Sonhei com uma série de triângulos feitos de um metal preto fosco bem fino. Eram vazados e tinham desenhos de triângulos menores dentro deles. Tinham 4 montes com diversos deles que juntos formavam ouro desenho, eles trocavam de lugar, mudavam sempre de posição entre eles tanto de monte quanto de ordem nos montes. Enquanto eles rodavam e giravam no ar (eu estava em um espaço branco e vazio) escutava a voz do Dimi que me disse uma frase apenas
Kids playin' beach soccer / Kaneda•
Acordei num apartamento de praia onde estavam vários amigos meus. Minha namorada parecia ter saído, então decidi ir procurá-la. Quando abri a porta o corredor era estreito, e logo de cara topei com Nayrb, que estava muito sorridente e contente. Eu já não podia dizer o mesmo, pois estava com ciúme de minha namorada ter saído sem minha companhia. Entretanto, escondi tal sentimento de Nayrb e segui rumo a saída.
A praia era de tombo, haviam umas crianças jogando futebol de praia. Chutaram a bola perto de onde eu estava na água, mas antes de alguma criança se aventurar nas fortes ondas fui ao encontro da bola. Uma delas veio em minha direção e mudando sua feicao de alegre para raivosa, começou a esbravejar!
Sem pestanejar exigi que não entrasse na água devido ao perigo, enquanto a criança pouco se importou. Um jovem adulto, que parecia ser pai da criança quis tirar satisfações comigo. Começamos a brigar. Eu venci, saí da água e voltei ao apartamento sem encontrar Siaht.
Mercur / Gi Séli•
Eu acessei meu facebook e meu amigo de anos, que não vejo a tantos outros anos, Dimi, comentou algo, na sequencia de outros comentários. Olhei e fiquei surpresa com aquela manifestação, pois embora escrevesse algo seguindo a lógica do meu comentário, aquele parecia um comentário irônico, com um ar de soberba. Foi então que fiquei magoada e pensei: ele não gosta mais de ser meu amigo. Neste instante peguei uma borracha Mercur branca, daquelas triangulares quase quadradas e comecei a apagar o comentário dele na tela do meu notebook. No entanto, eu apagava e ele escrevia de novo o mesmo comentário e assim sucessivamente...como uma tortura. Levantei da poltrona, saí da frente daquela tela maldita e fui falar com algumas pessoas num dia de sol.
Prova do buraco / Hannap•
Sou designado para uma missão. Tenho que descer por um buraco dentro da terra, enormemente profundo. São mais de 250 metros. É um buraco vertical muito estreito, claustrofóbico. Tenho que descer por uma corda até o final, onde há uma sala. Ao mesmo tempo descerá outro funcionário em um buraco idêntico, ao lado do meu. Os dois buracos acabam na mesma sala. Parece uma prova de uma gincana. Sou instruído a fazer alguma coisa no fundo do buraco. Dizem também para eu respirar 29 vezes por uma mangueira branca, onde há oxigênio, assim que eu chegue no fundo do buraco. Começo a descida. Vou bem rápido e chego no fundo antes do meu colega. Lá embaixo tenho que cumprir alguma tarefa rapidamente e esqueço de respirar na mangueira. Percebo que estou muito fraco e tonto. Dou uma puxada de ar na mangueira para continuar realizando minha tarefa. Não adianta, estou cada vez mais fraco. Minha visão começa a ficar escura e percebo que vou morrer suavemente em poucos segundos. Resolvo fazer as 29 respirações na maneirinha branca. Respiro calmamente e me restabeleço. Na sala onde estou há uma porta. Resolvo abri-la. É uma sala de controle, cheia de equipamentos e pessoas, inclusive os meus chefes, que me instruíram para descer pelo buraco. Eles estão monitorando todo o processo. Nesta sala o ar não é rarefeito. Percebo que estamos no alto de um prédio e que tudo era uma simulação. Penso que uma tecnologia muito avançada foi utilizada para simular a minha descida no buraco.
Me dou conta de que participei de uma prova decisiva, e que meu adversário já sabia da competição. Encontro com ele na sala de controle e sinto que ele quer me sacanear de alguma forma, pois perdeu a disputa. Entendo que o vencedor daquela prova ganhará o emprego e o perdedor não. Fico frente a frente com ele e me dou conta de que cresci e virei uma pessoa intimidante. Tenho agora mais de dois metros de altura.
Emprego e reencontro / Hannap•
Eu havia pegado um freela em uma agência. Era um lugar enorme. A Erika Martins trabalhava lá. A Outros amigos também. Um dia, chegando ao trabalho eu lembro que tive um sonho (dentro do sonho) com a Erika. É um sonho erótico. Conto pra ela e combinamos de fazermos uma brincadeira real baseada no sonho. Pois bem, a agência onde estou é um lugar enorme, acho que é uma editora, com várias revistas, cada uma com a sua equipe.
É meu segundo dia de trabalho. Saio da minha mesa pela primeira vez para conhecer uma varanda, onde as pessoas vão fumar cigarro durante o expediente.
Tiro a camiseta e fico mais à vontade. Na varanda está um diretor da empresa. Ele pergunta se sou novo ali. Digo que sim. Ele reclama que os funcionários trocam muito de equipe e ficam muito pouco tempo em suas funções. Comento com ele que sou ilustrador, para ver se ele me sugere um lugar mais adequado para eu trabalhar dentro da empresa.
Saio da varanda em direção ao pátio. Lá estão vários funcionários, todos descontraídos. Alguém está fumando um baseado. Dou um pega. De repente surge uma comitiva de uma candidata política. Ela está fazendo campanha na empresa e vem cercada de pessoas. Na frente, junto com outra menina, está a Júlia Spengler. Fico feliz de vê-la depois de tantos anos. Ela está linda, como sempre. Eu e o Dimitre (que estava entre os funcionários do pátio) vamos falar com ela. Faço-lhe perguntas indiscretas. Se está namorando e porque colocou silicone. Ela elegantemente desconversa. Nos abraçamos e vamos para a frente de um muro de metal para tirarmos fotos. Eu e o Dimi estamos muito felizes. Comento com ele como nós mudamos radicalmente. Ele está bonitinho, com o cabelo curtíssimo, tipo máquina 4 e eu estou em um emprego. Alguém tira fotos de nós 3 abraçados em frente ao muro. Tenho a impressão de que as fotos vão ficar muito bonitas.
Banheiro inundado / LaisP•
Estava na casa do Paulo, que mais parecia minha antiga casa, passando o dia com ele e seu irmão, lá tinham mais umas outras pessoas que não vi muito bem quem eram. Por algum motivo estava me trocando no banheiro, que era todo azul escuro com azulejo português, vesti minhas calças e peguei na mão o sutiã e a camiseta quando começou a esguichar água por todo lado, do chuveiro, torneira e até do regulador. Era tanta água que o banheiro começou a inundar rapidamente, mas eu não me molhava.
Destruí um carro novo / Hannap•
Estava com o Dimi e a Agus e mais um casal. O outro casal eram dois gringos. Eu dirigia o carro do meu pai Eugênio. Era um carro hidramático. Estávamos os 5 dentro do carro. Eu estava subindo uma ladeira e me atrapalhava com os pedais. O trânsito estava embolado. Tentei passar por um caminhão e arranhei toda a lateral direita do carro do meu pai. Era um carro novo. Recém comprado. Fiquei apavorado por ter estragado o carro. O Dimi perguntou se ele tinha seguro. Eu disse que sim e fiquei mais relaxado. Depois seguimos. Paramos em algum lugar e eu novamente fiz uma barbeiragem. Bati o carro e amassei a frente. O casal de gringos ria do jeito que eu dirigia. Eu ficava cada vez mais desesperado. Desci do carro para comprar alguma coisa no mercado. Quando voltei o gringo estava no volante. Ele disse para eu não me preocupar que ele dirigiria melhor. Eu disse que não e tomei o volante outra vez. Fomos para uma casa no meio do mato. Chegando lá eu bati o carro violentamente em uma árvore. Já estava tudo perdido. O carro estava destruído. Resolvi dar uma ré para estacionar mas acabei caindo em um barranco. Quase de propósito, pois naquela altura era melhor destruir totalmente o carro. Eu não me machuquei, mas o carro novo ficou inutilizáveis. Minha sensação de desespero era terrível por ter estragado em poucas horas o carro novo do meu pai. Moviola ligada no computer / dmtr•
Estava participando da produção de um filme com o Karim novamente. Tava contente e muito atento pra todas as partes do processo pra ver se eu aprendia coisas. Alguém estava filmando algumas coisas aleatórias pra testar o tipo de filme, nesta "oficina" estavam também o Carlo e a Carol.
Estavamos numa sala tipo uma baia de trabalho onde havia um mac super moderno conectado diretamente numa "moviola" bem antiga. ela era meio arredondada tipo uma máquina de consultório odontológico antigo (lembrava uma máquina de costura também), era vertical e tinha uma manivela grandona, tipo de meio metro de diâmetro. No computador estava aberto o futurista "final cut 9" que tinha um visual todo branco e arredondado. O Karim manivelava o filme na moviola e aparecia imediatamente os frames na tela. Com uma agilidade gigante ele posicionava os frames e apertava uma palanca que era tipo de uma guilhotina que cortava ou marcava o filme nos trechos exatos. fiquei impressionado com a segurança da operação e com este workflow. gostaria de saber trabalhar deste jeito.
Ele me entregou os pedaços de filme, tipo uns 3 metros de filme pra eu levar num outro departamento pra escanear os testes. fiquei segurando com cuidado nas bordas do filme que ninguém parecia tratar com muito cuidado.
Em outro momento eu teria que compor uma música meio aleatória e fazer uma animação, basicamente de traço preto pixelado e preenchimento verde claro e rosado. Estava contente de criar uma coisa muito aleatória e também ficar anônimo, pois supostamente a música era de algum personagem do filme.
O sol explodiu / dmtr•
estava fazendo um traalho com o C, estavamos nos alternando no computador, e falta a luz de uma maneira estranha, a tela fica PB, escurecendo oscilando entre claro e escuro, e depois vamos reiniciar o computador. supostamente ele havia perdido uma parte do trabalho.
depois de um tempo começou a acontecer a mesma coisa. da janela dava pra ver uma parte da cidade e tava tudo meio escuro e oscilando também, havia algo errado. De repente sinto com todo meu corpo uma descarga eletrica gigante tipo um raio, e uma luminosidade branca.
nao sabia ainda as consequencias, eu gritava "o sol explodiu" e tentava me levantar e apontar pra algo, me dei conta que estava morrendo.
ao inves de minha vista escurecer, tudo começou a ficar claro, eu sentia como se meu sistema nervoso completo estivesse com uma sobrecarga de energia que tendia ao branco. perdi toda a força de vontade e fui relaxando me deixando levar pela sensação de morte. pensei: é agora que vou saber se vou somente desintegrar ou se tem algo mais além. a sensação no início parecia tranquila mas foi ficando opressora pois estava me faltando o ar e eu estava perdendo a consciência, me sentia perdendo tudo que eu tinha, 100% desintegrando.
The Shadows no teclado / dmtr•
Estava em Bagé com a @Ags num show do "The Shadows", num lugar grande. Eles estavam bem velhinhos cabeça branca, e tocavam somente com teclados. todos os sons de guitarra e percussões westerns eram samples. o show tava rolando legal, eles eram alemães meio estilo kraftwerk. uns com teclados grandes e cinza e outro com teclado pequeno e vermelho. Estavamos colados no palco meio na esquerda. Havia um teclado grande e ocioso, ao alcance da mão. Num momento a @Ags esticou o braço e apertou um monte de teclas deste teclado, e disparou uma sequência dramática do que seria o "Gran finale" do show. a banda foi parando de tocar e o som deste teclado nao parava. O público entendeu como um gran finale e começou a aplaudir bastante, e a maioria dos músicos foi abandonando o palco muito aborrecidos, e um deles queria continuar tocando e ficava puxando pelo braço os colegas de banda que queriam sair. ele até começou uma próxima música no teclado mas ficou rolando este impasse.