Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
desproporçãoli 09/10/2007  09:40
Na universidade havia um único computar para todos os alunos usarem. O monitor era de madeira e havia uma fila imensa de alunos, para usá-lo. Tive dificuldade em escrever um texto e fui embora. Encontrei minha amiga I e saímos juntas. Descemos da sala por escadas estreitas. Em um degrau tinha uma caixa com plantas, onde eu pisei, destruindo todas as plantas e sujando minhas botas com terra e lama. Uma senhora, muito velha, caminhava pela rua, ela tinha uma cabeça muito pequena, do tamanho de uma bola de ping-pong com rosto muito enrugado. Em uma esquina separei-me de I e fui para casa. Ao atravessar a rua vi que um gigantesco porco cor-de-rosa bloqueava o trânsito. Procurei minha câmera fotográfica, na minha bolsa, para fotografar a insólita situação. Quando encontrei a máquina fotográfica, a avenida tinha se transformado em um agitado mar. O porco gigante flutuava, seguindo a direção da correnteza.
Areia MovediçaJonas Almeida 08/10/2007  21:21
Areia MovediçaSonhei que estava a andar em um deserto muito arenoso... Depois de muitas horas a andar, com o sol na cabeça, o suor escorrendo pela testa, avistei um oásis. Fui correndo em direção a ele, como se tivesse encontrado o caminho de casa. A medida que fui me aproximando, dores de cabeça me dominaram e aos poucos notei que era uma miragem. Foi então, que percebi que o local do oásis, o qual eu estava de pé sobre, era uma grande poça de areia movediça. Começei a escorregar, tentar correr, mas a areia me engolia aos poucos... Parecia que no interior do bloco de areia haviam algumas partes mais rígidos, mas elas se desfaziam logo que eu pisava sobre elas ao tentar impulsioná-las para andar para frente. E nessa briga eu fui afundando aos poucos, e então, quando meus braços estavam cobertos e eu estava apenas com a face suficientemente exposta para respirar, senti uma umidade na areia. Uma coisa gelada começou a envolver meu corpo dentro daquela poça arenosa e densa. Senti uma espécie de líquido percorrer a superfície da minha pele, um líquido meio lubrificante, meio oleoso, mas ainda sim gelado. Foi então que deixei de sentir a sensação de grãos de areias sobre a pele e me sentí nú e oleoso. Mas mesmo assim, sentia meu corpo estático e bloqueado como se estivesse preso na areia movediça ainda. Aliviado com aquela sensação mais confortável, porém com medo do que estava acontecendo, fui surpreendido por toques subterrâneos. Membros começaram a me estimular e a me penetrar debaixo da terra. Várias mãos passavam sobre meu corpo, minha virilha, minhas coxas, minha barriga. Já nem sentia o volume ou posição do meu pênis de tantas variações sexuais que eram feitas em sequência com ele. Meu ânus havia virado playground. Acordei intimamente desonrado com a situação constrangedora, e até hoje, tenho medo de ir à praia e não gosto de areia molhada.
borali 06/10/2007  13:32
Cheguei a um aeroporto para encontrar meu ex-marido. Não tinha a mínima idéia do motivo de estar indo encontrar ele. Fui recebida friamente e seguimos para a casa que ele estava morando. No caminho, percebi que estávamos nos EUA, em uma cidade muito feia, ao norte do país. Comecei a reclamar de estar ali e pedia para voltar ao Brasil ou a qualquer outro país. Chegamos a um alojamento de estudantes, onde ficava sua casa. Ele me apresentou seus novos amigos e amigas e eu detestei todos eles, pois só falavam besteiras. Eu não conseguia me interessar por nada daquele lugar e daquelas pessoas, só pensava em voltar para outro lugar. Atravessamos um longo salão, onde acontecia uma festa de adolescentes. A festa era muito chata, muito iluminada e tocava uma música horrível. Encontrei, no meio dos adolescentes, dois senhores que eram tenores e fiquei feliz. Começamos a conversar e pedi para eles cantarem alguma ópera do Perotin. Eles não cantaram, alegando que Perotin era ‘demais‘ para eles. Meu ex-marido seguia caminhando na minha frente. Eu queria trocar os sapatos, procurava em uma mala cheia de sapatos, pois queria calçar um par de sapatos vermelho.
e daí?chuazinha 06/10/2007  12:28
O que eu lembro do sonho é bem pouco e recortado:



Tava numa sala enorme redonda com muitas janelas e cadeiras. Era aluna e participava tb da organização da escola (?). O diretor era um cara muito gordo. Recebi um trabalho escrito meu de volta com nota 1, cheios de correções escritas "e daí?", muitos mesmo, a cada quatro linhas, como se nada que eu falasse tivesse importância.
coelhos na cabeçali 05/10/2007  14:57
Era noite e vi dois coelhos recém nascidos pulando no chão. Algumas crianças vieram até mim e falaram que uma coelha tinha dado cria a muitos coelhinhos. Sentada em uma poltrona, muitos coelhinhos começaram a pular em cima de mim. Quando percebi todos eles estavam em minha cabeça, cobrindo-a por inteiro. Sentia medo mas ao mesmo tempo tive uma boa sensação em todo meu corpo
casa da Vóxandre 05/10/2007  08:01
Estava dormindo na casa da minha avó quando acordei eu vi meu tio Carlos indo ate um quarto entrei para ver o que era vi um monte de passarinhos um grande gaiolão com vários periquitos.

Depois vi meu tio João passar com dois pinicos na mão brigando com meu primo Rafael dizendo que queria ir ao banheiro.

Na sala estava minha vó e minha mãe conversando sobre dinheiro.

Burro Gigante de PelúciaMinimuffin 04/10/2007  15:05
sonhei que a bélica fez um burro gigante de pelucia com molas nos pés, e eu montava nele e saia pulando.
AssassinatoKaneda 04/10/2007  11:54
I have found the guys that stoled my sister‘s car, and I tried to kill then with a knife. After a few hits I looked at his throat and there was no blood... He was indestructible! And he killed me.
aula de gráfica IIchuazinha 03/10/2007  18:22
Estava na minha aula de gráfica II, numa sala estranha, bem grande, onde as cadeiras estavam arrumadas em forma de círculo. Eu estava muito palhaça, fazendo várias piadas e falando muito, mas não estava incomodando pq a aula em si estava realmente fora do comum, as pessoas mais agitadas. Comentávamos sobre o livro que tínhamos que fazer.

Uma hora saí da sala para lavar o rosto e encontrei com o professor do lado de fora também, aí disse pra ele "se eu estiver atrapalhando pode me falar que eu paro" aí ele disse que estava tudo bem e entrou na sala. encontrei depois com minha amiga clarice e a convidei para assistir à aula comigo.

Quando entramos novamente na sala o professor estava sentado em cima da mesa tocando violão, era impressionante como ele tocava rápido e bem, estava seguindo as músicas que tocavam num som que estava do lado dele. As luzes estavam apagadas, mas tinha uma luz vindo de algum lugar, e todo mundo estava sentado no chão, ainda em roda cantando. sentei do lado de uma amiga, carol, e ela falou que queria muito um baseado.

Nessa msma hora uma pessoa passou pra gnete uma ponta praticamente se desfazendo (agora tinha um clima de fumaça também no ambiente, as músicas iam mudando), a carol fumou e passou pra mim, eu fumei e passei pra clarice - a ponta se desfez mais - e aí depois que a clarice fumou eu puxei a fumaça dela. As pessoas começaram a fazer performances e eu participei imitando um felino. Algumas pessoas vaiaram alguma coisa mas eu não vi o que era, não sei se era da minha performance.

Percebi que estava com aparelho móvel na boca, ele incomodava demais então tirei, mas logo depois percebi novamente que estava de aparelho ainda. tirei novamente. quando vi estava com outro aparelho móvel, não sabia se era real ou da viagem, comecei a cuspir aparelhos móveis. perguntei para a carol se eles existiam mesmo, ela falou que sim e que eram de goma e então comeu um. Mas isso não me convenceu e eu continuei tirando os aparelhos da boca com a língua e cuspindo-os. Era uma sensação muito estranha porque eles não eprtenciam a minha boca e eram cheios de ferros.
eu e meus amigos.M. 03/10/2007  18:10
eu e meus amigos.Eu estava com meu amigo André num quarto escuro que lembrava muito o de minha avó paterna. As janelas estavam trancadas porque precisavam ser trancadas, e não existia luz elétrica.



Ele me disse algo ao ouvido que arrepiou-me, mas não lembro o que era. Eu lhe disse que era necessário "tomarmos cuidado com estes tipos de assuntos complexos", pois existia mais alguém na casa. Ele resolveu procurar por outras pessoas. E sumiu.



Do nada, meus colegas João, Tiago, e outros dos quais não lembro o rosto, pularam em cima de mim com travesseiros, para me derrubar. Em seguida, se jogaram por sobre mim com todo o peso e os cotovelos dobrados para que me atingissem.



Tentei gritar e dizer que quem estava lá era eu, mas não consegui. Quase sufoquei. Quando consegui sair do monte de travesseiros, notei que havia quebrado a mão, e estava sozinha. Alguém mais viria em breve, e o que fariam comigo seria pior, eu sabia. Eu precisava sair.



Minhas ações ficaram endurecidas e lentas. Tudo borrava conforme o movimento enquanto eu tentava chegar à saída do cômodo.



Eu nunca consegui chegar á porta.