Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
atropelamentoxandre 08/09/2007  12:18
Estava dirigindo um carro dentro estava minha mãe minha priminha e um garoto que nunca vi na minha vida

Comecei a acelerar muito minha mãe gritando dizendo que não ia dar certo isso, mais estava com muita fome e queria chegar logo em casa para comer.

Quando cheguei perto de casa tinha um monte de gente no meio da rua em frente a casa de saúde, quando desvie e logo atrás veio um ônibus que atropelou uma mulher que estava de roupa amarela destruindo todo o corpo dela.

abelhas africanasxandre 07/09/2007  21:48
abelhas africanasEstava sentado em um bosque quando vi um enxame de abelhas africanas sobrevoando minha cabeça

Percebi que arainha estava me olhando pude notar que o ferrão dela era bem maior que a das outras abelhas, logo na frente tinha um lago bem grande com águas tranqüilas.

Corri muito e as abelhas atrás de mim quando percebi que ia ser picado dei um grande salto me jogando na água

aridezli 07/09/2007  18:23
Eu vivia em um campo de refugiados palestinos, uma vila cercada por muitos militares, no meio de uma paisagem desértica. Eu tinha uma filha, neném, com o cantor Otto. Eu fugia de alguma coisa e perambulava pelas ruas, sem dinheiro nenhum e com quatro véus para cobrir a cabeça. Comíamos restos de comida e não conseguia pensar no que seria meu futuro. Encontrei umas moças palestinas que me deram mais alguns véus, pois ter quatro, era pouco. Elas falaram que os véus protegeriam-me da relva. Um casal ofereceu casa e comida para nós. Ficamos lá, e o bebê, que vestia um macacão roxo e vermelho, tentou suicídio, se jogando na privada do banheiro. Otto foi socorrer a criança, que estava quase morrendo. Fomos num mercado e compramos uma cenoura, três grãos de bico e couve, que para nós era uma grande refeição. Minha filha já estava com quatro anos de idade, e usava a mesma roupa de quando era bebê. Otto me abandonou e fugiu em um jipe pelo deserto.
Rato RomárioHannap 07/09/2007  16:09
Rato RomárioEstava em Porto Alegre, no bairro da Tristeza, minha antiga casa. Na frente da casa há um parque com um campo de futebol. Eu estava ali, vendo uma árvore. Ela tinha sido mutilada. Depois eu soube que havia sido o meu pai, Eugênio, quem tinha mandado cortar. Fiquei triste e com raiva por tamanha estupidez. Lhe perguntei o motivo e ele disse que a árvore estava fazendo sombra sobre a casa.

Depois eu estava brincando no mesmo lugar com o meu irmão Eduardo. Ele tinha achado um rato e colado ele na ponta de um cano. Brincávamos com o rato para cima e para baixo. Meu irmão foi pra casa e deixou o rato por lá em algum lugar. Eu procurava e não achava. Perguntei ao moço que limpava o parque (esse moço era o Romário e estava "aposentado"). Ele me mostrou uma árvore e disse que tinha colocado o rato ao pé dela. Fui até lá, vi o rato e fui voltando pra casa. No caminho encontrei a Luciana Mello. Ela conversava comigo em espanhol. Um espanhol muito tosco. Rolou em clima entre a gente e seguimos caminhando.
Rio das Ostrasxandre 07/09/2007  13:55
Estava eu e meu amigo Jorge em direção a uma praia quando vimos uma ponte enorme, fomos andando pela ponte quando chegou certo ponto estava quebrada, falei com Jorge que se a gente pulasse na água se afogaria, pois devia ser muito fundo ali.

Ele respondeu que não e pulou a água não veio nem na cintura então pulei também andamos um pouco e chegamos a Rio das Ostras onde seu cunhado esperava agente.

Mais fiquei preocupado que não tinha avisado aos meus pais e pedi para fazer uma ligação, só que o telefone não pegava estava mudo falei com Jorge que iria voltar para casa ele disse que não podia, pois o mar tinha tomado tudo alagando a cidade fiquei preocupado mais tive que ficar ali mesmo pois tava batendo ondas enormes e ventava muito.



Escolaxandre 07/09/2007  13:54
Estava na sala de aula no Henrique Lage colégio no qual eu fiz meus segundo, estava no fim da aula quando tocou o sinal, fui correndo em direção a outra sala para ver se meu love estava lá mais já tinha todos saídos

Quando chegou um cara com uma lata de spray e começou a pichar as paredes, perguntei se podia jogar um nome o cara correu.

Fui atrás dele mais não encontrei ninguém.

pipas e rãsxandre 07/09/2007  13:54
pipas e rãsEstava na casa da amiga da minha mãe a Ângela lá em Itajaí e da sacada eu viu um monte de pipas algumas no ar e outras agarradas no telhado das casa.

Desci rápido e fui até a casa onde eu morei para pegar a minha pipa e colocar no ar, só que quando entrei vi meu pai pintando as paredes de branco e colocando madeiras na janela, perguntei o porquê daquilo tudo, ele me respondeu que estávamos de mudança voltando para o Rio de Janeiro.

Peguei minha pipa e fui até a rua de traz onde tinha um mangue, vi um monte de rãs pulando.

uns animaisli 07/09/2007  12:58
Amanhecia. Eu estava na rua da casa da minha avó, em Santa Maria. O telefone tocou, fui atender e era Z me pedindo desculpa. Olhei pela janela e vi um coelho cinza do tamanho de um ser humano. Senti medo, pois sabia que não era normal coelhos daquele tamanho existirem. Caminhei pela rua, com meu tio N, fomos na casa de uma prima dele. Paramos na rua para olhar duas águias voando pelo céu, segundo o tio dizia, era muito bonito observar quando as águias mostravam suas penas azuis.
Sem títuloSL 07/09/2007  12:40
Eu estava na casa de X conversando com a mãe dele. Ela me contava como cozinhar uma batata com recheio. Eu não estava nem um pouco interessada. X veio e me chamou no quarto dele, começou a tirar minha roupa e falar que deveriamos ser rápidos antes que W chegasse em casa.
Sem títuloSL 07/09/2007  12:17
Eu estava indo em uma festa ali perto do Clube Israelita. Mas não se tratava propriamente de uma festa mas de uma reunião entre algumas pessoas. Era de dia e cada convidado deveria levar algo para comer. Quando estava chegando encontrei X e Y. Nós começamos a discutir e X discutia com um tom ironico irritantezinho, do qual ela não conseguia sair. Dizia que eu era prognata e que eu tenho a parte de baixo da mandibula muito grande. Em certo ponto da conversa com implicações decidi convidá-la para ir na padaria mais próxima comprar a comida para levar para a festa, uma vez que ela não tinha levado nem eu. E fomos caminhando até uma padaria, compramos um bolo e dividimos, como se fossemos amigas. Começou a chover e Y tinha um guarda-chuva igual ao meu e eu falei isso. X disse que antes de ir pra lá elas haviam passado na minha casa e roubado várias coisas minhas. Tirou do bolso o meu carregador do celular.