Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Casa velha / Elcio

Eu estava no casarão onde funciona a Clínica Gaffrée em Bagé, encarregado de fazer uma entrevista com o ator que faz o papel do Banqueiro Batista na novela "O Cravo e a Rosa". Ele se encontrava sentado em uma poltrona de madeira vergada de três lugares no saguão e ao redor do saguão muita gente esperando por consulta. Sentei ao lado dele me apresentei e começamos um papo informal. Nisso ele puxou um lenço e, resmungando limpou alguma coisa da manga de um casaco azul marinho. Prestando atenção vi que era uma larva de mosca. Então começou a aparecer uma quantidade enorme de larvas de todos os tamanhos e parecia que o piso todo estava se movendo. Alertei o pessoal sobre o problema e eles começaram a sair apressadamente. O ator coçou as nádegas e disse que estava com uma comichãozinha, ao que eu respondi que podia ser uma das larvas querendo entrar... acordei.
Pintura / Elcio

Estava reformando uma casa que havia comprado e ia todos os dias lá para ver como andava a coisa. Então sonhei que ao chegar lá um dia, encontrei na rua uns duzentos ou trezentos galões de tinta vazios atirados na frente da casa; eram tantos que dava para, empilhando, fazer uma parede da altura e largura da casa. Eu começava a contar para depois multiplicar pelo preço e ver quanto havia gasto no item tinta, mas acabava perdendo a conta porque tinha que levar em consideração que nem todos custaram o mesmo preço. Isso aconteceu uma, duas, três vezes e já estava procurando um outro meio de resolver o problema quando, para alívio, acordei. Mas ainda fiquei um bom tempo fazendo contas...
flutuante / luiza só

sonhei que saía de carro com o daniel, em direção a charqueadas. pela estrada, saindo de porto alegre a pouco tempo, de repente apareceram diversas entradas para casas, sitios, todas pra dentro dos morros, como se o morro fosse uma parede, e todas com muita nevoa. a gente desceu do carro e foi voando por entre essas casas, que eram muito amarelas e azuis e cheias de flores. o ar enevoado era como uma piscina, a gente flutuava-nadava-voava tudo junto, aos pulos e como se sem gravidade. tinham muitos girassois. uma casa em particular me deteve por muito tempo, era quase de bonecas e tinham braços que abraçavam a porta, quase-macabro como as bonecas de barro que seguram o queixo. seguimos pela estrada pulando-voando, e então eu acordei
substituição sem espaço / chuazinha

15:41
Lucas

sonhou com dente hoje
15:41
Luiza

sonhei

tava com a boca travada

uma arcada na outra

e estavam nascendo mais dentes

mas não dava

pq já tinha os que eu tenho

era pra eles srem substituidos
15:42
Lucas

tipo tubarão
15:43
Luiza

mas como tava travada a minha boca não tinha como

tubarão fica um por cima do outro?

não é?
15:43
Lucas

uma atrás do outro

meio trepado
15:44
Luiza

é

mas nos meus não dava

eles não conseguiam trepar por cima

tinha que ser no lugar do antigo

que ainda tava bom

não sei pq tavam nascendo mais
nem tudo que parece é / laisk

Voltava ao hotel, estava caminhando e um senhor me diz com um jogo de palavras que significava que alguém me havia roubado... toquei a bolsa e voltei correndo, vi o suposto ladrão deixando a carteira e o celular em um lixeiro que estava cheio, o que mais me preocupava era perder os documentos, assim que abri, vi que estavam e continuei, depois abri a carteira novamente e não só estava tudo lá como haviam balas e outros doces.

Cheguei ao hotel mas era impossível chegar ao meu quarto, tudo era labiríntico e notei que não tinha a chave, mas me lembrei que tinha a maioria das coisas no quarto do Giu, então fui pra lá.

Entrei no quarto e o Giu estava comprando o vôo para a Califórnia para o verão do próximo ano e tínhamos um bom lugar, com mais espaço, etc e sairia por $975, ao mesmo tempo eu fazia a mala e contava sobre o ocorrido do falso roubo e comíamos doces.
Farinha e leite / Tuk

Eu estava em uma rua larga que era uma ladeira, e estava em frente a algum estabelecimento comercial, acho que era um mercado mas talvez um restaurante. Estava uma galerinha do lado de fora, Lígia e Eraldo, Leo e My, Tammy e Thi e o pessoal do clube latino, o Giscard, Marcel, Pâmella e a Bia. Daí era meu aniversário. A gente todo mundo conversando de boa em frente ao lugar e tals, acho que era um restaurante e a gente ia comemorar meu aniversário ali. Daí de repente saem o Marcel e o Giscard pra buscar "uma coisa". Quando eles voltaram traziam um copão enorme de leite e um sacão de farinha, e eles resolveram que por ser meu aniversário eu tinha que tomar banho de leite com farinha.

Na hora que eu vi aquilo saí correndo, e saíram correndo comigo a Monique, que nem tava inicialmente, e a Lígia. A gente desceu a ladeira num pique absurdo, e os dois atrás, um pouco mais lentos pra não derramar o leite e não perder muita farinha. A Lígia e a Monique corriam muito e eu tentava acompanhar. Passou um tempo correndo loucamente e chegamos a uma padoca.

Na padoca a Monique virou a Tammy. Eu ela e a Lígia resolvemos que já que a gente tava numa padoca ia comprar coisas pra todo mundo comer e começamos a escolher. Eu e a Tammy a gente ficava brigando loucamente toda vez que a gente se cruzava no meio da padaria olhando as coisas. Daí eu fui tratar de saber como se pagava lá (se aceitava cartão etc) e eles tinham um sistema com fichas, tipo ficha de 1 real, ficha de 2 etc. Tinha quase toda a família do real: ficha de 1, de 2, 5, 10, 20 e 50, só não tinha de 100. Peguei 1000 reais em ficha e elas vinham em folhas inteiras que você conseguia destacar as fichinhas. O que você não gastasse eles te devolviam no caixa depois.

A gente em vez de pegar coisas pros outros começou a experimentar e comer tudo que tinha lá. "Ah, esse deve ser ótimo, me dá um"; "dá dois desse"; etc. Comemos um monte e eu imaginei ter gastado uns 200 em fichas, daí eu fui pro caixa. O caixa era invertido tipo, a gaveta com as notas etc ficava virado pros clientes. Eu coloquei lá na gaveta as fichas que eu não tinha gastado pra ela contar e me devolver em dinheiro. Ela tirava pelo outro lado, e algumas pessoas iam pegando folhas inteiras de fichas de 50 e levando embora. Eu achava que eram empregados que estavam ajudando a contar quanto ela me devia e tal. Depois de contar ela vira e fala "você gastou uns 800 reais né?", eu virei e disse "tá doida? No máximo uns 200 ou um pouco mais". Aí ela falou: "ah, desculpa... é que tem um pessoal que fica roubando ficha, mas eu te cobro só 200", aí eu acordei.
foto-ilusão x foto-lembrança / chuazinha

Estava em um lugar (meio festa) que tinha uma remontagem de parte da exposição do Escher, e a atração principal era uma sala onde dependendo de onde você estivesse, e por causa de uma ilusão ótica, as pessoas ficavam com diferentes escalas. sabia que estava sonhando e achei legal ter uma segunda chance de visitar a exposição, já que não fui na vida real.
estava sozinha e não tinha ninguém para fazer a brincadeira comigo. andei até o fundo da mini sala e percebi que o teto ia abaixando. no final tinha uma câmera polaroid para que as pessoas pudessem tirar foto da experiência. a câmera era mínima! quase conseguia fechar minha mão ao redor dela. isso fazia com que fosse super difícil de mirar com ela.
apontei a câmera para mim mas como tinha achado a experiência da sala boba resolvi tirar só uma foto da minha cara. tive vergonha que as pessoas que estavam do lado de fora da mini sala percebessem isso e tentei disfarçar. como a câmera era tão pequena eu não tinha nenhum controle no manuseio dela, ela não correspondia às minhas expectativas de peso e meus movimentos segurando-a era todos exagerados. num determinado momento, bati com a câmera na minha cabeça e acabei disparando uma foto.
pensei "que droga, foto de cabelo nunca dá pra ver nada". mas quando olhei para as fotos que saíam era de outros momentos da minha vida, de uma festa com a carol luck. pensei que, "uau, essas fotos estavam esperando até agora para aparecer!!" e assim que pensei isso a imagem começou a sumir do papel fotográfico, a se deteriorar ficando cheia de pontos brancos com as bordas laranjas que iam aumentando.
entendi que isso era um mecanismo para ninguém piratiar o trabalho do Escher. que o intuito da câmera de fotos era só mostrar a imagem de um instante de ilusão, e não de criar uma lembrança.
sexo com estranhos / luiza só

sonhei que transava com um cara que eu mal conheço. era num hospital tipo numas macas. o legal é que isso da um sabor pra uma pessoa que até entao eu nunca tinha percebido sexualmente.
Bonito Adágio / Dmtr

Estava na festa de um conhecido meu q tem um monte de guitarras. a casa era ensolarada e haviam pessoas andano, comendo. ele dormia em uma esteira num quarto. era meio dorminhoco mesmo.
fiquei tocando um lance em uma das guitarras com uma espécie de eco de fita. era uma música muito bonita que eu ia inventando na hora, uma senhora parou um pouco e comentou: "que bonito adágio"
lsd

fui visitar meu namorado. ele estava diferente, mas com aquele mesmo cabelo corte maquina 2. ele só estava frio comigo, eu tentava fazer um diálogo com ele, ele parecia não me ouvir. andávamos em direção ao apartamento dele no sonho; ao chegar na portaria lá estava o pai dele, que sorriu pra mim perguntando se eu iria no churrasco de aniversário do meu namorado. eu fiz que sim com a cabeça e entrei no elevador. começamos a discutir, não lembro o porque. só não via mais o amor dele, ele tinha tomado LSD, eu tinha certeza. e ele não admitia, colocava a culpa de alguma coisa em mim.