Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Michael's Fields / Hannap

Sonhei que o Michael Jordan tinha uma casa, tipo um sítio. Um lugar cheio de quadras de basquete. Tipo um parque. O nome do lugar era Michael's Fields, mas a galera do Brasil chamava de Campos do Jordão! Hahahah
Prática na casa do Iyengar / Hannap


Sonhei que eu estava num retiro de ioga com com o Iyengar. A Katia, o Antonio e a Ju também estavam. A Lara também estava com um amigo, a Priscila e muita gente mais. O workshop era na casa do Iyengar. Eu fiquei doente e não estava praticando. Fiquei com a Pri, perto do portão da garagem, de frente pra todo mundo, vendo os outros praticarem. Ela também não praticava. Nós ficamos deitados no chão, apoiados num travesseiro e cobertos por um edredom. O lugar era tosco. O piso irregular, difícil de praticar sobre ele. Eu e a Pri nos cobrimos inteiros, até a cabeça e nos beijamos ali embaixo. A Lara não via, nem o namorado da Pri, que também estava praticando. O Iyengar andava com as mãos no chão e o corpo todo paralelo ao chão, sem encostar mais nada. Ele dava impulsos com a mão e andava muito rápido. As pessoas ficaram impressionadas, mas eu também sabia andar assim. O temido Iyengar que não falava com ninguém começou a falar muito comigo. Veio elogiar o livro e me perguntar como eu tinha feito. A Katia e o Antonio ficaram surpresos. A prática acabou e então eu resolvi fazer uma saudação ao sol, mas o Iyengar não deixou. Ao lado da área de prática (a garagem), havia vários chuveiros. Eu fui lá ver o pessoal tomando banho. Eu mesmo tomei. A Pri foi embora com o namorado e a Lara também. Fiquei sozinho. O Iyengar fazia uma espécie de parkour na casa dele. Fiquei impressionado ao vê-lo saltar de cabeça do segundo para o primeiro andar. Caiu com as mãos no chão e impulsionou o corpo pra trás. Fiquei conversando com o Antonio e a Ju. Ela queria fumar um beck, mesmo não tendo um lugar pra isso. Encontramos um esconderijo no meio da casa. Empurrando uma parede abriu um lugar que era um vão central, com uma escultura do Patanjali de madeira. A escultura passava pelos 3 andares da casa. Era um ambiente todo de madeira. Muito bonito. Eu fui embora de lá, mas a Ju, teimosa, acendeu o cigarro. O Iyengar sentiu o cheiro e veio muito brabo ver o que estava acontecendo. Meu pai Eugênio e minha mãe apareceram pra me buscar. Minha mãe tinha exagerado e levou 40 sanduíches de presunto e queijo, mas eu não queria comer.
Bebê Diminuindo / Binário Armada

Finalmente chega o dia da minha esposa ter a bebê e ela nasce numa casa, meio que uma mistura de uns bairros que morei em Fortaleza, rua de calçamento, casas baixas, chão de cimento... Ela nasce nos meus braços. Nasce bem menor do que o tamanho e depois chega no tamanho de um bebê normal. Branquinha e a cara da minha esposa. Enquanto ela era limpada pela avó e a mãe, ela falava algumas palavras meio incompreensíveis, mas que de alguma razão eu sabia o que ela estava falando. Eu rindo falava que ela parecia mais com ela do que comigo. E enquanto eu esperava a ambulância e a médica chegarem minha filha começava a diminuir de tamanho até chegar num tamanho irreconhecível, quase não consegui reconhecer sua fisionomia. Comecei a ficar com medo de segurá-la.
Casamento / Lucio Daleiro Ayala

Eu estava em uma festa, uma festança que parecia ser na minha casa, mas eu não estava confortável com isto, tinha um clima estranho, clima de pesadelo. Eu via pessoas que não conhecia por todo lado, e a musica era muito ruim. Até que de repente um cara começou a correr atrás de mim, e eu entrei em pânico, era um cara afrodescendente meio afeminado vestido todo de preto, e eu por algum motivo tinha muito medo dele, acho que ele era a morte.
Então depois de um tempo fugindo do cara, ele me achou e eu fiquei pedindo ajuda "Caralho, alguém me ajuda", mas ele falava pra mim "Ninguém vai te ajudar, você é mau, e eu vejo a maldade em seus olhos", então ele disse "Eu só quero que você aceite seu lugar no chão" e ai eu, apesar de todo orgulho leonino falei "Eu aceito meu lugar no chão..." mas ai ele disse "Só que para isso você vai ter que se casar comigo" ai eu falei "suave" e então ele completou "Se casar comigo tanto aqui quanto na vida real". Porém quando ele disse isso, tive um insight e resolvi enfrenta-lo, levantei e falei pra ele "Você não vai me achar no mundo real, porque isso é impossível, você é um fruto da minha imaginação, e não existe!" e então, o cara começou a se contorcer e morreu, e assim eu pude acordar, as 17hrs de hoje.
trafico de informações / lusca

sonhei que fazia um programa e me pagavam com um pen-drive cheio de informações
Bad Lara / Hannap

Sonhei que eu morava com a Lara em Porto Alegre. Num ap com o mesmo desenho do meu aqui aqui do Rio. Só que era tudo mais cinza e estranho. O ap era detonado, sujo. Ficava no centro, num lugar bem movimentado. Meu pai e minha mãe moravam no mesmo ap, dormiam no quarto correspondente ao meu quarto no Rio. Eu e Lara dormíamos no banheiro, mas tinha uma cama dentro do box do chuveiro.

Era bem cedo. Meu pai saiu de casa. A Lara já estava acordada. Tinha um beck no nosso quarto, perto da chave do carro do meu pai. Fiquei com medo que ele entrasse pra pegar a chave e visse o beck. Minha mãe estava deitada, acordando, e começou a gritar o nome da Lara. A Lara se irritou e ignorou. Minha mãe chamava ela porque queria conversar, saber o que ela iria fazer da vida, em que iria trabalhar. Começou a resmungar deitada: — uma pessoa tem que saber o que quer da vida. onde já se viu? tem que começar a trabalhar. A Lara se irritava muito. Eu ficava no meio da situação me sentindo muito mal. Achava minha mãe intrometida e ao mesmo tempo achava a Lara arrogante. Entrei no banho, nesse meio tempo minha mãe acordou e foi pro trabalho.

A Lara pegou o beck e foi pra janela do quarto da minha mãe fumar. Ela se deitou na cama e fumou tranquilamente. Eu fiquei preocupado do cheiro ficar impregnado lá e minha mãe ficar puta. Pedi pra Lara fumar pra fora da janela, mas ela me ignorou. Acendi um palo santo (incenso) pra disfarçar o cheiro no quarto.
Da janela a Lara sacaneava as pessoas que passavam na rua, lá embaixo. Eram uns mendigos com um cachorro. Ela assobiava, gritava um nome e se escondia. O cachorro ficava intrigado.

A Lara falava espanhol. Ela era argentina, muito marrenta. Ela fazia o que queria e eu aceitava. Eu me sentia submisso. Eu ainda sustentava ela com o meu dinheiro

Em algum momento olhei pra ela por um espelho do quarto e fiquei com tesão. Comecei a agarrá-la, mas ela não entrou na onda. Baixei as calças dela e ficava olhando a bunda dela pelo espelho.
Ela deu um peido e me disse: — Sabés lo que aprendi ayer me tirando un flatito?
Era um tesão meia-bomba e logo se acabou. Eu me sentia péssimo, como um escravo emocional.
chuva de cor / luísa h

era um casarão bonito antigo e reformado onde pessoas e crianças conviviam , uma proposta de vivencia social muito bonita. eu e lari estavamos la em um dia de festejo, nao sei bem o que era, o pq da festa. acho que era uma celebraçao da vida mesmo. o momento da abertura da festa foi no inicio da tarde: varios baloes e bexigas cheio de tinta, glitter, purpurina foram dependurados na varanda da casa. a varanda do segundo andar dava de frente pra um gramado. esses baloes e bexigas pouco a pouco foram sendo estourados e as crianças eu lari comecamos a sorrir dancar correr com toda aquela chuva de cores em cima de nós. tambem tinha uma grande fonte de agua, que caia como uma cachoeira. depois da abertura fomos para um pavilhao onde comecariam as danças brincadeiras. o sandro do somos tava la, foi uma fala bonita, nao lembro o que ele falou mas me contemplava muito. dai a lari colocou um axé p galeri dançar, estavam todos fantasiados, umas roupas de lantejoulas , crianças, velhos tudo festejando no pavilhao. dai ja era noite, sai um pouco. o casarao ficava no centro historico de alguma cidade do nordeste. vi a lua nascendo, estava enorme e muito nitida e a marina estava ali comigo, conversamos sobre sentimentos pontiagudos e depois me despedi dela. sai caminhando e mandei sms pra lari p ela ver a lua. mas mandei errado, dai ela tava do meu lado e enviou a msg p ela mesma. e dai vimos umas fotos de mata selva com rios e correntezas.
anuta silver box / lupino

estou andando num grande corredor. o lado esquerdo é uma grande pedra e o lado direito uma grande casa. chego até o fim e vejo que a porta aberta. entro e vejo Anuta procurando lugares dentro de uma caixa prateada. Observei a ação por um período.
/ Marya

Sonho: estou em meu atual quarto, pequeno, escuro, as coisas todas encaixotadas. Abaixo para colocar ração minhas três gatas e percebo a gaveta da cômoda emperrada. Abro as gavetas uma por uma. Na primeira encontro os quatro filhotes mortos da ultima ninhada de Bala, só que agora: vivos. E são exatamente eles, pelas cores. Um está ferido, precisando de cuidados. Fico confusa por lembrar de tê-los enterrado, mas nada perturbador. Na segunda gaveta encontro rabos de gato. Só os rabos. Bem peludos. E me assusto um pouco. Na terceira gaveta, por fim, encontro um gato adulto – parecido com Bala – morto e endurecido. Sinto uma grande confusão. Acordo.
Guimarães Rosa, sexo da estrela / Avê

Sonhei que eu o P. estávamos participando de um jogo em que ocorriam várias rodadas de sexo a três e fazíamos posições malabarísticas que eram leituras de um texto do Guimarães Rosa. Lembro mais da parte com a J. quando nós duas entrelaçávamos as pernas uma de ponta cabeça pra outra, fazíamos o formato de uma estrela e ficávamos rodando em êxtase.