Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum
Drömma Dreaming Logger
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SL 10/12/2006  19:03
Estava com X e Y na praia e eu só pensava que se continuasse ali ia ficar com a pele queimada e ir para o hospital tomar soro. Falava para X que deveriamos voltar o quanto antes e Y se intrometia dizendo que eu estava exagerando. Decidi voltar para casa sozinha, e no caminho havia uma especie de protesto acontecendo na frente da casa rosada. Haviam muitas bandeiras de partidos politicos comunistas e eles estavam distribuindo água em garrafas de 800 ml para quem quisesse. Cortei caminho pela Plaza de Mayo quando passo pelo Goya e vejo Violins se apresentando. Nao sinto vontade de ir lá assistir pois havia um couvert artistico de 30 pesos e estava também, lotado de pessoas. Decido correr para chegar antes e quando chego no apartamento está lá W com alguns amigos assistindo um jogo de futebol. Eles comem pipoca e tomam cervejas e fazem muito barulho. Decido caminhar pela rua e encontro X e Y. Diziam que estavam me procurando que eu nao devia mais sair correndo assim. Virei as costas e vi uma limousine atropelando um senhor que usava bengalas. Em seguida uma multidao de curiosos se fez em volta do velhinho que estava morto já. Começava a anoitecer e eu sentia fome. Entro em um locutório e ligo para a minha mae, mas M atende e diz que ela se mudou para Miami e que ele nao tinha o telefone. Usei a internet do Kiosko para mandar um e-mail mas todos voltavam pois segundo o servidor nao existia tal email cogitado. Fui embora para a plaza san marthin desolada e lá está acontecendo um show de Tango ao ar livre. Um senhor de mais ou menos 40 anos me puxa para um beco sem saida próximo da praça e coloca a mao no meio das minhas pernas e pergunta se gosto. Falo que preciso ir embora e ele me dá uma nota de 100 pesos. Com este dinheiro no bolso vou a rodoviaria e compro uma passagem para "Nilbum".
casamento ruim
li 08/12/2006  14:04
passava na tv o primeiro trabalho televisivo com a atriz regina duarte, em imagens preto e branco, dos anos 60. A personagem da atriz ia parar na casa de um lenhador russo e no caminho, encontrava seu grande amor em um carro estacionado numa pequena rua. Assumi a personagem da Regina Duarte, e comecei a viver a vida dela, adquirindo inclusive, os traços físicos da atriz. Em um colégio interno de moças, eu subia em pedras para fumar escondido. Voltei à casa do lenhador russo, e fui sequestrada e mantida encarcerada dentro de um quarto sem móveis, com ordens de não dormir. Havia outra pessoa junto de mim, e sempre algum de nós tinha de estar acordado. Víamos, através de frestas na parede, homens ricos, usando bigodes, que chegavam à casa para jogar clandestinamente. O russo, dono da casa parecia com o luciano pavarotti, e logo se apaixonou por mim. Foi então que percebi que eu já estava casada com ele e tinha uma filha. Uma antiga colega apareceu na casa com dois filhos. Procurei fazer com que ela se interessasse pelo meu marido para que eu pudesse fugir. Tomamos banho numa piscina grande, com muitas pessoas, e nesse momento, eu fugi. Meu marido russo correu atrás de mim. Eu escondi em diversos lugares, mas mesmo assim ele me alcançava, e ao me encontrar, me batia. Eu fugi para a cidade de santa maria, fiquei numa casa antiga (o castelinho da rua Astrogildo de azevedo), onde moravam outras pessoas. Em minutos, meu marido apareceu lá, entrou furioso e me bateu. Eu me escondia pela casa, mas ele sempre me encontrava e me espancava. Sentia cansaço, mas tinha forças para correr pelas ruas e fugir. O marido aparecia por todos os lugares que eu estava e sempre me espancava. Voltei para o castelinho e pedi ao marido russo, paz pela nossa filhinha. Ensanguentados, nos abraçamos e transamos. Tudo parecia calmo e tranqüilo após o sexo, quando de repente o marido voltou à fúria habitual. Tentei escapar, mas ele atravessou os vidros de uma janela. Entrei em uma sala com grades nas janelas e portas e ali dentro estava uma senhora japonesa. Ele entrou ali, e escapamos dele, aprisionando-o na sala.
we w we w
wewe 08/12/2006  10:48
wer r
meu poço
li 06/12/2006  09:38
Eu estava passeando em um carro com um casal por uma estrada com muitas curvas na serra. O carro parou e entramos no mato. O senhor que dirigia disse que mostraria o meu pensamento, logo adiante. Caminhamos pelo mato, em meio de árvores e pedras. Quanto mais caminhávamos, mais sentia umidade em meus pés e uma sensação de silêncio dentro e fora de mim. Percebi que a vasta vegetação cobria uma antiga construção de um balneário luxuoso, com restos de ornamentos de pedra e ferro cobertos por limo. Tropecei em um tampão de ferro enferrujado no chão, em meio a pedras, quando o casal parou em frente a um poço de concreto. O senhor abriu a tampa do poço e mostrou que ali era o meu pensamento.
Bati(zei) meu carro Bati(zei) meu carro
Jim Crossroads 06/12/2006  08:50
Pois é. Comprei meu carro semana retrasada, peguei-o na quarta feira e, no sábado mesmo, já o bati.

Foi engraçado: minha namorada estava na direção, e iria sair com o carro, que estava em uma subida e perto de uma caçamba. Aí, ela deu ré (soltou um pouco o carro), mas não muito. Não calculou direito, e na hora de sair, bateu o retrovisor esquerdo na caçamba.

Aí, pronto. Começou a entrar em crise, ficou toda nervosa, e eu decidi tomar a direção do carro. Qual não foi a surpresa, ao ver que eu também calculei mal a saída da caçamba, e consegui bater o paralama dianteiro esquerdo nela também! E fez o maior riscão e tal, várias listras. Talvez eu faça igual do outro lado pra dizer que tá "tunado". Mas aí, tem que amassar também...
Nirvana sobre o rio Nirvana sobre o rio
Hannap 05/12/2006  17:40
Eu estava no Nirvana (centro de yoga) acho que saindo de uma aula. Eu me sentia um clandestino lá. Nos corredores encontrei um professor que me levou até uma sala onde guardava-se equipamentos. Ele me explicou que o Nirvana estava começando a sofrer infiltrações. O prédio tinha sido construido ao redor de um rio, nas duas margens e uma parte suspensa sobre o rio.
Eu fiquei indignado falando: Poxa, como constróem um prédio desses colado no leito do rio!? É lógico que ia dar problema.

Ele me contou que tinha uma aula de corrida que ele dava que ficou prejudicada por causa das infiltrações. A pista que era construida ao lado do leito do rio estava toda torta e alagada. Ele disse que levou os alunos para correrem dentro do rio e eles adoraram. Era um riachinho muito raso que dava pra caminhar nele sem quase se molhar. Eu disse que achava ótimo isso, a iniciativa de aproveitar o rio e não interferir na estrutura dele.

Logo depois do outro lado do rio vi umas casinhas tipo japonesas, onde as pessoas dormiam (os alunos mais xiitas). Lá eu encontrei uma menina conhecida se preparando para dormir de camisola. A gente se cumprimentou e comentou que se conhecia. Ela disse que estava com uma amiga lá dentro. A amiga era a Juliana, que quando me viu abriu um sorriso e veio me abraçar e me deu uns selinhos.
A gente ficou muito feliz de se encontrar.

Lembro que eu criticava o Nirvana porque eles faziam projeções de mandalas na lua, que estava cheia.

Estávamos eu e Juliana na pontezinha sobre o rio e meu pai me chamou de volta para o outro lado, para jantar com a Isabela Fortes (a dona do Nirvana).
Comi um frango com arroz cremoso. Tava bom. Chegou um cara para comer com a gente e tb pediu esse frnago, só que veio sem arroz e ele achou ruim. Eu disse que tava bom.

Tinha uma televisão que passava comerciais e um deles era de uma marca chamada Bessa. Tinha sido o Bessa que tinha feito a marca e eu achei muito boa. Percebi na hora que o Bessa deveria fazer trabalhos autorais pq ficava muito bom.

Me deu uma vontade absurda de fazer cocô e eu sai de lá desesperado. No sonho o cocô estava saindo e como eu morava ali perto queria fazer em casa. Fui saindo do Nirvana, estava tudo lotado de gente. Ia começar algum evento lá. Na saída encontrei com o Quito, o Caê e o Bessa na roleta, entrando com credenciais falsas. Nem falei com eles pois eu não aguentava mais. Sai correndo para casa, a rua era escura e suja. Bem diferente de lá dentro. Acordei do sonho antes de chegar em casa.
meias
li 03/12/2006  22:15
Na casa da minha avó eu e minha mãe nos preparávamos para dormir, na sala. Arrumamos o sofá-cama e um colchonete no chão. Minha mãe falou que estava morando ali. Tudo estava bagunçado, os móveis da sala estavam na cozinha, e os da cozinha na sala. Na sala de jantar as cadeiras da mesa eram todas diferentes umas das outras. Falei para minha mãe que ‘ela estava morando numa baderna’. Deitamos e logo os vizinhos ( jovens estudantes) chegaram para dormir ali. Vi que A entrou junto e deitou ali perto. Perdi o sono e lembrei o quanto era apaixonada por ele. Levantei para ligar a televisão e pegar cobertas. A veio para junto de mim e começou a fazer carinho e me abraçar. Fiquei feliz por estarmos juntos depois de tanto tempo. A me deu uma mochila com revistas que sua mãe tinha mandado. Olhei as revistas e reparei que todas eram velhas. Eu queria estar bonita para A, e por isso tentava tirar minhas meias, para que A não as visse. Eu tirava a meia do pé esquerdo, mas via, que ainda estava usando as mesmas meias. Por diversas vezes tirei as meias, escondendo a do pé esquerdo embaixo do colchonete, mas a meia esquerda sempre voltava a aparecer no meu pé, dificultando para que eu e A ficássemos juntos.

varinha de condão varinha de condão
Lia 03/12/2006  00:33
é a segunda vez que ho um sonho onde dizem que posso ter tudo o que quiser, basta pedir.
Mas tb eh a segunda vez que dizem que não posso ser egoísta, e que este poder deve ser usado em benefício de todos.
O sonho era assim: Alguém me diz para pedir o que quiser, eu peço mil coisas pra mim, e então algo ou alguém me interrompe com uma sensação ruim " peça algo pra humanidade, senão este dom lhe será tomado"
desta vez pedi que arrumassem-me a bagunça do quarto. E pedi muito dinheiro.Dinheiro sueco.Sapatos novos, roupas novas várias coisas. Havia um buraco negro no armário do quarto dos meus pais, no lado em que meu pai guarda suas roupas. Esse buraco negro queria sugar nossas almas e nossos corpos la pra dentro, quase levaram minha mãe, mas eu não deixei.
Então, tentando burlar e enganar este algo ou alguém que me dá tudo o que quero, pedi uma varinha de condão, assim eu teria o poder em minhas mãos, o poder de ter e fazer tudo o que eu quero. Era perugoso, mas eu me saí bem, e tudo deu certo. Mas acordei com, uma sensação ruim, e agora alterno entre a euforia sem motivo e o desânimo generalizado.
ex
saborga 01/12/2006  05:21
Eu estava no canto direito de são conrado e muitas coisas aconteciam... não lembro de quase nada. sei q fui falar com a martinha q eu ia ter q falar com a ex ex do meu namo. E eu falava: - ahhh tranquilissimo. E no final so aparece um zoom de uma foto minha de perfil em pb.
SL 30/11/2006  23:52
Eu estava na casa de X com o seu irmao, que tinha cabelos compridos. O prédio aonde eles moravam era estranho, tinha o formato de um estádio de futebol, e no meio, aonde seria respectivamente o campo, era um parque de diversoes. Estavamos nos tres olhando o parque de diversoes, quando vemos duas crianças brincando se matarem. Os pais chegaram e começaram a brigar e aquilo tudo se tornou um grande tumulto. Após isso, a mae de X dizia para mim, que eu deveria ir embora pois ela havia comprado alguns livros para seus filhos e gostaria que eles os lessem e eu nao poderia estar junto quando isso acontecesse.
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