sircheese 04/08/2008 13:35
Estava na recepção da empresa onde trabalho, ninguém parecia querer trabalhar, estava uma bagunça, todo mundo conversando alto e rindo como gralhas, olhavam pra mim e parecia que eu era só mais um motivo pra rirem.
Do nada um dos donos chegou, todo mundo correu para os seus lugares como alunos de ginásio na volta do recreio, quando entrava o professor.
Eles disfarçavam um pouco, mas ainda tinham um sorriso sarcástico nada discreto no rosto. O chefe entrou bem rápido, cumprimentou todos com um aceno e foi logo em direção à escada que leva até sua sala, enquanto ele passava por mim, eu via, um tanto quanto chateado, a ansiedade de todos em voltar a fazer algazarra.
O meu pai é o tal dono.
Nesse mesmo dia, tentei observar sinais de farra quando cheguei, de manhã. Tudo parecia bem normal!
carnesli 04/08/2008 12:44
caminhando num parque, que ficava embaixo de alguns viadutos, eu encontrava algumas pessoas que seriam protagonistas de uma nova novela. Eram meus conhecidos, mas elas tinham se transformado em pessoas meio bonecos, feitos de carne moída podre. Uma menina, de carne moída, estava sentada em um banco. Ela fumava um cigarro e conversava com outra pessoa de carne moída podre. Percebi que pessoas ‘feitas‘ de carne moída podre tinham seus movimentos limitados, pareciam se mover em câmera lenta.
Entrei em um restaurante que meu tio tinha montado, eu ia jantar com meu ex-ex namorado. Ele preparou carnes, um dos tipos se chamava ‘canhas‘ e parecia bom, mesmo sabendo que era carne de baixa qualidade. Íamos comer num quarto, improvisei uma mesa montando uma máquina de costura. Uma parte do quarto não tinha uma parede e dava para o mar, de onde eu via tubarões nadando.
Maurice Bourgue em São Pauloalho 04/08/2008 05:39
Eu estava assistindo mais uma aula do Maurice Bourgue. Estavam todos da classe e eu, de espectador.
A aula se dava assim:
Cada um tinha seu oboé montado e o carregava consigo, além de suas coisas pessoais, bolsas, mochicas, etc. Íamos andando por todo o centro de São Paulo e quando chegávamos em um lugar importante, parávamos e alguém tocava.
Ele carregava uma mochila nas costas, seu oboé e um toca-discos pequeno e nas suas paradas - onde sempre discorria sobre cada lugar e sua devida importância e/ou história - intercalava: ora alguém tocava, ora ele colocava uma gravação importante para qeu escutásemos. O centro de São Paulo é muito grande e não tinha alunos suficientes para cada ponto importante, no centro.
Quando paramos na rua São João, enquanto o Ivan tocava, ele me disse: « Je vais t‘écouter mais tu doit aller jusqu‘à ….. » então eu fui embora, afim de chegar antes neste lugar.
Os encontrei na padaria Maria Paula que fica na rua Maria Paula, só que a rua se chamava « Rua Pequetita ». Então, sentamos e pedimos, cada um, um suco ou vitamina de nossa preferência.
loirosli 03/08/2008 18:49
procurava por uma sala de aula onde eu faria provas em uma universidade. a numeração das salas não era coerente e eu corria para não me atrasar. entrei numa casa de estudantes, todas adolescentes loiras, e um bebê. Eu e uma amiga fomos no supermercado com o bebê, uma menina loira. o supermercado era pequeno, mas com muitos andares, mas ao invés de ter escadas havia rampas para subir. subimos até o último andar, onde havia uma placa indicando a gerência do estabelecimento. Descemos e com os carrinho, de bebê e supermercado, as rampas eram um exercício de força para nós. Em outra casa, eu tinha um namorado loiro, com barba e cabelos longos e lisos, de poucas palavras. Ele tinha uma filhinha, que eu ajudava a cuidar. Tínhamos que ter o cuidado de transar no banheiro para a menina não nos ver.
Festa da VingançaSL 02/08/2008 17:52
Era uma cidade distante de todas as outras cidades do estado, ela era auto-suficiente, tinha vida própria, sua própria agricultura, etc, etc, etc. Mas a cidade tinha muitas tribos urbanas que se desentendiam facilmente. Eram verdadeiras rivais. X era uma das poucas pessoas pacifistas do local que ninguém odiava e que conseguia manter uma imagem limpa e status zerado. Eu recentemente havia me juntado ao grupo das meninas patricinhas do local, que se maquiagem e usavam sainhas curtinhas com scarpim. Eu estava com elas mas sabia que tudo aquilo era muito fútil e que na verdade elas não se importavam comigo. Em certa altura eu corria risco de vida, pesosas de outras tribos me mandavam cartas anonimas dizendo que iam me matar. Certa noite duas meninas da minha tribo sairam para caminhar, e a cidade não tinha eletricidade u suficiente para iluminar todas as ruas. Eu fiquei caminhando pelas ruas sem um destino, quando vejo uma delas que me ignora prontamente a passar reto por mim. Penso que é por causa da escuridão do lugar, mas não é. Vou atrás dela e falo mal dela e de todas do grupo. Ela chama o seu pai e pede ao pai que a leve até a casa de uma das componentes do grupo para contar as minhas maledicencias e dar introdução de me excluír da comunidade. Encontrei sem querer Y e X. Não sabia que elas eram amigas. Entramos nós três no banho e X estava nitidamente sem paciencia para me ver e falar comigo. Enquanto tomávamos banho conversavámos rapidamente sobre a minha situação e o meu perigo de vida. Elas passavam shampoo no cabelo e eu disse que não ia usar. Me olharam torto. Depois do banho elas foram se secar e se vestir e eu continuei no banho, pensando se passava shampoo ou condicionar. A casa de X era um barracão muito mal cuidado. X havia também publicado uma revista que era distribuida mensalmente sobre os acontecimentos do vilarejo, e eu havia dado a idéia de fazermos uma festa chamada "Festa da Vingança", que no caso seria apenas para as tribos se conciliarem. A revista foi publicada com este título e o meu nome em baixo, um texto explicando que a idéia era minha. No dia seguinte X me encontrou e disse que eu estava sendo odiada por todo mundo, que havia sido uma péssima idéia. Depois em uma grande estrada aonde nas beiradas haviam grandes lagos, havia uma grande concentração de pessoas e eu estava chegando lá com Y, X e D. Pedi a D que me emprestasse seu casaco pois eu estava com uma blusa branca sem sutian e meus seios estavam aparecendo. A medida que fomos nos aproximando das pessoas, um homem com uma enorme vara de pescar pisou no meu pé e pediu desculpas.
alho 02/08/2008 08:01
Sonhei que andava de bicicleta por genebra. Era bem tarde da noite.
Eu estava perto do lago e tinham muitos bares por ali e, pela rua, algumas barracas de lona branca que tinham formatos de circos pequenos.
Eu tinha que acordar muito cedo para levar uma lona que eu emprestava todo dia para alguém que a usava em sua barraca.mas no chão.
Quando estava atravessando uma das pontes do lago para vltar para casa, encontrei uma menina muito pequena e cega que tocava clariente.
Ela me contava que estava estudando a peça do Isang Yun há muitos meses, tantos quanto quando ela aprendeu, há muitos anos atras, o concerto de Mozart, e por isso decidiu mudar de professor.
Ela agora, tinha uma professora que ia conseguir ensinar esta peça a ela, em muito menos tempo do que o seu antigo professor e estava muio contente com isso.
A professora nova também era muito pequena e a menina contava que, agora que elas sempre andavam juntas, todo mundo as perguntava se eram irmãs.
A menina morava com um velhinho muito magrinho.
Um dia, ela estava deitada em sua cama e tinham dois gatos, um grande e um bem pequeno, andando pelo teto atras de um rato que era do tamanho do gato menor.
Ela escutava que tinha um rato e perguntava pro velhinho o que era aquilo.
Ele respondia: Reste tranquille ma petite, ills faisant rien.
E, de repente, os três se encontravam, os gatos chegavam cada vez mais perto do rato, o pequeno na frente e o grande atras, muito lentamente, e o rato ia de encontro com eles, como se também estivesse à caça dos gatos.
Por fim, eles chegavam a uma distancia tal, que algo tinha que acontecer e a menina, sempre tremendo em sua cama e com medo, seus olhos iam de um lado para outro, como se buscassem começar a enxergar o desespero e a tensão que ali existia.
Ela sentia a tensão que alie existia.
O rato, de repente, sumiu.
sircheese 30/07/2008 09:39
Estava com alguns amigos em um bar, próximo aos bares que normalmente frequento, porém, não era nenhum dos que eu conhecia, alguns amigos meus estavam comigo, era noite, mas as vezes batia alguns raios de sol.
O motivo de estarmos lá era para assistir algum jogo de futebol. Parecia ser uma partida importante, não digo uma final de campeonato, mas provavelmente um clássico entre equipes grandes e muito rivais.
Eu não sei bem quem estava lá comigo e nada era perfeitamente claro, sei que já estava quase no final do jogo e eu tinha que ir buscar minha namorada em algum lugar próximo, afinal, eu nunca vou muito longe a pé.
Saí, era noite, ela já estava comigo e descíamos a rua dos bares, estávamos indo para um outro ali nas proximidades, este sim, um velho bar que eu sempre frequento.
Conosco vinha o Z, amigo da mãe da minha namorada. O Z é gay assumido! Sem problemas, não sou um cara que nutre preconceitos, só que o Z estava chegando perto demais de mim e sua mão parecia querer me tocar a qualquer momento. Minha namorada não percebia! Fiquei constrangido e um pouco ofendido com tudo aquilo, acho que mereço, no mínimo, o mesmo respeito que dedico aos outros.
Durante o caminho começaram a aparecer muitas pessoas, umas no mesmo sentido nosso da rua, outras subindo a rua, todas na mesma calçada. Das pessoas que estavam vindo de frente para nós, reconheci algumas, mas na maioria eram vultos. Uma dessas pessoas era a prima de minha namorada, ela estava maquiada e parecia bem alegre, parou para conversar conosco e foi embora, parecia que estava atrasada. Logo uns três passos depois cruzamos com ela novamente, mas ela estava mais bonita, mais natural, sem maquiagem (sempre acho que ela esta estranha quando se maquia) mas não parecia muito contente, estava com ar de cansada, ela disse algo para nós mas eu não ouvi.
Num piscar de olhos e já estávamos sentados no bar. No de sempre, era final de tarde, o sol ainda estava meio forte. Alguns dos meus amigos que estavam no outro bar também estavam nesse, haviam outros, mas eram vultos. Eu estava preocupado em comunicar todo mundo que agora estávamos em outro bar, segurava o celular, mas não sabia quem eram as pessoas que ainda estavam no outro bar. Todo mundo ficava rindo de mim e eu não entendia direito, afinal eu estava preocupado. Daí eles disseram que não tinha mais ninguém lá no outro bar, que estavam todos ali conosco.
Brian de PalmaSL 29/07/2008 16:13
Meu avô tinha uma loja de especiarias locais na cidade de Paraty. O negocio dele tinha cadeiras na rua para as pessoas se sentarem e fazerem lanches também. Fui na casa dele, ele tinha vários dvds em uma estante. Lembro de ter visto o dvd do Titanic e muitos dvds do Brian de Palma. Fiquei surpresa.
sircheese 29/07/2008 14:52
Era um grupo de pessoas, acho que eram meus amigos. Só reconheci uns 2.
O lugar parecia familiar, era um hospital! Hospitais não deveriam me ser familiares!!!
Eu guiava todo mundo, parecia estar apresentando o lugar para eles.
Era tudo novo feito com os mais nobres materiais e pedras, desde o piso até as paredes e
acabamentos. Nitidamente era um local de boa frequencia, por todo lado tinha gente.
Todo mundo ficava maravilhado com o lugar, só que, numa saída lateral do lugar, havia uma grande
rampa, bem larga, como a de um estacionamento de shopping. A rampa não era muito íngreme,
pelo contrário, mas era muito escorregadia e todo mundo que descia tinha que criar forma
alternativa para não cair no chão. Uns desciam de peito, outros de bunda, alguns nem tinham
coragem e mudaram de rota, já outros eram mais audaciosos e desciam de pé, como surfistas e,
desses aí, vários cairam!
ProblemasSL 26/07/2008 03:06
Eu estava em um campo de guerra, fazia muito frio e havia muita fumaça e nevoeiro no lugar. Eu pegava X e colocava-o na minha frente para não ser atingida pelas balas. Mas no fundo eu sabia que X não era o meu verdadeiro escudo mas sim apenas um bode expiratório para fugir dos meus problemas.