Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Tentando sair / li

Era madrugada e eu estava acordada em casa. De repente fui na janela do quarto da frente e olhei a rua, me deparei com uma cratera se abrindo na rua. Comecei a juntar uns pertences importantes para ir para um hotel. Estava difícil juntar tudo. Tentei acordar a família para sairmos e logo chegou a cabelereira do prédio, vinga nos contar que estava apaixonada por um jovem de 39 anos.
Anjos do ballet e Mc Donalds / li

Estava na cozinha com minha filha e outra criança e uma parte da parede não tinha azulejos e ali apareceu uma centopeia colorida grande, de uns 30cm. Matei com chinelo e suas partes pulavam sobre nós e eu tentava nos proteger. Sai no corredor do prédio e vi que no apartamento do lado havia aberto um mc donalds e meu vizinho estava trabalhando ali na madrugada. Vi uma mesa com mil shake velho.Logo era domingo de manhã e fui levar minha filha na igreja que tinha ballet também, as meninas se vestiam de bailarinas com asas de anjo. Para entrar na aula elas subiam numa vara e eram erguidas até o outro lado do muro e pessoas diziam que elas eram anjos, não caiam.
fui pro egito / cauli

Chegamos ao Egito, com pessoas conhecidas, algumas mais e outras menos queridas. O visual era bonito no início, umas vista de cima no deserto, com um carro tipo Jeep levando a gente.

Dava pra sentir o calor quando a gente saiu das montanhas de areia e chegamos em um vilarejo. Íamos em dois carros, e o nosso foi o primeiro a ver as casinhas.

Entramos na cidade devagar, a estrada era feita de pedras grandes e areia, e a arquitetura era rústica e me lembrava um pouco arquitetura colonial brasileira como de Ouro Preto, só que um pouco mais corroído pela areia.

Andamos mais um pouco e decidiram que a casa que íamos ficar era um lá na frente, à esquerda. O calor estava forte. Outros 2 carros entraram na frente e desceram para uma garagem, e o nosso ficou em cima, em uma rampa logo antes da porta.

Entramos na casa, e nem cheguei a ver o dono dela. Sei que a casa era impressionante, mas só fiquei em uma espécie de jardim de inverno que dava para um "outro lado" exterior. Lembro de ter ficado "na sombra" e sentir frio, e quando eu ia para o lado externo, sentia um calor de 45 graus. Eu pensei: Sempre soube que no deserto era quente, e de noite era frio, mas não sabia que a diferença era tão grande. Algumas pessoas que estavam comigo notaram a mesma coisa, outras não se importaram tanto.

Percebi então que o lado de fora tinha grama, e umas montanhas lindas. Resolvi que tinha que tirar uma foto daquilo para minha mãe. Então eu saí e fui caminhando e subindo uma pequena montanha. Todas as montanhas ao redor tinham topos bem arredondados. Num vale atrás de mim tinha uma pequena casinha que parecia ser uma igreja, em uma profundidade bem incrível, mas eu queria tirar foto das casas ao longe, no topo da montanha. Eu já não sabia pra onde o deserto tinha ido, acho que era uma casa bem na transição entre deserto e grama do Condado dos Hobbits.

Enquanto eu tentava tirar foto, veio um border collie como a Sofia de longe me atrapalhar/brincar comigo (branco/cinza e olhos estranhos claros). Aí vieram mais 2. Não consegui tirar a foto.

Sei que eu estava com alguém que eu amava lá, não lembro quem. Ela estava mais pra frente, voltou. Tirei umas fotos de uma quadra de futebol que tinha ali do lado, com uns chinelos estilo havaianas no canto da quadra. Pensei "nossa, a gente acha que é tudo diferente, mas isso parece muito com o Brasil"
Cicatriz em formato de olho incompleto / dmtr

Sonhei que encontrava a Luisa e ela havia feito uma cicatriz na mão esquerda no osso na base do polegar. era o desenho de um olho, cicatrizado, mas ainda faltavam uns traços.
Fiquei intrigado em saber e ela mesmo tinha feito e perguntava. Ela falou que cortou ela mesma mas pediu pra um amigo segurar a ponta do dedão pra ajudar e ficava ainda mais intrigado se essa ajuda ajudaria no desenho.
/ Aspros

Estava num condomínio, bem feinho e velho, na área comum estava uma mulher fazendo yoga de tamanco em um lugar muito irregular. Eu ia falar para ela que aquilo podia ser prejudicial, mas me impediram. Quando olho para o lado o Alexandre de Moraes (o do STF mesmo) surgiu e foi entrando para dentro do condomínio. Ele tava super fashion e eu queria acabar com ele.
Outra parte do sonho eu estava indo para a Noruega e o avião deu problema e tivemos de voltar para o solo. Quando voltamos os funcionários estavam nem aí para o problema e disseram que não era da incumbência deles se preocupar com isso. Acho que expulsaram os funcionários e ficamos preso no aeroporto que parecia mais um lugar estranhamente selvagem. Andamos na rua e todos eram chineses. Havia vários animais, o "aeroporto" era envolto por algo como zoológico. Quando voltamos havia vários escritos típicos de filme de terror. Havia anotações para cada uma das pessoas no evangelho no lar, todas elas eram relacionados ao signo de cada um. Não achamos quem estava por trás de tudo isso.
nascimento de tartarugas / apta

Eu estava num lugar meio casa de praia, meio cidade. Do nada ovos meio casulos apareciam na minha frente e eu via tartarugas nascendo. Uma delas era muito grande e quando ela saia de dentro do ovo ela lambia os meus pés.
Defesa / Aspros

Estava indo para universidade, precisava fazer minha qualificação e acabei conhecendo um pessoal que fazia algum curso de TI. Eles disseram que iam me ajudar a montar a apresentação da minha qualificação, e aparentemente eles estavam super animados com isso. Fizemos todo o treinamento e algumas horas antes eu e meu namorado começamos a debater o que faríamos se a ditadura militar no Brasil voltasse. Depois fomos para a sala, eu e minha equipe de TI e não sei se fiz a apresentação.
Quando saí da aula e voltamos para o carro, meu namorado deixou o carro num lugar longe e perigoso, na verdade era outro bairro. Saímos da sala e era de manhã, mas no bairro as nuvens estavam tão densas que parecia noite. Ele deixou o carro perto da entrada deste bairro tenso (era tão tenso que parecia bairro perigoso durante a noite, tudo sujo, nenhuma pessoa na rua, exceto uma mendiga que meu namorado fez questão de estacionar perto pra poder dar dinheiro a ela).
De repente apareci numa espécie de cortiço melhor... estruturado, dentro deste bairro, encontrei uma pessoa que parecia ser boa, e eu havia pedido para esta pessoa chamar um mototaxi para me trazer algo, veio e o cara era super legal, ficamos conversando de video-game quando do nada surge um velho que parecia um monstro e que tinha um tumor enrugado que parecia um furunculo no lado da cara. Esse velho estava de roupão e fazia de tudo para nos provocar. O cortiço tinha corredores abertos, tipo estrutura de universidade. E ele ficava num corredor que estava na lateral do ape onde estava, e como havia a sacada, ele ficava nos provocando jogando coisas na gente. Eis que o velho é arremessado por alguma força e ele cai na nossa sacada, eu senti um nojo sem tamanho e o jogamos para fora da sacada. O velho caiu no chão, intacto, e cuspiu de baixo pra cima e ainda nos acertou.
privada baixa de peixes / apta

Sonhei que eu ia fazer xixi mas quando eu levantava a tampa da privada (que eu ja achava estranha por ser um quadrado e super baixo) eu via um aquario cheio de peixes grandes e estranhos, nao conseguia fazer xixi e ficava encantada com vontade de nadar na privada
Viagem & Baleias / Aspros

Eu viajei para algum lugar perto do mar e encontrei uma família. A gente conversava animadamente, só que a filha do casal quis me bater, fui segurar o braço da criança (meramente segurar, não torci o braço dela, nem nada, simplesmente segurei para que ela não me batesse) e o casal achou ruim. Eu disse "eu só segurei o braço dela, agora vocês vão ficar me enfernizando que nem o pessoal do IBGE?". No sonho o casal vestia uma roupa parecida com o uniforme do pessoal do IBGE e eles ficavam perguntando um monte de coisa. Eu perdi a paciência e fui embora para uma sala. Havia várias cadeiras e não havia uma das paredes. O lado que não havia parede dava para o mar e havia dezenas de baleias batendo a calda na superfície da água. Só que as baleias aparentemente começaram a ficar violentas e começaram a bater a calda muito forte e a água espirrava pra dentro da sala, mesmo com uns 500m de distância. Me senti em pânico e me escondi pra trás da cadeira.
Eu era um ponto de consciência / cauli

E finalmente estava naquele lugar sobre onde o meu irmão C tinha me contado.
No início eu tinha achado a ideia absurda, afinal o normal era ser um 'construtor'.

Um 'construtor' era o que eu era por muito tempo, algo me dava instruções, por pensamento, e então um bloco de matéria saía de mim. Algo como no Grande Colisor de Hádrons, quando as coisas se chocam, mas sem a agressividade. Algo meio quântico. Algo meio uma enzima que replica DNA. Só que com uma espécie de consciência, nesse ambiente todo branco e sem forma definida. As coisas tinham lógica. Alguém pensava algo, em uma ordem determinada, e daquilo (mim?) saía um próton, uma átomo, uma molécula, não sei qual o tamanho das coisas, ou o motivo daquilo. Só sei que o meu irmão, naquele lugar mas sem presença física, me falou desse universo que ele viu. Porque ali, na área de construção, era só trabalho feliz e eterno, era o que eu fazia, o meu motivo de existir era construir. Mas eu não entendi direito o que ele queria dizer, me parecia impossível um outro lugar tão diferente.

Eventualmente, então, pasmo, me peguei naquele lugar que meu irmão tinha me contado e não acreditei na vastidão e na beleza daquele lugar. Era como se voássemos quase que livremente em uma órbita rasa sobre um 'planeta', que não era um planeta de matéria comum, tinha uma cor alaranjada quente muito atraente. Era como uma colméia esférica gigante. Tinha vida própria. Existia um som, um zunido constante vindo do longe, mas eu não prestei atenção nisso, afinal agora eu tinha tridimensionalidade. Do outro lado, apenas uma imensidão preta, um vazio como um céu não estrelado. Eu não tinha exatamente tridimensionalidade, afinal eu e ele éramos dois pequenos halos de luz que podíamos nos mover livremente e nos comunicar 'telepaticamente'. Existia uma sensação parecida com a do outro ambiente, uma sensação de felicidade constante, de imensidão e de destino. Mas agora eu tinha como me mover.

Então eu explorei um pouco, olhei para todos os lados daquela pequena órbita, vi algumas coisas que não lembro, e então meu irmão me chamou (não pelo nome, eu não tinha nome), apontou (sem braços!) para o infinito preto e disse: "É de lá que você veio!".