Passeava por Porto Alegre e resolvi caminhar na zona sul, próximo ao rio. Nas imediações do museu ouvi falar que havia um túnel e que dentro, à esquerda havia uma igrejinha, onde missas eram organizadas por africanos. Resolvi participar da missa e me acomodei entre vários africanos com roupas típicas, muito coloridas. Ao fim da celebração fui explorar o local, observava cada estátua de santo, quando esbarro em KZ e CZ, que visitavam o local. Fiquei feliz e emocionada em encontral-los, abraçava e queria saber de tudo como eles estavam. KZ me convidou para sairmos e conversarmos, pois logo toda sua família chegaria para um almoço de domingo. Ela me falou que tia B estava muito ruim, vivia como se tivesse 1 ou 11 anos de idade. CZ ficou sentado numa cadeira e eu e KZ subimos num morro. Falamos das nossas vidas e viagens quando olhamos para o céu e víamos intenso tráfego aéreo para o aeroporto. Vimos dois aviões da Gol que quase bateram e logo mais dois aviões, um da TAP e outro de uma empresa chamas HBSM, com logotipo azul, que fez a mesma rota do outro avião, colidiram e o avião da HSBM perdeu o controle e caiu. Vimos a fumaça preta e fogo e voltamos assustadas na igreja, avisamos as pessoas e o pânico se instaurou. Todos saíram correndo e algumas pessoas gritavam "prefiro o ebolA".
Trampo bizarro, cacto traiçõeiro e sangue de mel-cocô / Rodrigo P•
Meu emprego era distribuir amostras grátis no busão. No caso, enxaguantes bucais. Estava tudo ~~normal, até que meu celular toca. Era minha namorada. Ela falou que a mãe dela precisava de alguém pra pintar as paredes da casa dela, precisava ser alguém alto.
Saí do busão VOANDO LITERALMENTE e pousei na varanda da minha namorada que tinha uma mansão. Ela disse pra eu me esconder e ir logo fazer o serviço antes que alguém chegasse.
Voei pro pátio e entrei na porta principal. Uma governanta quadradona estilo romance policial me recebeu rabugenta e falou pra eu entrar numa salinha pra me trocar e colocar a roupa que ela tinha me dado. Era uma roupa de mordomo.
Ela abriu a porta da sala. Era um quarto beeem comprido e estreito sem janelas nem nada. Só um cacto no fundo. Ela falou pra ficar perto da porta pra não me espetar no cacto. Fechei a porta e me troquei, com medo do cacto. Um pouco antes de terminar espetei meu braço e vi que o cacto estava do meu lado...
Saí da sala e avisei a governanta. Ela bufou um pouco, insinuou que eu era burro, pegou meu braço e apertou. De onde eu tinha espetado saiu um tipo de mel, com uma consistência que parecia o cocô de um chaveiro de nenem cagão que um amigo meu tinha. Quando ela me soltou o mel-cocô entrou no meu braço de novo. Pensei "fodeu, meu sangue virou essa coisa".
A governanta pegou um spray de mel com própolis, colocou uma agulha no bocal e espetou em mim. Acordei.
Caos no interior e minha fuga no caminhão de frango / apta•
Estava em um grande festival de música eletrônica em um lugar tipo meio do mato. Estava com o Dimitre, minha mãe e ela segurava meu cachorro Max no colo. Em alguns momentos eu andava pelo festival com a minha mãe, em outros com o Dimitre. Estava vendo um DJ, ele era bem gordo e bem desforme, usava uma tunica preta e parecia o King Buzzo mas era um dj que tocava umas coisa bem estranhas, aí ele chamou pra tocar alguma coisa com ele e na verdade era só digitar uma música que ela tocava, saí fora do palco. Do nada, estava com meu primeiro namorado retardado e a gente ia casar meio que naquele momento porque ele queria e tava com todos os documentos, achei legal e topei. Na igreja o padre estava mal humorado e impaciente, quando me dei conta da desgraça saí correndo, o mais rápido que pude. Percebi que nao estava em Sao Paulo, estava tipo num sitio ainda e fui parar no meio da estrada. Sai correndo e em alguns momentos pedia carona, desesperada. Um caminhão muito longo tipo a limusine do clipe do Aphex Twin (tão longo que demorava muito para eu chegar onde o cara dirigia) perguntei se ele ia pra SP mas ele respondeu que ia para outro lugar, agradeci com uma reverencia o motorista. Continuei andando e fui parar tipo num parque infantil cheio de criança carente (?) eu pedia desesperadamente para eles qualquer dinheiro porque tava fugindo e ia embora, consegui uns 25 centavos e resolvi sair de la. Voltei pra estrada e logo depois pedi outra carona e era tipo um caminhão de frango congelado, o cara disse que ia pra SP mas que precisava passar na casa dele numa cidade no caminho antes. Estava com muito medo desse namorado que ia casar comigo estar atrás de mim muito puto. Fiquei brava comigo por ter aceitado tamanho absurdo de casar com ele. Chegando na casa do motorista de caminhão de frango eu me escondi com medo. Aos poucos fui ver a casa dele e era muito estranha, ele tinha uma nora que usava roupão de seda e umas coisas na cabeça e ficava assistindo um programa tipo Faustão rebolando e descascando mexericas. Aí apareceu o filho dele que tentou me agarrar e me pedir em casamento, eu dei uns beijinhos nele e disse que nao ia casar nao. Estava anoitecendo e eu queria muito ir pra casa. Fomos embora e no caminho pra SP o filho do motorista ficou me bulinando o caminho todo, estava de saco cheio. Quando percebi estava na av. Estados Unidos perto de casa, ele parou o caminhão saí correndo e subi para a rua de casa. Acordei.
Xadrez / Laercio•
Estou no alto de uma colina. É uma manhã agradável, o sol acabou de nascer e não tem nenhuma nuvem no céu.
O chão é todo gramado, mas forma uma padrão xadrez com grama verde clara e escura. Cada quadrado de grama tem mais ou menos um metro quadrado.
O terreno se estende em colinas suaves para todas as direções. Dá para ver quilômetros de distância.
Na direção de onde o sol nasce dá para ver um agrupamento de peças de xadrez ao longe, elas estão se movendo rapidamente em minha direção, mas ainda vão demorar um pouco para chegarem.
Sinto que são hostis e preciso fugir dali, mas não há nenhum lugar para se esconder.
Um pouco antes de começar a me dirigir na direção oposta às peças de xadrez, percebo que a Luana está dormindo na direção das peças. A uma meia distância entre mim e as mesmas.
Preciso ir até ela para que fuja junto comigo, ou então as peças de xadrez vão pegá-la!
Começo a correr em direção a ela, gritando seu nome para tentar acordá-la, mas ela parece estar dormindo profundamente. Meu coração acelera de ansiedade, com medo de não alcançá-la antes das peças de xadrez.
Chego até ela um pouco antes das peças de xadrez. Tento acordá-la, mas ela dorme profundamente. Em desespero olho ao redor e vejo as peças se aproximando, devem chegar em menos de um minuto. Nesse momento Luana acorda, um pouco confusa, sem saber o que está acontecendo.
Eu falo que precisamos sair dali imediatamente, depois eu explico. As peças de xadrez estão quase sobre nós.
Percebo que é tarde demais. Não vamos conseguir fugir. Mas nesse instante o chão se abre sob nossos pés e caímos para um mundo alternativo.
É um salão vitoriano, com móveis antigos e quadros nas paredes. Nos quadros estão representadas batalhas com as peças de xadrez que iam nos pegar no mundo acima. Sinto que o lugar não é seguro, mas pelo menos não há ninguém lá além de nós.
As paredes são brancas, menos uma que é amarela. Há uma janela com uma cortina verde e um quadro com a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo em uma das paredes.
Também há conchas do mar penduradas em uma parede.
Luana está assustada e me abraça. Ela diz que teve um pesadelo e vejo lágrimas nos seus olhos.
Eu a abraço forte e tento parecer confiante. Digo que nada vai acontecer de ruim e que vou protegê-la.
Ela sorri e me dá um beijo. Quente. Esquecemos de todas as preocupações ao nosso redor. Pelo menos por enquanto...
Visitando a Urca / Hannap•
Sonhei que eu estava com o Dimi. Íamos visitar a Mana Bernardes na Barra, mas no caminho passamos na praia da Urca para ele conhecer aquele bairro militar. Apresentei o bairro pro Dimi. Conversamos com alguns militares. Eles nos mostraram um pouco da infraestrutura das instalações militares. Era um local muito agradável. Tínhamos que rastejar em alguns corredores para termos acesso a algumas salas. Os corredores tinham 1 metro de altura de pé direito. Andávamos deitados, puxando o corpo pelos braços. Era fácil andar assim e fazia sentido, pois estávamos fazendo um exercício militar. A Urca era como um clube. Muita gente ia pra lá para tomar sol e ficar numa boa. Eu rastejava com muita facilidade e velocidade. O piso liso favorecia. No meio do caminho encontramos o Paulo Betti, tomando sol numa cadeira de praia. Pensei em conversar com ele, já que iríamos até a barra visitar a Mana, podíamos pegar uma carona. O pai da Joaninha também estava por lá. E a própria Joaninha passou pelo sonho de carro e cumprimentou o Dimi. No final do passeio os militares fizeram uma tradicional saudação de tiros para nós, os visitantes. Consistia numa série de 3 mísseis lançados no ar em sequência e cada um dos mísseis era atingido por um tiro de fuzil, explodindo no ar, sobre a praia, causando um barulho. O primeiro míssel foi lançado e acertado. O segundo nós vimos no céu, subindo, fazendo a parábola e caindo dentro de um quartel. O soldado não conseguiu acertá-lo. O terceiro também, foi lançado e caiu inteiro, sem ser acertado pelo tiro. De qualquer maneira os mísseis faziam barulho quando caiam no chão. Eu e o Dimi achamos engraçado pois eles erraram dois tiros. Vimos que eram dois jovens, um menino que atirava e uma menina que lançava os mísseis. Eu e o Dimi perguntamos onde caiam os mísseis não atingidos. Eles disseram que era numa área segura, dentro do quartel. O menino estava visivelmente decepcionado por ter errrado os tiros, mas nós elogiamos eles e dissemos que estava tudo bem.
Serra do Mar / Laercio•
Estou subindo a serra em direção a São Paulo com a Luana. Embora estejamos no meu carro, ela está deitada numa cama, dormindo a meu lado.
É noite, chove bastante e mal dá para ver a estrada. Estou numa velocidade muito alta e não consigo diminuir. Há muitos caminhões grandes subindo a serra na mesma estrada.
Estou consciente do perigo, meu coração está super acelerado. Ao mesmo tempo que me concentro na estrada, procuro não deixar a Luana acordar. Não quero que ela se preocupe com a situação.
Preciso protegê-la a qualquer custo.
Depois de um tempo que parece uma eternidade, trocando de faixas com o maior cuidado, finalmente chego ao topo da serra. O tempo melhora, a chuva passa, os caminhões desaparecem e eu consigo diminuir a velocidade.
O céu está apinhado de estrelas e uma lua cheia linda aparece no horizonte. Nesse momento Luana acorda um pouco confusa e diz "Nossa, já é noite! Acho que cochilei um pouco."
Eu minto que a subida foi tranquila para não deixá-la preocupada. Logo vamos chegar em casa.
Nesse momento a cena muda, a única coisa que se mantém é o céu super estrelado e a lua cheia no horizonte.
Estamos num tribunal, sentados no banco dos réus, mas não sabemos do que estamos sendo acusados.
O juiz, o advogado, o promotor e os jurados são todos anjos. Altos, com expressões austeras e asas enormes. Estão todos de roupa preta e falam numa língua estranha que não entendemos.
Tento falar algo para acalmar a Luana mas nenhuma palavra sai da minha boca. É como se o ar não carregasse as palavras, embora ouçamos os anjos muito bem.
Vejo que a Luana está bem assustada, coloco um braço sobre seus ombros para tentar acalmá-la e a sinto tremendo.
Os anjos fazem o julgamento deles por um longo tempo, mas antes que o juiz dê a sentença eu acordo. (ainda bem!)
pq ele fez isso? / lupino•
Eu estava com meus dois companheiros de banda na frente do meu prédio aguardando. Um carro parou e de dentro saiu um homem. Ele pegou um galão de gasolina e derramou nele e no carro. Ele sentou no banco do carona e acendeu um fósforo. O carro começou a pegar fogo com ele dentro. Ele chorava e gritava muito. Fomos chegando perto e conseguimos ouvir o que ele estava dizendo. "ta doendo muito, por favor esfria, por favor esfria". e a voz dele foi sumindo e o corpo dele também e tudo virou uma grande bola de fogo.
Filme / Binário Armada•
Letreiro de filme com letras passando, mas não consigo identificar nenhum símbolo que passa na mente...
Casa da vó / Aspros•
Estava na antiga casa da minha avó com minha família, meu namorado e o seu melhor amigo. Uma hora era a casa da minha avó, outra era a casa dos meus pais, e em uma terceira parte uma clínica com várias salas. No sonho eu era extremamente certinho e minha vida era chata e infeliz. Dormíamos na casa da minha avó, e todos deviam compartilhar as camas porque não tinha espaço para todos.
Depois fui em uma sala para estudar, e saí, quando voltei a sala não estava mais no mesmo lugar. Fiquei procurando e não achei mais.
Castelo Que Vira Casarão na Guerra / Binário Armada•
Dentro de um casarão gigante espaçado que mais parecia um grande museu por conta dos salões, ficavam eu e várias pessoas e de repente estourava uma guerra, praticamente haviam alemães e provavelmente estavam invadindo o país naquele instante, dado que já havia começado a aparecer o exército invasor na rua e o bombardeio aéreo já havia começado. Uma bomba cai perto de mim, mas curiosamente ela explode de uma forma bem estranha.
Enquanto ela ia rachando o chão e quase chegando ao ponto da combustão eu corria para a parte da casa que tinha energia para poder diminuir as luzes da casa para que os invasores não pudessem identificar que tinha gente no lugar. Dado que mais cedo ou mais tarde iriam notar o movimento, pois as laterais que antes eram de pedra maciça viraram de vidro.
A rua era bem ampla e ao longe dava pra ver depois de uma longa avenida casas semelhantes como se fossem palácios feitos com a mesma fonte de inspiração arquitetônica. Começou um tiroteio, mas não sei o que aconteceu, pois estava escuro. Só sei que alguns amigos chegaram e não tinha mais ninguém no lugar, somente alguns corpos dependurados por uma corda e uns X em vermelho marcados no chão debaixo das vítimas. Em um determinado um amigo aparece debaixo de uma tina esmaltada branca com borda azul. Mas o que se achava que seria o fim trágico dele era apenas um boneco destroçado que serviria pra alguma brincadeira nefasta e macabra.
De um lado um jardim com mangueiras e uma área grande que dava para uma outra área aberta e outro salão de vidro semelhante ao meu, quase idêntico e mais algumas árvores ao longe. Um mistério dos corpos desaparecidos dentro do salão meio escuro, mas que algumas luzes em formato de bola do lado de fora na calçada da avenida e que ficaram acesas e iluminavam de fora da rua pra dentro do salão praticamente aberto com colunas grandes que iam até o teto. Eu tentava diminuir essas luzes para diminuir a atenção dos inimigos.