Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Azedou demasiado / dmtr

Lembro de estar numa balada, era de madrugada quase amanhecendo. o lugar era todo feito de tabuas como se fosse o salao de festas de uma igreja. pensava que ja era hora de eu ter ido embora fazia tempo, dava uma volta la e ja estava amanhecendo, haviam 3 ou 4 pessoas muito mal se revirando no chão, meio desacordadas.
elas seriam removidas pra limpeza do lugar? quem iria levar elas pra onde?
Sonho bobo / Nai

Sonhei com o pedaço de manga que deixei na cozinha essa madrugada.
Acordei cedo, nao lembrava de sonho nenhum, fiquei puta. Chuveu, dormi de novo, sonhei com a manga.
Lembro que descasquei, cortei alguns pedaços e levei pro quarto pra comer enquanto via coisas inuteis na internet, enrolando ate chegar o sono.
Aih sonhei com o resto da manga que ficou lá na cozinha, sozinho na bancada. Tipo por culpa de saber que ninguem mais ia comer aquele pedaço no outro dia.
Acordei, desci pra ver se manga ainda tava lá. Nao.
O resto do sonho foi só alguma coisa embaçada, tipo sauna.
varios / luiza só

tava num castelo com C. e E. e muitas pessoas, na frente tinha um predio tipo castelo, muito antigo meio quebrado dava pra ver as pessoas dentro
e ele desabou e a gente viu tudo
corta/ eu e E. e uma mina numa floresta numa piscina natural maravilhosa, meio lago de ninfas, e E. ficando com essa mina e eu muito incomodada pensando que C. nao ia gostar disso mas em duvida pq nao sabia o acordo entre eles.
corta/ eu num avião, dentro dum predio fazendo manobras pelo corredores, as asas ficavam curtas pra se adaptar. tive um filho e to com o bebe no colo, ele eh branco e vai mudando de cor ate ficar negro e loiro, quando chego em casa ele é um gato daqueles rajados preto e amarelo
testiculos em conserva / li

Eu preparava uma salada verde, numa bacia grande. Temperei bem e resolvi misturar com conservas de testiculos humanos que tinha perto. Misturei tudo e logo minha familia chegou. Pensei que nao entenderiam e comecei a catar cada testiculo do meio da salada. Sabia que eles estranhariam, mas eu pensava que era apenas uma carne, com sabor de escargot.
Bar meeting / Kaneda

Estava num bar conversando com uma guria, apenas tomando cerveja e discorrendo sobre a vida. Estávamos discutindo tópicos bem interessantes e a conversa virou de repente, de simples a interessante. Quando alcançamos o ápice, e imaginei que aquilo havia se tornado um encontro, apareceu um rapaz que sentou-se ao lado dela.
Ela então ficou compenetrada com o rapaz e eu pedi licença para retirar-me, mas ela nem deu-me atenção.
Fiquei sentido por alguns instantes, porém percebi que ela havia se interessado mais pelo rapaz. Virei-me fitando a janela e continuei a beber.
Pedi outra cerveja e a apreciei sem moderação, desta vez, sozinho.
teste / teste

teste
orgonix / luiza só

sonhei que eu era uma peça orgonica cheia de linhas lindas de repente eu era um homem negro e corria dentro dessas linhas que eram uma estrada, passou alguem e me deu um tiro na perna, eu segui correndo e passou um grande onibus com um pai e um filho dentro que me ajudaram e levaram pra um hotel vazio no topo da montanha da estrada, que era praia, e eu sabia que era o centro do orgone. voei pro mar e la tinham as maiores ondas que já vi, a cor da água era como esmeraldas e a espuma muito muito branca, eu entrei no mar, a densidade da água era outra, foi a melhor sensação do mundo, como se não houvesse nada a temer no mar
Dentro do envelope / Hannap

Sonhei que eu e o Leo Mendes havíamos matado um cara. Ele era um cara que nos ameaçava diariamente, principalmente o Leo.
Quando a gente passava pela rua os amigos dele nos cercavam. Um dos amigos dele chegou a dar um soco por trás, na cara do Leo.
O Leo ficava quieto e seguia caminhando. Sempre apanhava.

Eu tive a idéia de pegar esse cara. Pegamos ele e começamos a bater muito nele.
Eu dei um pisão na sua cabeça. Ele foi ficando esmagado, plano, esticado no chão.

Pensamos em colocá-lo num envelope, já que ele tinha ficado muito fininho, e mandá-lo pro hospital.
Pensamos em várias coisas e ficamos com medo de termos matado ele. Não sabíamos se ele iria voltar ao formato normal.

Pensei na possibilidade de sermos processados e pensei em alegarmos legítima defesa. Estávamos com medo.
Decidimos colocá-lo no envelope e enfiar por debaixo da porta da casa dele. Assim ele iria lentamente voltar ao normal e nem se lembraria do que havia acontecido.
/ hlny

eu ajudava a organizar um evento cultural na escola municipal que minha mãe trabalha, ai depois fui viajar, com meu pai e uma grande amiga, chegamos em uma estrada de terra onde o céu e as árvores e os animais eram das cores dos filmes infravermelhos, o céu era muito azul claro e havia uma espécie de névoa, a vegetação era branca ou em vários tons de rosa e por vezes vermelha, os animais eram brancos e brilhavam muito, haviam pombos e coelhos. Paramos o carro, porque era muito bonito o lugar, eu fotografava com minha câmera de lente de plástico, ai sentamos num mato, e um pombo pousou na minha mão, ele queria me bicar, mas eu achava ainda muito inocente de sua parte se aproximar de uma pessoa estranha, a mesma coisa aconteceu com um coelho. Parecia um paraíso mas meu corpo estava cheio de carrapatos enormes, ai eu tirei um matei ele com a unha e pensei, ah, eu tiro o resto depois.
Clau / Kall

Minha mãe e eu entramos no apartamento da Clau. No primeiro momento, eu era uma espécie de duende, muito pequena. Corri para me esconder embaixo de uma mesa de madeira quadrada. A minha mãe quis ficar exposta, em tamanho real. Tinha uma outra mulher que era nossa vizinha e amiga das duas famílias (Família da Selma/Família da Clau).A Clau saiu de dentro do apê muito simpática e disse que podíamos ficar à vontade. Ela tinha um tapete na mão, estava arrumando a casa. Eu cresci quando sai debaixo da mesa. Achei aquilo suspeito: "como assim ela estava sendo amigável? Falsa!" A outra mulher ria muito, estava muito feliz pela receptividade da Clau. Minha mãe e eu decidimos ir embora mas antes, quando ficamos sozinha na sala, vasculhamos tudo. Demos atenção ao detalhe do marido não estar em casa. Saímos pela janela.