sonhei que estava indo pra um lugar que era uma aula de ioga em um lugar que parecia o IMBA em Bagé.
lembro que estava indo numa carroca pra la e tinha um gordão que parecia muito avancado na ioga. olhei pra mim mesmo e me via com roupas inadequadas.
chegando la ainda faltava um tempo pra aula e havia um banheiro com chuveiros. resolvi tomar um banho. era um banheiro bastante aberto e não muito limpo, eu estava atrapalhado e acabei molhando meus calçados (umas botas magenta) que eu não tinha certeza se eram impermeáveis.
era dificil fechar as torneiras, não dava pra saber direito pra que lado elas abriam e tambem quando estavam quase fechando voltavam a abrir, sempre ficava saindo agua.
Olhei e vi um chuveiro aberto saindo agua quente. sempre aberto. era o sistema de la, agua sempre correndo.
tomei meu banho, fui me lavando quando olho pra trás e vejo que a parede de trás do banheiro era de vidro e dava pra um morrinho de grama tipo no ibirapuera. havia uma turminha sentada ali, tipo a J, talvez a P e mais umas pessoas. não disfarcei muito, abanei pra elas e continuei me ensaboando, um pouco envergonhado.
no meio tempo a J se aproxima e junto um cara mais velho, com uma coisa estranha no ombro. o ombro dele estava meio verde como um queixo barbeado recentemente.
eles me cumprimentaram e comunicaram que estariam indo pra Bagé em breve pois estariam levando alguém hospitalizado que precisaria de cuidados especiais de lá, falavam que lá havia médicos melhores e condições de repouso sem paralelo. fiquei meio duvidando daquilo mas aceitei.
Ao invés da aula, agora o evento seria tipo um Bazar, organizado por alguém tipo o Diogo. eu venderia o poster lunar e muita gente venderia outras coisas. eu tava meio desorganizado, cheguei e todo mundo ja tava montando e tal. eu tava um pouco com preguiça de montar, nao sabia quanto tempo ia durar, etc.
logo na chegada ganhei uma placa de acrílico leitoso bem grande com letras vermelhas escrito bem grande DIMITRE
fiquei pensando onde por aquilo, que não informava nada e ao mesmo tempo tirava mais atenção do meu produto. Pensei também que deve ter custado caro e era meio contraprodutivo, malorganizado.
Era num colégio e vi as pessoas vendendo se movimentando comendo pastel durante este recreio. tudo tava acontecendo e eu ainda nao tinha conseguido nem juntar meus posters. na verdade eu nao encontrava eles. so encontrei umas 5 devoluções meio danificadas. fiquei me perguntando se alguém teria armado antes e ja vendido, sei la.
o recreio acabou e noto que começa a desmontagem. Eu achava que o lance ia durar uma semana ou algo assim e durava um recreio. e nem consegui montar tudo a tempo. fiquei com um peso na consciência de não ter conseguido participar.
Tela / LaisP•
Sonhei que tinha ganhado de presente de uma pessoa muito querida, um pedaço bem grande de tecido extremamente branco e bem cuidado para tela. O tal pedaço parecia resultar numa tela de pintura do tamanho de uma pessoa de estatura média/alta, mas quando fui prendê-la em um bastidor o tecido resultou num pequeno quadrado do tamanho da palma da minha mão, fofo como uma almofada, parecia aquelas almofadinhas para porta jóias e relógios. Passei o dedo indignada com o resultado pensando em tentar remontar, mas acabei sujando de tinta azul escuro o centro da almofadinha. Resolvi pintar alguma coisa do jeito que estava a tela. As cores disponíveis eram azul, vermelho e amarelo. Algumas vezes sem querer na mistura das tintas surgiam o marrom e o verde. Pintava na telinha de forma compulsiva, de forma que quando não haviam mais espaços em branco eu passava a tinta por cima de outra que já secara. inesperadamente a telinha se transformou no boneco de um burrinho, ainda do mesmo material de tela e fofo como era a almofada, achando curiosa a transformação da tela, continuei a pintar camada sobre camada.
Três índios argentinos / li•
Amanhecia e da casa da minha avó eu vi que três homens saiam do pátio da casa da frente, indicando que eles haviam dormido por ali. Eles pararam na casa ao lado e foram para o jardim com algumas ferramentas rústicas, pareciam brincar felizes. Fiquei intrigada com a situação e continuei a observá-los.
Eles saíram e fui segui-los. Caminhei atrás deles por muito tempo, quando pararam em um morro com solo arenoso e vegetação rasteira. Começamos a conversar, eles falavam que eram 3 índios argentinos, que haviam chegado ao Rio Grande do Sul caminhando, pois queriam passear. Falavam das aventuras que encontravam em seu caminho, e se mostravam pessoas dóceis e incríveis. Relataram que ajudavam as pessoas, deixavam bilhetes com bonitas mensagens, escritas em inglês. Decidi que iria defendê-los e ajudá-los para sempre, pois fiquei muito preocupada de pessoas tão boas cairem em golpes de aproveitadores em seu percurso.
Resolvi cozinhar para eles, que me deram seus alimentos, algumas pequenas raízes e três mini-cenouras que eles dividiam como refeição principal. Queria fazer com os ingredientes a melhor refeição do mundo, como homenagem a tão grande caráter.
Convencia as pessoas da bondade do trio indígena argentino, enquanto dormia com KM no antigo apartamento da minha mãe.
Sobre flutuar / t.•
Estava na casa de um casal de amigos, que estavam promovendo uma peça teatral. Chamaram um outro amigo para participar, e mais quatro pessoas desconhecidas por mim. Era uma casa estranha, tinha uma enorme área verde com um clima estranho, meio escuro demais.
As três pessoas estavam ensaiando na área aberta. Era uma mistura de teatro com balé, até que em um momento um dos caras desconhecidos começou a flutuar por alguns segundos. Quis muito fotografar, mas estava escuro demais. Era algo pra ser sentido. No mesmo momento, enquanto ele flutuava, as outras pessoas dançavam em casais, uma dança meio estranha.
Houve uma interrupção do ensaio e então saí com meu amigo que ia atuar na peça pra dar uma volta. Ele me contou sobre como a experiência estava sendo forte.
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eu estava sentindo o bem prazeroso de esperar dar à luz, tudo enganação e farsa, desenhava um filtro dos sonhos na costela, e ecoava os meus pesadelos.
Paralelos / li•
Estava em uma festa de família, um almoço com churrasco. Encontrava muitas pessoas que não via há muito tempo. Vi a minha falecida tia e meu tio que está doente, estavam saudáveis e se divertindo com todos no almoço. Meu tio estava usando uma camisa vermelha e algumas pessoas confundiam ele com um político da cidade. Sua esposa fez uma ligação do celular para ele falar com a minha falecida tia, que estava na frente deles.
Fui para um canto do pátio e a vista que eu tinha dali foi muito familiar, senti a exata sensação de quando eu brincava quando criança e via as coisas deste tempo acontecendo em paralelo com o momento atual.
Caminhei para os fundos da casa e vi NS e meu pai. NS fumava maconha e meu pai pediu para eu entrar na casa e tirar a música gaúcha que tocava. Procurei cds e não encontrava nenhum tipo de música que eu gostasse, pois eu queria colocar música clássica.
Saí e fui avisar meu pai, mas ele se dirigiu para caminhar em um matagal nos fundos da casa, e disse para eu vir junto para conversarmos, fiquei feliz e irritada, pois sabia que ele não falaria nada de importante para mim.
Descubro que minha vizinha, uma senhorinha, é na verdade um ator famoso de filme pornô, que está à procura de outros atores para a realização de um filme em sua casa.
Em frente a casa do vizinho há uma igreja gótica toda em branco e dourado extremamente reluzente. Sento em um dos bancos bem ao fundo da igreja e mais dois amigos meus de infância, Pedro e Giuliano, um de cada lado e no banco da frente sentam-se o Dimi e um amigo dele muito chegado.
No palco da igreja Sidney Magal conversa com a platéia lotada. A única frase que escuto dele é "Quem quiser do meu doce pode vir aqui em cima." se referindo à cerveja em uma taça que estava ao lado dele sobre um piano de cauda preto. Atrás dele haviam muitas outras cervejas, tão douradas e brilhantes quanto os adornos da igreja. Pensei em pegar uma cerveja, mas desisti logo de primeira concluindo que as velhinhas dos primeiros bancos teriam bebido tudo já.
Entre Subidas / li•
Eu caminhava com FS por uma estrada de chão batido, terra vermelha, no meio de uma localidade vazia sem civilização. Percebi que eu estava em uma horta entre as duas únicas casas existentes no local. Sabia que alguns moradores dali eram bastante ariscos com pessoas que não eram nativas da localidade, e certamente estranhariam nós, dois viajantes que caminhavam por estradas interioranas.
Me escondia para deitar no meio da horta, não queria que os moradores me vissem.
FS andava por ali e percebi que caminhávamos sem usar sapatos, usávamos apenas meias. Começou a anoitecer e resolvemos ir embora. Era horário de verão e calculamos que tínhamos apenas mais 3 horas de dia claro para caminhar. Pensava que era arriscado caminhar no escuro da estrada, se anoitecesse. Olhei o caminho e percebi que estávamos em um vale, entre duas estradas com acentuados aclives e teríamos que subir qualquer um dos caminhos que resolvessemos seguir.
Frutas tenras / LaisP•
Sonhei que estava na rua em frente ao apartamento de uma amiga, que conversava comigo e umas amigas da janela do quarto, colhendo cerejas e pêssegos das árvores que ficavam na calçada do prédio e a convidava a descer e comer algumas comigo. Ela morava em um apartamento que ficava bem próxima à rua e as árvores estavam lotadas de frutas bem bonitas junto a flores de cerejeira rosas bem grandes de cor rosa suave.
Eu morava com 3 outras amigas em um outro prédio, lembro que me encontrei com elas no apartamento. O chão estava lotado de cacos de espelho espalhados pelo chão e uma dessas minhas amigas comentou com todas que precisávamos comprar um espelho para pendurar em algum canto, caso contrário seria bem complicado se arrumar às manhãs para ir ao trabalho.
Neste mesmo sonho eu lembro que era meu aniversário e eu estava em uma mansão meio detonada e decadente, eu estava vestindo um vestido verde e amarelo de tecido brilhante e bordado em dourado, os botões eram um pouco maiores que o tamanho de uma moeda de 1 real. Usei o vestido durante a festa toda, mas decidi colocar a saia de tule por baixo para dar volume ao vestido apenas para descer as escadas da mansão acompanhada de meu mordomo, que no sonho se mostrava ser muito um amigo querido além de apenas um empregado, muito sorridente. Todos estavam se divertindo, sorrindo e aplaudindo na mansão caindo aos pedaços.
Flautas mil numa barraca / LaisP•
Sonhei que andava pela rua quando me deparei com uma barraca que vendia flautas, achei o instrumento tão curioso que passei a olhar para comprar.
Todas tinham o mesmo desenho, eram bem mais finas que a flauta doce, não tinham os furos das notas no comprimento do instrumento, mas variavam muito em tamanho e material.
Umas eram feitas de metal e eram bem brilhantes e pequeninas, outras ainda eram de madeira envernizada que me lembravam muito o estilo de cachimbo pelo tom da madeira, o final das flautas era idêntico ao de uma bomba de chimarrão.