Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Raia de concreto em alto mar / Hannap

Eu estava em alto mar. Em um lugar onde havia 3 plataformas construídas. De madeira. De diferentes alturas. Era um lugar para dar saltos. Duas meninas estavam lá. Conversamos e eu decidi dar uma nadada longa. Peguei um caminho na água que era balisado por um corredor de concreto, como se fosse uma raia, no meio do mar. Na hora eu não achei estranho. Eu nadava entre essas muretas de concreto, que tinham uma largura suficiente para nadar à vontade. Em algumas partes virava um túnel, coberto de concreto. Cheguei até uma base militar. Me perguntaram o que eu fazia ali e eu disse que só estava nadando. Depois voltei.
menstruação / luísa h

estava num bar com amigos. era um ambiente bem agradável, claro e arejado. de repente senti meu copo menstrual incomodar, tinha muito sangue, tava transbordando. fui pro banheiro, bem claro e arejado também... as paredes bem branquinhas. um segundo depois estava tudo ensanguentado, um sangue bem vermelho, vivíssimo. tinha sangue por tudo: parede, teto, chão, privada, pia, espelho. parecia que alguém (eu) tinha rodopiado com uma nanquim vermelha lá dentro. daí eu calmamente me virei pro espelho e no reflexo me vi criança, feliz e sorrindo.
chuva de aviões / ariel lamim

eu tava voltando de algum show com a steph, o ônibus deixava a gente na marina da glória ali atrás do MAM. era tarde e os transportes tavam meio ruins, tinha muita gente também, mas ela conseguia pegar um táxi. aí eu tava sentada de frente pro mar com um monte de gente que também tinha vindo desse evento, pra discutir quem podia dividir táxi com quem, essas coisas, e caía um avião do céu, no mar, na nossa frente. depois caía outro exatamente do meu lado e me acertava de raspão. e iam caindo mais e mais aviões. eu ia me esconder embaixo dum minitúnel, mas caía um avião em cima dele e a estrutura ficava meio bamba. depois, todo mundo corria pra debaixo do vão do MAM, e os aviões pareciam estar meio que perseguindo a gente.
a morte do meu sogro/a transformação do jacaré / lupino

Foi do nada, todos ficaram apavorados com a surpresa, menos eu. O velório aconteceu em um lugar alto, com vista para praia em uma capela simples. Os entes queridos e interessados em se despedir estavam chegando, tristes. Eu nunca tinha visto um cadáver tão rosado. Quando anunciaram que o enterro iria acontecer ele levantou, ficou sentado no caixão e pediu um copo d'água. Eu já sabia que ele não estava morto. Eu fiz uma lista com cinco itens, mas não me lembro quais eram.

Estávamos em nosso estúdio, que era igual ao segundo andar do MAM-RJ, enorme, e uma equipe de TV chegou para fazer uma matéria sobre o que estávamos realizando. Fomos até um tanque/jaula e tiramos o nosso jacaré para exibi-lo. Ele fugiu e se transformou em uma mulher que vi em um site de câmeras russo. Fomos atrás dela, desesperados e espantados com a transformação. Conseguimos chegar perto, mas ela se transformou em um cachorro preto e se misturou com outros cachorros pretos.
experiência / raphael nascimento

eu, bel e amanda participariamos de uma instalação/performance art/pegadinha do malandro, que era CABULOSA, num lugar parecendo um misto de shopping / galeria de arte.

tinha algo no chão que parecia uma caixa de madeira, quadrada, que era bem baixa, pintada de branco por fora e o cara dizia pra entrar um por um e "passar pela experiencia"

aí ele levantava a tampa, que abria de lado, como um caixão, e vc deitava lá
era forrado de um tecido meio veludo, parecia um caixão mesmoe era bem apertado verticalmente, só dava pra ficar deitado, mas era largo dos lados

aí eu notei que tinha uma abertura e como se fosse um tunele lááááá na frente eu via o maluco que tinha entrado antes de mim se arrastando a frente(sendo que eu nem questionei que antes o maluco havia entrado numa caixa e desaparecido)aí eu fui seguindo o tunel e tinham várias sensações, eu ia me arrastando, mas era confortável, acolchoadono começo ele era meio rosa, parecia o interior do corpo humano e tnha VÁRIAS mãos saindo da parede, cobertas por como se fosse uma pelicula esticada como se fossem luvas, vc ia passando e eles iam te acariciando e eram MUITAS, tipo pelo menos uns 20 pares de mãos e braços

depois disso tinha uma parte do tunel que mandava uns cheiros e uns sons e umas luzes que davam COISAS tinha outra parte do tunel que vibrava

e depois você saia de um lugar como se fosse uma estação de metrô e tava a galera lá esperando, com um tipo de guia vestido de roupas vitorianas aí eu fiquei esperando bel e amanda chegarem e o guia levava a gente por um boulevard deserto e chegava num restaurante que parecia do século passado aí eu e bel começamos a reclamar PO A GENTE PAGOU VINTE REAIS POR ESSE NEGOCIO E CES NUM VAO DAR NENHUM DRINK NAO É?????? e isso falando alto e realmente emputecidos e pela janela a gente via a lua e ela tava FODA aí eu virava e falava MENINAS SE LIGUE NESSA LUA mas na verdade, não era a lua, era uma projeção, que começou a fazer um monte de doidera, parecia ácido aí o cara dizia que tinha acabado e a gente ficava esperando pra saber como voltar e todo mundo ia embora e deixava nos 3 e o cara que tinha entrado antes de mim e ele ficava nervoso e começava a causar e dava alguma coisa que eu sentia que era PERSEGUIÇÃO e a gente fugia e ele botava a gente num lugar e dizia pra gente ir por ali e a gente se esqueirava de novo por um tunel, mas esse era bem tenso, desconfortavel e escuro e DO NADA a gente saia do lado da caixa que haviamos entrado, e o cara que tava com a gente fazia parte de tudo, e do outro lado tiha uma galera e VIROU UMA BALADA ASSIM MESMO e a gente começou a beber e dançar e era todo mndo contratado, e a balada tava rolando com quem tinha participado da "experiencia" antes da gente e foi muito bom
russia / luiza só

sonhei que tava na russia com a carol, tava MUITO frio e passavamos o dia dentro dum apartamento fazendo café. o elliot tinha um apartamento só dele num prédio tipo o copan só que muito maior que o copan, a gente tb tinha nosso ape la, mas nunca iamos no nosso, a gente tava sempre no do elliot pq era maior. a winnie, o vovozinho e a gatinha do thomas tavam hospedadas com ele! a laurence tb tava no sonho mas ela sumia e aparecia, as vezes ela era a emilia.
a gente ia voltar de onibus pra casa mas a carol tava enrolando demais pra arrumar as malas, então eu pensei "ah ela só quer ficar aqui com o elliot" e desencanei de voltar tb, e ficamos la num colchão enorme cheeeio de cobertas deitados os 3 vendo um documentário numa tv de tubo muito velha.
cômodo-piscina / ariel lamim

eu morava numa casa em que um dos cômodos era uma piscina e o pessoal ia lá depois de uma festinha. a piscina em casa tava ótima, porque tava muito calor e a água tava muito gostosinha, não tava gelada demais. no dia seguinte eu esvaziava tudo e o cômodo ficava cheio de formigas pretas pequeninas que grudavam no meu pé tipo carrapato e eram meio doloridas pra tirar.
Afonsinho / Hannap

Estava em Londres com a minha namorada. Passeando.
Já tínhamos estado em outras cidades. Mas Londres era um lugar muito violento. Parecia o México.
As pessoas tinham cara de mexicanas.
Saí com a Drica na rua e um homem veio falar com ela e deu um soco, de baixo pra cima, no nariz dela. Eu sai correndo atrás dele. Encontrei com um policial sentado na rua com uma arma na cintura e pedi a sua arma emprestada. Dei dois tiros e errei. O terceiro tiro eu acertei e o homem caiu.
Esse homem era o Herbert desfigurado. Como se ele estivesse muito drogado.

Logo depois seguimos a nossa caminhada e toca o meu telefone. é um outro amigo, tipo o Herbert tb, que me pergunta se estou em casa. Ele quer mandar uns emails. Eu digo que não, que estou passeando. Ele me pergunta então o telefone do Herbert.
Eu explico a situação. Digo que dei um tiro nele e que não sei se está vivo.

Desligo o celular e chegamos em um galpão onde se promovem brigas.
Vai começar uma agora. Um homem com uma corrente apanha de vários homens ao mesmo tempo.

Estou com a minha cachorra, que se chama Drica também. Ela é branquinha como o Milú.
Em um canto desse lugar tem um cachorro muito feio, todo machucado.
A Drica vai lá e cheira ele, começa a se relacionar.
Aparece o dono do cachorro e me conta a história dele.
Diz que está cuidando para ele se recuperar. O dog não tem uma pata.
A cadela Drica fica louca com ele. Começa a chorar. Tenho seguir a caminhada mas ela não quer desgrudar do cachorro. Fico preocupado pois ele tem muita sarna no corpo. O dono do cachorro nos acompanha até a entrada e fecha o portão. A Drica e o Afonsinho (é o nome do cachorro) não se desgrudam nenhum momento. Ela lambe ele e chora. Não querem se separar.

Penso que ela pode ser mãe dele e estavam separados.
Fico com pena e com as mãos todas sujas de cachorro.

Acordei e fui lavar as mãos.
Espaço / LaisP

Estava em uma sala de teatro prestes a ver um show de mágica. Haviam cadeiras de teatro no palco também, organizadas da mesma forma que as cadeiras da platéia, já que o espaço era enorme.O mágico pediu voluntários para sentar nas cadeiras que estavam no palco, eu fui um deles.
Ele iria imitar a decolagem de uma espacionave para o espaço.
Nossas cadeiras começaram a virar para cima e a tremer como se estivessem para decolar. Num instante elas começaram a girar sem parar para todas as direções como em um parque de diversões, estávamos indo para o espaço.
Notei que as pessoas que estavam na platéia começaram a flutuar como se estivessem fora da nave, à merce da gravidade 0.
Por favor, não encoste no dragão / LaisP

Estava voltando para o escritório quando vejo na rua uma loja de diversas marcas de óculos e resolvi entrar. Notei que o dono da loja já tinha me atendido anteriormente, ele me contou que tinha apenas mudado a loja dele de endereço e que também agora teria mais modelos de armações do meu gosto.
Enquanto ele separava das prateleiras armações que acreditava ser de meu feitio, eu observava com encanto sua loja.
Os óculos dispostos eram extremamente rebuscados, com adornos prateados, dourados e esmaltados em preto. Todos eram muito detalhados e com aparência de delicados, não vi nenhum modelo mais simples com material de acetato ou coisa do tipo, pareciam verdadeiras jóias.
Por algum motivo o vendedor saiu da loja para atender um segundo cliente e eu permaneci dentro da loja observando distraída. Notei que as paredes da loja eram todas pintadas com desenhos orientais, a tinta já estava desbotada em muitas partes e estava descascando de leve. Numa das paredes havia o desenho de um dragão enorme e tinha uma placa em madeira, parecia mais uma prancha de surfe em miniatura com as bordas mais finas que seu centro, com um aviso de "por favor, não toque no dragão" talhado no meio dela.
Perguntei sobre isso para o dono da loja quando ele entrou de novo e me disse que muita gente insiste em tocar no dragão e, como a loja fora pintada muito antes dele comprá-la, queria manter os desenhos originais o máximo possível.
Por algum motivo o dono da loja me dava um pouco de medo, então fiquei de frente para a bancada enquanto ele trazia o que tinha separado para mim. Logo em seguida ele veio com uma série de sutiãs extremamente pequenos para eu provar.Eles eram de core sóbrias e quando chegava ao bico do seio a cor e aparência era exatamente como a pele. Logo em seguida recebi uma mensagem da Alline perguntando se eu já estava a caminho. Vi que iria demorar muito para provar tudo aquilo então falei para o vendedor que estava atrasada e precisava ir embora, mas que assim que pudesse eu voltaria para a loja.
Saí correndo pela rua driblando as pessoas, notei que eu corria em câmera lenta enquanto observava minha sombra e meu jeito de correr.