Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Quebra-cabeça vidro de i-phone / Beto Shibata

Sonhei que derrubava o celular no chão e quando eu pegava via nos cacos de vidros uma espécie de quebra-cabeças que formam figuras de encaixe e falta sempre uma peça, fiquei durante muito tempo jogando isto até não restar mais pedaços e tocar a película sensível que ficava por baixo.
Chuva forte de Granizo. / xandre

Era uma tarde com muito calor eu estava no quintal da minha vó, e uma menina estava cheia de graça comigo, quando começou a ventar muito e o tempo mudar, vento era muito forte parecia um furacão, minha mãe queria ir embora e eu falando que não tinha condição nenhuma, todos foram para baixo de um telhado de ferro e começou a chover forte demais e caia uma grandes pedras de granizos dava medo com o barulho que fazia, e a força do vento, a menina foi para o meu lado e começamos a nos beijar, meu primo olhava todo desconfiado, era dizia que queria ir a um pagode chamado só no sapatinho, falei que não curtia não e ela foi embora chateada, a chuva parou e meu primo pulou no quintal do viainho, gritei ta maluco la vem o cahorro.
Para Praia / li

viajava de avião para ir para uma nova praia, com a família do meu pai. O avião fez o pouso e meu pai logo se levantou, pegou sua bagagem e ficou pronto para desembarcar. O avião foi parando e meu pai desceu imediatamente, enquanto eu e os familiares ainda pegávamos nossas malas calmamente. Logo o avião aumentou a velocidade e continuou viagem pelo solo. Ficamos preocuapados, pois não conhecíamos o lugar que estávamos, nem onde era a casa que o pai havia alugado. Alguém do avião falou que era um avião 'pinga-pinga', bastava puxar uma cordinha para ele descer onde quisesse.
Vimos que já estávamos nos distanciando de onde o pai desceu e descemos do avião. Era madrugada e começamos a procurar a tal casa. Caminhávamos por uma praia que eu já havia veraneado uma vez. Falei para o pessoal que tinha uma parte da praia muito lega, que era como um açude de mar, além de ser uma praia bem badalada, de pessoas ricas e famosas. Andamos por bares e lojas, muitas pessoas bêbadas pelas ruas e nada de encontrarmos a tal casa do meu pai. Pelo caminho íamos perdendo pessoas da família, e fiquei com medo de ficar sozinha por ali.
Depois de muito caminhar chegamos no subúrbio da praia, ruas de chão batido, arquitetura muito antiga e em péssimo estado de conservação. Começamos a deduzir que a casa era por ali. Segui por uma quadra e vi contruções demolidas, um grande prédio e uma igreja, que pareciam ter sido atingidos por um terremoto, mas transeuntes falavam que eram apenas obras mau construídas. Encontramos a casa alugada e entramos entusiasmados para conhecê-la, pois estávamos muito cansados. A casa, de três andares, era muito velha. No primeiro andar o piso era todo coberto por terra e sentíamos cheiro forte de alpiste. O local era abandonado, cheio de móveis luxuosos sujos e quebrados. Meu pai tentava desfazer o negócio para irmos para outro lugar. Eu disse que preferia até ir para Torres do que ficar ali.
Abismo e tristeza / Hannap

Subi no topo de um prédio, estava feliz, senti que precisava fazer isso.
Lá na beirada, perto da queda livre, fiquei agarrado em uma grade, pensando e observando tudo. Acabei dormindo. Dormi por algum tempo e quando acordei meus braços estavam cansados. Olhei pra baixo e vi que estava muito próximo de cair. Pendurado na beira do nada. Fiquei com muito medo. Meus braços doíam, parecia que eu não ia agüentar mais. Me deu vontade de chorar de medo e tentei voltar lentamente. O caminho pra chegar até lá era estreito. Não entendi como eu havia caminhado por ali. Agora eu tinha muito medo de voltar. Fui rastejando e chorando até chegar em um lugar seguro, dentro do prédio. Então me deitei no chão e chorei mais intensamente.
Olhos Famintos / xandre

Tinha uma arvore grande e no estilo bem macabro no quintal da casa onde eu morava, nela tinha um monitor de lcd bem grande no meu e um computador, os galhos se mexiam parecendo mão humana, u estava em um galpão com algumas pessoas, quando eu olhei para o telhado estava aquele bicho do filme olhos famintos todas as pessoas começaram a gritar e a criatura desceu foi um corre corre, ele olhou para mim e começou a falar uma língua estranha demais, comecei a rezar e chamar por Jesus, quando apareceu um padre e começou a exorcizar o monstro, o padre dizia que ele tava com o demônio no corpo e era de outra planeta, depois de algum tempo exorcizando o demônio saiu do corpo e o ser voltou a ser um menino falando em Hebraico, o padre falou que esse ser saiu da arvore la do meu quintal, quando voltei para casa tinha um monte de gente pegando pedaços da arvore para vender dizendo que iam ficar ricos pois esses pedaços eram mágicos, eu falei que tinha que queimar tudo pois aquilo era amaldiçoado, apareceu meu amigo de infância Gil e disse para a gente ir beber uma cerveja que ficaria tudo bem.
Cavalo Verde / xandre

EU saia da academia para ir em casa, andando pela rua da caminhada e apareceu um muro verde e do seu lado um cavalo da mesma cor, muito brabo o cavalo começou a atacar as pessoas e veio para cima de mim, eu me defendia com um guarda chuva, me defendia e ele ataca eu corria de costa e sentia muito medo, ia atropelando as pessoas e algumas soltavam pipa o cavalo tomou outra direção, e quando eu coria olhava para o lado que ia, formava um imenso furacão que levava as pipas e os guarda chuvas das pessoas.
Canário Belga..animal que mordia e gelatina de abacaxi / xandre

vi um canário amarelo solto e cantando em uma arvore no quintal do meu tio, então resolvi procurar um alçapão para pegá-lo e quando fui em um quartinho onde tinha avistado umas gaiolas encontrei um animal estranho e com dentes grandes e afiados, mordeu meu pé eu senti muita dor, e quando mais eu sentia dor mais ele apertava, quando ele soltou tentei me afastar mais veio para cima novamente então peguei pela boca e abri ate quebrar o pescoço do animal, fui embora e encontrar minha mãe me chamando para ir ao mercado, chegando la começamos a encher o carrinho com gelatina de abacaxi.
Nota de cem e de 50.. Mãe / xandre

Dirigia o carro estava com minha mãe ao lado ai quis fazer uma aposta com ela, falei mãe se a senhora estiver com 3 notas de cem na carteira eu ganho 1 nota de 1 real, quando ela abriu realmente tinha 3 notas ai ela me deu uma, eu devolvi e disse que a aposta não era essa, então ela riu e me deu uma nota de cinquenta rasgada e disse para eu deixar de ser burro pois alguém tinha me dado cem reais e eu não aceitei, perguntei quem foi e ela não quis me dizer.
Fired! / Kaneda

Um dia de trabalho comum, sem coisas das quais poderia dizer que mudariam algo ou que seriam diferentes do comum. Oiram havia passado por mim e notei inquietude enraizada no olhar mirado em mim, foi entãoque se aproximou perto de mim, e disse por as palavras mais preocupantes para uma pessoa num cargo deste:"- Precisamos conversar." E, então, respondi sem pestanejar:"Não se preocupe. Sei do que se trata e acredite, nada disso é culpa de ninguém mais, além de mim." Acho que ele nunca havia recebido tais palavras tão sinceras de alguém. Foi quando o peso de dez elefantes saíram de suas costas que em sua intimidade não conseguia desfazer-se, e perguntou-me:"- Então, você já sabe?!"
Embora não soubesse nem um pouco do que estávamos confabulando, respondi afirmativamente com a cabeça e com a garganta raspando "- Hu-hum!".
Avistei a folha saindo da impressora, e ele foi buscá-la. No verso da impressão avistei meu nome e o contrato de recisão de emprego. Fiquei amuado, tanto quanto alguém que descobre que faltou-se um número correto para ganhar na loteria.

A vida é uma aposta. Precisamos nos arriscar.
Sneakers and snakes. / Victor Freitas da Silva

In media res, como todos os sonhos, la estava eu, em uma festa estranha com gente esquisita. Uma churrasqueira de condomínio de prédios e uma piscina, ambos repletos de pessoas, estavam proximos a mim. O curioso é que por toda a paisagem se podia notar tenis de skate abandonados. Alguns aos pares, outros só um pé. Já que ando de skate, decidi recolher alguns deles para suprir uma das minhas necessidades em relaçao ao esporte.
Pega esse, procura aquele. Depois de cerca de deux heures consegui um amontoado que me garantiria um ano de skate sem ter que me preocupar com onus provenientes de "pisantes". De repente, gritos e muita correria. Principalmente nos arredores da piscina. "Est une serpent!", disse o rapaz que trombou comigo fugindo e fez com que parte do meu suco de limão fosse à lona.
Diferente da maioria das pessoas, tive curiosidade em ve-la. Fui contra o fluxo e finalmente me deparei. Uma naja. Em virtude da pressa e desespero, alguns que tentavam sair da piscina, caiam nela denovo. Juntei meus shoes numa sacola e escondi, de modo que nao fosse subtraído e pudesse ajudar alguem. Quando me viro, não ha mais ninguem. Só eu e a naja. Não sei o que me motivava, mas queria captura-la. Para minha surpresa, ela entra na piscina, como se estivesse selecionando o lugar que iriamos batalhar. Fui à parede, peguei a redinha(aquele cano com uma peneira quadrada em uma das extremidades) e tentei dominar o animal. SPLASH. Ela era forte e acabei me desiquilibrando, caindo no ringue que ela escolhera.
Ainda bem que sei nadar, ou teria mais um problema com o qual me preocupar. A cobra estava no fundo. Peguei um dos corpos que ela ja tinha inoculado o veneno e usei como escudo/bóia. Great success, diria Borat. Em uma tentativa de me matar, a naja fincou as presas, novamente, na minha bóia. Com a técnica que aprendi nos ensinamentos de Bear Grylls( À prova de tudo, Discovery channel) peguei-a firmemente na regiao do término da cabeça. Saí da agua. Enquanto me esforçava para segurar a naja, também pensava como tiraria sua vida. Cortar-lhe a cabeça nao adiantaria, uma vez que este membro ainda permaneceria vivo por horas. Pega-la pelo rabo e fazer com que desse um giro, batendo a cabeça no chao ao fim do ciclo seria arriscado, ela poderia me morder antes.
Ainda refletindo como saciar uma das sedes do ser humano através daquela cobra, trouxe-a de frente ao meu rosto e olhei diretamente aos seus olhos. Encarando-a, acordei e notei que a cobra era, na verdade, meu travesseiro, que eu pinçava ainda com muita força. "Quando si dei por mi", ri.