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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Sem querer eu me afastei do mundo / Hannap•
Sonhei que eu estava fazendo uma expedição com um grupo de amigos.
Estávamos na Argentina, caminhando numa ponta de pedras. Um lugar escorregadio, onde batia o mar. Às vezes tínhamos que jogar nossas coisas pra cima e depois escalar para pegá-las. Joguei minha bolsa, uma bolinha vermelha e algumas outra coisa. Mas os objetos rolaram nas pedras e foram caindo. Acabei me molhando com as ondas. Todo mundo ficou olhando eu ir buscar uma caneta que havia caído da minha bola e a bolinha vermelha. Me joguei no mar pra nadar até a pedra onde estavam as minhas coisas. A maré me jogou pra cima das pedras e eu consegui subir e pegar as coisas. Mas era difícil. O mar me levava pra frente e pra trás. Não consegui subir na pedra pra voltar com o grupo. Fiquei nadando ali. O Caco estava comigo, mas ele conseguiu subir na pedra.
De repente apareceu um colchão inflável, azul, trazido pelas ondas. Eu subi nele pois já estava cansado. O Dimitre estava lá no grupo de pessoas. Outros amigos também me viam naquela situação. Eu estava tranquilo, em cima do colchão inflável. Mas a maré estava me levando pra longe. Pra baixo, pro sul. Fui contornando toda a ponta de pedras. Fui sendo levado pelo mar. Cheguei até o final que julguei ser a ponta da Argentina. Ainda assim eu estava tranquilo. Tirei uma foto da última pedra à vista. Era a ponta da Argentina. Eu estava em pleno oceano indo em direção à Antárdida.
Consegui chegar até um lugar de terra, desci do colchão e fui procurar alguém. Encontrei uma policial e fui falando com ela. Falei em português, mas no meio do caminho me dei conta, pedi desculpas e comecei a falar em espanhol. Ela era nascida na Argentina, mas havia sido adotada e morou anos no Brasil. Ela me entendia em qualquer língua. Eu disse assim: - Aaahh então vc é metade argentina e metade brasileira. Ela disse: - Não, sou totalmente argentina. Eu percebi que ela não gostava do fato de ter morado no Brasil durante a infância.
Expliquei par ela minha situação mas ela não deu muita bola.
Eu disse que estava cansado, que estava todo molhado, com fome, sem bateria no celular e muito longe de casa. Queria um lugar para comer e descansar. Sensações / Hannap•
sonhei que eu chegava no topo de um lugar.
uma casa simples
que dava pra ver todo o rio de janeiro
era uma casa pequena dentro de um terreno. o chão de concreto. era uma varanda, uma laje, com uma mureta no final. dava pra ver toda a paisagem da cidade, como nunca antes eu havia visto.
uma casa simples em um lugar nobre.
depois eu estava numa escola de artes. um lugar onde rolavam performances.
flagro dois amigos gays transando no banheiro. escondidos.
começou uma coreografia de várias mulheres dançando. todas lindas, eu entro na roda. a líder das meninas me puxa pra ir com ela.
eu aprendo na hora todos os movimentos
ela me gira, gira, eu flutuo. tiro os pés do chão e giro ao redor dela sem encostar no chão.
todos ficam impressionados, como eu estou solto e me divertindo com a dança.
existe uma mulher nesse grupo que me olha. uma mulher que eu acho muito bonita.
estou me exibindo pra ela.
é uma sensação boa
a cidade inteira
as artes
o homossexualismo escondido
o prazer e a sedução com as mulheres Pequena Cachalote de estimação / Hannap•
Sonhei que encontrei uma mulher com um animalzinho de estimação.
Era uma mini baleia cachalote.
O bicho era cinza e tinha o formato de um paralelepípedo.
Tinha aproximadamente 50 cm de comprimento.
Quando ela se mexia as patas apareciam, mas quando estava parada parecia um tijolo.
Um tijolo baleia. Dava apenas pra ver um olhinho na lateral e uma pequena boca.
Era engraçado. A pequena baleia ficava na poça d'água. Havia chovido.
Mas quando começamos a andar ela foi na frente e as suas patinhas brotaram pra fora.
Agora aquele filhote de Cachalote já pareciam um animal terrestre normal.
bebê / Dora•
Tinham momentos em que tudo era a gravação de um filme, e outros em que era tudo realidade. Um ator que não sei o nome andando de carro correndo, fugindo de alguma coisa muito grave, dava carona para a Clara M. ela era super legal e tals. eles riam, atravessavam a ponte golden gaite, o tempo tava bonito. bichos enormes mergulhavam no mar molhando todo mundo que estava na ponte feito as baleias daquele parque aquático famoso. eu dizia pra minha mãe que no livro o personagem da clara era mal, mas como ela estava meio resfriada iria sair do filme como um personagem bom. clara se jogava da ponte. eu ia com o ator no carro. coisas que não me lembro bem aconteciam. eu surgia com um bebe no colo, ele era meu filho e eu estava encantada. ficava olhando para os olhos dele e literalmente via o universo. a gente ficava se olhando por muito tempo e eu sentia muito amor. a boquinha dele era muito bonitinha e eu ficava passando o dedo nela, ele ria muito. ficava abraçando ele dizendo que era a coisa que eu mais amava no mundo. emoção
bahia / Dora•
eu ia para bahia com o antonio. lá a gente tinha uma pequena discussão meio boba e depois disso ele aparecia com uma outra garota. a gente ia ao cinema e eu sentava um pouco distante. a gente tinha uma relação aberta ou sei la q porra. Eu ficava mt incomodada com ele e a menina, principalmente pq estava ficando sozinha a maior parte do tempo. a priscila aparecia e falava que era mt facil ir embora de avião, o aeroporto nao era longe e eles estavam distribuindo passagens para sao paulo. eu arrumava minha mala com um pouco de medo de ir sozinha. mas ia. no caminho antonio aparecia rindo de mim e perguntando pq eu estava indo embora. ele tava mt debochado. eu dizia que queria viver profundamente a vida sozinha. e ele ria dizendo q só fazia essas coisas comigo pq eu sempre voltava. eu apertava as bolas dele com mta força e depois chutava e falava q era cortadora de pica. rs.
em sp eu ficava meio perdida, mas estava mt aliviada
armário / Dora•
estava eu na sala de balé. Tinha muita gente, bailarinos e não bailarinos, e alguns rostos semi conhecidos. no alongamento eu conseguia fazer abertura total e era bem fodona, não fazia feio. Depois começava um treinamento doido, numa arena com obstáculos meio perigosos. Eu estava numa fila esperando a minha vez, de lá podia ver a moça que fazia o percurso todo com uma armadura de idade média. Em um determinado momento ela pisava na lava quente mas não demonstrava nenhum sinal de dor. Na fila, atras de mim, estava uma mina que eu trabalhei junto uma época, ela é loira e linda, parece uma barbie, eu na verdade sempre achei ela meio sem graça, de verdade mesmo, mas todo mundo sempre achou ela perfeita, inclusive ela mesma. Ela faz balé, e na fila ela estava de collant e com cachinhos no cabelo tipo maísa, não parava de se promover contando como era linda e foda. Na minha frente estava uma menina que era da minha escola, ela hoje deve ter uns vinte anos, mas lá ela ainda era criança. Loira e linda também, falava sobre a ginastica rítmica e sobre como era fodaralha. Comecei a ficar meio irritada e triste. Falei que dançava no teatro municipal. me senti um pouco mais confiante, mas ainda assim não desejava passar naquele concurso, muito menos entrar na onda delas. Tudo estava desagradável e eu percebi que estava ali me incomodando atoa, fui embora. Encontrei minha irmã, minha tia, minha mãe e mais alguma galera coadjuvante da família, estavam todos reclamando de alguma coisa. Decidi descer e ir caminhar, mas então ouvi pelo lado de fora a galera da familia falando mal de mim e tive vontade de saber oq eles pensavam sobre a minha pessoa. Me aproximei da janela pra ver se conseguia ouvir melhor, falavam que eu era irresponsável, minha irmã estava enfurecida, minha tia dizia que eu era feia. Vi um armário enorme de madeira próximo a janela e decidi entrar pq pensei q ali daria pra ouvir melhor. Entrando no armário pude ver o Tiago, que estava tocando violão na rua, me olhando com um sorriso paternal. Ele pensava "você não muda, continua uma criança" e eu sorria de volta. Pensava para ele "vem, eu não to brincando aqui to só tentando ouvir melhor". Ele entrava no armário comigo e se encostava do outro lado, de frente pra mim. A gente ria e ficava conversando.
A casa interessante (Recanto dos metal-nazi) / cauli•
Eu e meu irmão C. estávamos em cima de um morro de pedra olhando aquela casa em estilo alemão antigo que era por algum motivo muito bonita e atraente. As paredes eram feitas de pedaços grandes de pedra, as janelas eram pequenas, retas embaixo e redondas em cima, ou completamente redondas.
Estávamos dentro do terreno, observando as várias entradas, a mistura de estilos, e como ela tinha uma pequena torre circular com um símbolo esquisito no topo.
C. disse que não tinha gostado da piscina (que eu não vi) porque era muito rasa. Mas eu estava disposto a descobrir quanto valia a casa, porque ela parecia abandonada e podia afinal de contas sair algo bem barato, mesmo que eu não tivesse grana alguma.
Andamos em volta da casa mais um pouco até encontrar um cara muito parecido com Philip Seymour Hoffman arrumando uma porta de vidro. Quando perguntamos sobre os donos da casa, a resposta dele foi meio gaga e em tom de espanto -- E-eu não sei, só estou consertando a porta... O-olha eles ali!
E então chegaram da rua duas das pessoas mais estranhas. Os dois eram homens, na idade e beleza de estarem numa faculdade de ciências da computação, e tinham o cabelo longo estilo metal e desgrenhado. Eram de baixa estatura, mais ou menos 1.60, mas um era alguns centímetros mais alto do que o outro, o que me fez pensar que também eram irmãos.
Então perguntei se a casa estava à venda com a maior cara de pau. O mais alto disse que talvez estivesse. Então falei em como eles poderiam pegar a grana e morar em uma casa ou apartamento com tamanho mais adequado para eles. Ele parecia empolgado com a ideia, mas não soube me dar um preço. Falei que anotaria meu email e que era pra ele me mandar a proposta por lá. Eles concordaram.
O mais alto me deu um papel que parecia um cheque em branco para eu anotar o meu email. Depois de várias tentativas frustradas, pedi para o meu irmão mais velho escrever a merda do email no papel porque eu não conseguia [No sonho é muito difícil escrever coisas, não sai com precisão, a tinta acaba, sai tudo torto, e a gente fica só racionalizando].
Só quando fomos entregar o papel com o email para os dois é que percebi que ambos usavam uma braçadeira preta no braço esquerdo, com um símbolo circular em branco no meio dela. Dei uma olhada de relance para dentro da casa e vi um lugar escuro com vários troféus em cima de uma prateleira. Só então me toquei que o símbolo em cima da torre era o mesmo da braçadeira. Nessa hora entendi o espanto do cara que arrumava as portas.
Nos viramos e estávamos indo embora pelo caminho que nos levaria pra fora da propriedade de uma vez por todas quando vimos o consertador de portas acompanhado de um policial militar, indo em direção à porta principal da casa.
Saímos correndo (o policial sabia que a gente não era da casa, o consertador falou) em busca das nossas bikes. Tive um pouco de dificuldade de tirar a minha mochila que estava presa na bike junto com uma trava. Nesse momento começaram a aparecer outros nazistas. Um deles me perguntou -- Eles te contaram sobre o quarto reich? -- E eu ignorei, subi na bike e desci o morro o mais rápido que pude.
Como os seres humanos dominarão o universo um dia / cauli•
Em um quadro branco, explicava para meu irmão T. como os humanos conseguirão tecnologia "infinita" e sobreviverão até que o universo inteiro se apague um dia, para então buscarmos maneiras de ir para outros universos:
Usaremos o lapso temporal causado pela proximidade de um (ou mais) buraco negro para conseguirmos sobreviver. Colonizaremos um satélite próximo a um buraco negro aonde o tempo passa 10x mais rápido do que o "Tempo Normal" (T.N.).
Colonizaremos então outro satélite mais próximo ainda do mesmo buraco negro, ou de um buraco negro maior, aonde o tempo passa 100x do T.N.
As pessoas que ficarem no T.N. ficam encarregadas de gerar conhecimento científico em tempo normal e entregar aos sistemas em fast forward. Para uma pessoa no 100x, ela precisa esperar apenas um ano para receber 100 anos de conhecimento científico terrestre.
O conjunto seria ético pois algumas pessoas gostariam de viver no sistema T.N., sem o medo constante de um vanguardista no 100x que não sabe, exatamente, se conflitos/catástrofes destruirão os outros sistemas em um piscar de olhos, mas que recebem todos os benefícios científicos da mente humana também em um piscar de olhos, o que pode evitar esses mesmos conflitos/catástrofes.
cabeça raspada e piscinas / Dora•
eu estava em um lugar que parecia uma espécie de clube. tinha uma galera fazendo uns penteados no meu cabelo e eu estava achando ok. Então percebi que tinham raspado metade da minha cabeça e eu não gostei, achei muito coisa de hipster ou sei la. Mas deixei rolar. subi e desci muitas escadas, ficava passando a mão na parte raspada da cabeça e a sensação era muito boa.
Fui mergulhar numa super piscina, mas meu corpo era muito estranho e feio e eu pensava em como ainda tinha coragem de usar biquini com um corpo assim. depois fui buscar um chuveiro para tomar banho, encontrei muitas amigas também nessa missão. experimentei vários chuveiros e continuei subindo e descendo muitas escadas.
harry potter / dora•
depois de uma discussão insuportável com um hippie, me transformei na hermione e encontrei com o Rony. pegamos cada um uma vassoura e voamos em direção a niteroi. a gente voava muito alto e era maravilhoso, vista linda. Então minha vassoura começou a dar problema e eu comecei a perder altitude. Fui cair em um vilarejo bruxo. Lá encontrei o gigante hagrid que me convidou para conhecer sua casa. Comecei a dar mole para ele e então a gente resolveu se pegar. Fomos transar e ele tinha um pau enorme. Mas ele ficava broxando e nada estava dando muito certo. Eu fui bem má e disse "faz uma mágica para manter essa merda em pé". Ele me olhou chateado. ele era o hippie. Me falou "eu sempre faço alguma coisa dar errada entre nos", ou algo assim. me vesti e fui embora consertar minha vassoura. Voei para longe com um gato preso na minha cabeça.