aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum
Drömma Dreaming Logger
(1417)
clodovil e eu
li 09/11/2006 16:49
em uma casa de campo, encontrei o Clodovil. Passeamos pelos jardins e voltamos para a casa, onde entramos em um quarto. Começamos a transar, e fiquei espantada com o tamanho do pênis dele, muito grande. Quando houve a penetração, o pênis dele se desprendeu do corpo, ficando inteiro dentro de mim. Eu tive que retirar seu pênis e devolve-lo. Depois da transa ele me deu uma foto sua, de quando era criança, sentado embaixo de uma árvore, e um livro do Nelson Rodrigues, chamado ‘O Gaúcho’.
Paralamas de tijolo
dmtr 09/11/2006 15:45
Agus e eu andávamos em um veículo que ora era um carro ora era uma bicicleta cross, e ela vinha na carona em pé (colocando os pés no eixo da roda de tras acho). quando este veículo se desgovernou e batemos num carro. era um jipe e o paralamas era feito de tijolos, como uma casa. EStacionei essa bike depois da esquina, pra não fugir do acidente, e voltei pra falar com os caras do jipe, que eram todos gringos pelo jeito. A polícia cercava a quadra, devia estar acontecendo algo lá. No jipe havia um tijolo quebrado e fiquei perguntando pra eles como a gente podia fazer pra consertar, eles nem estavam ligando pro dano, so queriam entrar numa festa que acontecia nessa quadra.
Depois disso voltamos pra casa, e mais tarde ficamos sabendo que as pessoas do jipe eram criminosos, não sei se sequestradores ou algo do tipo, e a polícia acabou nos procurando dentro de casa, para saber se tínhamos envolvimento com o tal crime.
Pra provar o não involvimento com o crime, decidi abrir o telefone sem fio, que continha uma fitinha cassete daquelas pequenas dentro, gravando todas as conversas, na minha lógica escutando essa fita seria possível provar a inocência.
infelizmente a fita enrolava em uma parte, um amigo meu tentava desenrolar toda a fita pra consertar mas ele estava rebentando tudo eu fiquei muito preocupado. enquanto isso recebi um telefonema, mas quando atendia nao ouvia nada. tive que desmontar o telefone e tirar um chip de dentro dele, e só podia falar e escutar diretamente no chip, mas não podia ligar e desligar o telefone. cada pessoa que ligava eu montava o telefone, atendia, desmontava e falava no fone.
Ser humano gosta de problema
Hannap 06/11/2006 22:13
Sonhei que tinha ido à praia e estava um dia excepcionalmente bom.
Na volta estávamos eu, Claudinha, Alain e mais alguém, caminhando pela rua à pé.
Viemos pela Bartolomeu Mitre, passamos em frente ao hospital Miguel Couto e entramos na rua do canal.
Era inacreditável, a água do esgoto do canal estava transparente, muito limpa.
Ficamos muito felizes.
Eu e Alain entramos na água e ficamos brincando muito, rindo!
No trajeto dessa rua em direção à Rodrigo Otávio encontrávamos pessoas, todas felizes. Era um dia inacreditável. Como a natureza é forte e consegue se recuperar do pior, pensávamos.
No final dessa rua, a calçada estava toda quebrada e o cara que estava consertando (um negão grande) também estava muito feliz. A sensação era de esperança.
A natureza dizia pra gente que tudo podia ser limpo denovo e nosso grupo tinha a consciência de que agora que estava tudo zerado ninguém iria mais sujar.
No canteiro do meio da rua Rodrigo Otávio vimos uma confusão acontecendo. Tava rolando uma agitação violenta, um quebra-quebra.
Pensamos: Como o ser humano gosta de problemas.
Não conseguem aproveitar essemomento bom e manter tudo em ordem.
O Jorge e a Neide brigavam violentamente no canteiro da rua. Ele dava socos nela e todos olhavam. Depois a briga virou um teatro.
Cabeça de Gato
li 03/11/2006 13:19
em uma cama de casal, eu conversava com K e Z. Eles tinham um gato que brincava conosco. De repente o gato começou a me perseguir e mordeu a minha mão. Tentei mantê-lo distante de mim, afastando-o com minhas mãos. Empurrei a cabeça dele com meu dedo indicador, e senti que penetrei na cabeça dele. Sua cabeça caiu do corpo e fiquei horrorizada em ver o corpo do gato caminhando sem cabeça. Entrei em pânico, com medo de olhar meu dedo, pois sentia que estava sujo de sangue e pedaços de cérebro do gato.
Metalinguagem
Flávia 31/10/2006 20:02
No sonho, eu estava contando a meus amigos o que eu acabara de sonhar - era um jogo em que tínhamos de adivinhar o desfecho do sonho.
resolva no sonho
chuazinha 29/10/2006 18:27
sonhei que tinha um problema e na hora pensei que era melhor resolve-lo no sonho mesmo, pois depois que eu acordasse ia ser mais difícil.
caravan
li 24/10/2006 23:10
Eu passeava em com meus primos e primas, no bagageiro de uma caravan por uma cidade alemã suja e cheia de indústrias. O carro era muito luxuoso e estávamos contentes em andar nesse automóvel pela cidade. O bagageiro estava aberto e tínhamos que nos segurar para não caírmos do carro em movimento. Minha prima L resolveu dirigir e K dizia que ela não dirigia bem. L parou o carro, atravessado-o no meio da rua, que era a Av. Presidente Vargas, em Santa Maria. K assumiu o volante e começou a dirigir em alta velocidade. Eu queria parar para que conversássemos, pois os outros primos estavam dormindo, mesmo se comportando como estivessem acordados.
Sem título
SL 24/10/2006 00:21
Sonhei que eu estava na minha antiga casa, com meu pai minha mãe e com os pais de X, que ficavam o tempo todo abraçados, grudados um no outro. Eles eram convidados do meu pai, ficavam observando e cuidando tudo em nossa relação de família: como nós conversávamos um com os outros, como nós nos tratávamos, etc. Eu me sentia incomoda. E também não entendia o que eles faziam ali e porque meu pai havia os convidado. Lá pelas tentas decidi ir para o meu quarto, estava entediada. Estava olhando pela janela quando vejo dois homens negros dentro de um carro analisando a minha casa. Me dou conta que eles provavelmente iriam tentar assaltar a casa. Em questão de segundos, eles estão dentro do meu pátio fronteiral sentados em um banco no qual nem sequer existia lá antes. E puxam uma escada e tentar entrar na casa pela minha janela. Eu abro a janela e digo que eles vão assaltar outro lugar, que não há nada de interessante aqui. Eles insistem. Eu saio do meu quarto correndo e vou para onde eles estão. Quando no pátio de casa, um deles foge e o outro não consegue escapar, pois eu o seguro. Chamo o meu pai e junto com ele vem os pais de X abraçadinhos. Digo para o meu pai bater no ladrão, socá-lo, espancá-lo. Meu pai apenas o manda embora com ameaças. Após essa cena, estou eu indo para o colégio. Sou colega de Y e X. Encontro X na rua, e todos comentam que o seu terceiro filho nasceu naquela manhã. Ela está abatida e costurada, pois tivera uma cesariana. Subimos a escada em direção a sala de aula e eu sento do lado de Y. X fica olhando sem parar para nós. Constrangida, eu peço para ir ao banheiro. No entanto, como sou nova no colégio não sei onde fica o banheiro mais próximo. Pergunto a um desconhecido. Ele diz que em baixo da primeira escada. Chego lá e o banheiro se trata de algo para crianças. É minúsculo. Logo após vejo que há um banheiro para mulheres e o desenho da placa indicativa, é uma mulher com um pênis. Em seguida, estou com Y na casa de X e ela está com W lá também. Era noite e seus pais haviam saído. Eu e Y estamos em seu quarto e X e W estão no quarto dos fundos. X tenta entrar no quarto para falar com Y, ignorando minha presença. Tenta se declarar para ele. Fico furiosa e brigo com ela. Ela começa a vomitar. Desce as escadas vomitando, senta no sofá e desmaia. Eu e Y vamos até ela e ela está inconsciente. Vou até o quarto dos fundos e chamo W. Ele estava deitado na casa enrolado nas cobertas. Ele levanta e vai até o sofá onde X está desacordada. Pega ela no colo e a leva para o quarto onde eles estavam. Depois comenta brevemente: “Que bom que tudo isso aconteceu, pois ela me deixou um bilhete dizendo ‘vamos namorar logo!”. Na mesma hora vejo uma mão abrindo a porta, e são os pais dela chegando em casa. Eu e Y corremos para o quarto dela e fazemos de conta que estamos dormindo. A mãe dela entra lá e troca o nome de Y, o chama de algo diferente. Fala que sempre somos bem vindos lá, e pergunta quem sou eu. Y responde que sou sua namorada, e ela me chama por algum nome bem diminutivo. Peço a Y que vamos embora o mais breve possível daquela casa. E fomos.
Supermercado
SL 20/10/2006 15:34
Eu entrei no supermercado Febernati juntamente com X, Y e mais umas pessoas que eu não conheço. Entramos lá e começamos a correr dentro do supermercado, a comer as comidas, a beber as bebidas alcoolicas, a fazer uma verdadeira festa. Ninguém que trabalhava lá, nenhum fiscal, nenhum policial nos impediu. Eu e X ficávamos juntas o tempo todo, éramos amigas. Amanheceu e nós ainda estávamos dentro do supermercado, adormecidos. Quando acordamos, havia um homem dizendo que seriamos presos, pois o que fizemos foi um desrespeito. Como eu e X estávamos longe do grupo que nos acompanhava, tentamos fazer de conta que nós não estavamos com eles, para nos safarmos. No entanto, isso não seria possível porque o supermercado estava fechado ainda, não tinha sido aberto, não haveria como fugir. Era cedo da manhã e era óbvio que eu e X não eramos 'meras clientes' como pretendiamos nos passar. Um segurança do Febernati veio nos dar um sermão, quando nós duas vimos uma porta entreaberta e saimos correndo. Nós corremos muito, e um homem vinha correndo atrás da gente. Chegamos em umas ruas perto da minha casa, e subimos em cima de um telhado para que o homem que estava quase nos alcançando não nos enxergasse, ainda a probabilidade disto acontecer era improvável. Junto daquele homem apareceram mais outros dois, em uma moto e o segurança que tentava nos prender estava com algemas. O homem que correra atrás de nós duas explicava que se alguém era o culpado desta história era o segurança, que havia feito "vista grossa" para a gente quando decidimos fazer algazarras no supermercado. Em seguida, todo esse grupo de pessoas que invadiu o supermercado estava junto, caminhando em direção ao meu apartamento. Chegamos na grade e um homem bebado tentava abrir a porta para nós, ele gritava e falava coisas sem sentido. Um homem muito parecido com o Bill Murray abriu o portão de ferro para nós e olhou para o bêbado com um olhar desaprovador. Entramos todos no meu quarto, e X pegou um cd do Moloko e comparou com um do Chico buarque, que estava em sua mochila, dizendo que ambos cds eram feitos na mesma zona em Amazonas.
ácido groove
felipecolmanetti 20/10/2006 01:04
Sonhei que um bando de rapazes, acho que universitários, cavaram um buraco na terra e tacaram ácido lá dentro, em questão de minutos o mundo começou a acabar, continentes dobrando, prédios caindo.
A medida que eu ia percorrendo o caos ia encontrando, amigos, parentes, conhecidos, minha namorada.. e estava todos em um rítmo frenético de fuga e eu maravilhado com o fim do mundo, adorando cada minuto como se dalí fosse surgir um bigbang para o próximo estágio evolutivo.
(1417)