Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Discos e flutuações vacilantes / li

Olhava para o céu e vi um disco voador passando. Espantada, fui fotografar e logo passaram mais alguns, pelo meio das nuvens. Eles sumiram e as fotos que fiz também desapareceram.
Eu, meu marido e filha fomos dormir, no quarto da casa da minha avó, na cama da minha mãe. Deitamos, apagamos a luz e nos três começávamos a levitar, sem controle, cuidando para não bater no teto.
Antigo 2 / Thdniki

O sonho é também o que muito se repetiu durante a infância e adolescência e mesmo agora, adulta, ocorre vez e outra. No sonho eu saltava por cima de prédios e casas, o salto era do chão e saltava prédios grandes em uma longa distancia. Saltava e fugia de uma perseguição de seres gigantes. Uma variação desse sonho era eu lutando como num desses jogos de tiro. Eu atirava e lutava contra pessoas. Era eu contra uma legião de guerrilheiros.
Antigo / Thdniki

Sonho de quando criança de poucos anos. Sonhara eu que minha mãe era como uma aranha e meu pai lembrava soleke um personagem de uma série infantil ou de pré adolescente da cultura Ilha Ra Tim Bum. Minha mãe tinha muitos olhos e muitos braços, sua barriga era muito pronunciada, gordinha, num maio azul brilhante. Meu pai era um ser marrom de um olho só q devia ta usando uma cueca vermelha e o corpo era completamente coberto por uma pelagem semelhante a de uma guariba, aquele pelo mais longo e pro marrom avermelhado. Isso é o que lembro. Desde criança com imaginação bizarra. HsaSHau
precipicio / luizaso

essa noite eu tava na estrada num carro pickup enorme com varias amigas. eu tava no banco de tras com mascara verde de argila no rosto muito tranquila deitada com a cabeça no encosto do baco e olhando pra fora. ao lado passou um carro com dois rapazes eles pareciam ser motoqueiros profissionais acheios gatos e flertei com eles abanando e piscando. eles começaram a nos seguir, entao estavamos num enorme precipio, na borda de falesias que caiam sobre o mar do rio de janeiro. fomos indo pela borda bem pela bordinha sobrava menos de um metro entre as rodas do carro e o inicio do precipicio. eu estava com medo e tambem excited, empolgada! quando chegamos no fim do precipicio o carro pulou. entao estacionou embaixo dagua, nao era profundo como as falesias sugeriam. sai do carro e vi um toldo embaixo dagua, muito tranquila eu levantei o toldo e passei pro outro lado dele, que era a parte "de fora" de um bar embaixo dagua. nessa parte tinha agua ate a barriga, e dali via-se uma pequena escadaria que era dentro do bar. chamamos o garçom e tomamos piña colada.
/ Smithk720

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checkpoint / lupino

eu quando converso de olhos fechados perco a referencia do meu próprio tamanho em relação ao outro/espaço físico. Estávamos conversando e me transformei. e senti capaz de passear por toda a superfície do teu corpo. Ao mesmo tempo eu me sentia dentro do seu corpo. Pequeno.
Resolvendo o Paradoxo Temporal / cauli

Sonhei que tinha voltado no tempo com meu irmão, pra alguma data no início dos anos 90. Estávamos em uma locadora, olhando as fitas de Nintendo mais sensacionais. Então resolvi contar pra atendente um fato do futuro: A morte da princesa Diana aconteceria em torno de 1996, em um acidente de carro, por causa de uma perseguição de papparazi. Ela não acreditou na hora, então seguimos nosso caminho para fora da loja.

Então comecei a ficar levemente assustado e questionei para o meu irmão o que aconteceria com o nosso futuro quando a gente voltasse, sabendo que alguém do passado sabia de algo que aconteceria no futuro. Chegamos a conclusão de que provavelmente não mudaria muito, porque o fato tinha pouca influência sobre nossa vida.

Resolvi então que, quando se volta para o passado e altera um fato que causaria um paradoxo, abre-se um novo galho na árvore de todas as possibilidades de nossa existência. Ou seja, não importa se você voltou no tempo e mata seu avô, pois você já está em outro galho temporal e apenas fez um pulo de um para o outro galho. A sua existência continua consistente com esta realidade, e você não deixa de existir por matar seu avô, pois isso continuou acontecendo em outro galho temporal. Por consequência, julgo impossível voltar para o próprio passado, exatamente no mesmo galho temporal, e alterar o próprio futuro. Apenas "outro" futuro.

Quando voltamos para o futuro, algumas coisas aconteceram, poucas coisas diretamente afetaram a cidade ou minha vida. Uma das pessoas afetadas foi a Xuxa, que encontrei em uma banquinha de jornais com uma auto-estima bem baixa.
Reveillón / Hannap

Sonhei que era reveillón. Eu a Lara estávamos chegando numa festa super lotada na Joatinga.
A gente não estava muito animado, tinha alguma chatice rolando. Mas quando a gente chegou lá a Lara, sem pestanejar, foi até a beira da construção e saltou no mar. Eu pulei imediatamente atrás dela. Era uma queda livre muito alta, mais de 30 metros. Deu pra eu pensar no meio do salto que eu tava triste mas iria ficar feliz chegando na água. Deixei o corpo duro antes do impacto com o mar. Mergulhei fundo e subi desesperado para a superfície. Quando coloquei a cabeça pra fora a Lara já estava lá com um sorrisão lindo. Ficamos felizes. Todo mundo da festa vibrou com o salto. A gente pulou de roupa mesmo. Foi muito bom.
Bilhete no peito / Amora

Sonhei que eu estava no rio e eu e o Gustavo íamos dar um volta, ir na Urca. E a gente foi em umas lojas no caminho. Passamos em uma pro Gustavo pegar uma bermuda e era uma bermuda solta e preta. E o vendedor era um primo meu. Depois fomos em outra loja que quem vendia era uma menina que era minha prima mas eu não conheço. Ela tingia roupas. A gente saiu dessas lojas e o Gustavo levantou a camiseta até o pescoço e tinha um bilhete preso com fita no peito. Tava escrito "Larinha que que tu quer fazer agora?" e eu fiquei confusa porque achei que estava combinado de irmos pra urca, mas o Gus não parecia muito afim e falei pra irmos pra casa
Camisinhas e patins / Amora

Sonhei que eu estava no ballet e minhas colegas estavam ensaiando uma coreografia com uns patins, tipo patins de gelo mas muuuito mais compridos. E eu tava com uma roupa bonita, era um kimono super comprido e colorido, azul com branco e aí eu olhei pra Cris e me liguei: "ba! não era nem pra eu estar aqui, eu recém tirei o siso!" e ela "e mesmo" mas eu fiz a aula mesmo assim porque eu estava sem dor nem nada. Depois eu estava em são paulo e a gente foi dar uma volta, mas num lugar menos central. Aí subimos em um prédio que tinha muitos andares e em cada andar vendia uma coisa diferente. E eram andares enormes. Nós fomos subindo pelas escadas e era muito barulhento até que chegamos em um andar que tinha muitas frutas e era muito bom, e nesse andar mesmo tinha um corredor só de camisinha. Eu entrei nesse corredor só de camisinha e tirei várias fotos pra mandar pro Gustavo. Tinha um canudo que eu adorei que era um monte de camisinha desenrolada empilhada. Os seguranças viram que eu tava tirando foto e não deixaram e eu tive que sair