Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
taxista taradu

moro em são paulo e estava indo para o rio, não sei como cheguei no rio em minutos. devo ter me teletransportado! e o meu destino era copacabana, mas eu estava na areia de uma praia na barra da tijuca, reencontrei duas meninas que estudaram comigo na quarta série, trocamos sorrisos e fui pra calçada pegar um taxi. fiz sinal e apareceram vários de uma vez, escolhi o mais confortável de vidro escuro. quando entrei no banco de trás reparei que tinha algo de estranho sim, mas mesmo assim, estava tão ansiosa pra chegar em copacabana que não me liguei; fiquei olhando as paisagens maravilhosas que o rio tem. o motorista começou a falar comigo, foi ai que percebi que ele não estava dirigindo o carro onde deveria, ele estava do meu lado dirigindo o carro por um joystick! eu fiquei pensando em como ele fazia aquilo. ele começou a me fazer perguntas, eu estava já ficando sem graça. eu estava vestindo uma saia degradê bem bonita, quando ele me diz: "porque não tira essa sua saia pra ficar mais à vontade?"
eu simplesmente fiquei horrorizada com o comentário dele e ele veio chegando mais perto pra me agarrar, abri a porta do carro e cai no asfalto, só que meu pé ficou preso no carro. sorte a minha que já estava no leblon e estava tudo parado. consegui me soltar e sai em disparado.
13 07 09 / lykos

No centro de Niterói (misturado com outros lugares que eu não reconheço), uma guerra entre policiais e traficantes acontece. Os corpos estão espalhados. Estou com um grupo de pessoas que eu não reconheço, estamos com muito medo. Uma autopsia é realizada no meio da rua, com equipamentos e doutores de verdade (poderia ser uma aula de anatomia). Desviei, fugi daquela visão, escolhi outro caminho. A quantidade de corpos cobertos é enorme e a quantidade de tiros também. Passamos correndo pela frente do Instituto Médico Legal com a respiração trancada. O grupo se dispersou por diferentes caminhos, menos eu e uma pessoa que não reconheço. Ele resolveu se esconder em cima de uma escada que dava pra lugar nenhum. Eu conhecia aquele lugar e tinha certeza de que era extremamente perigoso. Se esconder não era uma boa ideia, os policiais estavam executando quem tivesse escondido, eles estavam atirando nos mortos. Sozinho, correndo sem saber pra onde, parei uma Van no meio da rua.

– Icaraí?
– Sim.

Entrei na Van e vi minha tia-avó/madrinha, minha avó e a irmã da minha tia-avó/madrinha. Entrei, sentei ao lado da minha avó e pude observar todo os passageiros. Uma senhora abriu as pernas e me olhando enfiou a parte inferior de um guarda-chuva na vagina. Observei durante um tempo e acordei.
sexfriend / chuazinha

no sonho estava deitada num quarto escuro com meu amigo lucas, ele estava deitado sobre mim e eu não conseguia me decidir se aquilo era ok ou estranhíssimo. percebi que estávamos prestes a fazer sexo, ele já estava meio sem roupa e entramos debaixo de umas cobertas. ele passou a mão no meu cabelo e, pela expressão dele, estava super a vontade, mas eu estava muito constrangida. transamos e eu ficava pensando o tempo todo que aquilo não tinha nada a ver e tentava me lembrar como é que a gente tinha ido parar naquela cama juntos????
Encontrei comigo mesmo / Hannap

tive um sonho incrível

Sonhei que estava com um grupo de amigos, viajando.
Entre eles o André (Dé), meu tio.

Alugamos um lugar para ficar que era um barco.
Éramos mais de 5 pessoas. Ficamos em camas improvisadas, na parte de cima do barco.

Esse barco / pousada era de um casal de velhinhos.
O Dé ficou no andar de baixo, onde havia um quarto mais arrumadinho.
Eu fiquei dormindo bem encostado na parede, no meio do corredor, na parte de cima.

Passamos algumas noites ali e a senhora, dona do barco, me disse que eu podia mudar de lugar e ir dormir num outro quarto lá embaixo.

Eu disse que não precisava, mas no meio da noite eu resolvi mudar e tentei chegar até o quarto com a luz do celular.
Abri a porta do quarto, que ficava ao lado do quarto onde estava o Dé.

Era um lugar bem bonitinho.
Ouvi um movimento e percebi um vulto na hora que entrei no quarto.

Não consegui acender a luz. Fiquei um pouco de medo.

Os vultos eram de duas pessoas.
Eu e o André.

Os vultos saíram por uma janela que dava para o mar.
Mergulhei atrás deles e vi dois homens.
Um maior do que o outro. Os dois muito fortes e saudáveis.

Entendi que aqueles dois homens eram eu e o Dé.
Nós éramos filhos daquele casal de velhinhos e estávamos desaparecidos.

A senhora percebeu que éramos os seus filhos perdidos e por isso quis que ficássemos bem confortáveis nos quartos.
Uma menina que devia ser parente nossa, que também morava lá, muito bonita, de ombros largos, também sabia da história e percebeu que éramos os filhos perdidos.

Chamei o André e entrei na água com ele. Expliquei toda a história e ele entendeu.

Ficamos nos perguntando como é que nós, a versão selvagem, tínhamos sobrevivido escondidos por todo esse tempo.
Chegamos a conclusão de que vivíamos do lado de fora do barco. Pendurados nas cordas. Nadando. Por isso éramos tão fortes.
E nos alimentávamos apensa de peixe cru, e por isso éramos saudáveis.

Foi estranho encontrar comigo mesmo. E eu pensei que isso fosse impossível.
Nossa versão escondida e selvagem do mar era muito mais bonita, forte e saudável.
Mas eram duas pessoas incógnitas, que sobreviveram apenas para sustentar as nossas vidas de pessoas normais.

A menina linda sabia que éramos os filhos perdidos.
Olhou pra mim com cumplicidade. Ela era linda e acho que era apaixonada pelos homens peixe escondidos que éramos enquanto estávamos perdidos.
morte / luiza só

sonhei que me mudei pra uma casa, tinham varios amigos nela eu sei mas nao lembro quem. eu ajudei a matar uma pessoa e me livrar do corpo, o tempo passou no sonho e nao ficou nenhuma preocupaçao em relaçao a isso, entao eu ajudei a matar outra pessoa e essa pessoa foi colocada em um caixao nos fundos da casa. começou a chover torrencialmente e o caixao ficou submerso, tinha quase 1m de agua ali. eu sentia medo que alguem descobrisse, mas nao remorso. nao lembro dos mortos nem de ninguem-
2013-08-11 / iwao

estou numa garagem de banda de rock, meio estúdio, ambiente confortável, temperatura fresca. há um bateirista, um baixista, um guitarrista e eu. uma banda, como fugazi ou sonic youth, mas sem mulheres (a pouco havíamos ido a um show jantar do sonic youth, com nova formação, muito tranquilo, mas com o'rourke tímido e inseguro, fazendo perguntas para o outro rapaz, e umas facas na mesa, tábua de cortar pão; faz-se ritminhos com a faca, entrecortados, pequenos rulos e pausa; capirinha, mesa longa, clima muito mas muito tranquilo, mais para uma música silenciosa de cage). joe lally, talvez (eu não o conheço, nem sou especialmente apreciador) me passa o baixo, e a frase é um reggae, mas em compasso de cinco tempos. começando no contratempo {re-re-ré, re-re-ré. re-re-dô do ré fa lá (re-re) }. eu male mal pegando isso, o instrumento com correia muito baixa, eu entortando os dedos, às vezes errando e pensando também - mas há algo de errado (é que a bateria estava tocando em quaternário) e meu lado músico tentando resolver a questão com viradas para aproximar o tempo, o guitarrista fazendo sons muito suaves, melódicos mas não tanto, e eu há mudando de quando em quando o riff, descendo até lá...
Fernando sei PLinio e pipasx / xandre

Estava na casa de JUlinho , quando vi Fernando sentado no sofá ao lado uma pipa rasgada, perguntei se podia pegar ele não deixou fui para rua e tinha uns meninos jogando bola andei e parei na casa de seu PLÍNIO tinha um aquário vazio, nisso chegou meu primo Alex e perguntou o que eu estava fazendo ali, olhei para o lado e vi seu Plínio ele me olhava com uma lágrima nos olhos, olhei para meu primo com vontade de chorar e chamei ele para ir embora pois lembrei que TInho tinha morrido.
Feira Vendendo Limão / Xandre

Estava andando pela rua, quando entrei em uma feira e vi Fabinho vendendo frutas ele tinha que deixar tudo bem arrumadinho pois as mercadorias já estavam acabando, mais o que me chamou a atenção foi um caixote com limões, eram bem verdes e de tamanho pequeno, nisso chegou meu primo Alex com ferramentas e gritando que estávamos atrasados para terminar o serviço, tinha duas escadas rolantes que tinham um movimento acerelado demais , não dava para subir, então fomos ate o relógio que mede luz e acabamos de instalar.
Sair da barra é uma aventura / Hannap

Estava com o Bessa e a Lis Kogan. Voltando da barra de bicicleta.
Eu ia pedalando. Era pesado. Buscávamos a saída da barra. Era uma avenida que ia ficando cada vez mais estreita, ia se transformando numa rua de terra. O bairro ia ficando pobre e sujo. Até que chegamos numa parte que essa rua virava um beco com um monte de mendigos dormindo no final. Teríamos que passar por eles. Apareceu um sujeito bem estranho querendo cobrar a nossa passagem. Ele era ameaçador. O único jeito de sair da barra era pagando o sujeito ou atravessando pelo meio dos bichos, numa espécie de zoológico selvagem. Resolvemos ir pelo mato com os bichos. Era uma ladeira de grama. Fomos descendo com a bicicleta e atrás da gente veio um homem que não tinha os dois braços. Ele vinha numa bicicleta também, a toda velocidade. Pensei em falar com ele para confirmar o caminho mas desisti… Pensei que não ia ser legal pará-lo, já que ele não tinha os dois braços. Gritei: - É por aqui que sai da barra? Ele gritou que sim. Neste momento veio um gorila correndo atrás da gente, mas estávamos embalados na descida da ladeira e o gorila parecia amigável. Sabíamos que estávamos seguros e indo embora da barra.
3 sonhos: labirinto subterrâneo / impasse partido / pão e vinho / chuazinha

estava no metro, era difícil entender como fazer as conexões para chegar no lugar que eu queria chegar. deixei minha vó numa estação chamada Cucoricó (me lembrou cocoricó, como faz o galo). depois tinha que mudar para pegar a direção contrária. às de dentro do metro eu tinha um lampejo de visão do lado de fora da estação e assim sabia onde eu estava.

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estava com d. num lugar que não me lembro como era (era talvez uma casa, com corredor, ou então um outro tipo de lugar fechado meio labiríntico). ele vinha falar comigo, eu saía fora, ele vinha atrás. conversamos, eu falei que não queria mais ficar com ele - foi difícil mentir - ele disse que queria estar comigo. eu não tinha muito como acreditar nele nem como desmenti-lo, ficamos num impasse. eu me sentia de coração partido.

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estava com amigos, tinha feito um pão para comermos - mas não era pão de forma e lembro que pensava isso no sonho por causa da feira de arte impressa pãodeforma - era um pão bonito, moreno com farinha por cima, crocante e quente. tomávamos um vinho também. o vinho era excelente, acho que o sal que tinha trazido, tinha um sabor leve de hortelã e era encorpado.