Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
tsunami de boa / luizaso

sonhei que eu e alguns amigos estavamos na beira de uma linda praia, cheia de coqueiros, fazendo uma prova.mas era uma prova de alguma coisa interessante tipo construção com bambus e alguns calculos simples. eu não sabia nada e fiquei tentando colar. aí começou um tsunami,todos correram e eu não consegui porque fiquei tentando salvar meu caderno. a agua vinha em ondas gigantes e eu tinha medo mas ficava tudo bem quando ela me afogava eu voltava respirava e tudo com o caderno na mão. então veio um barco e me resgatou, nele tava minha amiga laurine que era a professora que tinha dado a prova. a gente se segurava no mastro do barco e deixava as ondas virem, ficavamos afogadas aí passava vinha o ar o sol e a gente dava risada, até que vinha a próxima...e assim até acordar.
Nutrição pelo leite do peito / Hannap

Sonhei que eu estava num lugar com a Lara.
Nós chegávamos de avião e pegávamos um ônibus pro outro lado do rio. Tinha um rio do lado da pista do aeroporto. A gente tinha que fazer uma hora e foi pra esse lugar pra almoçar.

Na volta eu não lembro direito o que aconteceu, acho que estava em casa, depois fui num restaurante, tinham vários amigos, conhecidos da Tátil e de outros lugares. Tinha alguém fazendo aniversário na mesa do restaurante. Eu fiquei sozinho lá. Foi todo mundo indo embora e de repente chegou a Ana Freitas. Fazia muito tempo que eu não via a Ana Freitas. Eu estava super excitado com vontade de fazer coisas e ela tava calma. Quando ela me viu ela conversou comigo, sério. Fez uma entrevista comigo e eu fui me acalmando, fui vendo as coisas que não estavam muito bem na minha vida, fui percebendo.

Ela tava super bem. Ela me disse pra fazer uma massagem nela, que ia ser bom pra mim. Massagear a barriga e o peito dela. Eu comecei a massajear a barriga dela e ela disse pra começar pelo peito. Eu pegava nos peitos dela e mexia. Ela disse que eu devia mamar nos peitos dela, chupar o leite dela, apertar, massagear bem os peitos; que as crianças da Áfica, de algum lugar da África, se nutriam por ali e que eu tinha que me nutrir também.
Era uma viagem meio ancestral. eu fiquei lá apertando os peitos dela e chupando. Eles eram ocos. Dava pra sentir um ar entrando dentro da minha boca. A Ana tava me cuidando, tava me nutrindo de alguma coisa que ela percebeu que fazia falta em mim.

Depois ela me convidou pra continuar fazendo essa massagem na casa dela com mais calma; pra massagear a barriga, porque depois da massagem nos peitos ela foi embora.

Apareceu a Marília Gabriela com o Evandro Mesquita fazendo uma entrevista e ela perguntou se ele não tinha vontade de dar o cu e ele disse que era louco por isso. Aí todo mundo rio e ele deu.
Acordei com vontade de encontrar com a Ana.
Morar na Pedra da Gávea / Hannap

Sonhei que eu estava com a Lara e com o Huan, eu acho.
A gente tava na pedra da Gávea. Em cima da pedra.
Era outra geografia ao redor da pedra porque dos dois lados tinha mar.
Dava pra descer com cuidado até o mar.
Nós subimos até o topo e haviam algumas construções feitas pelo homem pra facilitar a caminhada. Umas escadinhas e uns túneis. Nós estávamos comentando como seria bom poder morar lá.
Quando fomos voltar passamos de novo pelo cume da pedra para poder descer do outro lado e vimos uma obra acontecendo.
Finalmente haviam começado a construir na pedra da gávea. Aí o Huan (que agora era o Dé) foi na frente, passou agachado por dentro de um tunelzinho de tijolos. Nós haviamos passado por dentro dele na vinda. Na hora de eu passar o tunelzinho já estava caindo. Então eu empurrei uma parede do tunelzinho e o túnel caiu, desmoronou. Aí eu fui por cima do túnel desmoronado de mãos dadas com a Lara. Aí vimos uma escada bem feita de concreto, subimos nela e chegamos num lugar que já estava todo construído, o chão. Uma laje. Ficamos muito felizes. O Huan estava muito feliz e comentamos que aquela era a chance de deixar esse terreno pros mais pobres pra não superfaturar aquele lugar onde cada casinha podia valer 2 ou 3 milhões.
Mas a gente sabia que aquilo não ia acontecer, que seria caríssimo morar lá, porque os políticos tinham interesse em transformar aquilo num lugar muito caro, de elite.

Som noturno / li

Eu dormia fui dormir num galpão, dividia o quarto com uma amiga ou prima. No meio da noite acordamos com todos os animais do mundo gritando.
Sobre pão, lama e medo / li

Encontrei LV e MJ perto do bairro Bomfim, em Porto Alegre. Elas pararam para comprar um pão da moda, em uma carrocinha de pães, dessas estilosas, lindas e com receitas interessantes. MJ pediu um pão chamado "bunda de bebê " e fomos comer em algum lugar. Era noite e as duas conversavam e escolheram irmos num parque abandonado. Eu fiquei para trás, estava com receio de entrar, o parque tinha muito lodo e era noite. Percebi que me perdi delas e logo um motoqueiro passou, me olhou e apontou uma arma. Me joguei no chão, o motoqueiro chegou perto e jogou a arma velha e suja para eu pegar.
Assassinato sem querer / Hannap

Sonhei que estava na casa de alguém, jogando video-game. Era um jogo de skate downhill. Muito legal. O personagem se deitava no skate para descer.
No meio do jogo eu lembrei que já tinha matado pessoas naquele lugar. Tinha sido acidentalmente.
No meio de uma discussão com um cara (Daniel Furlan), ele veio pra cima de mim, meio debochando e eu o empurrei. Ele caiu num canto do quarto onde havia um espelho d'água atrás de uma mureta. Submerso nessa água haviam dois vergalhões de aço. Ele caiu de costas sobre os vergalhões, que atravessaram seu peito. A segunda pessoa morreu em seguida, do lado da primeira, de um jeito que eu não lembro. As duas mortes haviam sido acidentais, mas eu estava irado com as vítimas. Fiquei mal, preocupado. Minha vida tinha se acabado ali.
Eu seria preso. Muita tristeza. Queria me entregar para a polícia. Apesar de não ter tido dolo, intenção de matar, eu tinha culpa pelas duas mortes. Fiquei louco, descontrolado. Comecei a quebrar todo aquele quarto. Eu não queria ter matado ninguém mas agora estava tudo acabado. Queria que tudo mais se fudesse. Lembro que quando me acalmei decidi me entregar no dia seguinte para a polícia. Esse dia era agora. Eu estava no mesmo quarto e quase havia esquecido o que tinha acontecido. O quarto estava todo reformado, não existia mais espelho d'água e na parede onde aconteceram as mortes havia uma televisão enorme, onde eu estava jogando video-game. De qualquer maneira eu sabia que logo mais eu seria preso.
Caixa skate e renúncia da Dilma / Hennap

Sonhei que eu tinha ido pra uma agência dos correios junto com mais duas amigas, talvez mais gente.
Era um lugar chique, as pessoas esperavam todas arrumadinhas.
A gente chegou bem tímido lá.
Aí, de repente, eu peguei uma caixa, tipo uma caixa do sedex, pisei em cima dela e comecei a fazê-la de skate.
O chão era bem liso então eu vinha correndo, pisava nela e deslizava.
Eu fiquei fazendo isso várias vezes, girando, deslizando…
Eu e as pessoas que estavam comigo começamos a conversar alto, falar em outras línguas e a comentar notícias do Brasil.
As outras pessoas que estavam lá foram reagindo, algumas riam, outras ficavam espantadas.
A gente começou a fazer festa, se soltar. Eu andava prum lado e pro outro com aquela caixa, deslizando.
A gente tava muito feliz, esperando alguma coisa acontecer.
Quando a gente saiu de lá começamos a ouvir alguém que passou na rua e falou que a Dilma tinha brigado com o Lula, que tinha saído na mídia que ela iria pedir pra sair da presidência no dia seguinte.
Xingaram ela. Ela estava sofrendo uma perseguição.
Era um cara bem novo que passou falando no telefone que ele iria na passeata, na manifestação para tirar a Dilma.
Eu chamei ele pra conversar e entender mas ele não sabia explicar muito bem o que tinha acontecido.
Eu e minhas amigas ficamos com a impressão de que tinha acontecido alguma coisa sexista pra Dilma querer renunciar e ir embora.
Vestido em momento místico / li

Eu ia casar e havia escolhido um vestido branco, de noiva, para a cerimônia do cartório. Negociei com alguém que alugava vestidos, pela internet.
No dia do casamento fui com minha mãe buscar meu vestido. Estávamos no centro da cidade, e o endereço era em uma decadente galeria comercial. Procuramos e nenhum estabelecimento parecia oferecer o serviço, quando entrei em uma escura e vazia loja, com apenas um balcão para atendimento, sem mercadorias. Percebi que a atendente estava sentada encolhida, no canto. Ao me aproximar para falar, a percebi como em êxtase, quando olhei para o balcão e percebi que ali havia uma mulher velha deitada, estilo cigana, e sua cabeça coberta por uma meia grossa, falando um idioma estranho. Senti que atrapalhava um momento místico e sai rapidamente, tentando fazer que minha mãe não percebesse a cena presenciada. Entramos num escritório próximo e logo chegaram as duas mulheres da loja, trazendo meu vestido de noiva. Um homem idêntico ao Fernando Pessoa, junto de padre de batina, entraram no local, cumprimentaram intimamente as mulheres e só me cumprimentar, todos fizeram estranho gesto sobre meu peito. Não sEnti bem e não queria mais usar o vestido.
Estrogonofe da discórdia / Hannap

Eu queria convidar a moça que trabalhava na casa do Antonio para comer um strogonoff com a gente (eu, ela, Antonio e Ju), mas ela tinha dito que não.
Mesmo assim eu fui no curso que ela tava fazendo. Era um curso tipo o Procedência do Charles. Falei com a Claudia, que organizava o curso, e pedi a liberação dela para o jantar de estrogonofe. Eu e o Antonio fomos até lá e depois voltamos de carro. Ele tinha um carro novo, bem grande e estava um pouco atrapalhado com a direção. Tentamos estacionar mas não havia um lugar seguro. Enquanto buscávamos uma vaga uma criança que engatinhava por ali entrou no carro. Ele encontrou uma rampa de madeira podre. Soltou o carro ali. O carro deslizou, raspou na parede e arranhou a lateral. Mas ficou estável e ele resolveu deixá-lo ali mesmo. Eu estava fora do carro e avisei sobre a criança. Ele tirou a criança de dentro e subimos para a casa dele.

Encontrei com a moça e disse pra ela que estava tudo certo. Que eu já havia conseguido a liberação dela no curso, que ela poderia jantar com a gente. Ela ficou muito puta comigo e disse que já tinha falado que não queria. Eu fiquei sem graça e pedi desculpas. Ela disse que eu havia sido invasivo por ter ido no curso dela. Me deu um esporro. No fim das contas eu iria comer o strogonoff sem uma companhia feminina. Eu achei que ela tinha feito um charme ao negar, não pensei que fosse verdade que ela não quisesse.

O Antonio começou a me explicar como funcionava a penela tecnológica dele enquanto tomávamos uísque.
No telhado / Rigo Eves

Sonhei que passeávamos naquela escola antiga e que flutuávamos até o telhado da sala abandonada onde realizavam aqueles ensaios musicais para aquela apresentação anual de arte. Nós descansávamos e víamos os bambus e as árvores de flores vermelhas ao fundo. Uma neblina amorosa nos rodeava. Era aquilo a paz.