Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
México / Aspros

Estava no México, na casa da minha primeira host family. Na casa havia vários produtos, aparentemente eles estavam no ramo do comércio de alimentícios entre outros e todo o estoque ficava na casa deles. Então eu fiquei meio que enchendo o saco querendo comer um monte de coisa. Eles me autorizavam etc. Peguei um mate leão sabor maracujá em copinho pequeno e saí da casa. Fui até um mercado e no caminho encontrei uma bar, esses de esquina que tem um toldo azul brega. Estava fechado, mas as mesas e a cadeiras de plástico estavam espalhadas. Lá estava meu host brother e fiquei surpreendido por ele não ter perdido o sotaque de português dele depois de anos, já que quando conversávamos ele esquecia um monte de palavras em português. Ele estava procurando o óculos dele e eu o encontrei numa barraquinha ao lado em que havia um monte de gente conversando. Não lembro bem o que estas pessoas faziam, só lembro que faziam careta por algum motivo lógico, ou aparentemente lógico. Voltei para casa e minha host mother entrou pro banho. Entrei na suíte dela e havia uma estante com um monte de coisas em exposição. Gritei pra minha host mother se eu podia pegar alguma coisa dali. Na hora que eu toquei na porta, a porta caiu, como se ela estivesse suspensa por encaixe e qualquer toque ela viria a cair mesmo. A minha host mother saiu do box do banheiro enrolada numa toalha (grazadeus não sonhei com ela pelada) e ela pôs a porta no lugar. Ela disse que eu podia pegar o que eu quisesse. Comecei a pegar o que queria na estante e comecei meio que fazer muito barulho ou bagunça, então ela brigou comigo. Eu estava louco para ver uma espécie de mangá em formato de chiclete em forma de folha (ou chiclete em forma te tablete, não sei descrever bem). E bem na hora que eu ia abrir o mangá, minha host brigou comigo e não pude abrir pois fiquei constrangido demais.
QG / Aspros

Estava num lugar que era pra ser supostamente minha universidade. Mas era na verdade o QG de alguma organização que ia utilizar jovens pessoas para fazer experimentos. Meu namorado e eu fugimos e corremos pro porão. Entramos numa sala e descemos as escadas, lá nos deparamos com um salão cheio de uma água branca, que supostamente era ácido, e deveríamos cruzar o porão usando arames grossos de metal que estava no teto, na verdade parecia um monte de encanação que ficava exposta no teto. Nós dois cruzamos o salão como se fôssemos dois macacos. No outro lado havia uma parede de arame e devíamos escalá-la para chegarmos ao outro lado onde havia bancos e várias pessoas novas com uniformes laranjas. O suposto ácido não surtia efeito no outro lado dessa parede de arame, e todos andavam sobre o "espelho d'água" que o ácido fazia. Discuti que deveríamos todos nós sairmos dali. Subi em uma espécie de arquibancada de concreto que ficava na parede da sala e encontrei uma mochila que estava cheia de coisas. Peguei algo e saí como um macaco, pra chegar ao outro extremo do porão. Cheguei a uma outra sala, subi as escadas que tinha e me deparei na sala do diretor. Lá estava uma das coordenadoras (loira e meio velha, típica de filme americano) e ela meio que me ignorou, meio que ela estava querendo me safar. Subi no arquivo (um armário de metal enorme, desses verdes que se tem em escritórios) e fiquei lá querendo meio que me esconder. Mas então entrou uma outra mulher velha (de cabelos castanhos) me viu e quis me pegar. Fiquei confuso porque eu sabia que se me pegassem, eu ia sofrer, mas se eu fosse pra casa, eles me encontrariam lá.
Hackearam minha conta do Facebook / cauli

Ultimamente ando meio cuidadoso com a minha senha do Facebook. Ela tem esse tanto de caracteres: ******************. Minúsculas, maiúsculas, caracteres especiais e números.

Mas alguém conseguiu descobrir minha senha, e começou a postar fotos de gatinhos, frases de músicas guns and roses, horóscopo e outras coisas mais embaraçosas.

Eu não conseguia explicar pras pessoas que não era eu, porque não tinha mais acesso à conta pra conversar. Só sei que recebia muitos likes.
Ibuprofeno400mg 3em1 / apta

Acabo de ter tres sonhos diferentes, um seguido do outro.

I) Estava na casa de Itaipava do Joao, conversando com o meu pai sobre alguma coisa do meu apto novo. Entramos em uma discussão sobre o pintor. Primeiramente o assunto relacionado ao pintor era para ser resolvido com a Carla, mas meu pai começa a falar sobre isso. Tento explicar que esse assunto é para ser resolvido com a Carla, uma vez que ela disse que era para ser resolvido. Meu pai não ouve o que eu digo, sai andando e me deixa falando sozinha. Entro em desespero e começo a chorar muito, compulsivamente Carla aparece e tento recapitular o que foi combinado, sobre o assunto ser resolvido entre nos, sem meu pai opinar, falo tambem da dor que foi falar com ele e ele me deixar falando sozinha. Vou atrás dele para falar que ele nunca mais na vida devera fazer isso, aponto o dedo na cara dele, falo que ele mal educado, que isso nao é bonito, que quando ele age assim ele age feito um bebezao que nao quer ser contrariado, que nao quer ouvir o que é para ser ouvido, por isso ignora e sai correndo. Fim do primeiro sonho.

II) Estou na casa do Joao em Itaipava, estão todos numa piscina aqui na casa mesmo, não no clube. Na piscina estao meus primos, meu pai, irmão. As crianças brincam e fazem muito barulho. Estou de macacao jeans olhando todos. Meu pai fala para mim "que saco mais uma vez voce ai com vergonha de por um maio, de tirar essa roupa, um saco isso" fica resmungando, falando varias coisas sobre eu ter vergonha. Isso me deixa tão puta, tão irritada que eu tiro metade da minha roupa e entro com o resto, caio na piscina de roupa e tudo. Assim que pulo na agua, sinto alguem me puxando rapido pela agua, fazendo com que eu nao respire. De repente estou fora da agua desesperada, sem ar, é meu pai que havia me puxado e estava me dando uma bronca. Caio num choro profundo e triste, de chorar alto. Saio do quarto. Fim do segundo sonho.

III) Saio do quarto e subo umas escadas para um outro quarto, onde estavam as minhas coisas. Ainda estou muito assustada e triste com o que aconteceu na piscina. Nesse segundo quarto, havia uma espécie de varanda cuja vista era para o mar. Um lugar bem alto, podia ver o mar do alto. Era fim do dia e estava tudo com uma luz rosa e bonita. Havia um casal no mar, eu observava tranquila. Tinha uma musica que coincidia com a quebra das ondas. O mar foi ficando mais bravo e o dia foi caindo, ficando amarelado. Pude ver o sol se pondo. Nessa varanda, a agua do mar entrava. Era uma coisa meio projetada cuja parede dessa varanda fazia com que a agua caisse para uma especie de lugar vazio feito para essa agua cair. As ondas eram enormes agora, ultrapassando o que deveria ser essa barragem de concreto da varanda. A primeira onda entra um pouco no quarto, fico assustada. A segunda invade mais, fico mais assustada. A terceira onda entra com tudo, entra muita agua no quarto. Chegam Carla e tia Fernanda, elas me ouvem chorar e gritar, eu nao consigo gritar alto pois minha garganta esta ruim, minha voz sai fraca a cada grito. Elas me acalmam como se nao quisessem nada, meio de um jeito despreocupado comigo, falam so para eu parar de chorar e começam a falar de si mesmas. A fernanda senta e cruza as pernas numa cadeira e começa a falar dos proprios sonhos, como se ela soubesse que aquilo que estava sendo vivido no momento era um sonho. Fala calma e tranquila depois de ver a agua invadir o quarto. A Carla me pega no braço e diz "como é que chama aquele negocio que faz com que o carro nao bata na parede?" nao entendo nada, a Carla pede para ir para fora num lugar onde esteja sol.
Fim do terceiro sonho.
Racista / Aspros

Conheci uma mulher chamada Maria e ela era racista. Ela tratava todos os negros mal e eu estava extremamente bravo, não aguentava de ódio. Ela ia pra um lado e eu atrás dela e a tratava mal. Ela foi a uma festa e ela estava lá, comecei a xingá-la e discutir com ela. Ela foi pra uma cozinha e começou a mexer com carne, entrei lá e ela começou a bater na carne de ódio. Tinha linguiças lá e ela começou a desfazê-las todas, mas a linguiça se desfazia em pedaços retos de carne, o que era extremamente estranho.
dildo de carne / luiza só

fui pra porto alegre com kalo e ficamos na casa da mae de uma amiga que era em cima de uma companhia de teatro numa escadaria qe eu nao conhecia quando morava la. muito bonito. aí que dormindo acordei durante a madrugada e vi minha amiga na cama ao lado transando com uma menina linda, com as maozinhas amarradas. adorei fiquei com vontade e fui no outro quarto buscar a cinta pau da luisa que dormia la. aí que peguei e nao conseguia encaixar o pau no cinto. entrei num quartinho que tinha a luz acesa pra pedir ajuda. aí que eu conhecia o cara que tava la e a gente começou a se pegar e ele disse nossa mas esse pau é pequeno e começou a enrolar carne pra aumentar ele, era tipo cartilagem ou pele de frango nao sei. mas eu nao sentia nojo apenas tesão
cachoeira / nova

Eu estava na minha cidade natal, estava com meus pais la, e lia um livro de historias de romances lesbicos japoneses, um belo livro por sinal. Os móveis era meio antigos. Iriamos embora no outro dia cedo. Mamae decide nos levar para ver a cachoeira. A cachoeira é maravihosa. Minha prima da um mergulho de uns 20 metros de altura, e da tudo certo. Eu desço ate a beiradinha para mergulhar. Quando mergulho, é como se a agua nao existisse mais de tao limpa e aconchegante, eu me sinto tao bem e tao em casa debaixo dessa agua que começo a flutuar, e olhar a cachoeira por cima. Lá de cima, vejo que há outras cachoeiras, e uma piscina de azulejos gigantes. Eu desço e digo pra minha mae que vou ficar por la mais um pouco, que posso nadar porque a agua é leve.Eu nado tanto que quando saio da agua vejo uns pezinhos de crianças, ops, familia errada. Meu namorado chega, o novo namorado, eu digo pra ele entrar e saimos nadando por ai, eu nado com ele e estamos felizes e rindo e eu faço cócegas nele de baixo da agua. Volto pra casa da minha madrinha com meu livro. Meu namorado nao esta mais comigo. Me olho no espelho e minha pele e cabelo estao limpos e lindos, brilhantes como nunca. Penso que é efeito da agua da cachoeira. Encontro um amigo la, falando ao telefone que precisa de maconha. Acho tudo chato e digo que vou voltar pra cachoeira por que ainda está sol. Volto pra cachoeira e agora tem um restaurante lá, com móveis antigos e muitos turistas. Procuro meu namorado e nao encontro, decido ir embora. Quando saio vejo que ele está no balcão. Ele está vestido com uma roupa de futebol americano americano e fez a barba. Eu pergunto porque, ele diz que faz parte de um novo grupo de teatro, e que tem que encenar o tempo todo, Ok. Vamos saindo quando chega em nós um grupo de 3 meninas, e elas dizem pra ele que ele pode escolher uma das tres, ou as três. Ele acha legal. Eu dou risada e digo "vamos, temos que voltar pra minha madrinha". Ele diz que vai ficar com as meninas. Eu sei o que isso quer dizer. Eu digo "beleza" com muita raiva, e vou embora, antes de me virar, empurro as costas dele com meu pé, com muita raiva mas ainda com medo de machuca-lo. Só pra ver se ele desiste das meninas. Ele nem se vira. Continua com as meninas. Vou embora e acordo.
/ Aspros

Estava dando aula na minha antiga escola, e estava com arquitetura totalmente diferente. Eu estava estudando lá, e nas sextas eu dava aula para uma turma do ensino fundamental. Eu perguntei meu horário para a chefe da secretaria, ela me deu o horário e eu fui pra minha aula. Quando cheguei lá lembrei que era dia de eu dar aula, e tive que voltar correndo, demorei quase 30 min pra chegar na sala de aula. Quando entrei todos os alunos estavam quietos, achei extremamente estranho uma turma de garotos de no máximo até 11 anos estarem todos quietos. Quando entrei eles começaram a bater palmas no estilo "você chegou, finalmente". A aula foi rápida. No outro dia tive que ir até a sala que eu dava aula. Bati na porta e era aula de história. O professor usava uma máscara de guerra de samurai e os alunos cantavam o hino DeMolay. Inclusive um dos meus alunos era o Thiago. Voltei lá mais uma vez na outra semana, e haviam me mudado o dia de dar aula.
Beach towards the right end / Kaneda

Viajei de carro em direção a algum lugar que não fazia ideia, mas iria encontrar uns amigos. Ao dirigir, percebi que tinha chego numa praia, logo após, comecei a descer um despenhadeiro. Percebi que estava dirigindo, descendo muito íngreme e, ao final dele, uma ponte de madeira, ainda pra inclinada para baixo que dava na praia.
Acelerei! Caí de carro e tudo no mar, pouco me importando com os banhistas que faziam o mesmo, porém sem carro. Aí me dou conta: "- Que burro! BURRO! Como volto agora sem carro?!"

Pulei de novo na praia, amarrei uma corda ao carro e nadei de volta pra ponte. Com uma facilidade surreal, subia o carro pela ponte. Ao chegar ao topo, larguei o carro e meus amigos riram de mim. Disse que estava pagando uma promessa: "-A de viver, não importasse o quanto.".
Casa / Aspros

Estava num hotel com minha família e meu pai receberia um prêmio de não sei o quê. Fomos até à festa do prêmio. Era num shopping. Os jurados faziam piadas imbecis e eu também. Passei vergonha alheia, e de tanta vergonha que foi, fui para um outro quarto do hotel e me cobri. Disso veio uma celebridade me avisar que meu pai me queria no prêmio rápido. Fui para lá. Não lembro o que aconteceu depois.
Apareci no meu quarto, na casa dos meus pais, eu havia comido chocolate, mas queria mais. Encontrei uma barra de shot na janela, estava aberto e parecia que eu o deixei lá por anos. O tempo era nublado e parecia que chovia ou que iria chover.