Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Sofrimento com a Lara / Hannap

Sonhei que eu tinha ido encontrar com a Lara, finalmente.
Ela trabalhava numa casa incrível, de muitos quartos.
Todos os ambientes eram ocupados por artistas. Era tipo uma bienal.
Nos encontramos e fomos direto jantar. O pessoal queria comer peixe. Fomos para um boteco. Estavam também a Ju e o Antonio, meu pai e vários outros amigos.
Eu me sentei numa poltrona grande para que a Lara ficasse no meu colo.
Ninguém entrou no boteco. Ficaram todos na calçada conversando. A Lara também, falando no telefone. Eu fiquei horas esperando. O cara sentado ao meu lado começou a dar em cima de mim, não dei a mínima bola. Cansado de esperar eu mandei uma mensagem pra Lara. No instante que escrevi o nome dela a bateria acabou, o celular morreu. Fiquei puto, triste e levantei do meu lugar. A rua estava tomada de gente, eu não conseguia mais encontrá-la. Ia acontecer uma festa por conta dessa casa de arte. Tinha um monte de gente conhecida, amigos de amigos. Várias mulheres que eu já tinha visto alguma vez. Elas me olhavam com desejo, eu só procurava a Lara. Entrei na casa e fui olhando em cada quarto. Mas era uma casa muito grande, não dava. Fui até os fundos da casa e comecei a gritar: - Laaaara, Laaara! De repente ela responde: - Que?! Eu caí no chão de cócoras e comecei a chorar e soluçar. Ela tb chorava. A gente ainda nem tinha se abraçado direito.
Elevador pro 22º / Hannap


Sonhei que eu estava com o Herbert. A gente entrava por um hotel de luxo e pegava um elevador para ir para o pro 22º andar de um outro prédio. Eu estava só de cueca samba canção e o recepcionista disse que eu não podia entrar daquele jeito. Eu sabia daquilo, mas disse que não faria mais. Aí o cara deixou eu entrar e nós fomos até a área de serviço pegar tal o elevador.
Era um elevador estranho, de serviço. Levava a gente para outro prédio fora do hotel de luxo.
Dentro do elevador tinha um timer que dizia quanto tempo faltava pra chegar no destino. Ele estava subindo muito lentamente e a cada hora que o relógio atualizava aumentava o tempo para chegar. Eu pensei que a conexão de internet estava com problema e por isso o elevador subia devagar.
Fiquei com medo de o elevador pifar e a gente ficar preso lá. Aí nós descemos num andar que não era o nosso e falou com um cara da manutenção. O sujeito indicou o outro elevador e nós entramos. Só que o outro elevador não ia pro 22º. A gente desceu de novo tudo. Voltamos pra entrada do hotel e tava rolando a saída de uma festa na recepção. Todo mundo bem vestido, alta classe e eu de cueca e o Herbert maloqueiro. A gente chegou lá e reclamou de novo do elevador. Mas aí já era uma confusão, as pessoas nos olhavam, tinha uma fila pra pegar o elevador. Enfim, acabei não chegando no 22º andar.
Sonhando com drommers / li

Caminhava pelo bairro Bom fim de Porto Alegre, estava participando de um grupo que fazia cinema com Super 8. Assistíamos e analisávamos alguns curtas e o porquê de ainda filmar com essa película. Um diretor de cinema local nos convidou para um passeio de microônibus, como parte do encontro. Anoitecia e fomos para a zona norte, onde entramos numa estreita e nova estrada, que passava em um recem descoberto campo de petróleo. O local era assustador, mato e lixo na estrada de chão. Senti medo. De repente subíamos uma montanha, com a van percorrendo estradas íngremes e estreitas por um despenhadeiro ao lado. Eu só pensava que nunca deveria ter ido nesse passeio. Desci da van e encontrei o Hannap e o Dimitri. Subimos no topo da montanha, fizemos uma selfie e eu percebi que estava usando um vestido branco com círculos cinzas, estilo senhora.
Google Life / M.F.

no supermercado, w. vira pra mim e vai dizer alguma coisa, quando uma logomarca aparece na frente: "GOOGLE LIFE", como uma projeção, e uns textos projetados também no ar, anunciando o serviço: proporcionar uma vivência de dez anos atrás, live .
Google Life / M.F.

no supermercado, w. vira pra mim e vai dizer alguma coisa, quando uma logomarca aparece na frente: "GOOGLE LIFE", como uma projeção, e uns textos projetados também no ar, anunciando o serviço: proporcionar uma vivência de dez anos atrás, live .
Reunião de clube / li

Meu marido havia voltado para a cidade por um dia, senti feliz. Era madrugada e saímos na rua para ir ao clube. Era lua cheia, daquelas superluas, linda, vermelha é enorme lua no céu. Na rua, uma gang nos seguiu e entrou no clube atrás de nós. Falei com funcionários sobre não sócios entrarem no clube e fizeram uma reunião com o presidente do clube. Começamos a falar em soluções e meu marido precisou ir, atrasado. Após um tempo em reunião no clube, lembrei que havia esquecido minha filha em casa. Logo, meu marido telefonou, dizia que havia chegado em Israel.
Juliana Paes e Cassia Eller / Hannap

Estava com a Lara na casa de uma mulher. Era uma mulher de uns 45 anos, mãe de dois filhos pequenos e ela estava fazendo um almoço. Dei uma espiada no quintal onde estavam todos. Eram todas mulheres. A dona da casa com os filhos e as amigas dela. Entre as amigas dela estava a Juliana Paes. Ela foi a primeira pessoa que eu olhei. Nos olhamos nos olhos e nos cumprimentamos a distância e rolou um clima. A Lara foi pra lá conversar com elas e eu fui pra cozinha. Entrei na cozinha e peguei uns alhos cozidos e umas abobrinhas que estavam na panela e comi com a mão e deixei respingar no chão molho shoyo.
Quando a dona da casa entrou na cozinha eu estava limpando o chão do molho shoyo que eu tinha derrubado. Ela viu a cena e disse que tinha que colocar um detergente. Aí eu coloquei e deixei o detergente reagir um pouco.
Depois fomos todos pra mesa, no quintal da casa, e começamos a conversar dizendo que íamos fazer um desenho.
Cada um iria desenhar a Cássia Eller. Aí uma das pessoas era a própria Cássia Eller, mas não tinha esse nome. Eu olhei pra ela e disse: - Você! A gente podia começar por você. Você podia ficar bem parada e a gente te desenha.
Você é muito parecida com a Cássia Eller. Ela disse: - Não, não. É difícil, tem que tirar uma foto boa.
Eu disse: - Vamos fazer modelo vivo mesmo. Fica parada que a gente te desenha. Mas ela era muito tímida e inquieta, não parava de se mexer. Todo mundo gostou da idéia. A Juliana Paes estava na mesa também, desenhando com a gente e ela ficava me olhando. Não sabia que a Lara era minha namorada.
Deslocado e velho / Hannap

Sonhei que eu estava em São Paulo e fui numa festa de alguns amigos.
Pensei que os meus amigos todos de lá iam em festas e se frequentavam. Róger, Luciana, Lígia.
Eu me sentia um pouco deslocado. Essa era a festa de um amigo recente, que eu não conhecia muito bem. Aí eu saí de lá e peguei um táxi com uma menina de cabelo rosa e capuz cinza e um menino mais novo (de uns 17 anos). Nós três fomos no banco de trás do táxi. O menino ficou no meio e eu fiquei conversando com a menina. Ela estava chateada porque ela gostava de alguém e esse alguém não gostava dela.
Nós fomos andando sem rumo. Ela disse que queria beber alguma coisa e pedimos pro motorista rodar pela cidade. Tava chuviscando e era de noite. Uma hora o taxista disse: - Estamos chegando no centro da cidade. A gente disse que desceria então. Paramos em um lugar aberto, tipo uma praça, que estava cheia de gente mal encarada. Eu me senti um cara super velho. Parecia que eu era mais velho que os mendigos e os bêbados todos. Eu enrolei a minha bolsa na mão direita e fiz uma postura bem ameaçadora. Olhei as pessoas no olho. Eu tava de bigode. Nós descemos e fomos andando pelo centro. As pessoas vieram ao redor da gente vender droga, pedir dinheiro, mas a gente se desvencilhou e seguiu andando.
Casa das uvas / Hannap

Estavam eu, o Índio e o Toscani numa casa antiga, um lugar meio cinza, abandonado. Ventava muito, demais, mas o sentimento de estar lá era bom. A casa não tinha nada, só tinha uvas dentro de uns gaveteiros enormes. As uvas eram deliciosas. Essa casa era de alguém e eu a Lara estávamos indo morar lá. Fizemos um beck quando a Lara chegou.
Piercing na terra, curso pior que o do Charles / Hannap

Sonhei que eu a Lara estávamos subindo uma ladeira. Acho que era Laranjeiras ou Santa Teresa.
Eu ia de bicicleta e a Lara de skate. Aí a gente passou por um visual bonito da cidade. Um lugar que dava pra ver a paisagem com um morro. Tava bem bonito e a gente parou pra contemplar. Junto com a gente pararam algumas pessoas e nós começamos a falar sobre estilos arquitetônicos. Eu disse que o modernismo era bonito visto de longe, mas no ponto de vista do usuário, do ser humano, era mal feito. Difícil de morar e tal, podia ser muito quente, etc. Isso gerou uma discussão entre a galera. Eu disse: É como um piercing da terra, um prédio no horizonte é lindo de ver.

De repente apareceu um cara com uma cara de brabo falando com a gente e citando coisas que nós tínhamos dito. Ele provavelmente estava ouvindo tudo aquilo. A impressão que dava é que a gente tava sendo filmado. Ele veio nos encarando, um por um e fazendo perguntas.

Todo mundo se sentiu acuado e ele foi dizendo pra cada um que a gente tava selecionado para aprender um monte de coisas. A gente foi pra uma casa onde rolava tipo um curso. Só que o cara era muito estúpido. Ficava detonando todo mundo. Era tipo um curso do Charles Watson só que pior. A Luiza Crosman tb estava lá de ajudante.

De repente, todo mundo de olho arregalado, recebendo esporro, eu olhei pra Lara e disse: -Vamo embora? Ela disse que sim e a gente saiu. Foi um alívio. Ficamos felizes de novo. Andando de skate e bicicleta por lá.