Estava no calçadão de SM, entrei em uma loja para comprar um novo tipo de lápis branco para os olhos, que na verdade era um chocolate Bis, branco. A funcionária me pediu um tempo, pois tinha que pedir em uma distribuidora ali perto, e depois que paguei me informou que talvez eu não pudesse tê-los, pois acusavam de racismo quem usasse esse produto.
A espera demorava e resolvi ir até a distribuidora, ali perto. Cheguei na rua Floriano Peixoto e vi a loja, que se chamava KGB, entrei e vi que ali era uma igreja estranha. No momento que fui entrar vi que só tinha pessoas negras vestidas de branco, e que um padre exorcizava pessoas e dava a comunhão. Esperei um pouco e ao fim da cerimônia entrei na loja e fui atendida pela Grazi Massafera, pedi minha caixa de Bis branco e ela alegou que não poderia vendê-lo, pois isso era ato racista, então pedi que misturasse com o preto para que eu pudesse comprar. Logo chegou o Marcos Frota, também vestido de branco, e surgiu um clima entre os dois.
Fui parar em uma casa, que ficava no final da Avenida Rio Branco, era como uma choupana, toda construída com troncos de árvores e teto de palha, uma peça só com uma churrasqueira-cozinha conjugada com quarto, muito escura, onde morava MB. Ele estava preocupado e ,com ajuda de uns vizinhos, juntava talheres gordurosos para ir embora rapidamente. Saí da choupana e uma mulher disse para eu esperar que chegaria alguém para me dar carona. Fiquei na calçada analisando os prédios velhos e abandonados da rua, quando chegou um carro pequeno, todo em tons de rosa, e falei que 'nada melhor que ter um carro com estética Pedro Almodóvar'. 24 horas / lee•
um dia sonhei com o jack bauer.
mas ele era o keith richards e a gente namorava.
passarinho / li•
29/08/2012
Eu tinha um passarinho, como uma caturrita cinza e marrom, que brincávamos muito, pois eu a ensinava a falar.
Um dia, brincava com ela, que caminhava com nas minhas mãos e braços, mas achei meio tedioso ter como animal de estimação. Fui colocá-la na sua gaiola e ao segurá-la arranquei um dos seus olhos, e fiquei desesperada de tristeza, imaginando a dor dela, e na medida que eu ia cuidá-la arrancava algumas penas, como se tudo que eu fizesse a destruísse aos poucos. comi meus dentes / chuazinha•
No sonho tiravam os meus dentes e faziam deles uma espécie de pasta e me davam de volta para comê-los.
Caminhava por ruas que pareciam o centro de Porto Alegre, mas era alguma cidade da Russia. Eu estava com DF e minha mãe e procurávamos um lugar, que nem nós sabíamos direito. Entramos em um hotel e atravessamos vários ambientes de restaurantes. DF deixou sua mala aberta no chão, com dinheiro à vista e fiquei preocupada. Logo veio uma mulher com cabelos desgrenhados e avermelhados arrancar a minha carteira da minha mão. Empurrei-a e ela insistiu novamente, até que comecei a gritar e ela foi embora. Fomos para uma praça procurar locais interessantes, mas só avistamos uma roda gigante muito alta, e fiquei com medo de que DF e minha mãe quisessem dar uma volta nela. Queria ver palácios, mas não os encontrava, quando entramos em uma rua que havia somente prédios do governo, todos muito sem graça. Subimos em uma escada, onde havia um homem militar e dali vi que no céu tinha uma esfera verde sobrevoando o prédio. Não conseguimos identificar o que era, pensei em um disco voador, mas eu e minha mãe pensamos que poderia ser algum equipamento russo de segurança ou transporte.
Mar negro / Nines•
Eu ligava para o Lourival e ele dizia que estava no Mar Negro. A ligação ficava ruim, falhava, caía e quando ligava novamente ele já tava em um lugar tipo a Croácia. Um lugar longe e estranho, eu ficava muito triste porque eu estava aqui e não podia ficar com ele.
Esqueletos deselegantes / LaisP•
Estava em um balneário e por algum motivo entrei em conflito com um esqueleto gordo. A partir daquele dia, todo o lugar que eu frequentava que tinha algum esqueleto ele me maltratava. No sonho ter um esqueleto andando e conversando com os outros na rua era normal. Era como uma comunidade dentro da cidade. Como a comunidade de japoneses na liberdade, bolivianos e chilenos no centro e por aí vai. Era vista apenas como uma cultura de fora que se firmou na cidade e que é respeitada pelos olhos dos demais. Talvez aquele esqueleto gordo era uma figura importante da comunidade deles, já que por mais que eu tinha razão na briga os demais passaram a me desrespeitar desde então. Um exemplo foi quando comprei um doce em um café, era um waffle de morango com chocolate e vinham uns biscoitinhos em forma de palito como acompanhamento. O dono era um esqueleto, ele me dizia para pagar, mas não queria me dar o valor correto do doce, fiquei tão irritada em não obter resposta que resolvi sentar e comer o doce e pagar depois. Quando sentei em uma mesa um casal de esqueletos sentou comigo, ignorei, mas foi só olhar para o lado e voltar que vi que o casal de esqueletos comeram meu doce. Fiquei furiosa e comecei a discutir. Fui expulsa do café por me acharem sem educação e grosseira. Todo o lugar em que eu ia um esqueleto aparecia para me amolar com alguma folga do tipo. Foi daí que em uma das minhas andanças na cidade descobri que uma construção na verdade era uma escavação feito pelos esqueletos, que descobriram que um antigo “Deus” deles estava soterrado lá e planejavam tirá-lo de lá e dominar a cidade. O tal “Deus” era gigantesco, da extensão toda de terra que eles tinham escavado só aparecia a face sorridente da entidade. Imediatamente que vi e notei o que era e o plano dos esqueletos, fui avisar as pessoas, mas acreditavam muito mais nos esqueletos do que em mim, não chegaram nem a ir conferir o meu achado. Os esqueletos apenas deixaram o projeto mais às escondidas, para não acontecer de um humano descobrir de novo.
Perseguição / LaisP•
Uns seres estranhos, talvez alienígenas, seus corpos eram roxo escuro e gelatinoso. Eles invadiam a mente das pessoas injetando alguma coisa nelas que fazia com que seus pescoços crescessem e nasciam dois olhos no pescoço, dois nos ombros e uma boca no centro do peito. O sonho contava a história de uma mulher, que teve o marido e os dois filhos pegos por esses seres bizarros. Ela tinha conseguido escapar no meio de uma floresta onde haviam diversos objetos de metal abandonado, tinha geladeiras, carros, bomba de combustível, tudo quanto é tipo de coisa feito de metal enferrujando no meio do mato fechado. Ela descobriu que esses seres distinguiam uma pessoa pelo calor, mas se ela entrasse ou ficasse atrás destes objetos de metal eles não a veriam ou pensariam que ela era um deles. Uma de suas fugas foi entrando dentro da carroceria de um carrinho tipo fusca só que menor e mais apertado, que ainda conservava uma cor azul claro na lataria, fazendo com que os seres de outro mundo passassem direto pelo carro a procura dela. Assim passou o sonho, com ela aprendendo a viver ali sempre escapando desses seres, chegou a um ponto em que ela conseguiu construir um refúgio seguro e passou e levar para lá diversas crianças cujos pais foram “abduzidos” pelos seres roxos e gelatinosos estranhos. Porém, um dia ela não tomou tanto cuidado, ela passava por uma parte da floresta onde tinham várias bombas de posto de gasolina, relógios cuco e outros objetos que seguiam esse mesmo formato retangular vertical feito de metal enferrujando e no meio disso tudo havia um desses seres que a viu. Ela correu e se meteu no meio de um monte de metal que estava já se desfazendo, colocou umas placas nos braços e foi tentando se cobrir. O sonho acabou comigo tendo a visão que o ser que estava lá tinha, olhando para ela, com parte coberta de metal e algumas outras descobertas, me perguntando se era um humano ou não.
Vôo no pinheiro / Hannap•
Sonhei que eu voava alto em direção a um pinheiro cheio de mini pinhas.
Eu me esforçava para me manter no ar enquanto catava o maior número de pinhas. Eram pinhas pequeninas, do tamanho de um botão, só que com formato de ovo. As crianças me olhavam lá de baixo. Eu desci e entreguei as mini pinhas à uma mulher que estava montando um mural. Ela ia dar um workshop para as crianças e eu ia ajudar. Sugeri pra ela que as crianças ficassem responsáveis por colar as pinhas nas formas desenhadas da parede e também nas roupas que estavam penduradas por lá. A mulher achou boa idéia boa pois as crianças iam manter-se ocupadas e também iriam se divertir. Acordei com a excelente sensação de poder voar.
Alice / LaisP•
No sonho eu era Alice e passei pela clássica cena onde o coelho branco a confunde com sua criada Mariana e a ordena a ir pegar um objeto dentro de sua casa. Enfim, ocorreu tudo de acordo com a história, fui para a casa do coelho branco, entrei em um aposento que parecia um quarto, comi um biscoito e, enquanto procurava tal objeto eu fui crescendo e crescendo até ficar presa, toda apertada conta as paredes do aposento e o telhado da casa. Durante o sonho parece que houve um tipo de um “playback” e a mesma cena se repetiu, fui confundida com Mariana e fui mandada pelo coelho branco a ir dentro da casa nesse mesmo aposento. A diferença é que dessa vez eu entrei, bebi de um frasco de vidro cilíndrico uma bebida transparente, parecia água, e depois comi um biscoito que me fez crescer imediatamente. O coelho branco estava comigo no quarto e me perguntava como que eu faria para sair dali. O telhado abria para fora como uma portinhola e respondi para o coelho que a saída era muito simples, eu me transformaria em um pássaro e sairia voando pelo céu. O vista do telhado era um céu azul sem nuvens e dava para ver a ponta de umas árvores dos meus lados esquerdo e direito. Me retrucando o coelho disse que seria bem difícil fazer isso, já que haviam muitos caçadores de aves naquela época do ano dos arredores e com certeza iriam tentar me acertar. No meio da conversa avistamos um pássaro azul de forma que se misturava com o azul do céu. Paramos de falar e ficamos apenas olhando os vestígios do pássaro voando e desaparecendo.