Estava deitado, enrolado em cobertores, e senti beliscões nos braços, vi que quem me beliscava era DD, e achei esquisito - além da sensação desagradável de levar beliscos -, pois ele morrera há muito.
Barack Obama / Pedro Filho•
Esta noite sonhei que fui convidado para um jantar (aqui em Porto Alegre/RS) com a presença o Barak Obama.
Quando cheguei, me surpreendi que não havia segurança alguma e que o Obama estava conversando com as pessoas.
Sentei num canto do local e o cara veio falar comigo. Ele era muito alto.
Conversamos muito (em português) e ao final eu fiz uma "pergunta secreta" para ele. Uma espécie de código que só alguns sabiam.
Ele, me pegou pelos braços e me elevou até a altura do rosto dele e deu a RESPOSTA SECRETA.
Espetacular.
flores / chuazinha•
sonhei que estava me recuperando de alguma doença ou operação, não podia sair de casa mas estava recebendo visitas. o diogo veio me visitar. durante sua visita eu recebia muitas flores de várias pessoas. recebia uma orquídea branca numa caixa azul do joão, vinha com um cartão que li discretamente. mas o cartão me deixou visivelmente triste, não deu pra disfarçar. botei as flores na minha frente e fiquei sem saber o que pensar.
Aborígine insistente / LaisP•
Era noite, tinha saído de uma agência onde estava começando uma festa de inauguração com Champagne e com muitos livros de moda e comportamento à venda. Saí do lugar já que não era desejada no lugar e por algum motivo estava correndo na calçada, as ruas estavam com muito trânsito. Eu estava usando um vestido azul e lembro que corria sem parar, olhando pra trás de vez em quando. Sempre avistava um aborígine, que hora aparecia na minha frente indo para a minha direção, hora ele aparecia atrás de mim também vindo correndo ao meu encontro. Ele vestia tanga e estava todo adornado com pinturas no corpo e rosto de cor amarela e tons de vermelho, usava um cocar, colar, pulseiras e umas coisas nos tornozelos que não sei direito o que é, tinha também uma arma de osso. Ele era bem moreno e usava dreads compridos pretos. Enquanto corria ele aparecia diversas vezes e me atacava, eu desviava ainda correndo e as pessoas que também estavam na calçada pareciam não se importar com um aborígine investindo repetidas vezes contra uma menina de vestido azul que corria sem parar. Numa travessa avistei o carro de meu pai e entrei, o aborígine tinha sumido depois de tanto insistir em tentar me atacar, eu apenas suportei o trânsito parado com meu pai me distraindo olhando as vitrines das lojas de fantasia, que expunham diversos chapéus diferentes.
teste / dmtr•
Tinha em mãos uma arma de tambor de cano curto e na outra mão uma caixa onde eu guardava as balas e giz de cera colorido. Eu estava tentando carregar a arma, mas confundia as balas com os gizes coloridos, haviam muitos e de diversos formatos e cores e o trabalho estava muito mais complicado já que as balas para a arma também eram coloridas. Com dificuldade em distinguir um giz de uma bala, perguntava para meu pai qual era o calibre da arma enquanto eu tirava da caixa os gizes e as balas, testando cada um dentro do tambor.
Boi branco / LaisP•
Estava andando em uma rua em santo amaro quando vi na calçada um boi branco que havia sido descartado por um matadouro dos arredores. Ele estava deitado e completamente submerso em uma poça, havia chovido naquele dia e as ruas ainda estavam molhadas. Fiquei com muita pena do bicho, ele ainda estava vivo, mas muito fraco. Enfiei a mão dentro d'água e fiz carinho nele que me retribuía com um olhar calmo e tranqüilo mesmo não tendo mais parte das vísceras, parecia que estava pronto para uma morte calma. A água era cristalina, eu fazia carinho em seu focinho e notei que suas orelhas eram incrivelmente compridas, como as de um burro, eu puxei para fora da água uma delas e perguntava ao boi se ele conseguia escutar as coisas que dizia para ele. Ele permaneceu inerte apenas me olhando de hora em outra com aquele olhar de calmaria. Na rua avistei o Dimi, estava usando um chapéu de palha e uma camiseta lisa branca, estava todo suado e parecia apressado. Parei ele para cumprimentá-lo, sorridente, ele limpou o suor com um papel e ficou conversando comigo.
/ li•
Eu estava em um lugar com muitos conhecidos e tínhamos que organizar a nossa volta para casa, nos remanejando entre os carros. Eu e DF acabamos indo em carros separados. Ao entrar no carro que eu iria, uma Hilux, que estava estacionada no sol e muito abafada. Percebi que MM e minha prima KV tbm iriam no banco de trás comigo, e como eles são gordos, vi um espaço mínimo para eu me acomodar. Seguimos na estrada e era uma colega da escola que dirigia com muita dificuldade, pois ela não estava habituada a dirigir na estrada movimentada. Resolvemos parar em uma localidade para comprar água e descansar, e a minha colega fez um atalho, por uma estrada chamada 'doce arco-íris', que era uma descida de um morro, muitas curvas, alguns caminhos feitos de azulejos coloridos, construções coloridas e exóticas. Uma parte desta estrada era dentro de um rio, e de repente entravámos em uma caverna escura e estreita.
Paramos em um pequeno comércio e fui correndo comprar água, quando vi que ali só vendiam flores. Encontrei uma escondida lanchonete e peguei a minha água, mas percebi uma enorme feira de flores. Passeei com DF pelas flores, queria comprar muitas, mas não teria como levar. Comprei um vaso pequeno e a atendente me deu de brinde um ramo de folhas coloridas. Caminhamos mais e eu mostrava o lugar para DF, que gostava de estar ali. Caminhamos por florestas, camping, estábulos, campo para treinamento de esportes olímpicos, bistrôs, quando avistamos um lago selvagem, com águas turvas e ondas. DF não pensou e entrou com suas roupas para nadar. Fiquei observando enquanto ele nadava, quando de repente ele pede socorro e desaparece. Senti medo de ir salvar, pois estava grávida e as águas estavam violentas. Desesperada, comecei a rezar para que ele estivesse brincando e que aparecesse uma solução imediatamente.
Tiroteio / LaisP•
Estava trocando tiros com um homem gordo e de bigode, eu me protegia dos tiros atrás de uma janela cujos vidros se quebraram com o tiroteio, ele acertou algumas balas em mim e eu acertei outras nele. Eu estava com uma pistola enquanto ele usava uma metralhadora. De repente ele saiu correndo e entrou em um quarto que era todo em tons verde oliva, as paredes, chão, até a roupa de cama. Entrei no quarto com mais algumas pessoas atrás dele, ele estava atrás da porta, ensangüentado, pendurado pelo pescoço na arara do guarda roupa, tinha se enforcado, mas ainda falava. Sorrindo dizia que não havia escapatória, mesmo com a morte dele uma pessoa pior e muito mais perigosa viria para a cidade. Eu apenas olhava para a rua deserta.