Eu lucas e sofia precisávamos sair de um prédio, mas não tínhamos como. Então a gente resolvia escalá lo pelo lado de fora, saindo de uma varanda, ou talvez fosse o teto do prédio. A sensação era d fuga. Qndo chegou minha vez, e cheguei na beirada no parapeito, vi que tinha um carro nos esperando lá embaixo, mas era o kaizer e ele ia nos ajudar a fugir. Quis descer mais depressa para encontrá lo logo.
O pintor esquizofrênico e suas filhas / LaisP•
Sonhei com um rapaz esquizofrênico. Ele morava em uma cidade pequena onde os moradores não gostavam dele por causa de sua doença, o achavam louco e perigoso.
Para se manter são, ele mantinha o contato próximo com a cor rosa claro, dizia que aquela cor em especial o mantinha calmo e lúcido, era como um remédio para sua esquizofrenia. Ele tinha diversas cartelas de bolinhas adesivas pintadas dessa cor. Ele as colava onde tinha vontade para se sentir melhor.
Pai solteiro, ele tinha 3 filhas: a mais velha não deve passar dos 15 anos, a do meio que deveria ter uns 11 e a caçula que deveria ter uns 3 anos de idade, não mais que isso.
Ele pintava quadros, suas telas eram bastidores de madeira normais só que, ao invés de grampear a tela no bastidor, ele costurava a tela como um saco e apenas colocava o bastidor dentro desse saco feito de tela e costurava.
O vi pintando um de seus quadros, a tela era toda pintada de azul bem escuro e ele pintava direto com preto linhas verticais que pareciam trigo, ele me dizia como a tinta preta era uma cor com uma personalidade muito peculiar e manhosa enquanto passava o pincel com tinta preta sobre linhas amarelas.
Para fazer as tintas ele usava das terras de sua fazenda onde morava, ciente disso alguns dos moradores mais ricos começaram a tentar tomar posse de suas terras pouco a pouco afim dele enlouquecer de vez e conseguirem expulsá-lo de vez da cidade.
Sabendo da tramóia, as duas filhas mais velhas dele começaram a criar tentativas de impedir a diminuição das terras do pai, cercaram todo o território com arame farpado e soltaram todos os animais com a esperança destes ocuparem todos os hectares da família. Em uma das vezes, elas soltaram todas as galinhas que criaram o maior alvoroço correndo por toda a fazenda.
O pai por ser muito inocente não tinha idéia da maldade dos moradores locais e achava que o que as meninas aprontavam não passavam de mal criações e vivia chamando a atenção delas. Estas por sua vez, apenas aguentavam e continuavam a tramar idéias de impedir que o pai piorasse com as maldades das pessoas da cidade.
Meu sonho acabou comigo andando de carroça com minha mãe do meu lado, contando para ela a história dessa família enquanto passávamos pela fazenda deles e víamos pessoas da cidade tirando o arame farpado dos limites do terreno.
Eu desejava muito que as meninas conseguissem se livrar das maldades das pessoas daquela cidadezinha.
Retti / dmtr•
somente lembro de alguma especie de cream cheese em cima do pão, e a frase de impacto "Retti, uma distração sem igual para o seu paladar matutino".
Acordei
Perdas / li•
Estava na minha casa com a minha avó, de repente comecei a ouvir uns ruídos estranhos e falei para minha avó pegar seus documentos e algum dinheiro para sairmos rapidamente dali. Ao irmos à porta ouvimos um estrondo forte e vi que tinha desabado o teto do meu banheiro, destruindo tudo. Fiquei apavorada e logo a minha casa era a casa de JR, que era minha sogra, e em outros momentos ela se tornava minha chefe. Comecei a chorar e reclamava muito para JR-minha chefe que ninguém se importava, nem assumia responsabilidade pelo acidente, que eu tinha perdido tudo, estava sem dinheiro e sem documentos e ainda toda minha coleção de bons e caros perfumes tinha sido perdida. Pêra e maçã em meu braço / LaisP•
Sonhei que tinham diversas espinhas que mais pareciam bolhas em meu braço esquerdo. Aquilo me incomodava tanto que espremi todas elas, mas assim que acabava elas ressurgiam em pontos diferentes mas ainda em meu braço esquerdo. Fiquei insistindo em tirar as espinhas que acabei fazendo uns buracos em meu braço.
Dentro de um dos buracos eu notei que tinha uma pêra, puxei ela pelo cabo para fora do meu braço. O fundo dela estava faltando e a parte onde deveria ser branco da polpa da fruta estava preta. Sabia que havia algum bicho dentro da pêra devorando sua polpa, imaginava que talvez fossem diversas formigas, mas fiquei sem coragem de virar a pêra e ver melhor lembrando que a pouco ela estava dentro de meu braço e deixei ela de lado.
Em outro furo notei uma maçã, mas ainda lembrando do caso da pêra eu fechei o buraco e achei melhor tirar a maçã depois de examinar meu braço por completo.
Clero / li•
Eu visitava umas amigas que moravam sozinhas em um apartamento no centro. Entrando em sua casa vi que na sala tinha uma grande cadeira, como um trono, em madeira e com flores e muitos accessórios religiosos. Perguntei o que era e elas falaram que o Papa estava morando junto com elas. Achei estranho, mas gostei da integração.
Logo depois eu estava indo encontrar o Papa em um lugar religioso, igreja ou casa paroquial, e estava em um grande corredor acompanhada de aluns bispos e cardeais. Me dei conta que precisava de um espelho com urgência, era uma necessidade como ir ao banheiro, e um dos bispos me conduziu a outro corredor com muitas portas, que eram compartimentos, e num deles era uma saleta de espelho, como provadores de lojas.
Discurso e exilio causam sofrimento / chuazinha•
Estava numa igreja ou catedral muito grande. Parecia mais uma casa de espetáculos como o teatro municipal ou uma opera. Praticamente todas as cadeiras estavam ocupadas, elas ficavam direcionadas para o centro do lugar, onde bispos e outro homens religiosos vestidos de vermelho sentavam. Eu era, na verdade, um menino. Pequeno, jovem, loiro com cabelo cuia. O galvão bueno fazia uma espécie de narração apresentação, bem estilo Globo, falando que os brasileiros eram felizes. Ele tinha uma frase chavão que era: nós queremos ser felizes.
A partir dessa frase ele falava sobre os problemas do Brasil e do mundo, mas diminuindo esses problemas, falava que a enfase da frase para o brasileiro estava no "nós" querendo dizer que o brasileiro já era feliz. Que não precisava se preocupar. Que era alegre e sorria.era um discurso bem Globo.
Aquilo tudo me incomodou muito. Então, eu, como menino, gritei alguma coisa que não lembro, ams que era algo como : isso não é verdade!!! E então comecei a fazer meu proprio discurso, revoltado, mas esticamente mais correto. Falei da igreja, das religioes, do consumo e dos estados. Da violência e da reponsabilidade de cada um, todos os dias, em fazer o mundo um lugar melhor. No fim a palteia toda aplauidiu, mas vi o Bispo chefe levantar e falar com outros homens. Naquele momento soube que nao iria sair dali vivo. Vi a movimentaçao desses homens pelo lugar, eles colocavam copias de mim sentados nas cadeiras que nao tinham ninguem. Todas as poltronas viraram de costas para o centro e eles começaram a atirar. Vi esses bonecos levando tiros e soube que eles queriam me matar mas estavam fingindo que só iriam atirar nos bonecos, como uma especie de demonstraçao de poder. Vejo que acettam um boneco do meu lado e entao troco de lugar com ele. Qndo os atiradores começam a passar pelas fileiras de cadeiras consigo fugir escondido. Uma menina me ajuda, me empresta panos eentao eu me visto de mulher, cubro o rosto com lenços e escapo.
Fico preocupado com a minha familia, qq poderia acontecer com eles? No sonho tenho uma irmã, acho que mais nova. Consigo encontra la, na minha fuga, e ela entende que escapei vestido de menina e que vou para o exilio. Passam se uns dias e eu entro em contato com ela, quero falar com meus pais, eles sofrem, quero dizer que estou vivo. Tentamos marcar um encontro, mas meus pais nao acreditam na minha irmã, se recusam acreditar, falam pra ela que ela esta passando por luto. Toda essa incomunicabilidade me deixa angustiado. Sofro pelos meus pais, pela minha irmaã e por mim.
/ li•
Eu caminhava pelo calçadão de Santa Maria, parecia um sábado à tarde, caminhei um pouco e vi uma loja que vendia calças jeans com modelos bonitos e diferentes. Fui visitar minha amiga, que era uma mistura de LV e CP, e que estava trabalhando como médica. Seu trabalho era um grande salão de atendimento aos pacientes e ela me conduziu para a sua sala, que era como em um imenso vestiário de academia, mas cada médico tinha um espaço pequeno, como um banheirinho para guardar seus pertences e ter sua privacidade. Minha amiga abriu sua salinha e ali pude ver que ela tinha feito uma decoração muito bonita, colocou sofá para descanso, quadros, tapete, etc, enquanto o dos outros médicos eram apenas banheiros.
Logo eu já estava em uma sala de aula, com colegas desconhecidos, em uma universidade que ficava na esquina da rua Pinheiro Machado com a Riachuelo, em SM. Era meu primeiro dia de aula e uma ótima aula de cinema. Saí da sala e não sabia se a universidade era pública ou particular e como eu estava ali matriculada. FlashMob / Kaneda•
No vigésimo andar de um prédio estávamos Siaty e eu. Participávamos de uma promoção em que era preciso escrever uma frase numa tira de papel. Tinha uma regra que dizia não ser permitido sair do prédio e do andar, mas como cansei resolvi sair. Já fora do prédio encontrei com uma guria que era responsável por recolher as frases, mas só de quem tinha saído do prédio. Acabei voltando porque Siaty não sabia e não tinha celular...
Entreguei a minha frase e voltei para o vigésimo andar do prédio.
Precisava urgente sair de lá, pois se não iria atrasar para o dia de eleição.
Embreagem / Kaneda•
A embreagem do carro falhou e decidi levar o carro ao mecânico para verificar o que tinha de errado. Ao chegar na oficina, conversei com um rapaz e ele me explicou como funcionava a embreagem do carro com uma bola de silicone multifacetada, com vários níveis de rotação e que cabia na palma da mão. Girava o círculo como um cubo mágico.