o sonho era só eu olhando para as minhas mãos cheia de anéis nos dedos. me sentia muito feliz porque nunca consigo usar anéis.
meio som ao redor / chuazinha•
estava numa casa muito grande, de gente muito rica, fora da minha cidade. tinham várias pessoas comigo na casa, que no sonho eu conhecia mas na verdade não sei quem são. um grupo de bandidos ia invadir a casa. eles usavam umas capas pretas e uns óculos escuros mt estranhos. quando eles entraram nós todos nos juntamos num cômodo e apagamos as luzes. mas era inevitável fazer barulho, eles nos descobriram, eu fugi. me escondi dentro de um comportimento e também dentro de um armário.
depois eu estava num metro, muito grande, ainda fugindo. a estação estava completamente vazia.
Dois do primeiro / Kall•
Eu estava em um grande grupo. Passávamos por um local, uma rua, cheia de restaurantes, barzinhos dos dois lados. Chegávamos a uma festa onde havia uma mulher (era a Formighieri) apresentando e organizando todos que ali estavam. Do meu grupo sai uma menina, com uns 30 anos, vestida com um vestido de noiva bem justo. Acho que era o tipo de roupa que ela andava normalmente. O cabelo preso para o casamentos com algumas presilhas que continham pequenos brilhos. Ela dá algumas sugestões para a organizadora que ouve com atenção mas não parece interessada. A organizadora diz algo como "Obrigada, fulana, mas acho que essa sugestão irá excluir alguns grupos. Mas eu já tive uma ideia!". Rapidamente, a menina de meu grupo se levanta, caminha até a frente e fala. Fala muito! Com grandes gestos! Uma palestrante. De repente, quando eu olho para um restaurante próximo, a parede de vidro começa a inflar e todos sabem o que vai acontecer. Explosão da parede de vidro! Muitas pessoas correm e quando eu olho, a palestrante está com vários caquinhos de vidro no rosto. Na bochecha já escorre um sangue. Ela vira de costas e caminha, sorrindo, elegante. Ela não quer perder a pose. Mas fico olhando a tristeza dela. Como ela é arrogante.
--------------------------------------Acordo.Durmo---------------------------------------
Estou caminhando na Rua das Laranjeiras. Na altura do Moviola. Uma calçada estreita. Eu me esquivo pra passar entre algumas pessoas e sinto um esbarrão. Continuo a andar firme mas um toque no braço me para. Eu paro. Na minha frente um homem, parecia um mendigo, mas não totalmente sujo. Ele me diz: "Você não vai dizer nada? Não vai pedir desculpas?" Eu fico sem entender porque sempre achei normal esbarrar nas pessoas e estava com muita pressa. Eu balanço a cabeça negativamente para respondê-lo. "Como você consegue fazer isso? Eu não entendo." Eu continuo olhando pra ele sem entender nada. "Você não tem irmão? Irmã? Alguém da família? Não tem ninguém no seu coração?" Eu continuo firme olhando para ele mas uma culpa começa a me preencher. Eu penso, não tenho irmão. Nunca vou saber qual é esse sentimento... Mas já perdi um pai e mesmo assim o meu coração está fechado.
Protesto / Incêndio / dmtr•
01 07 2013 — Estava em Bagé na casa da infância, com um terreno baldio ao lado. Estava amanhecendo tipo 6 da manhã e acordo com uns estalos e um calor. Quando me dou conta esta acontecendo um incendio nas palhas secas do terreno ao lado. nao havia ninguém ainda acordado na casa.
Pego o telefone e ligo 190 ou 191 e tento chamar os bombeiros. Cai numa central e o sujeito me pergunta em que região de são paulo eu estou. Aclaro que estou em Bagé e que me transferisse o quanto antes pra quem pudesse ajudar. Ele começou a perguntar coisas burocráticas e desliguei de repente e fui até a rua.
Havia uma turma de pessoas fazendo um protesto e indo embora, plantando algumas bandeiras no portão da casa. Pensei ter reconhecido alguém com nome de Rodrigo na multidão e chego em cima e faço uma pressão: que história é essa? tem risco de incêndio na casa. ele responde: mas é assim mesmo, pra mudar algo a gente tem que incendiar mesmo.
alguém me joga uma pedra bem grande mas erra. fica tentando atirar pedras em mim e eu nao ficava com medo, ficava pensando que seria mais produtivo tentar resolver primeiro o problema do incêndio. Viagem / dmtr•
01 07 2013 — Estavamos viajando de carro pelo interior de São Paulo, a @LaisK dirigia, indo de cidade em cidade. era tudo muito complicado com muitas bifurcações sem margem de erro.
Havia que passar pelo meio de uma cidade pra chegar na outra (Mauá era onde estávamos). havia uns visuais muito bonitos, cidades cheias de vales, árvores e eu ficava tentando prestar atenção no caminho e comentei que era muito difícil acertar todos aqueles desvios pra chegar onde estávamos indo.
Ela comentou que já estava acostumada porque desde criança o pai dela ia mostrando cada desvio e falando pra ela memorizar e um dia fazer sozinha. Castelo / LaisP•
Estava na estrada olhando a paisagem quando vi de longe um castelo. O castelo era todo construído de concreto aparente e parecia um castelo russo, ele ficava no meiode um matagal denso no meio das montanhas do interior de SP.
Cinema, Lars von Trier e Sukita / Renata Xu•
Saindo de um cinema onde fui assistir a versão de Game Of Thrones do Lars von Trier com meu amigo Cello, uma manifestação sendo reprimida pela polícia na Avenida Paulista, pessoas correndo e bombas caindo por todos os lados, quando de repente uma bomba me atinge no peito. Percebo que as bombas são laranjas, e quando consigo enxergar entre a fumaça da laranjada no chão, vejo que não é a polícia quem atira, e sim promotoras de vendas de supermercados da marca Sukita em micro vestidos laranjados que estão revoltadas e cansadas de serem objetificadas pelos consumidores.
aproveitando a ocasião / li•
Estava com LV, ela me mostrava a casa que seu falecido pai havia deixado para ela e os irmãos. A casa era bem grande, ficava em cima de um morro, no fim da avenida Fernando Ferrari, em Santa Maria.
Pedi para ela me mostrar a casa, que já tinha ouvido falar muito. Era uma grande casa, mas estava bastante desarrumada e velha. Fomos para um pátio e vi a piscina muito suja. Logo avistamos seu irmão no terraço da casa, ele mostrava a casa para possíveis compradores, então resolvemos fingir que eu também era uma possível compradora da casa.
De repente eu cheguei na frente de um quintal de uma grande casa, tinha uma fila e algumas freiras, quando percebi que eu estava na fila do consulado americano. Ao entrar na sala retirei minha senha de antendimento,que era o número 277. Sentei e aguardei, quando vi que os funcionários eram os escritores Luis Fernando Veríssimo e o João Gilberto Noll. Logo me dou conta que não sei o porquê de eu estar ali, então penso em uma dúvida idiota para aproveitar a ocasião. Feira na rua... / Binário•
Pessoas passando, a feira, legumes e um velho sem dizer nada, só olhando se eu queria comprar uma fruta...
No arms / Kaneda•
Meus braços doíam muito, sentia como se eles fossem cair, resolvi cortá-los e jogá-los pra longe. Foi uma dor muito insuportável.