Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Gato azul / Lu

Estava nos arredores de uma casa muito antiga, toda feita de pedra, com caminhos também de pedra. Era noite, e eu estava indo a uma festa à fantasia. Encontrei um gato azul (azul klein) lindo, lindo! Mas o Roger estava preocupado e queria ir embora logo, pq a bruxa que morava por ali poderia chegar a qualquer momento. Entendi a preocupação, só pedi que o Dimitre tirasse uma foto minha com o gato antes de partirmos. E assim foi.
Minha noite de gala / li

Encontrava minha mãe e a amiga LP com sua família, sentados em uma parada de ônibus na rua, e logo ia aparecendo mais amigos por ali. Percebi que ao lado estava um grupo de amigos com F. Chamei os meus amigos para nos juntarmos e fazer uma foto, já que era raro reunir todo mundo.
Logo entrei no teatro São Pedro, que na verdade era a igreja das Dores, em Porto Alegre, ali aconteceria uma homenagem dos meus amigos para mim. Subi no palco-altar e a platéia estava lotada de amigos, todos vestidos em traje de gala, que me aplaudiam. Eu não sabia o que fazer, mas fui ao centro do palco e agradeci a todos. Achei Boa a sensação de estar naquele palco e ver todos meus amigos ali.
Logo desci para a platéia e estava sendo servido champagne e brigadeiro para todos. Eu não sabia de onde vinha tudo isso, pois eu não tinha encomendado nada. Comi um brigadeiro e estava maravilhoso, a moça que os fazia me disse que eram feitos com uma camada de farinha de cacau. Logo após chegou um balde com brigadeiros, para os amigos que estavam sentados ao fundo.
Saí da igreja e havia uma praia no outro lado da rua, onde estava LP e sua família. Ela não estava muito feliz, em alguns momentos parecia chorar.
O Broche / LaísP

Estava hospedada em um hotel de luxo aproveitando as férias do trabalho. Lá um senhor meio doido me adorava. Ele tinha filhas um pouco mais velhas que eu e gostava de ir a festas da alta sociedade vestido de mulher às escondidas.
Nos divertíamos muito e no meu último dia no hotel ele me deu uma carta de presente e dentro tinha um broche de brilhantes (uma roseta de brilhantes com uma cascata de diamantes).
Passados alguns bons dias de volta ao trabalho eu estranhava muito as atitudes de meu pai. Depois de insistir muito para ele me dizer o que estava havendo ele me contou que descobriu que uns homens andavam me seguindo haviam alguns dias. Ele me contou cada detalhe, que pelo menos um estava em cada canto onde eu ia e o estudo sobre minha rotina entre eles era muito minuciosa.
Passei e prestar mais atenção e descobri alguns dos homens que estavam me seguindo, mas ainda não fazia idéia do motivo disso tudo.
Um dia, quando precisei trabalhar dentro de um evento em um casarão, um homem me puxou para uma ala mais afastada e me explicou que aqueles que estavam me espionando faziam parte do meio de convívio daquele mesmo senhor doidinho com quem eu me dava tão bem no hotel e que estavam fazendo isso a comando de irmãos conhecidos como irmãos Karamazovisky que estavam muito bravos por eu estar em posse do broche de brilhantes. Ele me disse também que estava tentando me ajudar e que, embora os irmãos fossem muito poderosos, iria tentar impedir que coisas ruins me acontecessem.
Passado isso, depois de alguns dias, um dos meus perseguidores percebeu que seu disfarce já tinha sido revelado quando eu o reconheci e começou a correr em minha direção. Eu corri e comecei a gritar e apontar para o homem pedindo ajuda que ele era um ladrão. Um rapaz surgiu e o derrubou, imobilizou-o e amarrou-o com uma linha de tricô. Não pude ver seu rosto, apenas seus cabelos desgrenhados pela corrida, um loiro meio alaranjado. Ele era amigo daquele senhor que tinha me dado o broche.
pique-pega no avião / ariel lamim

eu tava brincando de pique-pega num avião gigante, que era também um shopping. mas eu tinha dormido durante a explicação das regras, então não tava entendendo nada.
carnaval / ariel lamim

eu tava com a luisa marques numa cidade que era o rio mas super diferente. tinha umas ruas enormes mas bem tranquilas. e era carnaval. a luisa me levava prum casarão/barracão de escola onde rolava um talk show, e aí eu e outro menino ficcional que também era meu amigo éramos entrevistados juntos, com algum famoso que não conheço. nós éramos, no programa, exemplos de jovens, estávamos sendo entrevistados pra representar a geração.
uma hora aparecia a beth carvalho e a entrevistadora me mandava pegar uma camiseta do programa pra ela, "no tamanho da beth".
eu defendia alguma tese de não-monogamia e ficava mostrando uns canos.
aí aparecia o lúcio, e eu tava defendendo isso na frente dele. de repente batia uma autoconsciência achando que ele ia brigar com a amanda por causa disso.
mas isso era uma autoconsciência no presente versus o passado, como se o sonho fosse no passado. o sonho era uma recordação.

aí ia rolar o desfile da portela e a luisa sentava num carrinho tipo um bonde pra participar. me diziam que todas as escolas já tinham desfilado, até aquelas bem pequenas, menos a portela. o pessoal parecia todo muito apreensivo.
cabô carnaval / ariel lamim

o carnaval tinha acabado e eu tava voltando pra casa sozinha e meio triste. eu morava no mesmo prédio ou casa que vários amigos meus, aí encontrava o mitsu e ele tava um pouco bêbado e nervoso porque tinha gasto um dinheiro que não podia. eu passava por dentro dum quarto e a amanda tava dormindo toda fofa de camisolão. aí eu ia num outro cômodo onde morava uma tia ficcional minha, uma coroa de cabelo liso, comprido e preto. eu conversava com ela e dizia que ela era muito gentil. ela me respondeu: "jura?". ela disse que não costumava ter a impressão de que as pessoas consideravam-na gentil. eu dizia pra ela que o senso de humor meio quirk dela talvez fosse incompreendido, mas que ela falava de um jeito gentil, que ela tratava os outros de um jeito gentil. aí no final a gente ficava se comunicando só via cartuns que a gente desenhava ali mesmo, na hora.

depois disso eu saía e ia comprar uma frigideira pra fazer omelete.
Air humidificator / Kaneda

Passando e subindo pela rua do centro, estava comendo um salgado, espécie de torta de frango, quando me deparei com Enila.
Ela descia compenetrada em seu celular, então joguei um pedaço do salgado nela e gritei:"-VEM ME PEGAR!", ela então virou-se com uma expressão furiosa, mas quando seus olhos levantaram e viram minha figura, abriu-se um sorriso em seus olhos e saiu correndo em minha direção.
Comecei a correr e entrei em uma loja tipo FNAC, mas estava tarde e não podíamos mais adentrar a loja. Sentamos do chão do lado de fora dos caixas e ela apontou-me uma televisão de 15 polegadas e que era um umidificador de ar. Era branca a televisão e tinha umas caixas de som gigantes embutidas.
Enila decidiu não comprar a tevê e saímos de lá pra uma loja de doces.
De repente todos começaram a andar feitos robôs, e eu vi umas caixas de chiclete.
a casa / LaisP

Estava em um bairro residencial de casas e moradores antigos da região e lá havia uma casa que as pessoas evitavam de passar em frente. As pessoas tinham medo dela e evitavam até comentar sobre ela já que, quem passasse por ela via coisas que as assustavam.
Eu passei por ela diversas vezes mesmo sabendo dos boatos e via pessoas agindo normalmente dentro da casa, em seu jardim e garagem, mas sempre que me aproximava delas elas desapareciam no ar.
Lembro também de que essas pessoas eram dferentes, elas não eram coloridas, tanto pele, cabelo e roupas eram brancas com tom de cinza.
Arábia Saudita / Selenita

Estava na Arábia Saudita gravando um filme. O dinheiro de lá era feito de moedas pequenininhas e lindas (pareciam medalhinhas, todas floridas). O mercado público de lá era lindo. Mas tudo dava errado, eu não conseguia transitar pela cidade. Ia passar pouco tempo e não consegui entrar na linda gruta com duas piscinas e água azul...
Fungo na amígdala / dmtr

Estava em Bagé, e o Flet reclamava que estava com a garganta meio ardida, e uma hora me falava: to com uma sensação esquisita, da uma olhada, e abria a boca.
Eu olhava e via as estruturas gigantescas, era meio diferente e havia um lado q estava mais "aberto" que outro. no fim observo a amígdala e vejo uma espécie de fungo colado ali. Aviso pra ele que seria melhor consultar um médico sem demora.