Pegamos um avião pra algum lugar que eu não sei e percebi que estávamos voando baixo. Fiquei assustado com a ideia de colidir com uma montanha. O avião entrou em um túnel e nada aconteceu, continuamos voando baixo, saímos desse túnel e aguardamos tranquilos o pouso da aeronave.
Estávamos em uma casa com alguns parentes seus que eu não conhecia. Seus irmãos estavam bem diferentes e uma irmã apareceu. O quarto era escuro e ficávamos na cama o tempo todo conversando. Passamos muito tempo colados um no outro e os parentes iam revezando nas sessões de conversa. Saímos desse lugar e eu pude ver que estávamos em uma grande ladeira iluminada por postes de luz laranja. Um grande amigo apareceu e ficou conversando com a gente. Eu passei a maior parte do sonho na cama com você e a sua irmã carregava muitas fitas cassete.
Alguma doença / cauli•
Fazia algum tempo eu me sentia sonolento. Não entendia direito, mas as coisas não eram estáveis o suficiente, eu andava meio cambaleando, tudo era um pouco estranho e sem graça. Eu estava com alguma doença.
Fui ver a Dra. Fátima Bernardes, que encontrei num banco de praça, algo meio forçosamente casual (mas pelo menos ela tinha todas as respostas). Perguntei pra ela se eu tinha alguma doença do sono, e ela me disse que eu estava assim porque eu era vegano, e que eu tinha que voltar a tomar leite.
Em casa, contei pra minha mãe na cozinha a ignorância da Dra. enquanto abria a geladeira e no cantinho dos ovos tinha um monte de Yakult e Chamyto. Hmmm como esse treco era gostoso.
Repressão policial contra flamenguistas / cauli•
Eu estava com não sei quem, não sei aonde, indo decididamente para algum lugar. Quando, em um posto de gasolina, cerca de 20 policiais revistavam todas as pessoas do lugar que estavam vestindo camisa do flamengo. A situação era tensa, estava tudo escuro exceto pelas luzes vermelhas do camburão e pelo reflexo das camisetas vermelhas. Continuei andando com a pessoa que estava comigo (e por sorte a gente não estava indo para jogo nenhum), mas quando íamos atravessar a rua a situação estava ainda mais tensa.
Um flamenguista branco e raivoso que estava cercado por cinco policiais tinha um agarrado a ele e estava resistindo à investida cruel. Talvez tivessem achado alguma coisa com ele. Ele e o policial se ajoelharam no empurra-empurra e nessa o flamenguista tira a arma do coldre do policial e manda todo mundo se afastar.
O policial que estava agarrado nele apenas olhou para o comandante, como se estivesse pedindo confirmação não verbal, e enquanto o flamenguista bradava e ameaçava a multidão (de policiais), tirou a uma segunda pistola sabe-se-lá-de-onde e atirou na lateral da cabeça do coitado do flamenguista.
O curioso é o que o tiro não fez muito efeito nele, além de deixar ele mais furioso ainda. O flamenguista resolve que a única opção é se suicidar com a arma do policial, e então atira contra a própria cabeça mas a arma não dispara.
Vera Verão / cauli•
No sonho, estava no Facebook perdendo tempo, e então vejo um comentário de alguém que tentava explicar que a Vera Verão era apenas um personagem bem elaborado que o Silvio Santos costumava fazer.
Parque Trianon / Laercio•
Eu e a Luana estamos andando no Parque Trianon da Av. Paulista, fazendo caminhada e conversando.
Isso aconteceu de verdade num passado distante, e no sonho as cenas estão se repetindo, mas com mais colorido.
Depois de andar bastante sentamos num banco do parque e dou para ela um manuscrito do livro que vou publicar (na vida real eram páginas impressas).
No sonho são folhas de caderno escritas com caneta bic azul.
E enquanto ela lê me vejo escrevendo aquelas páginas enquanto estava parado num congestionamento na Av. Nove de Julho.
Estou escrevendo de novo a história que já escrevi tantas e tantas vezes, sobre a bola de cristal.
Então tudo se mistura: eu escrevendo, a Luana entrando na bola como a personagem do meu conto, a gente caminhando no parque e depois nas paisagens do conto que escrevi.
De repente ela para de ler e faz uma pergunta sobre uma parte do conto e tudo volta ao "normal": estamos sentados num banco do parque, ela está segurando as páginas do meu manuscrito e estou sentado do lado dela ouvindo música num iPod.
Uma menina passa e dá para a gente dois chaveiros de coração com frases da bíblia escritas atrás.
Sonho 19/07/2012 / Cana Davis•
O mar se encostava naquela barreira de pedras, feita pelo Hotel para proporcionar uma piscina aos hospedes.
Fiz amizade com 2 animais inexistentes na fauna, uma ave e um mamifero, eles me acompanharam durante todo o sonho.
Peguei uma carona, fui na feirinha da cidade, muitas coisas coloridas estavam sendo vendidas, mas eu so enxergava brincos e isqueiros, os designs mais bonitos, jamais vistos,fiz compras.
Tenho sempre me hospedado nessa "pousada", por mais que durante o sonho ela tenha fachadas diferentes, o interior é sempre o mesmo, simples, humilde, familiar, parece interior do NE, mas esse sonho acontece no exterior.
Sonhei que um passarinho incrivelmente pequeno, menor que um beija-flor provavelmente, voava insistente em minha direção. Ele segurava no bico uma mecha do meu cabelo e ficava puxando. Muito curiosa, eu o peguei uma vez e depois soltei, pensando que ele estava tonto ou coisa do tipo, mas ele insistia em pegar uma mecha do meu cabelo e puxar, parecia bravo por não conseguir fazê-lo. Acredito que ele queria uma mecha do meu cabelo para fazer seu nicho, peguei uma tesoura e cortei ao meio a mecha que ele estava puxando.
arma e casting pornô / dh•
estava em uma cidade e talvez estado diferente de onde moro. não reconhecia o local, mas parecia circular sem problemas. andava com minha ecobag e segurava um lenço na mão.
estava atravessando a rua andando a pé e levando uma bicicleta na mão. ao entrar em um trecho mas estreito que só teria como passar uma pessoa por vez, perguntei ao garoto que estava atrás de mim se ele queria passar na minha frente, ja que estava segurando a bicicleta e acabaria demorando mais, e ele respondeu "não, eu quero seu celular e suas coisas" e tirou de trás das costas uma arma. segurei a mão do garoto e forçando fazendo com que ele acabasse virando apontando para ele mesmo, falei para ele soltá-la. ele soltou e sumiu.
apareci em um prédio comercial com muitos andares e todos muito grandes. parecia estar procurando algo, andava pelos andares um pouco rápido - até que fiquei em um que parecia ter um maior movimento. entrando melhor nele vi três sofás em frente a entrada para uma porta de vidro. saiu uma mulher e um cara nus da porta andando em direção ao sofá. a mulher me olhou e disse "ah! espera um pouco..." e seguiu o homem que já estava sentando no sofá. ele era grande e tinha um pau enorme. olhei para dentro da porta de vidro e vi uma mesa grande e três pessoas bem vestidas sentadas com uma câmera apoiada na mesa apontada para um papel e uma cadeira vazia. entendi que se tratava de um casting para um filme pornô. depois foram chegando mais pessoas e sentando no sofá esperando. pensei se participaria do casting já que já estava ali. mas saí do prédio.
Mulher linda e coisas caras / Hannap•
Sonhei que eu dirigia um carro incrivelmente bom e caríssimo.
Um carro baixo que tinha computador, banco de couro, super confortável.
Andei um pouco com ele e estava adorando. Depois estacionei e coloquei a minha mãe na carona e fomos dar uma volta.
Fomos até a casa de uma amiga dela. Eu acho que aquele carro era da amiga dela.
A gente chegou lá, no topo de um morro da cidade.
Era um lugar lindo, no meio do mato. Uma casa discreta, camuflada pela natureza. Minha mãe entrou na casa para procurar a amiga. Eu fiquei do lado de fora, no jardim.
Eu estava com um celular na mão. Lembro que o celular era incrível também. Fuderoso. Lembro que ele custava 150 mil reais. Era um celular que tinha a melhor câmera, tinha acesso às notícias antes do normal dos outros celulares.
Mandei mensagem por ele para alguns amigos e eles se espantaram, porque dizia assim: mensagem enviada do celular tal. Então me perguntaram como é que eu tinha aquele celular. Eu estava respondendo que o celular não era meu, era emprestado, era de alguém que tinha muita grana, tanta grana que não se importava de deixar um celular desses comigo.
De repente eu descubro uma estradinha no meio do terreno e vou andando por ela até chegar num espaço todo de vidro. É uma sala, tipo um jardim de inverno, cercada de plantas, no meio do mato. Um lugar bem simples, ideal para descansar ou meditar.
Uma mulher estava lá.
Sentei pra conversar com ela e nós nos entendemos muito bem.
Não me dei conta que ela era a dona da casa.
Ela era uma mulher linda! Tinha os cabelos castanho escuros, na altura do maxilar, tipo chanel, os olhos grandes. Ela estava com uma camisola de seda, meio transparente, estava nua por baixo, sentada de pernas cruzadas. Dava pra ver sutilmente o corpo dela. Ela era mais velha, devia ter uns 50 anos, mas era muito gostosa. Não era do tipo gostosa de revista, mas era uma mulher tesuda, tinha a pele boa, um cheiro bom, os seios lindos, a cintura fina. Era bem cuidada.
A luz que estava batendo nela era incrivelmente linda. Era uma luz horizontal amarela, que entrava por entre o mato e iluminava o busto dela, do rosto até o meio do peito e o resto ficava escuro. Eu fiquei olhando pra ela, conversando, fascinado por aquela luz e falei: — Nossa! Que cena linda essa que eu estou vendo. Queria poder fotografar, mas não vou fotografar pra não estragar essa naturalidade. Ela me viu pegando o celular e ficou toda durinha, daquele jeito de quem sabe que vai ser fotografado. Eu disse: — Deixa, outro dia eu fotografo.
Eu fiquei com muito tesão nela, ela percebeu e também ficou com tesão em mim. Eu toquei no corpo dela e ela disse pra eu parar porque tinha gente ali. E eu disse que queria voltar pra fotografá-la.
No lado de fora desta sala tinha um relógio de sol bem grande. Eu lembro que o sol batia no relógio e a sombra projetada no chão dava a hora em números. Era uma coisa diferente, bem tecnológica. Eram 3:33 da tarde. Falei que tinha anotado a hora e iria voltar noutro dia, até porque nesse lugar onde estávamos começou a chegar gente. Eram amigos da filha dela.
Eu fiquei fascinado, encantado, apaixonado por aquela mulher naquele instante. Ela também sentiu atração por mim. Eu sabia que aquela seria uma história polêmica, por conta da diferença de idade e pelo fato de ela ser casada. Provavelmente ela devia ser casada com alguém muito rico.
Eu tinha vontade de beijá-la, de viver com ela uma história apaixonada.
Acordei com essa sensação e com desejo por essa mulher idealizada.
Briga no futuro / Laercio•
Estou brigando muito feio com a Luana... somos casados e estamos na cozinha do nosso apartamento.
O motivo da briga é porque ela mentiu para mim. Não sei sobre o que. Na minha fúria vejo tudo com um tom avermelhado.
Ela diz que mentiu por amor. Eu retruco que ninguém mente por amor, digo que ela nunca me amou, que nosso casamento é uma farsa desde o começo.
Estamos em algum tempo distante no futuro. A cozinha é toda futurística, parece mais um laboratório científico.
Usamos óculos, tipo o Google Glass, que mostra uma série de indicadores sobrepostos ao campo visual.
Um dos indicadores é o nível de raiva, que está quase em 100%, e há também um alerta de perigo (um ponto de exclamação num triângulo vermelho) piscando sobre nossas cabeças.
Objetos virtuais passam flutuando na nossa frente. Sólidos geométricos. Eu pego um cone e jogo nela com toda a minha força. Ela faz um gesto com as mãos e o cone explode em milhares de pequenas conchas marinhas que caem no chão como uma chuva de confetes.
Através dos óculos dá para ver também as palavras assim que elas saem de nossas bocas. São ameaçadoras como mísseis. Elas voam em direção um do outro mas batem numa espécie de campo de força sem nos atingir.
Numa tela gigante, do tamanho de toda uma parede à esquerda, aparecem cenas do passado... a gente caminhando de mãos dadas num parque, se beijando, aninhados numa cama... como numa tentativa de nos lembrar os bons momentos do passado.
De repente a Luana puxa uma alavanca do lado das torneiras da pia e o chão se abre. Estamos caindo, caindo, caindo e então acordo.