Drömma

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Drömma Dreaming Logger
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Cais do Porto. Cais do Porto.
Leela 15/08/2006  06:57
O ônibus onde eu me encontrava, rumo ao cento do RJ, passava pela zona portuária.

Primeiro passávamos por uma ponte muito inclinada, que separava toda aquela água da pista. Homens trabalhavam dentro d´água, nadando de um lado para o outro, consertando equipamentos.

Pareciam diversas piscinas não muito fundas, como piscinas olímpicas, de natação, em formatos mais quadrados, outros mais compridos.

A água verde esmeralda, mas parecia poluída, talhada de óleo em alguns pontos.

Depois de descar da ponte, o ônibus passava tão perto do parapeito tão destruído, que eu achei que o veículo onde eu ia estava a ponto de despencar dentro d´água. E eu achei que isso não seria tão mau. Qual seria a sensação, será que eu morreria, me perguntei.
Trem
Leela 15/08/2006  06:44
O trem atravessava no meio do trânsito, quando tinha de passar por determinado trecho. Não tocava nenhuma sirene tampouco acendia semáforo. Ele quase me atropelou.

Vi uma vizinha, Ednéa, ela disse que encontrou o R*. num barzinho na Cinelândia, onde costumo ir com ele. Fiquei furiosa, mas não demonstrei, cínica. "De onde vocês se conhecem",perguntei, achando que era mentira dela.- "Qual a cor dos cabelos dele", testei.

"São cor de cenoura" - Ela respondeu, rindo -"Ele me chamou de neném !"
turtle
li 14/08/2006  18:31
dormia na minha cama, o colchão ficava em cima de pedras, na beira do mar. G. colocou uma pesada tartaruga em cima da minha coxa, enquanto dormíamos abraçados. Senti medo e não consegui tirá-la de cima da minha perna. Tentei disfarçar o meu pânico, pois lembrei que a mãe dele tinha uma tartaruga de estimação. Logo, eu estava deitada em cima do mar, e quando tentava sair, colocando os pés no chão, sentia que pisava em muitas tartarugas pequenas. Sentia sob meus pés a textura do casco delas, que era aveludado, úmido, gosmento e áspero. Senti nojo e medo. Na minha cabeça um único pensamento que quase saía em palavras: ‘tanta tartaruga, tanta tartaruga,tanta tartaruga’.
cartum animado
en_drigo 14/08/2006  14:46
era como se eu lesse um cartum.

no pátio da escola, o menino era apaixonado pela menina e sentia vontade de dizer a ela que seu amor crescia como se fossem sementes.
de pronto, serviu de chacota a todos os colegas, que riram muito e o menino diminuiu.

a hora do recreio acabou e todos foram chamados a sentar fora da sala de aula, encostados na parede. o menino, hostilizado pelos colegas - afinal, nutria sentimentos tal qual sementes - não encontrou lugar pra sentar, a nao ser um, muito isolado.

e menina sentou perto do menino. e no meio da aula - aula esta ao ar livre -, enquanto o sol se punha, ela tratou ele com muita naturalidade. olhava-o muito e sorria e eles ficaram assim, o resto da tarde, comunicando-se por sinais.
o mar
Kríscia 14/08/2006  12:25
Sonho muito com o mar, na maioria das vezes é escuro e muito fundo, mas eu nao me afogo, é como se estivesse boiando!! O mais estranho é que nunca sei o final do sonho... nao é que eu acorde, mas eu nunca sei o que acontece comigo, nao sei se sobrevivo ou se morro. Não sei!!!
Onde estou?
Susanitta 14/08/2006  12:15
Esse sonho me perseguiu durante a infância por muitas noites...
Eu saia com meu pai, desciamos a rua e de repente estavamos em um enorme campo com gramado muito verde, montanhas, haviam muitas arvores e entre elas muitos caminhos, eu ficava adimirando a paisagem e me perdia do meu pai, e então seguia por todos os caminhos sozinha, até que encontrava o caminho de volta, subia a rua em direção a minha casa, mas quando eu chegava a minha casa não estava mais lá, tivera desaparecido então eu preocurava pelo bairro inteiro e não a encontrava, e também não conhecia nenhuma das pessoas que cruzavam meu caminho.
Perdida na escuridão
Susanitta 14/08/2006  12:08
Estava em um a academia onde só haviam bicicletas com minha irmã que malhava, segura no meu colo uma criança, uma linda garotinha, sem ouvir o que se falava dei a criança a minha irmã quando ela terminou e ela pediu para que eu fosse a uma outra cidade, mas que eu tinha que ir pela estrada que ela mandou.
De repente me vi descendo uma rua muito longa e estreita totalmente escura onde eu só via quando os carros acendiam os faróis começou a chuver e eu caminhava desesperada entre os carros desviando e segurando em uma das divisões das ruas, estava exatamente no meio da rua.
Já exausta avistei um onibus, corri e consegui entrar, mas ele me levava na direção oposta, e eu descia e continuava a caminhar para baixo.
Era como se alguma força estivesse me orientando a subir, e outra me ordenando a subir, acabei perdida em um jardim sem flores.
diamantes e margarina
li 13/08/2006  21:06
minha mãe e tia tinham recebido, como pagamento de uma herança, uma grande quantidade de dinheiro e a outra parte do pagamento consistia em diamantes. Minha tia e mãe pediram para o meu tio ir ao banco depositar o dinheiro e vender os diamantes. Ao retornar, meu tio avisou que os diamantes eram falsos, não passavam de imitações de vidro que acabaram se quebrando. Todos ficaram furiosos e minha tia chamou um advogado, que era vereador, para processar quem tinha efetuado o pagamento. O advogado entrou pela nossa casa de rompante e era um homem muito grande, feio e grosseiro. Eu chegava na casa com dois potes de margarina, um tamanho normal e outro com 50kg de margarina. Minha mãe dizia que eu precisaria comer todo o pote de 50 kg, enquanto minha tia chamou o seu marido e o comunicou que queria a separação.
Senhor do castelo
Eu passeava por um campo aberto, de grama verde, mas encharcado em alguns pontos.

Tenho a sensação que o local era a Escócia.

Em determinada parte do terreno, haviam escombros do que fora um antigo castelo medieval. Alguma guerra, do nosso tempo ou de eras passadas, dera termo ao que um dia fora uma fascinante construção.

Então, não sei se alucinação ou golpe de vista, quando eu olhava na direção dos escombros, tinha a nítida impressão que via o castelo, quando olhava de novo, ele tinha desaparecido.

Apareceram dois homens, que me viram e vieram correndo.

"Milorde, o que houve, o senhor sumiu...! "

Fiquei aborrecida, parecia uma piada de mau gosto.

"Como podem ver, não sou um homem !" - Reclamei.

Eles arregalaram os olhos e me miraram de alto a baixo, incrédulos.

Era o milorde, porque estava com um corpo de mulher, isso era um mistério.

"Perdoe-nos, por gentileza. Você já foi um homem, milady, e hoje é uma moça. Não foi hoje, foi antes de você andar na barriga de sua mãe... Era sua alma, não o seu corpo. Mas nunca nos esquecemos..."

O outro homem fez um gesto largo, com o braço abarcando parte do espaço que teria sido ocupado pelo castelo.

"E esse será sempre o seu castelo, ainda que para a senhorita pareça que só restem escombros."
Morte dos Amantes
Leela 13/08/2006  20:05
Este sonho eu assisti, sem me intrometer - expectadora passiva.

Estava na França, e havia um jovem senhor, dos seus quarenta e poucos anos, muito bonito, por sinal.

Ele era casado com uma mulher, porém não a amava mais. Tinham uma filha de dezesseis anos que era tranquila - ninguém imaginaria o que ela estava prestes a fazer.

O homem tinha uma amante árabe, da idade da filha dele. A amante parecia com a Hale Berry quando mais nova.

No dia da festa de debutante da filha do homem adúltero, ele apareceu na casa levando a amante, pouco antes de começarem as festividades. Ele estava disposto a esclarecer tudo com a esposa.

Do alto da escadaria da sala, a filha viu o pai com a outra e os ameaçou de morte.

"Deixa disso" - Disse o homem - "Você andou bebendo ou fumando, é isso !"

A filha não estava brincando. Sacou uma arma e atirou contra os dois, que saíram correndo, tomaram um carro e fugiram da louca. Só que a revoltada também tinha pego um carro e corria atrás dos dois, atirando.

Na fuga, os dois bateram com o carro numa carreta. Eu não sei porque senti meu crânio se esmigalhando, se eu não estava dentro do carro e apenas assistia à tragédia.
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