Barco de VimeLola 01/02/2009 12:38
Eu estava no mar, em uma praia, mas o mar era gigantesco, e eu estava em cima de uma onda do tamanho de uma montanha, num barco que parecia um barco viking, mas era leve como se feito de vime, e vermelho, igual vime vermelho. A onda gigante avançava para a terra e o barco deslizava como um jacaré, o repuxo nos trazia de volta para o fundo e a onda quebrava novamente e o barco, muito leve, era muito seguro. O trajeto do barco lá de cima da onda gigante até a quase a areia era aterrador e dava um frio na barriga.
FUTUROJohon 29/01/2009 07:50
Acordei. Era uma mulher, de cabelos castanhos claros lisos e cursos, na faixa dos 40 anos. Tudo estava muito escuro, da janela via alguns clarões que pareciam focos de incêndio. Caminhava pela apartamento, não havia ninguém. Institivamente sai e entrei num elevador. Quando vi estava tudo claro, era dia. Uma luz branca e suave entrava pela janela. Pessoas conversavam e comiam a minha volta. Era um cenário calmo, para um mundo pós-apocalíptico. É, eu tinha consciência disso. Poucos haviam sobrevivido. Era uma era pós-nuclear e todos não ligavam para isso. Haviam sobrevivido e estavam recomeçando um novo mundo. E eram os reis nesse novo mundo. Descemos para um passeio, para pegar mantimentos num shopping center. Nas ruas algumas pessoas andavam, aparentemente cegas, mas com certeza apáticas. Elas vinham em bandos. Fiquei um pouco assustado, mas quem estava comigo não ligava. Eles eram párias, logo desapareceriam. Subimos de novo. Me lembro que tive vontade de ir ao terceiro andar, não podia. A imagem do terceiro andar me assustava, escuridão e fogo. Uma coisa Mad Max e Exterminador do Futuro, nas cenas da luta de homens X robôs. Alguém me contava em seguida que eu havia acordado do coma, e que tudo aquilo não havia passado de um sonho.
abduzidoxandre 28/01/2009 10:10

estava em uma fazenda grande quando fui abduzido por uma nave grande e brilhante nde tinha dois seres pequenos e cinzas com lhos grandes, corpo pequeno e sem boca...
conduçõesli 28/01/2009 00:50
Eu vivia numa cidade da Alemanha e encontrava conhecidos brasileiros. Desci uma rua e em cada casa morava uma antiga colega de escola, todas me chamavam e me ofereciam roupas para comprar. Comprei algumas, não muitas, a maioria roupas estilo ‘tia-anos-80‘. Cheguei na região central da cidade e chovia bastante. Encontrei amigos mais velhos e descobri um novo estilo de helicóptero que parecia brinquedo. Era um tubo incolor, só para uma pessoa, e podia voar sobre a cidade e fazer viagens, em pé, para locais mais distantes. O veículo não apresentava todas as normas de segurança para ser utilizado, mas convenci um amigo a usar, depois uma amiga passeou e logo o Iggy Pop apareceu para conferir o novo meio de transporte. Eu estava dentro do veículo e não sabia conduzí-lo, voava baixo e eu via a cidade alemão, muito organizada, começando a ficar inundada. Desci num parque e amigos queriam me levar para um túmulo que estava dentro do parque. Eu nao queria visitar túmulos e me amarrei em correntes. Na verdade eu queria estar dentro de um ônibus que partia, logo adiante.
Maquina fotografica na águaxandre 26/01/2009 06:56
Estava na praia com alguns amigos, quando em uma pedra grande apareceu um lagarto enorme de um lado e um bixo amarelado do outro, os dois começaram a brigar e eu apontei para meu amigo peguei minha camera para tirar foto quando ele me puxou, perdi o equilibrio e minha camera caiu na água, fiquei nervoso tentando ligar e nada.
Casamentogringo 23/01/2009 07:22

Era uma grande festa de casamento numa casa parecida com aquelas do sul dos EUA. Todos estavam dentro da casa comendo e bebendo. O noivo era um grosso, estúpido e a noiva um tanto neurótica. Ele estava bêbado e enciumado, fumava muito. Algum primo tinha feito uma graça com a noiva que retribuira com um sorriso. Ele saia da casa com um amigo, com um cigarro na boca para ir mijar do lado de fora da casa. Por que eu não podia mijar do lado de fora? Por que minha mãe não me deixava mijar do lado de fora? Me vi uma criança loira de franja, meio fortinha, querendo também fazer xixi na rua. Dei a volta pela casa para fazer xixi. Me senti um marginal, um desbravador, mijando onde não podia, fazendo a maior de todas as artes. Um senhor negro me observava e me chamou até ele. Ele estava sem camisa, dentro de uma garagem. Ele estava se masturbando enquanto me observava. Seu pau tinha um metro, embora não fosse muito grosso. Ele me pediu para tocá-lo. Imediatamente gozou, e seu gozo era de catupiry. Ele me afastou e eu voltei pra casa.
Dois sonhosSL 22/01/2009 07:00
1 - Sonhei que li. estava mantendo um relacionamento secreto e amoroso com a Marília Gabriela, e por causa disso toda a atenção da mídia estava sobre a vida dela e até sobre os amigos dela. Um dia cheguei em casa, liguei a TV e aparecia furos de notícia nesses programas de fofoca, imagens delas duas de mãos dadas caminhando pelo Gâsometro e pensei "nossa, elas ficam aqui em Porto Alegre mesmo!".
2 - X havia se mudado para o Jardim Itú Sabará para morar com o namorado e o pai dela. Eu e Y chegamos para visitar, e X contava que não sabia o que fazer pois seu namorado estava cheirando cola toda noite. Y falando incrivelmente fluente com X, disse que ela deveria ter uma conversa séria com ele e tentar resolver isso o quanto antes. X estava depressiva na cama, com uma cara péssima. Logo após isso, eu estava no colégio com I e C. Eu tinha muito medo que elas ficassem amigas e parassem de falar comigo, mas não conseguia fazer nada a respeito. I por vezes fazia comentários maldosos a respeito da roupa de C e C sempre sentia-se culpada por qualquer coisa. Elas fizeram uma grande lista enumerando meus defeitos como pessoa, e eu escutava atentamente, no entanto, me sentindo muito mal.... E pensando que aqui na Europa o número de roupa é sempre +2 do que se usa.
guerrali 18/01/2009 23:06
acontecia uma guerra em Porto Alegre, e meu vizinho era o líder de uma das partes da guerra. comecei a juntar minhas coisas para eventual fuga da minha casa. era tardinha e logo começaram os bombardeios. fugi de casa, em direção a zona sul. os bombardeios ficaram intensos e eu estava perto do meu vizinho, pois eu tinha que ter alguma posição na guerra. estávamos num apartamento e as bombas caiam nos prédios vizinhos. pessoas com roupas largas e máscaras faziam a negociação de paz, que era algo muito confuso, pouco se entendia. mais bombas caíram e vi que alguém perto estava ferido. fui procurar medicamentos e falar com o meu vizinho. Passei por um cômodo e tinha um cheiro forte de cadáver podre. A pessoa machucada gritava de dor e dizia q sua perna esquerda estava gangrenando, eu não sabia o que fazer nem encontrava álcool. Sentia o cheiro do cadáver cada vez mais intenso. Quando percebo eu era a pessoa com a perna machucada e sentia muita dor, sentia que eu morreria sofrendo ou que amputassem minha perna sem anestesia. o sangue chorrava da minha perna e eu queria muito morrer rapidamente.
Minha chacaraManinho Braga 18/01/2009 15:49
Estou em em uma casa escura que no sonho parece ser a minha casa, Eu vejo meu pai (falecido) com o telefone e uma agenda tentando discar para alguem, ai eu pergunto para ele "o que vc esta fazendo?", ele me diz... "estou vendendo a sua chacara" ....Ai eu pergunto.... "Por que ?...Ele me responde com um sorriso no rosto..."é por que vc morreu"...Pego o telefone e tento escutar quem esta na linha e escuto a voz extranha de uma mulher, mais não entendo nada e acordo.
li 17/01/2009 17:59
era um condomínio e eu caminhava entre os pátios dos prédios. um apartamento era da minha mãe, era muito antigo e grande. m estava lá dentro, escrevendo notas de roda-pé de um livro de outra pessoa. ele escrevia eu estava ao seu lado e ao mesmo tempo estava caminhando entre os prédios.