PerseguiçãoAspros 25/02/2008 11:21
Foi um sonho dividino, em uma parte estava em uma especie de favela, as pessoas estavam construindo casas em um morro que aos pes do morro havia um precipicio, et la no fim do precipicio havia um rio. Morreram 4 pessoas pq cairam do precipicio devido aos deslizamentos ocorridos; estava perto do rio et uma pessoa caiu, et seus joelhos foram esmagados. Subi até o morro et vma mulher me levou para o fundo do morro, lá havia uma floresta e umas ruinas antigas, no meio da floresta havia um campo, com grama parada, et lodo ao lado estava as ruinas, foi então q me dei conta q me levavam para um sacrificio. Sai correndo et escapei.Outra parte do sonho, sonhei q fui a um mercado et me disseram q vma amiga minha era desorganizada, et q perdeu o celular. Então queria voltar pra casa, estava com o carro, mas nao podia dirigir pq nao tinha a carteira. Entao tentei ligar pro meu pai, mas nao me atendeu. Então fui pra casa dirigindo, sorte, pensei eu no sonho, q nenhum policial havia me parado.
Russo NegãoHannap 23/02/2008 11:33
Estava em minha casa com a Tanya. Morávamos juntos no Brasil em um apartamento. Era miuto ensolarado. Vou descendo, saindo do prédio quando vejo, no corredor, a janela que dá para o pátio interior. As roupas da Tanya estão voando para dentro do prédio. Chego perto da janela e uma espiada. O Cláudio Negão (meu falecido ex vizinho em Botafogo, policial aposentado e homem muito excêntrico) está vasculhando o cesto de roupas limpas e dobradas. Ele estava desarrumando tudo e cantando feliz. Eu pulo a janela e agarro ele pelo colarinho. Como ainda tenho dúvidas grito pela Tanya para confirmar se aquelas roupas são mesmo dela. Deixo o Cláudio e pulo para dentro do prédio outra vez. Encontro minha mãe e meu pai Eugênio no corredor. Explico a situação e peço para que eles chamem a Tanya. Afinal ela chega e confirma que as roupas são mesmo suas. Mas o Cláudio já não está mais lá. Saio irado atrás dele. Nossa empregada se assusta com minha raiva e com um olhar de medo tenta convencer-me:- Seu Gustavo, deixa ele. Ele não sabe o que faz. Ele é Russo.- Russo?! Como que ele Russo se ele é negão!?
alvoradasaborga 21/02/2008 10:08
eu bia e gabi num lugar da alvorada na barra...uma casa ampla de 2 andares.olhamos pra cima estava o chefe da gabi mostrando a nova cafeteira da nescafé, todo metido.
de voltali 18/02/2008 22:27
Eu era a única sobrevivente de um acidente aéreo. Só chorava.Caminhava, sem sapatos, para chegar em uma praça onde haveria uma homenagem às vítimas. Chegando lá, entrei em uma torre até chegar em uma varanda. Dali eu via uma multidão reunida, e no prédio em frente, o Getúlio Vargas chorando e acenando para todos. Olhei para o lado e vi meu avô, fardado e muito jovem, recém tinha ingressado no exército. Eu queria muito chegar até ele e abraçá-lo, mas eu sabia que ele não me reconheceria, pois ainda era solteiro e não faria idéia de quem eu era.
Natal em famíliaPaulo 18/02/2008 05:00
Era natal, estava na minha casa com toda a minha família e a família da minha namorada. Enquanto a minha se sentava a mesa comendo e conversando, a dela estava terminando um amigo secreto e distribuia os presentes. Como cheguei tarde, resolvi me sentar na sala e ver a brincadeira e era justamente o pai da minha menina que estava falando. Ele então tirou uma caixa de antiguidades, fez um discurso super ensaiado com a mulher dele e entregou para um dos sobrinhos um cofre. Fiquei um pouco maravilhado com a integração da família dela e resolvi ir até a casa da minha avó ver como as coisas andavam por lá. Chegando lá, descobri que o natal havia sido um fracasso, que o tio ovelha-negra havia feito uma arvore esdruxula e que o amigo secreto não havia acontecido. Resolvo comer uma melância velha que estava no galho da arvore e nesse momento, a cena corta para a minha casa onde de uma tenda sai o médico correndo com um bebê recém nascido nas mãos e então uma multidão começa a correr atrás dele e ir para a praia. Ligo para a minha namorada querendo reencontrar ela e ela me diz que está esperando no morro de areia na praia, lá está ela sentada com a sua avó enquanto centenas de pessoas passam correndo por elas. Atrás delas aparece uma mulher/espirito linda e sensual dançando com vestes brancas esvoaçadas e o filme acaba, a câmera sobe, se pode ver o set de filmagem, entra uma música e começam a passar os créditos. Detalhe, o filme era espanhol e nos créditos descobrimos que muitas das coisas surrealistas eram na verdade metáforas. Entre elas "As sombras são os nossos medos, o que nos mata são os nossos medos" , "Os artitas nos fritam" e "Os vampiros são os criminosos" Mas, será que todo criminoso é um vampiro?
Gibi #2dmtr 18/02/2008 01:17
sonhei com a Gisele Bündchen. ela estava numa festinha em casa em Santa Maria. apesar de tudo ela parecia muito normal, falou que trabalhava de assistente num escritorio de advocacia da cidade. ficava um pouco mal humorada porque sabia que o chefe dela fazia propaganda do escritorio como "O escritório de advocacia que a Gisele atende".Ela tinha o cabelo castanho curto, meio amorfo. perguntei o que tinha acontecido e ela se aborreceu e falou que queria ir embora da festa
pavarotedmtr 18/02/2008 01:14
Sonhei que estava numa aula de musica com o Pavarotti. a musica era um compasso de 8 tempos subdivididos em 4 partes sendo que o ultimo compasso era subdividido em 3. ele estava mau humorado
luzesli 17/02/2008 22:56
J me mostrava o filme que tinha feito.Na primeira cena aparecia ela em uma festa, numa casa de campo e toda a luz do lugar era azul.Na outra cena havia um abajur com a lâmpada acesa, por 3 minutos a cena era a mesma, a câmera imóvel, vagarosamente aproximava-se um revólver e alguém apertava o gatilho. Com o tiro o vidro da lâmpada quebrou, mas mesmo assim, continuava iluminando.
EncontroAspros 17/02/2008 16:28
estava na rva et encontrei a algvns amigos, Alex estava de cabelo cvrtissimo et se via engraçado xD, mas nao vi Adriansomente a Julia, Minerva et Alex, ningm mais, saimos fomos a vns lvgares estranhos.Depois fvi a casa de minha tia ver tv,ligvei a tv et tava mvito alto o som, abaixei et desligvei as lvzes da sala, fvi pra sala de tv, et escvtei vm barvlho, qnd vi na janela $et vi Efren saindo pra balada.
WasabiHannap 17/02/2008 13:09
Estava viajando com um grupo de mais ou menos 40 pessoas. Éramos liderados pelo Rodriguinho e pelo André Patrocíneo. Íamos todos no mesmo ônibus. Paramos para dormir em um monastério budista. Em um pátio interno haviam 40 camas, distribuidas em 3 andares. Fui dar um passeio pelo templo e encontrei um lugar mais escondido, no alto de um edifício de onde se via o tal pátio interno com todas as camas. Na varanda de onde eu estava havia uma estátua linda e gigante do Buda, gordo e sorridente. Dei a volta nela e descobri que atrás havia outra representação do Buda. Era uma cara menor e mais misteriosa, mais abstrata também, que só se enxergava de um ângulo específico. Pensei em fotografar no dia seguinte, pois já anoitecia. Fui dormir nesse mesmo quarto, longe dos outros, junto com uma mulher bonita e uma cadela branca, labrador. Nos despertamos e ouvíamos barulhos de molas rangendo que vinham das camas no pátio. Parecia que todos estavam fazendo sexo, pelo barulho. Quando olho pela janela vejo que estão todos em adhomukha sobre a cama e que o barulho das molas era da prática de yoga. Nesse instante, instigados pelo barulho, começamos a transar, eu e a mulher bonita. A cachorra entra no meio do sexo e começa a lamber a mulher e acabamos por transar os 3 ao mesmo tempo. A sensação era de luxúria total. Sabia que logo seguiríamos viagem e ouço que já não há barulho de molas. A yoga já havia acabado. Nesse instante a cadela senta-se sobre a mulher que está deitada, (que agora é uma japonesa), e começa a esfregar-se nela e gritar. As duas gozam e ejaculam muitíssimo. Eu fico olhando impressionado. Quando me dou conta, olho pela janela e vejo que todos já se foram. Começo a correr desesperado para não perder o ônibus. Lembro-me da foto que tenho que tirar e volto correndo para a varanda. Fico dando voltas na estátua, buscando o melhor ângulo, mas estou nervoso e não consigo tirar nenhuma foto. De repente piso em uma parte do chão que é de vidro. O vidro se rompe e eu caio com a perna e a câmera dentro de um reservatório de wasabi. Fico desesperado, começo a chorar e me arrependo de não ter feito yoga e tirado a foto antes. A imagem do buda me olha com uma cara feia, de reprovação. Saio chorando em direção ao ônibus que me espera. Conto a história da foto e a Tanya vai correndo comigo. O Zé Miguel vai atrás. Ela consegue escalar uma parede perigosa para pegar um pano pendurado na árvore, pra limpar a câmera. O Zé Miguel começa a resmungar reprovações à ela. Ela desce, tiramos a foto juntos, bem iluminada. A estátua sorri para nós dois. Nos beijamos e vamos embora.