Começa que eu ainda estava lecionando na Universidade e havia sido convidado a participar de duas formaturas como professor homenageado. A formatura de Ciências contábeis seria no sábado e a de Administração de Empresas no domingo. A formatura de contábeis eu participei, felicitando e abraçando todos os formandos e depois viajamos para Tramandaí para o noivado da filha. Neste ponto nós já estávamos em casa, eu arquivando umas contas que haviam sido pagas e minha esposa tirando o pó de uma estante e deveria ser umas 10:00 horas da manhã de segunda-feira, quando toca a campainha. Era uma senhora bastante jovem, de cabelos curtos que apresentou-se como representante da turma de Administração, que passava lá em casa para deixar um cheque, já que eu não havia estado na formatura para recebê-lo. Minha esposa pegou o cheque e disse: olha, é um cheque de R$74.614,00 e assinado por todos os teus alunos.
Com você, Luiza / Hannap•
Sonhei que eu te encontrava (Luiza), numa exposição de alguma galera jovem.
Havia um monte de gente sentada esperando a expo abrir. Eu fui entrando, não sabia que ainda não podia entrar. Como me antecipei a moça que organizava o evento resolveu abrir.
Começamos a ver juntos os trabalhos.
Numa mesa havia uma história em quadrinhos. Você foi passando as páginas. Nós dois, ombro a ombro, lendo a história e gostando dos mesmos desenhos.
Uma ovelha dando um pum. O pum era o mesmo desenho da lã da ovelha. Isso era engraçado. Concordávamos que o texto da história era ruim. Era tipo uma revista grande, com poucas páginas. Tinha sido impressa em offset. Achei um desperdício imprimir tantas com um texto tão mal escrito.
Nos olhávamos algumas vezes. Muito perto um do outro. Acabamos nos beijando. Um beijo calmo, gostoso. Deitei a cabeça no teu ombro.
Havia também um trabalho que era um jogo de video-game.
Tinha uma criança gordinha usando, brincando e se divertindo.
Fomos até lá. Em algum momento a criança largou o joystick e você pegou.
De repente resolvemos sair de lá.
Vamos pra rua. A rua era um lugar meio árido, de terra vermelha e seca. Parece que estamos em um deserto, ou no meio do nordeste.
Montamos em um cavalo que estava por ali e saímos.
No meio do caminho um casal de crianças nos vê e vem correndo atrás da gente. Eles saltam e montam no nosso cavalo de maneira imperceptível para o cavalo, que segue andando tranqüilamente.
Estamos perdidos e decidimos parar um pouco. Estaciono o cavalo perto de um barranco. Está muito quente. Eu estou sem camisa e o sol é de lascar.
Você se deita na encosta do barranco, onde o sol não bate tão forte. Vejo um armazém ali perto e resolvo ir perguntar se eles têm água e protetor solar.
self-explanatory title.
LeodiCaprio showed me his six dicks and he said he used them all.
o terremoto / gnight•
estava em sao francisco, aparentemente morando la, com os meus pais e uma das minhas irmas.
de repente houve um aviso de terremoto. todos tinham que sair do interior dos prédios e ficar na rua para nao correr o risco de ser soterrado.
tínhamos um tempo como 10 minutos pra deixar os apartamentos.
pensei no que poderia levar comigo e a ùnica coisa que pensei em pegar foi o meu computador velho e quebrado, que ainda tem todos os meus dados mais importantes.
mas nao sei por que, resolvi deixà-lo pra tràs.
saî na rua e fiquei com a multidao e a minha familia esperando o terremoto, torcendo pra nenhuma àrvore ou pedaço de concreto cair na gente.
quando ele aconteceu, era um tremor de terra quase imperceptîvel. eu atè queria que continuasse pra eu conseguir sentir como era. mas logo parou e ninguem sabia se voltava pra casa ou continuava esperando o "big one". rio de janeiro/campo de concentração / ariel lamim•
eram uns bairros e conjuntos habitacionais no rio onde as pessoas eram oprimidas pela polícia ou pelo exército, não lembro ao certo. numa ocasião, recolhiam todos os computadores e alguns eletrônicos dos moradores e construiam uma barricada na lama que corria risco de explodir a qualquer momento. parecia muito óbvio que era uma operação de guerra, que queriam matar as pessoas, e alguma coisa na atmosfera lembrava um campo de concentração. eu morava num desses bairros, num prédio exatamente igual ao meu, num apartamento idem. aí eu acordei com o barulho de algo crepitando, e fui à janela torcendo pro incêndio não ser num andar abaixo do meu, porque senão eu ia morrer. e era. mas aí eu acordei de novo, dessa vez de verdade.
tutorial de maquiagem / ariel lamim•
eu morava num casarão com a ellen, duas coreanas e uma menina que tinha um projeto que era mais ou menos como o bike anjo. numa manhã eu saía e esse projeto tava se reunindo na pracinha em frente à casa, quando de repente desabava um toró. eu tava trocando de sapato num coretinho, e tava num fluxo de consciência bem frenético, mas só lembro de estar pensando no marco feliciano.
eu pegava meus sapatos e ia voltando pra casa debaixo da chuva. pra entrar na minha casa eu tinha de passar por dentro de outra casa, e nessa casa morava o cinco. eu passava pingando por dentro do quarto dele morrendo de vergonha, mas ele não tava lá.
quando eu chegava na minha casa, a carla tava lá com um namorado asiático cabeludo que falava um inglês meio confuso. ele não conseguia lembrar da palava "umbrella", aí ficava descrevendo e a gente traduzia pra ele. ele então me perguntava onde podia apoiar o "banana phone book", e eu só ficava rindo da frase. eu então disse à carla que achava que ela havia voltado pra califórnia, e perguntei onde ela andava, "were you travelling?", mas ela me pareceu constrangida e só fez que sim com a cabeça.
eu subia pro meu quarto e entrava no facebook. o rota tinha postado vários vídeos de humor que eram sátiras de tutoriais de maquiagem. em quase todos eles, as mulheres começavam se maquiando e terminavam se sujando muito. o rota comentava que pra ele aquilo era bruxaria. eu ficava na dúvida se ele tinha entendido que era sátira.
em meio a esses vídeos, tinha um que eu tinha feito com as duas coreanas. na abertura, eu e todas as meninas que moravam comigo (incluindo carla, ellen e a do bike anjo) descíamos a escada da casa sensualmente -- eu, além disso, falava num telefone retrô imenso e com o fio solto, e no final tomava um tropeção proposital sobre o qual se sobrepunha uma animação com um espelho que caía e se quebrava, como se o espelho tivesse caindo sobre mim. no vídeo eu e as duas coreanas nos pintávamos todinhas de graxa. aí nessa hora o vídeo deixou de ser vídeo e virou o resto do sonho, mas eu não lembro mais de muita coisa.
aviõezinhos musicais / ariel lamim•
fui num show dos chinese cookie poets e eles usavam uns aviõezinhos minúsculos pra fazer som que ficavam sobrevoando a platéia, e dava pra brincar com eles. eu acabei cortando o pulso em um avião que tinha um prego enferrujado solto e tive de ir ao médico tomar ponto e antitetânica. não doeu (estranho, eu tinha certeza de que antitetânica era horrível) e voltei pro show em seguida.
voltando de avião de curitiba / ariel lamim•
o piloto se enrola e não decola no aeroporto; ele sai com o avião correndo no chão. fica tentando decolar de dentro da cidade mas não consegue -- sempre há barreiras como prédios, casas, árvores etc. curitiba é, no sonho, um lugar muito, muito bonito, cheio de árvores floridas e monumentos e boulevards.
eu fico nervosa e me mudo de assento pra sentar perto dum coroa que dias antes havia me contratado como "assistente" por um dia (envolvia servir-lhe vinho, mas lembro que em algum momento ficávamos lendo deitados juntos; eu lia um livro sobre sementes com sementes reais dentro que estavam apodrecendo e dando bicho). um clima estranho existe entre a gente, que não sei dizer se é paternal ou sedutor. ele me pergunta se tenho filhos; digo que não, que tenho apenas 24 anos. ele responde, de maneira um pouco enrolada e confusa e mencionando várias idades que teve seu primeiro aos 26. me abraça, diz que gosta muito de mim, e aí ficamos, abraçados. eu gosto muito do abraço dele, me sinto bem com esse contato físico (lembro que também me sentia enquanto líamos livros juntos, acho que me sinto atraída por ele). ele me fala que tem cinquenta anos.
o piloto ainda está tentando decolar, sem sucesso. uma hora, o avião está quase decolando, quando passa perto do arco do triunfo (é, tem um arco do triunfo em curitiba), que explode sem razão aparente. uma faísca pega no avião, que começa a pegar fogo. nessa hora, o avião é como apenas a minha própria cadeira, voando no espaço. eu pulo, o avião cai e fica pegando fogo sozinho até explodir também. não sei o que aconteceu com as outras pessoas: o avião agora é do tamanho dum brinquedo. me pergunto se aquilo aconteceu mesmo, ou se eu ainda estou viva. acordo.
florestao / luiza só•
era tipo numa região de floresta tropical densa meio chuvoso sempre e o dimitre levava crianças numas aventuras era incrivel, era tipo instrutor de aventuras.
tdo mundo q eu conheço vivia la, e eu tava tirando fotos todo tempo com uma mina e voltava pra deixar as fotos num computador numa sala meio jurassic park.
as vezes todo caminho era dentro da agua so com ombros de fora e um clima de alegria sempre
/ paula m.•
havia esse ambiente que parecia uma escola com várias pessoas de diferentes fases da vida. a barrueco tava sentada movendo em telecinese algumas coisas da tv e tirando pra fora, fiquei feliz, geralmente só eu pareço ter telecinese nos meus sonhos, então começamos a brincar.