Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Bar com alguns mortos / xandre

Estava andando com minha tia no bairro onde eu moro perto da pracinha, quando ela entrou em um bar, exalava um cheiro bem estranho de comida de botequim, tinha algumas pessoas sentadas nas cadeiras e bebendo uma cerveja de rotulo estranho, nisso aparece falecido Pedro gato e coloca uma daquelas luzes de emergência em um prego no canto da parede, que tinha a cor azul bem forte, o telhado daqueles bem antigo e tinha duas entradas, em um canto via uma pessoa com uma lata de salsicha Bordon aberta, parecia apreciar com gosto, tinha tambem algumas pessoas bebendo cachaça, em um canto uma estante com produtos para vender, fósforo, álcool e outras coisas, mais se notava que o forte da casa era as latas de salsichas.
onça verde com pimentão vermelho / Huan

Uma onça verde oliva com rosetas cor de bronze me perseguia ferozmente onde quer que eu estivesse. Ela surgia do nada em lugares aleatórios. Eu sempre conseguia escapar fechando portas mas ela não desistia, mesmo pq as portas que eu fechava não eram perfeitas e sempre trancavam no chão e a danada da onça me dava unhadas pelo lado de fora enquanto eu segurava a porta que fosse. De repente ela sumia, eu tentava sair misturado a outras pessoas ( o Hurley - o gordinho do seriado Lost tb estava) mas não adiantava, ela surgia e vinha apenas na minha direção, eu tentava dominá-la com uma cadeira como um domador mas ela era muito braba, sempre passava a cadeira e me botava pra correr. Meu cachorro apareceu e foi pra cima dela mas ela era muito maior. Depois de afugentá-lo ela voltou a me perseguir, tentei fechar outra porta mas ela não deixava empurrando do outro lado, pela fresta da porta vi que meu cachorro ficava tentando cheirar o rabo dela sem interesse de briga, pedia pra ele sair e fugir mas o danado tava vidrado demais no cheiro da onça. Vi um pimentão vermelho numa fruteira enquanto segurava a porta. Toquei o pimentão na onça e ela o abocanhou e deitou pra devorar o mesmo de uma maneira tranquila. Procurei rapidamente outros pimentões mas não havia nenhum ao redor, mas já sabia como dominá-la.
Led e Daltrey / li

Estava no centro de Porto Alegre, nas imediações do Mercado Público e de repente a cidade era São Paulo ou Buenos Aires. Amanhecia e eu caminhava pelas ruas. Em uma parte do trecho as ruas estavam alagadas, haviam se tornado canais. Eu não estava preparada para fazer o meu trajeto nessas ruas, não sabia para onde ir e acabava molhando os pés. Encontrei DF e outro amigo e decidimos ir em um show ali perto. Ao chegarmos era um show do Led Zeppelin, que começava com os integrantes da banda descendo no palco por cabos de aço que os suspendiam do teto, exceto por um cabo que trazia somente uma guitarra, nenhuma pessoa. O show começou e DF resolveu subir no palco. ele tirou a camisa e começou a fazer performances, quando percebi que ele era o Roger Daltrey e estava dando uma força para o pessoal do Led.

A performance era boa, movimentos fortes, mas de repente ele tirou toda a roupa e começou a dançar nu, ficou de costas para o público, tirou seu penis do lugar e penetrou seu própro anus. Senti muita vergonha e saí para ir embora, já era noite e tentei uma carona com um caminhão que chegava.
Viagem pra lua / Hannap

Tava em casa, no meu quarto.
Tinha posado pra Marcella. Pelado. Ela fez umas fotos.
Aí liguei pra Alice pra colocar uma pilha da gente fazer uma sessão.

Liguei pra Alice e falei da idéia da gente fotografar.
Ela achou legal.

De repente fiquei sabendo que a Marcella ia fazer uma viagem pra Lua.
Entrei na pilha e resolvi ir também.

Fomos eu, ela e mais um monte de gente. Era muito normal a viagem.
A lua era um lugar muito legal. Cheio de construções.

Fui acompanhado de três amigas que não me lembro agora quem eram.
A Marcella, acho que a Luciana também.

Descemos na lua. O ambiente era muito familiar. Visitas eram muito comuns e fáceis de fazer.
Vários turistas estavam indo. Era relativamente fácil de ir.

Tinha um clima muito hippie. Todo mundo relaxado, estado de êxtase.

Chegamos e não havia quase ninguém.
Só um grupo de turistas que estava saindo de lá.
Entramos na construção central. Um lugar cheio de sofás e cadeiras, onde as pessoas se reuniam.

No meio desse salão tem um quiosque da Illy. Fiquei muito feliz e comentei com as meninas. Vamos tomar um café aqui na lua! Que demais!
Todo mundo concordou. Perguntei pro moço que trabalhava ali se dava pra pedir um café e ele disse que sim, a qualquer momento.

Sentamos no sofá que ficava de frente pra janela.
De repente lembro do meu celular.
Quis ver se ele funcionava, principalmente a internet.
Pensei em sair pra fazer umas fotos e postar no instagram.
Tava muito excitado de estar na lua.

Fiz isso. Comuniquei de alguma maneira que estava lá na lua.
De repente começou a aparecer um monte de gente conhecida.

A primeira pessoa que apareceu foi a Drica.
Ela ficou sabendo que eu estava lá e foi pra me encontrar.
Fiquei um pouco desconcertado com a presença dela.

Ela fazia de conta que estava ali por acaso.

Alain e Caco apareceram com baseados. Foi uma alegria.
Meus pais também estavam lá. Sentados num sofá mais atrás.
Pensei que finalmente eu iria fumar um baseado na frente deles e eles iam achar normal.
Afinal estávamos na lua e já não tinha porque me preocupar com isso.
De qualquer maneira eu fui pra varanda fumar, um pouco mais longe da vista deles.

Uma cortina atrapalhava a vista da janela. Eu e mais alguém, um homem, resolvemos abrir aquela cortina, que ficava do lado de fora da janela.
Saímos pra varandinha e abrimos a cortina. Assim a vista de dentro ficava melhor.

Fiquei na varandinha quando de repente apareceu a Alice. Toda linda como ela é, acompanhada das amigas bonitas dela. Umas quatro meninas.

Falei pra ela: - Essa minha calça já conheceu tantos lugares.
Eu estava emocionado. Era a minha calça xadrez, de flanela, toda surrada.
Pensei que já tinha ido viajar e passar perrengue com ela em diversos lugares.
Começamos a conversar sobre as fotos. Sobre ficar pelado.
Eu disse que achava bem difícil, que tinha ficado nu pra Marcella me fotografar e era muito difícil de relaxar. Só acontecia depois de uma meia hora.
A Alice disse que também tinha ficado pelada pra uma amiga, mas só com os peitos de fora.
Eu disse que assim era mais fácil.

Pensava na Tania Savaget.
Pensava que ela ia achar legal saber que tanta gente conhecida estava na lua naquele momento.
O clima era muito bom.

A paisagem era árida, mas haviam alguns campos. Lembro de um portal que era uma réplica de um pórtico de alguma cidade da terra.
O grupo de turistas foi fazer um passeio na floresta da lua. Eles desciam uma escada. Lá de cima já dava pra ver o mato.

A sensação era de paz. De distanciamento. De pensar a própria vida como um todo, como se desse pra olhar pra ela de longe.
E dava. Todos olhavam para a Terra com este semblante tranquilo e contemplativo.
˜˜˜˜˜˜~ / luiza só

eu tava em sao paulo mas ela parecia uma cidade no deserto tipo timbuktu, mas com os predios de areia imensos. era como se fosse a terra mas a terra era um planeta diferente.
tinham piscinas de agua de gel espalhadas por tudo, eu tomei banho em uma, então fui pra casa de uma amiga e usei uma chapinha de alisar o cabelo, conforme eu ia passando meu cabelo ia crescendo lindo e preto e ficou bem longo no final. aí eu acordei
lápis de cor / pedro

Fui conhecer a casa dos pais de uma amiga, Laila. Era grande, ficava em Mogi e lá no fundo se enxergava uma montanha cheia de neve. Comecei a ficar ansioso e meio sem lugar, fugi pro banheiro com uma caixa de lápis de cor de um menininho. Comecei a comer os lápis freneticamente até que alguém bateu na porta e me avisou que iam servir o almoço. Fiquei muito tempo tentando tirar os pedaços de grafite (??) colorido de um buraco na gengiva onde um ciso começava a nascer. Terminei , sai do banheiro e acordei, estômago embrulhadaço.
Heartbreaker / Kaneda

Tínhamos acabado de sair da aula. Sytamar estava cabisbaixo enquanto conversávamos. Paramos por um instante e ele então pediu-me uma carona.
Como iria negar? Um amigo desejando um bom papo e uma carona até sua casa. Bem, partira o meu coração de sequer imaginar uma resposta contraria de "sim".
"- Para isto servem os amigos!" Disse, logo em seguida.
Ele ergueu um sorriso desarrumado, ajeitou-se no banco do passageiro e jogou a cabeça no encosto do banco suspirando.
Sabia que Sytamar morava um pouco distante de minha casa, olhei o nível de combustível e estava com o tanque em apenas 1/4, e logo imaginei: "Vou ter que encontrar um posto pelo caminho. Que diabos! Agora mais de meia noite, onde vou poder abastecer em um se todos estão fechados?"
Dei um sorriso sozinho enquanto ligava o carro e percebi que Sytamar estava a dormir.
So listen to the radio / Kaneda

Depois da aula na faculdade, voltei com Otrebor pela praça para poder pegar o carro. Passamos por um lugar desconhecido, mas era por ali que havia estacionado.
Discutíamos sobre vários assuntos, um tanto divertidos. Quando então, chegamos próximos ao meu carro, percebi que havia deixado os vidros abertos e nada mais havia dentro. Nem mesmo o painel. Fiquei surpreso de o carro ainda estar lá.
Avisei Otrebor sobre o roubo e ele foi verificar o carro dele.
Morrendo em loop / Dmtr

Sonhei que morria repetidas vezes.
A sensação era muito ruim. Basicamente parava de respirar, tudo virava uma angústia só e sentia algo como se fosse um calafrio elétrico avassalador que era a desconexão do mundo físico. Sabia que logo morreria novamente em breve diversas vezes estava preso em um loop. Pensava em uma maneira de sair deste ciclo.
Em um momento que não sabia se estava morto ou vivo eu via uma luz meio estroboscópica, vermelha e verde, lembrava um pouco o filme ENTER THE VOID
São Paulo, cidade misteriosa. / Mussi

Eu resolvi ir para o centro da cidade de São Paulo, ia sair sozinha na balada, mas antes pensei em passar na casa de uma conhecida para me arrumar. No sonho ela morava no Arouche, eu peguei um caminho a pé e fui parar num lugar antigo., parecido à estação da Luz, tinha uma espécie de palácio onde seria um atalho. Entrei. Era uma galeria de lojas, cheia de gente européia e chique, mas no centro havia um pátio, quando entrei nele percebi um tiroteio. Era uma guerra civil contra os imigrantes japoneses. Tinha milhares deles, com crianças, velhos, correndo para todos os lados, eu me escondi atrás de um pilar para não tomar tiros, e um japones de cabelo comprido e sotaque de portugal veio com uma bicicleta de 2 lugares e me resgatou, me deixou numa saída e eu encontrei a menina que ia visitar, ela me fez subir uma escadaria secreta dentro de uma torrre, onde tinha que abrir portões com graxa, e ficava cada vez mais estreito até que deu no apartamento dela. Era um atalho.