Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Tiago no Transito / xandre

Tiago estava andando no meio da rua quando eu vi comecei a buzinar sem parar para assustado, ele pulou para a calçada e começou a xingar pois ele não sabia quem era por ausa do insufilm muito forte nos vidros, ei olhei para traz e vi ele sentado em uma moto e balançando a cabeça, comecei a acelerar e vi que ele estava vindo acelrelado mandei minha mãe abrir o vidro, quando ele passou do meu lado me reconheceu e acelerou um tipo de bicicleta com motor me dando tchau, mais a frente tinha uma batida de carro que arrancou o poste e os ônibus passavam bem devagar.
Cidadezinha de Cristal / Selenita

Eu saía para comprar um anel (daqueles com pedras grandes) e encontrava um senhor de barba branca que os fabricava. Enquanto olhava os anéis eu causava um acidente e caíam milhares de cristaizinhos coloridos no chão. Me ofereci para resgatar os cristais e depois já estávamos noutro lugar. Ele fabricava pequenas cidades e cidades médias (elas eram habitadas). Tínhamos que colocar habitantes de nossas cidades noutras cidades, mas os nossos eram muito grandes, então pingávamos gotinhas (de nanicolina?) e eles ficavam menores. As casinhas e igrejinhas ficavam menores também...

Não sei se o sonho anterior tem relação com o próximo, mas...

Depois de um tempo eu estava na tenda de uma cigana numa praça com um rapaz muito querido (não consigo me lembrar do rosto) e queríamos perguntar sobre o nosso futuro, mas a cigana/taróloga não aparecia...
Grande Capitão / LaísP

Estava deitada num sofá abraçada com um cara que era militar alemão e tinha uma mulher de cabelos longos e ondulados sentada na ponta do sofá ouvindo nossa conversa. Enquanto me abraçava, ele me contava histórias de guerra.
Uma delas era sobre seus soldados atiradores de elite. Ele me dizia que mandava cortar o dedo mindinho da mão direita de todos os soldados e apenas os selecionados para o trabalho de tiro seriam treinados especificamente para isso.
Na teoria dele, o dedo mindinho era essencial para uma pessoa segurar e atirar com uma arma, e treiná-los sem o dedinho os tornariam ainda mais qualificados na tarefa.
Shooting Star / Kaneda

Combinamos de sair no fim de semana. Entre tantos lugares em São Paulo para nos encontrarmos, escolhemos ir juntos justo naquele que não conhecíamos, mas que nos aguçava os desejos.
O lugar combinado, era um lugar palaciano, com toques delicados da era medieval em meio urbano, era um lugar para fugir da cidade dentro dela, ao mesmo tempo encantador e caótico.
Alil, vinha então, paulatinamente em direção a minha mesa, ela estava linda. Seu caminhar era hipnotizador, seu sorriso ultrapassava o que costumamos saber o que é a felicidade, e o seu olhar,... Ah, o olhar! Aqueles grandes olhos marrons esverdeados fixados em minha direção... Aquilo me deixava atônito!
Por dentro estava explodindo, enquanto minhas mãos trêmulas eram o escape da minha intensa insegurança e falta de auto estima.
Ela sentou-se, comprimentos. Conversamos e pedimos um drink.
Carros antigos e amarelos passavam no coreto ao lado de fora, sequencialmente, como se fossem um presságio nos chamando a atenção para fora do lugar, que não se sabe se era um restaurante, bar, ou sabe-se lá o que.
Foi quando um dos carros entrou por engano algumas mesas por engano, e o restante dos carros amarelos que o seguiam, erraram por consequência. Abismados com o erro boçal, começaram a buzinar enlouquecidamente.
Resolvemos sair e respirar um ar puro no banco do ladroes fora por uns instantes. Dissertamos sobre os infortúnios de morar em uma cidade grande como SP, inclusive as surpresas como a do carro amarelo que nos atacam de repente... Mostrei algumas fotos antigas de correspondências que Alil havia enviado-me há anos.
Foi quando o céu abriu-se, um brilho forte, intenso e vívido, apareceu. E apareceram outros, e de várias cores! As constelações eram vistas de modo inalcançavel numa cidade como a nossa. Foi quando percebi o Cinturão de Orion, entre os azuis e laranjas, amarelos e brancos, era possível ver que tudo tinha uma ligação. Entre o começo de Orion e o início de uma outra constelação maior, surgiu uma estrela de brilho muito mais forte que foi aumentando gradativamente seu brilhos e caiu para a esquerda. Todos gritavam enquanto a estrela caia: "Uma estrela cadente!", "Uau! Que maravilhoso!", eu, na verdade, achei um espetáculo inédito e magnífico, mas estava mais feliz ainda porque Alil estava ao meu lado. E torcia para que ela desejasse a estrela, exatamente o que eu desejei: "-Estar sempre ao seu lado.". Foi quando olhei a sua expressão de felicidade acompanhando a estrela cadente caindo e apagando, que a beijei... E foi um beijo como uma estrela cadente. Olhos. Brilho. Lábios. Forte. Juntos. Desfalecer. Acordar.
E vim escrever aqui, pois foi merecido.
NY Dimi e Gal no MoMA / Hannap

Eu estava em Nova Iorque, com o Dimitre, andando pelas ruas.
Ele levava 3 câmeras, uma digital pequena, na mão, uma Instax pendurada no pescoço e uma digital reflex poderosa dentro da mochila.
Eu andava apenas com uma câmera analógica bem antiga, toda cinza e quadradona. No sonho ela chamava-se Nikon D3. Tinha lente fixa e era bem bonita, cinza.

Andávamos por uma praça. Eu não fazia muitas fotos com a minha câmera, sempre que via algo para fotografar pedia emprestado a digital pequena do Dimitre. De repente vi uma composição bonita, de um carro parado no sinal, em frente a uns cartazes e peguei de supetão a câmera do Dimitre e fiz a foto. Só que eu peguei a Instax sem querer. Achei que ele ia ficar bolado de ter gastado o filme, mas a foto ficou muito boa e ele curtiu.

Depois resolvemos andar por uma ponte. Era uma ponte vermelha em arco, sem proteção lateral.
No sonho eu achava que o nome era Stamford Bridge.
Tinha um pessoal sentado sobre a ponte. Era um lugar pra sentar-se, fumar e olhar a cidade. Ficamos na dúvida se os carros atravessavam aquela ponte. Parecia que ela estava fechada e somente pedestres andavam por ela. Mas pelas marcas no chão deduzimos que havia uma hora específica que passavam carros por ali.

Na descida da ponte, no gramado da praça, surgiu uma foca que ficou nossa amiga. Era uma foca misturada com uma capivara. Ela andava agilmente e era muito carente. Ficava nos seguindo, olhando com um olhar de coitada.
Ficamos um pouco com ela e depois fugimos dali.

Em outro momento do sonho eu estou andando com a Marina e com a Gal Costa. Estamos indo para o MoMA, pois é a inauguração de uma exposição sobre a Gal. Eu e a Marina somos muito amigos da Gal e vamos caminhando com ela pelas ruas. A exposição reunia obras do Hélio Oiticica, um monte de referências da cultura brasileira que estavam associadas ao trabalho da Gal. Subimos por uma escada dos fundos do MoMA e a sensação era como se estivéssemos na coxia de um teatro, caminhando para entrarmos no palco.
não, sol / li

Eu conversava com a minha tia, ela falava que o meu tio não estava morto, ainda continuava no hospital, mas agora o caso dele estava estranho, pois ele parecia ter saído do estado de coma e de vez em quando ele abria os olhos e falava ' não,não, não, sol, sol,sol'. Era uma cena tensa, pois sabíamos que ele estava preso em um delírio.
Olhos azuis / LaisP

Já sonhei repetidas vezes com uma pessoa de olhos bem azuis me encarando. Na primeira vez lembro que ela um senhor, pele rosada de cabelos brancos cortados bem rentes, barba branca crescendo, ele me parecia um alemão. Ele apenas ficava de frente para mim, com o rosto bem próximo do meu me encarando. Nas demais acontecia o mesmo, mas assim que acordo não consigo recordar se os olhos pertenciam àquele alemão.
Vermes de braço / LaisP

Sonhei que tinham vermes dentro dos meus braços. Primeiro eu puxei para fora do meu braço direito todos os vermes, alguns lembravam lombrigas de tão compridas que eram. Depois que limpei meu braço direito dos bichinhos comecei a tirá-los do meu braço esquerdo. Meus braços estavam cheios de furos e completamente ensangüentados.
Lâmpada / LaisP

Sonhei que a Nelly tinha se encarregado de organizar uma festinha para o meu aniversário. Por algum motivo ela me deu de presente uma lâmpada.
chuazinha / anéis

o sonho era só eu olhando para as minhas mãos cheia de anéis nos dedos. me sentia muito feliz porque nunca consigo usar anéis.