Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
cachorro por dentroli 07/12/2007  23:54
Amanhecia. Eu estava menstruada e sem absorvente, deitada no chão da varanda, na casa da minha avó. Um cachorro preto sentia o cheiro do meu sangue e se aproximava de mim. Arrastei-me lentamente pelo chão gelado procurando abrigo. Quando me levantei, caminhei pela cozinha, acompanhada de vários amigos e familiares. Percebi que o cachorro tinha entrado para dentro do meu corpo. Sentia gosto de pêlo na minha boca, sentia um peso dentro de mim. Cada movimento do cachorro, dentro de mim, trazia uma sensação de desconforto e pânico. Cumprimentava as pessoas, quando senti que minha gengiva e dentes eram do cão. Comecei a falar sem mostrar os dentes pontiagudos, do cão, na minha boca. Não sabia como tirar o cachorro de dentro do meu corpo. Sentei em um canto da cozinha, na casa de uma tia, e aos poucos ia arrancando pedaços de gengiva e de dentes do cão, de dentro da minha boca. Eu arrancava pedaços grandes, e atirava-os para baixo do armário. Não tinha coragem de olhar para aquelas partes da mucosa do cão, que por algum tempo pertenceram ao meu corpo. Quando arranquei toda a arcada do animal, da minha boca, senti que o animal estava morrendo dentro de mim. O cachorro se encolhia dentro do meu corpo, fazendo peso e causando dor no lado esquerdo do meu abdômen.
CríticaShima 07/12/2007  16:01
CríticaEstava eu a abertura da minha primeira individual quando um crítico de arte invadiu a galeria e chegou gritando na minha cara de que meus trabalhos não valiam nada, de que eu deveria trocar de profissão e que eu valeria mais como pincel do que como quadro, mas de uma forma bem polida e educada. Perguntei a ele se ele queria mais champagne, e prontamente pegou a taça da minha mão e jogou num dos quados que eu tinha vendido. O quadro começou a mudar de cor e o comprador começou a chorar, dizendo que aquilo era uma obra prima que estava se formando aos olhos dele, e aos prantos coletava as lágrimas com a taça de champagne, e o líquido dentro ficava vermelho. O crítico ficou abismado e pediu para que ninguém mais jogasse champagne nos quadros, mas era tarde, as pessoas conversavam e cuspiam sem querer champagne nos quadros, revelando outro tipo de pintura, pois as cores mudavam o tempo todo, parecendo proteção de tela, e muitos vieram com dinheiro na mão querendo comprar os quadros, e o crítico ficou vermelho de raiva até que derreteu, fazendo um grande buraco no chão, de onde saíam brasas quentes e um cheiro de churrasco com cabelo queimado.
thiagofer 06/12/2007  13:22
eu estava na casa de um cara que só conheço pela internet, no sonho ele morava numa baita casa, estavamos sentados no jardim localizado nos fundos da casa onde tinha uma enorme piscina, quando de repente chega a namorada dele voando numa vassoura como uma bruxa, ela era horrivel e muito chata, neste meio tempo cheou os pais dele em casa e começaram a brigar comigo e defender a namorada megera, coemçaram a me chingar do tipo que eu era muito safada por estar ali com um cara que tinha namorada, ate ele ficou contra mim!! aí eu fui embora puta da cara!!!
Sem roupas para o natalAdi 06/12/2007  12:06
Eu nao tinha roupas para usar no natal entao eu sai por ai procurando lojas ....comprei um monte de coisas legais mas acordei e nao tinha nada...

Ah coisa chata
skate raybanags 05/12/2007  20:01
skate raybansoñé que dimi tenía unos rayban que se transformaban en un skate chiquitín, practicamente del tamaño de los lentes, pero el andaba normalmente, se sacaba los lentes, los cerraba y se subía en su skate.
li 05/12/2007  15:12
Bati na casa de P, sua mãe abriu a porta e mandou-me subir no seu quarto. Chegando lá, P me deu de presente uma saia de camurça. Lembrei que nós não éramos mais amigas e voltei para casa, deixando a saia. Atravessei a rua e vi dois ursos na calçada. Entrei em um prédio o porteiro pediu para que eu entrasse pela porta ao lado, onde era um banheiro pequeno, todo em mármore preto.
Sem títuloSL 05/12/2007  13:39
Sonhei que eu estava em um pedaço da cidade muito longe da minha casa e bastante diferente e que X me seguia. Eu procurar o meu cabelereiro que morava nesse canto da cidade e ele havia morrido. Depois de receber a notícia pela dona do salão de beleza em que ele trabalhava, sai a vagar pela rua. E X vinha atrás de mim. Decidi falar com ela, e começamos a conversar. Vi que ela escondia um gravador em sua bolsa. Peguei o gravador da bolsa dela e começei a fazer muitas perguntas, pq ela me seguia? quantas vezes? o que queria? etc. Fomos jantar no Mcdonald‘s e X me mostrou sua vagina, disse que havia depilado tudo. Colocou o dedo ali e o chupou depois. Nós começamos a nos beijar e no fim ela confessou que amava Y ainda.
1008saborga 03/12/2007  09:17
1008morávamos no vidigal, mas não era uma favela e sim um ambiente bem rural com plantação de cana de açúcar. Era uma casa bem simples mas super confortável com uma vista linda. Eu e bru távamos indo em direção ao leblon e um garoto de uns 11 anos moreninho estava em cima de um tronco de árvore segurando num outro caule novinho que nascina naquele tronco. E sinalizava para a gente que aquele caule valia muito. Não trocamos nenhuma palavra. O menino fez sinal com a mão e o bruno entendeu que conseguiríamos quinhentos e pouco naquele caule, o menino fez que nao com a cabeça e escreveu 1008 no tronco grosso o bru ficou surpreso e sinalizou que íamos querer. Então o menino pegou um facão e cortou o caule verdinho e depois a própria perna direita ficando perneta. Ficamos chocados, mui impressionados com aquilo. Um homem mais velho de bigode grisalho (parecido com Jackson Antunes) estava em cima de uma outra árvore empurrou o "tronquinho" do menino com a maior naturalidade para ele terminar de morrer. Corta.

Eu morava em um lugar perto do centro da cidade meio Sta Tereza e dividia a casa que era antiga e parecia um cortiço era meio escura.

Numa praça eu jogava capoeira com um professor das antigas. Um mulato grande sarado.

Acordei com um tucano grande na janela. Ele segurava uma semente grande que tenho certeza que era uma das "minhas" sementes!
bocali 02/12/2007  22:45
bocaao entrar em casa, caiu da parede minha imitação da ‘Boca della Veritá‘, italiana. juntei os cacos, aos prantos.
Um passeio de camelo em busca de uma pizza barataHannap 01/12/2007  07:36
Eu morava com minha família toda, numa casa de dois andares, numa esquina. A cidade era Torres. O pai e a mãe sairam e deixaram a gente sozinhos. A Juliana teve fome e queria comer pizza. Havia uma pizzaria em frente da nossa casa. Mas ela queria comer uma mais barata. Subimos no nosso transporte. Era um camelo que às vezes virava um elefante. Dava vergonha de sair com ela, montando num animal, mas eu gostava do bichinho. A Ju foi "dirigindo" e passamos por cima de jardins, cercas, calçadas. Demos uma volta em toda a cidade e destruímos bastante coisa. No final encontramos uma pizzaria barata. Ela ficava detrás de nossa casa e abastecia a pizzaria cara que ficava em frente.