó quando acordei eu vi meu tio Carlos indo ate um quarto entrei para ver o que era vi um monte de passarinhos um grande gaiolão com vários periquitos.
Depois vi meu tio João passar com dois pinicos na mão brigando com meu primo Rafael dizendo que queria ir ao banheiro.
Na sala estava minha vó e minha mãe conversando sobre dinheiro.
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