Estava numa outra cidade e num apartamento novo do meu pai. Num quarto estava meu irmão, seu filho e esposa, era um quarto que eles dormiam na sacada, e eu fui fechar os vidros pq havia ladroes loucos e perigosos lá fora. Meu sobrinho quase caía da cama e eles dormiam. Minha filha estava com minha irmã em algum lugar do prédio, era madrugada e eu saí para fora. De repente o prédio começou a pegar fogo. Chamei vizinhos e eles traziam latas de água. Desesperada fui atrás da minha filha, encontrei minha irmã e outras crianças e vizinhos no pátio interno do prédio, sentados numa escada no meio da fumaça e falei que deveriam sair para não respirar a fumaça e ninguém saía. Corri procurando minha filha e não encontrava, parecia que eu ia explodir de tensão, enquanto não a encontrava.
Dirigível / Lua•
Sonhei que havia mudado pra uma casa no interior com a minha família e ficava super feliz por ter finalmente saído de São Paulo. As residências dos vizinhos eram um pouco afastadas umas das outras e os terrenos eram bem planos.
Pela janela do meu quarto, eu via flutuando no céu nublado um dirigível imenso que cobria o bairro todo com um guindaste acoplado embaixo. Dava pra ver que era algo muito importante, porque flutuando próximo a ele, havia uma nave preta que era base do governo, forças especiais ou algo assim.
Observando o dirigível, eu avistava uma corda pendurada nele e ficava imaginando como seria me enforcar lá. Apesar dele estar um pouco distante e absurdamente alto comparado a janela do meu quarto, a corda aparecia em minhas mãos. Eu achava legal estar segurando ela e começava a balançar bem forte pra ver se conseguia fazer o dirigível mexer. Eu sabia que isso daria problema, mas mesmo assim continuava balançando. Estava tudo muito divertido até que eu ouvi um barulho de vento, como o do ar que sai de uma bexiga, só que bem mais alto.
Nessa hora eu congelei e pensei "puta merda, não acredito que eu estourei o dirigível... Mas não vão saber que fui eu porque pode ter sido qualquer um já que ele cobre todo o bairro."
Eu descia correndo pelas escadas pra sair de casa e ver melhor o dirigível murchando. A vizinhança toda já estava na rua em desespero e a base flutuante preta deixava seu posto, o que também era meio preocupante. Eu via a corda dele mais uma vez e a pegava, puxando-o pra mim enquanto o mesmo caia.
Quanto mais perto de mim, menor o dirigível ficava, até que consegui pegá-lo com as próprias mãos e dobrá-lo ao meio como um pedaço de lona qualquer.
Um carro chegava e dele desciam os homens importantes que estavam na base preta flutuante. Ao se aproximarem de mim, eu via que eles eram personagens do desenho dos Simpsons.
Amanhecia e eu Estava nas proximidades do hotel Itaimbé, em Santa Maria e ia encontrar a prima MA. Ela chegou com seu irmão IA, que havia retornado dos EUA. SAÍMOS em duas motos para passear e a cidade era outra, suja e baguncada, com arquitetura feia. Chegamos numa rua de chão batido e casas pequenas e mal feitas, , encontrei GAB e ele perguntou quando iriam visita-lo nos EUA, e lembrei que eu viajaria, com a prima, nos próximos dias e falei isso. GAB respondeu que nesse período não estaria lá. Logo IA resolveu começar a arrumar a cidade, pavimentou parte da estrada e na subida fez uma escadaria, e me ensinava uma técnica de fazer o corrimão. Fiz o corrimão com um tecido em tela, sem entender o porquê desse material. Logo MA estava junto com sua mãe e outros irmãos, e preparava uma cama de travesseiros brancos porque IA havia falecido.
Caderno molhado / li•
Eu estava na beira do mar com minha filha, de repente a lua apareceu, muito grande e iluminada, era linda. Comíamos pipoca e ao terminar minha filha jogou o prato no mar, falei que isso não era adequado de fazer e tentei recolher, mas as ondas levaram. Logo adiante o mar subiu e a sondar levaram o caderno e canetas deixados pelo meu marido. Corri e consegui recuperar o caderno, ainda que molhado. Estávamos num quarto de hotel, andar térreo, com portas antigas que davam diretamente para a calçada. Acordamos e íamos nos arrumar, felizes para logo passearmos.
Deus dos deuses / dmtr•
Sonhei que chegava em um lugar muito interessante onde haviam sete argolinhas de vidro jateado, furadas no meio com um led. eram arranjadas sendo duas na esquerda empilhadas e cinco na direita, como num grid.
Sabia que estavam ali ha milhares de anos, intactas, mexia nelas e desarrumava, ficava tentando deixar o mais intacto possível.
e elas transmitiam telepáticamente uma oração dos tempos imemoriais
Deus dos deuses
Aceita tua crenca em mim
Assim como eu aceito minha crençaa em ti
E era algo a ver com o fato que fomos criados por uma realidade virtual por um ser humano que nos criou sem querer "à sua imagem e semelhança" em um experimento parecido com o CERN. Uma palestra / li•
Era à tardinha, mas com ar da manhã e eu e minha mãe íamos no Clubr Dores para uma grande palestra sobre fisioterapia. Caminhamos e na nossa frente caminhava RP sem sapatos e sua mãe, e ele falava coisas sobre a surpresa em me rever ali. Cheguei lá e o salão estava lotado, e logo meu médico CK falava ao público e eu perguntava sobre meu caso é ele falava muito, quando percebi que todos estavam sabendo do meu problema particular. Logo, ele sentou ao meu lado e começamos a consumir outro palestrante, e de repente nós fazíamos carinhos. Pensei que talvez fosse assédio, mas eu gostava do carinho e da situação. O palestrante demorava para começar a falar e sentamos menina fileira de cadeiras na frente do palco, onde logo chegou um garçom e perguntou se queríamos cachaça ou espumante. Eu pedi espumante e fui servida em um copo grande de refrigerante.
Frio na praia / li•
Cheguei no prédio de ACA e entrei no seu apartamento, os filhos estavam brincando perto e ela me disse que estava solteira. Saímos e caminhamos pela avenida beira-mar de capão da canoa. Na frente do bar Onda, encontramos MD, RCA e outras colegas de escola. Resolvemos caminhar na beira da praia, tirei os sapatos e na areia senti a água muito fria.
Crocs / Avê•
Sonhei que era legal usar crocs e eu usava um crocs rosa shock com uma roupa preta. Eu usava ele e fugia de um assassino. Saltei de uma tirolesa, voei sobre a cidade e me senti muito esperta.
Meu corpo profanando / Avê•
Sonhei que eu tava ficando com N e senti que saiu de mim uma gosma fértil, eu passei a mão e fui ver o que saiu e era uma gosma que parecia uma placenta com uma imagem. Eu achei muito bonita a imagem. Não consigo lembrar o que era, mas tenho a sensação de que era um quadro da Santa Ceia em tons avermelhados. Eu ficava mostrando pras pessoas orgulhosa do que tinha saído de mim.
Estranha manhã / li•
Era verão e eu estava no meu apartamento e acordei e VK estava deitada no meu lado. Nos abraçamos e perguntei onde estava o bebê na sua barriga, e ela me mostrou que estava mais ao lado da barriga. Sentíamos como um grande amor, uma pela outro. Na outra parte do apartamento nossos maridos faziam suas coisas normalmente.