Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
/ Kall

Eu ia ao clube com a Ge.
O clube era aqui na rua.
A piscina estava vazia e decidimos sentar naquelas cadeiras que ficam na borda.
A Ge passava o protetor com muito cuidado e eu fiquei com tédio. Decidi dar uma volta no clube vazio.
Eu usava um biquíni sem alça, branco em cima e preto na calcinha.
Entrei em uma sala e encontrei o Dani com um amigo estranho.
Achei aquilo muito esquisito: se o clube está vazio o que esses dois fazem aqui?
Corri pra falar com a minha amiga que eu ia sair com o Dani e, se ela quisesse, poderia ir pra casa.
Nadei um pouco.
Encontrei com ele em um quartinho escuro e cheio de entulhos. Ele me deu uma, duas, três, quatro bitoquinhas e foi embora.
Fiquei aguardando pra ver se eu não estava sonhando. Isso nunca acontecia assim.
Corri pra contar o ocorrido pra Ge que, obviamente, já havia ido embora.
Eu fui pra casa com muita pressa.
A minha casa era na mesma rua do clube. Era aqui.
Corri desesperadamente.
Como eu corri.
transa pragmatica / luiza só

eu tava na cama da minha mãe que logo virou o terraço do margs. comecei a transar com uma amiga e eu colocava os dedos e ela me guiava como se estivesse dando um treino ou uma aula, muito séria. "me vira." "à direita". "não não não, voce está fazendo errado", tudo muito articulado e totalmente descolado de qualquer clima erótico/sexual. parecia auto escola
casa caindo / luiza só

eu tava em casa e de repente ela começou a se mover, como um barco numa tempestade no mar. eu e minha irmã arrastavamos os móveis pra la e pra cá procurando estabilizar. dava pra ver a casa se soltando do resto do predio, como meu apartamento é no térreo, parecia que ele se dissociava do resto e ia caindo poeira e quando estabilizavamos com as mobilias parava um pouco o movimento e logo começava de novo a chacoalhar como se fossem marolas gigantes passando e o frizz frizz frizz era o som das paredes deconectadas arrastando no teto. saímos correndo e encontramos minha mãe do lado de fora do prédio, ela fez uma cara de descaso como se estivéssemos fazendo muito barulho por nada e entrou calma e altiva no predio e dpeois no apartamento. aí ele começou a mover e eu falei pra ela VIU como é sério. então ela sumiu e apareceu meu irmãozinho de seis anos que no sonho tinha uns quatro, que vinha do meu quarto, usando uma camiseta minha de camisola, todo suado de recém acordado com os braços pra cima me pedindo colo. eu tirei ele dali e acordei.
arte / chuazinha

Estava num evento de arte enorme, como se fosse uma bienal, mas as atividades era bem diferentes. Estava vendo uma peça/realidade interpretada/vivida por vários artistas cariocas. O Felipe dias estava entre eles. Reconheci o Antonio, ele estava de máscara e meio escondido, não queria ser visto, mas mesmo assim eu o reconheci. Cheguei perto e falei "oi" ele disse "oi" pq sabia que eu sabia e não estava tentando se esconder de mim de qualquer forma.
Fomos ver a sala do Eduardo Berliner. Os trabalhos dele estavam muito diferentes. Além de muitas pinturas novas, desenhos de nanquim tinha também umas esculturas de vidro ou resina (eu não soube identificar) de bichos e coisas estranhas. Tinha um outro trabalho muito curioso que chamei o Antonio para ver comigo. Eram 5 mini figuras que iam se transformando numa mesma coisa por diferentes etapas de alteração. (Foi assim que eu expliquei o trabalho pra ele). Atrás de nós tinha uma instalação que era a cama que o Eduardo dormia quando ele era criança, os cobertores eram coloridos: Vermelho, azul e amarelo.
Café com leite / Hannap

Convidei o Herbert pra tomar um café com leite numa padaria.
Era um café daqueles bons: expresso com espuma de leite.
Tinha até um pau de canela dentro da xícara.
Estamos conversando. Eu escuto mais do que falo.
Tomei o meu café e olhei pra xícara do Herbert e ela estava ainda cheia.
Perguntei se ele não ia tomar o café.
Ele me respondeu que já tinha tomado 5 cafés expressos.
Eu fiquei um pouco assustado, achando que 5 cafés era muita coisa.
Casa rural / Hannap

Estava em um lugar rural muito bonito. Tinha sido convidado para almoçar lá. Era a casa dos Perini e ficava num campo perto do Rio de Janeiro.
A estrada até a casa era cheia de flores amarelas. Fomos de carro. Estavam meus pais Eugênio e Jorge e minha mãe. Chegando lá almoçamos em uma mesa grande, cheia de gente. Depois do almoço algumas pessoas foram pra piscina. A piscina ficava ao lado, quase dentro, de um rio que passava na beira da casa. Era um rio enorme. A impressão era muito bonita pois as pessoas dentro da água da piscina ficavam niveladas com os barcos no rio. De lá dava pra ver a montanha do Rio de Janeiro, Corcovado e antenas do Sumaré, muito perto. Na saleta antes da piscina, estavam duas meninas muito bonitas, sentadas em uma cama. Os homens da família Perini ficaram conversando na sala de jantar. Meu pai Jorge estava na piscina, meu pai Eugênio estava na sala conversando. Eu estava neste cômodo, antes da piscina, com estas duas meninas. Uma loira e uma morena. Elas estavam bebendo, rindo e me olhando. Eu olhei pra elas mas pensei que aquilo pudesse ser um teste de fidelidade. Achei que elas pudessem ser namoradas de alguém da família, então não dei muita bola. Peguei minha câmera para fotografar as paisagens. Fiz algumas fotos e elas começaram a se insinuar pra mim. Virei a câmera na direção delas e elas começaram a posar. A morena fez caras e bocas, biquinho de beijo. A loirinha estava mais bêbada e puxou o short de lado, mostrando a buceta. Percebi que aquilo não era um teste de fidelidade, que elas realmente estavam bêbadas e me provocando. Meu pai Eugênio disse que tinha que ir embora pois tinha um compromisso na cidade. Me chamou pra voltar com ele e com minha mãe mas eu disse que voltaria mais tarde em outro carro.
Irmão / LaisP

Sonhei que eu e meu irmão estávamos sentados numa escadaria. Ele ainda era criança e estava entretido com um brinquedo nas mãos. E eu apenas o abracei bem forte, sentia um amor e carinho muito forte por ele, queria apenas cuidar dele para que crescesse bem e feliz. Comecei a chorar, ainda abraçada a ele, porque sabia que quando eu acordasse o meu outro eu de lá do outro lado não tem irmãos nem irmãs, meu outro eu era sozinha.
Pernas amputadas / Hannap

Sonhei que conheci uma menina, bonita. Nós ficamos. Fui pra casa dela e ela me contou uma história de que o ex-namorado dela tinha perdido a perna, por acidente, no quarto dela. Que ela tinha batido a porta e ele colocou a perna lá. Foi amputada. Achei a história terrível. Ela me levou no quarto dela e ainda havia muito sangue atrás da porta e nos travesseiros. Ela disse que não teve tempo de limpar. Eu não conseguia nem olhar pra aquilo. Era um clima muito mórbido e ela parecia muito tranquila. Quis ir embora, mas ela pegou alguma coisa coisa minha e não quis me devolver. Fiquei com medo e irritado com aquilo. Depois ela me contou que o tal menino estava bem. Que tinha ganhado uma grana do governo por ser amputado. Achei ainda mais estranho a tranquilidade dela. Me dei conta de que eles tinham causado o acidente da perna para pegar a grana.
Consegui sair de lá e ir pra minha casa, que ficava atrás da casa dela.
Comentei a história com o meu pai Eugênio e ele disse que aquilo acontecia mesmo. Gente que causava esse tipo de acidente para ganhar a grana do governo.

No mesmo dia falei com a menina. Ela admitiu que tinham causado o acidente para pegar a grana. De repente aparece o menino que ela falava, o tal ex-namorado dela. Quando ele apareceu e ela me apresentou eu vi que ele tinha as duas pernas. Ela tentou me prender dentro da casa dela e eles tentaram me pegar. Eu entendi que ele tinha ganhado a grana de outra pessoa. Deviam ter pego alguém, cortado a perna e pego o dinheiro da indenização. Fiquei apavorado. Era uma máfia que fazia isso. Saí correndo pra minha casa e só estava o meu pai por lá. Quando entrei vi que a tal gangue já estava lá nos fundos da nossa casa e tinham feito um buraco no chão do nosso pátio, que fazia fronteira com o muro da casa deles. Eles estavam desenterrando um monde de peças congeladas. Pareciam garrafas olhando de longe, mas acho que eram dezenas de pernas amputadas.
Guitarra Hello Kitty Drill and Bass - Kawaii / Dmtr

Era uma casa, semelhante novamente à casa da minha infância.
Em um quarto havia uma menina japonesa tocando uma guitarra hello kitty meio roxa, e o som que saia era um drill n' bass absurdo. Ficava olhando e tentando entender se era algo midi controlando ableton live ou algo assim.
Depois começa outra música maravilhosa fiquei encantado com o espetaculo. a moça parecia muito jovem. Tentava ver de onde vinha o som, qual era a lógica. Depois de um tempo pedi a guitarra emprestada e descobri que havia uma lógica, cada corda significava um instrumento, baixo, bateria ou voz e cada casa havia uma célula de som, assim comecei a fazer uma sequência não tão legal quanto as dela mas interessante também.
Fiquei tocando esse loop e disparando uma voz cantando em japonês, acordei com a melodia e as palavras na cabeça.
Sofá transporte / Hannap

Estava em São Paulo. Conversando com o Lúcia, na rua. Eu pensava em voltar a morar lá. Ela só elogiava São Paulo. Perguntava pra Lúcia como era a rotina dela.
Pegamos um transporte para ir em algum lugar. Passamos por um lugar de onde se via o aeroporto de Congonhas. Eu perguntei. Esses são os fundos de congonhas. Ela disse que sim. Eu disse: - Que bonitinha a bundinha de congonhas. E fiz uma foto com o celular.

Fomos até um lugar longe. A Carol estava lá, cozinhando.
O transporte que nos levava era um sofá que andava em um trilho. A Lucia ia deitada do lado do encosto e eu ia do lado de fora, sem proteção. Eu tinha medo de cair. Várias vezes pedi para ela ir mais pra dentro. Numa mão eu tinha uma chave, na outra o celular. O sofá viajava pela cidade e eu tentava fotografar as cenas interessantes. Chegamos na casa onde estava a Carol. Ela estava super à vontade. Cozinhando, só de camiseta e calcinha.

Era uma casa cheia de desenhos e pinturas. Automaticamente a imagem de fundo do celular mudava. Era a primeira vez que eu via isso acontecer. Mudava porque estava naquela casa. Eu comentei que aquela podia ser a casa do Vagninho.