Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Casamento / laisk

Por algo a Julia tinha me convidado para ir a vê-la, e estávamos em uma festa, lembro de haver um jardim em algum momento. Aí de repente ela aparece vestida de noiva, como se o casamento fosse surpresa para os convidados.
Ela e o Martin estavam super felizes, em algum momento ela até pulou, infelizmente não lembro muitos detalhes.

Não sei se antes ou depois do casamento estávamos conversando, eu mais que feliz só de vê-la e de estar entre amigos, a Gica também estava por lá. Então que a Juju me diz que no trabalho dela estão buscando alguém como eu e que seria incrível a gente trabalhar junto novamente.

O que mais lembro é que nesse sonho eu estava mais que feliz e todas pessoas sorriam. Tem horas que só de encontrar com quem a gente gosta em sonho já faz da vida mais bonita.
ANTAS / camis fank

um banquete budista no apartamento de um homem louco, minha irmã tinha cabelos e pele azuis (não como um avatar), era pegajoso e nojento. o banquete era para o lancamento de um livro chamato ANTAS. e ninguém conversava entre si, a cada frame pessoas diferentes estavam à mesa. O homem louco também não falava com ninguém e estava sempre saindo pelo corredor, numa cena em dízima periódica.
deixei meu pai / chuazinha

acaba de me vir um trecho do meu sonho de hj:

estava com o meu pai, frente a um prédio universitário - um lugar que na verdade nunca fui mas que era para ser a uerj - ele era mais aberto e amplo que a uerj, tinha umas partes gramadas. tínhamos que pegar, os dois, uma barca, ou ônibus, para continuar andando pelo lugar. na verdade, em um momento me dei conta que ainda não estávamos na uerj, mas sim indo para lá. algo confuso começou a acontecer e eu saí na frente em disparada, acabei deixando meu pai pra trás. nos separamos. entrei no transporte, cheguei na uerj e me dei conta que meu pai não saberia chegar e me encontrar onde eu estava. fiquei triste pela minha atitude, quis voltar e buscá-lo. circulei pelo espaço, subi umas escadas, entrei por uma porta saí do outro lado e desci mais escadas. encontrei a isabela num gramado e contei o que tinha feito "meu pai nunca veio aqui, queria muito ter vindo conhecer a uerj". no fim, consegui falar com meu pai, ele pareceu chateado mas compreensivo.
dois sonhos com ratos / Ieve

primeiro sonho com rato, no sábado, enquanto dormia em maquiné:

Estava numa festa organizada pela pig em um lugar distante da cidade mas um salão normal. Encontrei no chão uns ratos mortos e recolhi antes que os convidados vissem, preocupada em ajudar minha amiga. Estava com sede e fui no balcão da festa onde serviam café e pedi um copo de água. O atendente me deu o copo, eu bebi e agradeci. ele disse "5 reais", não era em tom de brincadeira. eu perguntei "sério". ele disse que sim, que a água custava 5 reais. "tu vai me cobrar 5 reais por um copo d'água?", ok, paguei o cara, era minha culpa não ter perguntado. depois descobri que a pig não queria ajuda nenhuma da festa, disse que não precisava ter feito nada meio de cara como se não quisesse ajuda por orgulho sei lá do que. Entrei numa van que iria para a cidade e no caminho vi uma plantação de trigo e ratos gigantes deitados dormindo de frente pra estrada. eles eram do tamanho de uma casa bem grande e tinham ratos menores em cima deles, e em cima desses uns menores ainda. os ratos tinham uma expressão meio kawaii, meio totoro, querida, sorrindinho de prazer enquanto dormiam. Como eram muito grandes perguntei ao motorista se eles eram de verdade. ele respondeu "alguns sim".

segundo sonho com rato, 2 dias depois, já em porto alegre:

estava em algum lugar com o Sérgio quando ficamos sabendo que logo mais teria um show do George Harrisson e do Carl Sagan juntos. Na realidade do sonhos eles eram vivos e jovens ainda. Eu fiquei muito entusiasmada, acho que minha espectativa era ouvir o C. Sagan cantando as músicas do"Symphony of Science". Fomos até o lugar em que o show aconteceria e éramos uns dos primeiros a chegar então pegamos um lugar bem bom. Fiquei supresa porque o lugar era um tanto pequeno pro cacife dos dois. Perguntamos à moça do bar se ela tinha algo vegano para comer lá e ela nos mostrou o cardápio e disse que acreditava que sim pois tudo no cardápio era crudívoro "comida viva" ela chamou, então se algo não fosse vegano devia ser por causa do mel. Expliquei que comia mel e não lembro por qual motivo não deu tempo de comer e acabamos tendo que sair de lá e passar em casa antes do show. eu estava bem desapontada pois sabia que perderia os lugares ótimos que estávamos. Já em casa, com Sérgio e mais uns amigos, aproveitei para ir ao banheiro e lá tinha um rato feio, mal e grande (pouco menor que um gato) que tentava me atacar ferozmente com seus dentes afiados assustadores, eu me defendia com todos os objetos que estavam ao alcance até que consegui joga-lo longe e abrir o banheiro correndo e gritando pelo Sérgio para me ajudar a matá-lo. Sérgio então veio com uma espécie de arma em forma de arco pequeno mas sem flecha e disparou contra o rato uma espécie de laser não luminoso amarelo claro. O primeiro disparo deixou ele fraco cambaleando, o segundo disparo fez com que a cabeça separasse do corpo. Fraco e morrendo ele foi se transformando em outro ser, primeiro com forma mais humana depois ficando maior e mais bizarro transparente luminoso com sombras e fumaça, um demônio de luz e sombra e meio sem cabeça e sem forma ele ergueu as mãos como se se entregasse para morrer logo, como se quisesse dizer "vai acaba com isso" e o sérgio deu o último tiro e ele desapareceu, desintegrou.
cafuné / luiza só

sonhei que tava com o sergio e a ieve na cupula da ccmq instalando umas coisas e conversando, chovia muito e eu tava com muita dor de cabeça, tanta que ficava meio tonta. entao eles disseram que tinham um segredo do cafuné mágico e fizeram uma massagem na minha cabeça que fez sumir todas as dores, fiquei muito leve e forte
David Lynch #soquenao / laisk

Estava numa fila com o Giu para fazer um curso de curta com o David Lynch, estava esgotado e eu nem tinha mandado roteiro nem nada. Mas ele foi todo simpático, abriu a porta e falou pro guardinha que todos podiam entrar, então ele me parou e começou a fazer algumas perguntas, em italiano, de porque eu gostaria de estar lá etc. No meio da conversa ele não lembrava a palavra em italiano e então começamos a conversar em inglês, o que em parte foi um alívio pra mim. Passado algum tempo notei que ele parecia o Lynch, pelos vídeos e fotos que vi, mas havia algo estranho... Aí que descubro que na verdade era um ator fazendo-se passar por ele.
no pé pequeno / lupino


Brunão me chamou pra tocar com ele no terraço de uma casa no Pé Pequeno. Cheguei lá e só tinha ele arrumando o som, trocamos uma ideia e começamos a tocar. Começamos cantando por cima de batidas quebradas e ruídos acidentais, variávamos entre gritos de macaco e ruídos de máquina. As pessoas começaram a chegar, terminamos a primeira música e rapidamente a segunda começou. Era uma batida de rap, me senti muito inseguro, vi na plateia o Gustavo (Black Alien) e o DJ Rodriguez, fui pro lado deles e entreguei o microfone pro Gustavo que começou a rimar e deixou o terraço, fui com ele.
Eu: O que houve Gustavo?
Gustavo: Ta foda
Eu: Que isso cara, a vida é um mar para ser curtido.
Gustavo: Porra nenhuma, essa porra de ficar colocando coqueirinho pra deixar tudo mais bonito é uma merda, um grande caô.

Entramos em uma sala toda revestida de azulejo azul claro e ele começou a me contar uma história.

Gustavo: Porra, tava muito doido e resolvi fumar dois baseados. Quando eu vi já tava vendo vários vídeos russos de neguinho saindo na porrada, maltratando animais, tortura e o caralho, toda vez é a mesma coisa. Preciso parar com isso.
Gaveta flutuante / li

Eu fazia muitas malas para me mudar de uma casa de praia com amigos. Emm alguns armários encontrava bonecas velhas e muita poeira e lixos.

caminhei pelo calçadão de Santa maria e tinha um show do Wander Wildner acontecendono mercado Índia, masobar concorrente, ao llado, se arrumava para concorrer, e promovia um show, banda noova e muito boa. Parei para comprar chicletes e Wander falou o meu nome, sem olhar para meu rosto.

Entrei de volta na casa em mudança e tive um encontro como espírito do Padre Reus. Conversei com Z e estranhava que eu via uma gaveta a flutuar no teto.
você ali nas nuvens de vários jeitos / lupino


Sonhei com você hoje. Eu ia te visitar na sua nova residência, um apartamento de dois andares. Você tava começando um projeto novo, era uma câmera instalada no segundo andar que filmava uma tartaruga dentro de uma caixa. Eu levei uma câmera fotográfica e pedi pra você me ensinar a tirar o filme, eu sei fazer isso, mas na minha cabeça você ia me ensinar de um outro jeito e começou a desmontar a câmera e me falar coisas sobre rebobinar e ampliar o filme na própria máquina, com a mão. Tiramos o filme e você estava curiosa para saber o que tinha ali, eu também, não sabia. Uma criança afro-brasileira apareceu e nós três conversamos sobre a apresentação de dança que ela tinha feito, que tinha sido ótima e ele ficava dizendo que a parte mais difícil foi ter ficado pelado na frente de tanta gente.
visita / li

Era de noite e eu chegava para visitar LV na casa de floripa. A casa era linda, estilo colonial, rústica e nos fundos tinha uma churrasqueira num terração que dava para a Lagoa. Eu senti um sono imenso e fui dormir, e descobri que ali poderia dormir com as portas e janelas abertas. De repente lembrei que eu estava há 6 horas de minha cidade e tinha deixado minha filha com seu pai, sem avisá-los que viajaria. Acordei no meio da noite e fomos tomar banho na lagoa, que tinha água cristalina, e percebi que ali tinha vestígios de um antigo parque aquático, com bonecos e tobogãs desbotados e abandonados. Saimos e logo chegaram duas amigas de LV do mestrado, acho que eram irmãs.