Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
SUL Ensemble / dmtr

#1

estava chegando no sul e alguem me falou pra mim ir na TVE, porque eu ia falar sobre algo q nao lembro na TV. nem pensei muito e fui lá. A TVE era um casebre, e quando eu cheguei estava com vontade de urinar. logo perguntei onde era o banheiro e entrei. Fiquei um tempo tentando me decidir pois haviam dois vasos sanitários um ao lado do outro no banheiro, além de um tanque de lavar roupa e muitas roupas e lençóis. a porta também nao fechava e tinha um degrau no meio do banheiro, que era feito de lajota

Por acidente passei na frente de um espelho e me lembrei que eu estava de bigode, nem sabia desde quando, e também que dentro de pouco eu ia estar na TV.

#2

de repente eu ja estava num galpao enorme, nada a ver com a TVE, e eoncontrei um elástico preso no teto, e no chao um tijolo de seis furos, todo enrolado com um fio de cobre formando um gancho.

nao tive duvida e enganchei o tijolo no elastico, e saí caminhando pelo galpao, sempre com o tijolo na mao

surgiu um cara tentando tirar uma foto disso, e fiquei meio constrangido. Lembrei que seu deixasse o tijolo ali pendurado alguem poderia por acidente dar uma cabeçada, entao comecei a tentar desamarrar o nó.

perguntei pro cara que camera era aquela, so pra dizer algo, e percebi que o galpão era a gráfica da universidade em Santa Maria.

#3

vi alguns flyers e camisetas impressas em offset(?) todas penduradas num varal, parecido com revelacao de foto.

comecei a perguntar pra eles se eles tinham fotolitos velhos pra me dar que eu queria fazer uma colagem.

eu tinha certeza que por algum motivo eu tinha voltado a estudar no colégio, era o segundo dia de aula no ano e as aulas duravam o dia inteiro, e ainda eu morava e dormia no colegio. Quando eu me acordei percebi que todo mundo ja estava na aula e eu nao fazia nem idéia de que horas eram, se era de manha, tarde ou noite.

#4

vi que todos estavam saindo da sala de aula e pensei que fosse hora do almoço pois estava com fome, quando encontrei alguem conhecido fiquei sabendo que ja eram 16h, e as pessoas comecaram a correr em círculos. Me dei conta que era a hora da educação física e eu mal tive energia pra sair da cama, estava com fome, não estava acreditando que depois de velho eu teria que encarar o colégio novamente, e que além disso no segundo dia de aula eu ja tinha sumido por ficar dormindo.

#5

Estava na casa dos meus pais que no caso era um casarão gigante com muitas escadarias na entrada. aproveitei que estava por la e chamei varios amigos pra casa, varios que nao se conheciam entre si.

eram 11 da manha o almoço ia ficar pronto quando anoiteceu em minutos. Fiquei gritando chamando todo mundo pra ver, perguntando se havia algum eclipse agendado, ficou escuro por um tempo e BLAM! caiu um metero vindo com muita velocidade, no tremor nao ficou ninguém em pé, aquelas coisas apocalípticas que eu sempre sonho.

Globsters / dmtr

dormindo por cinco minutos tive um sonho muito específico

era um instrumento musical parecido com o piano, mas que a tecla ficava diretamente ligada a uma peça de cristal, com o formato de gota invertida, ou bulbo. sobre o instrumento eu não sei dizer muito, mas sei que as bolhas de cristal chamavam "Globsters" e que tinham um som muito "cristalino", sendo mais prolongado quando martelado com a parte gorda, e mais stacatto quando marteladas com a parte fina. e não quebravam
corpos / li

minha nova casa era uma construção bem antiga, muito escura. Moraria ali com pessoas mais velhas que eu não conhecia, entre elas a Maria Bethania. Pensei que ficaria deslocada no meio daquela galera, uns cinquentões, executivos e magrões da antiga. Assistia TV e percebi que a Maria Bethania só andava pelada pela casa. Ela tinha um corpão, e pensei que eu precisaria me cuidar mais, com 30 anos, o corpo-bagulho era o meu naquela casa.
almoço francês / li

eu almoçava com a minha mãe no Ocidente (restaurante/bar), que recém tinha mudado de lugar, ficava agora numa rua calma do bairro petrópolis. Era uma casa grande, de dois andares e o novo chef era o Oliver Anquier. Ele me apresentava vários pratos servidos, mas nenhum me agradava, acabei escolhendo um risoto de alho poró e pimenta preta. Enquanto almoçávamos entrou a Fatima Bernardes e o William Bonner com seus filhos, minha mãe ficou muito feliz em vê-los, comentei que tbm o Luis Fernando Veríssimo costumava almoçar ali. Mesmo almoçando eu já estava agora em uma sala de espera de um curso de francês, seria minha primeira aula neste lugar. Um recepcionista me chamou e conduziu-me até a sala do professor. Eu teria aulas isolada do restante da turma e a nossa sala era como a de um psicanalista, mesa e duas poltronas. Tudo que o professour falava, eu não entendia. Comentei que eu apenas sabia dizer ‘bonjour’, o resto eu tinha esquecido. Ele continuava a fazer perguntas e nada de entendimento. Comecei a achar o professor bonitinho, mesmo sendo tímido, arrogante, caretão e super sério. não prestei mais atenção no que ele dizia, coloquei um óculos escuro de aro redondo para poder ficar olhando mais para ele.
festa-cama / en_drigo

a minha cama estava no meio de muita gente e fumaça; eu deitado, ali, ouvia aquele som alto. era uma festa, claro, mas eu estava dormindo. as pessoas da festa me derrubaram da cama e começaram a me chutar. levantei, ofendido, e mandei todos tomar no cu. dispersaram-se. a festa não deu nenhum sinal de que iria parar e eu voltei a deitar, só que sem conseguir dormir de novo. fiquei olhando aquele bando de gente, circulando por ali. volta e meia um grupo de pessoas vinha e sentava na borda da cama. ficavam ali, conversando. fiquei intrigado com o fato de que os copos daquelas pessoas estivesse vazio. decidi levantar, me vestir (tive que pedir para algumas pessoas se afastarem, pois minha calca estava pendurada atrás delas) e fui até o bar da festa.

perguntei o que tinha ali para beber e o que eu ouvi foi:*volte para a sua cama, você não foi convidado.*
hot / li

estava na praia, férias de verão, mas tudo era tédio. Descobri que tinha um homem desconhecido que parava no mesmo apartamento q eu, em outro quarto. Nunca havíamos nos falado pq ambos sentíamos tédio, também nunca cruzávamos dentro do apartamento.. Ele tinha uma barba comprida, mas imaginando ele sem barba, era bonito. Fomos juntos fazer um almoço de domingo, mas não conseguíamos, pq resolvemos que o tédio só passaria se trepássemos. As trepadas eram sensacionais, íamos para dentro da geladeira, para baixo da mesa. Enquanto isso, o microondas ficava acendendo luzes coloridas, pensei que parecia dar uma impressão de motel vagabundo, uma pobreza. Transamos por muito tempo, dias, até q uma hora o cara falou q estava assado, fiquei puta da cara e disse ‘mas isso é coisa de mulher, um homem nunca fica assado!’ . como tínhamos que ficar transando por muito tempo, não poderíamos parar, ele cansado, resolveu que merecia uma substituição. Ele me deixou de quatro em cima da mesa, enquanto mordia meu pescoço, colocava um urso de pelúcia gigante para transar comigo. Enquanto eu gozava com o urso, reparei que nos meus dedos tinham muitos anéis de pedras coloridas.
desterro / en_drigo

manuela estava sob um orelhão onde funcionava também um chuveiro e uma parada de ônibus.

este bem bolado da prefeitura ficava em um estrado a uns cinco metros de altura. eu subia e descia a escada que dava acesso a ele e manuela não percebia o meu movimento.

considerei que era ótimo que houvesse telefone e chuveiro, visto que ninguém poderia pegar um ônibus naquela altura.

o meu vai e vem em loop continuava e manuela, que usava um jeans justíssimo, não percebia a minha presença.

lembrei que ela estava fora do país, como iria perceber?

esse três em um municipal não poderia ser brasileiro. os brasileiros não têm o costume de ter pensamentos práticos acerca de inutilidades.

e era eu que não estava em país algum, mesmo sem entender o que diziam ao meu redor.
Pluie / Clarissa

Eu no chuveiro tomando banho

Uma amiga , um conhecido virtual e o Marcos esperam no meu quarto vazio.

Quando retorno ao quarto o Marcos deixa a mochila dele com umas lágrimas enquanto as outras pessoas dali me contam que acharam uma carta, em papel de guardanapo, em que eu tinha escritos versos ou algo do gênero para outro cara.

Eu desconverso dizendo que aquilo foi em outro momento e tal...

Um tempo de viagem e só lembro da gente em um ônibus descendo uma ladeira. Eu desembarco em uma parada e depois de sair é que lembro que não me despedi do Marcos. Olho pra dentro do ônibus ele me olha faz um sinal meio se despedindo depois querendo me dizer que eu tinha esquecido algo com ele, tipo uma máquina fotográfica. A sensação que tive era de ter deixado passar algo que eu devia ter feito com eles e que acabei deixando... Fui embora cedo demais (?) ainda olho pra ver se ele desce no mesmo ponto pra me entregar (?), mas não.

casais / li

estava no apartamento da minha prima jantando com ela. Eu levei bons vinhos, bebíamos e conversávamos. Percebi que em uma estante, na sala, todas as prateleiras estavam abarrotadas com objetos iguais, eram cones forrados com búzios. Peguei um deles para olhar e minha prima começou a chorar, disse q tudo era da namorada, com quem tinha terminado. Fiquei muito triste com o rompimento delas e consolava a minha prima. Do lado de fora, sua namorada gritava pedindo coisas e resolvia as desavenças, aos gritos. Mandei ela parar, pois os vizinhos não precisavam saber disso. De repente, estava num apartamento antigo, na Lima e Silva, junto da ex-namorada da minha prima. Estávamos sentadas em uma cama e ela perguntou se eu estava com alguém, falei ‘ não, to sozinha’ , ela vibrou e me beijou na boca. Gostei do beijo, mas não poderia trair minha prima. Ela saiu de cima de mim e disse que agora eu poderia começar a curtir ficar com garotas. Respondi, ‘ é pq não, os homens, atualmente não fazem mais nada, vai ter que ser o jeito’. Para encerrar o assunto, resolvi levá-la na casa de uns conhecidos, um casal com quatro filhos. eu dizia, ‘eles são bancários do banrisul, mas são gente boa’. No prédio subíamos por escadas em corredores com paredes de azulejo, muito estreito mal passava uma pessoa de cada vez. Eu tinha dificuldade em respirar, pois tbm ali, não tinha janelas. Entramos na casa dos bancários, onde todos eram fãs da Baby Consuelo, andavam com cabelos coloridos e roupas pretas. Achei tudo meio brega, pensava ‘ como pode o banrisul aceitá-los?’
html tatuado / en_drigo

a menina deitada ao meu lado, nua, de costas para mim, tinha algo tatuado perto da omoplata. cheguei perto para ver e reconheci ali um código em html. fiquei espantado por alguém tatuar uma coisa dessas e perguntei, - o que é isso?

- é um hot site!, disse-me ela, sem se virar pra mim. acho que lia.

fiquei ali, pasmo, olhando pra aquela tatu com o olhar perdido... ela percebeu e explicou que ali, porém, só estavam definidas as estruturas, tabelas, tds, essas coisas.

- percebe que para imagens eu deixei img=srch *.*, e no espaço dos textos deixei vazio, também? não especifiquei tampouco o height, nem o width, sabe por quê?

- por quê?, foi minha óbvia pergunta.

- porque assim eu tenho definidas só as estruturas que quero, mas estou aberta a imagens e textos de qualquer natureza. posso ser um hot site de qualquer coisa, estou aberta a qualquer experiência...

*que papo mais hippie*, pensei. e então transamos. ela se virou pra mim, tinha os cabelos muito lisos, ora loiros, ora castanhos, e abriu muito as pernas. os lábios da buceta dela eram amarelos, cintilantes e eu fiquei fascinado por aquilo, e eu desatei a lamber.htm